
Durante sua passagem pelo Brasil, Seth Ravin, CEO da Rimini Street, afirmou que o modelo tradicional de suporte a softwares empresariais já não atende à realidade das empresas. Segundo ele, com as grandes provedoras de ERP impondo ciclos forçados de atualização e alto custo de manutenção, cresce o interesse pelo suporte independente como alternativa mais flexível e eficiente.
“Por que você precisa atualizar o software se ele está funcionando?”, questionou Ravin, argumentando que muitas atualizações são impostas mais por interesses comerciais dos fornecedores do que por necessidade técnica real. Ele defendeu que as empresas deveriam ter liberdade para determinar seu próprio roadmap tecnológico, em vez de se submeterem a estratégias definidas pelos grandes fabricantes.
Eric Helmer, EVP e CTO global da companhia, reforçou que esse modelo também garante mais previsibilidade de custos, uma vez que os contratos da Rimini são fixos e de longo prazo, cobrindo suporte completo e contínuo para versões estáveis de sistemas como SAP e Oracle. “Nossos contratos são projetados para durar até 15 anos, com foco em continuidade, segurança e compliance”, disse Helmer.
Edenize Maron, diretora-geral para a América Latina, acrescentou que, na região, as discussões sobre transformação digital têm sido acompanhadas por uma crescente pressão por eficiência. “Os CIOs estão sendo cobrados por resultados e, ao mesmo tempo, enfrentam restrições orçamentárias”, afirmou. Segundo ela, isso abre espaço para abordagens como a da Rimini, que promete manter os sistemas operando de forma segura e compatível com auditorias, sem forçar investimentos em upgrades que não geram valor direto ao negócio.
A executiva destacou ainda que, mesmo em um cenário econômico desafiador, muitas empresas têm conseguido reinvestir os recursos economizados com suporte em áreas mais estratégicas, como inovação e cibersegurança.
Inscreva-se em nosso canal do Whatsapp e tenha acesso as principais notícias do mercado.
Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais