
Mais de 5 mil escolas públicas brasileiras já estão conectadas à internet de alta velocidade por meio do projeto Aprender Conectado, que integra a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (ENEC), do Governo Federal. A iniciativa, coordenada pela Entidade Administradora da Conectividade de Escolas (Eace), tem como meta alcançar 38 mil unidades escolares até o final de 2026.
O número representa um avanço expressivo na expansão do projeto. No último dia 1º de julho, eram 4 mil escolas conectadas. Em apenas 18 dias, mil novas unidades foram incluídas, totalizando mais de 637 mil estudantes beneficiados em todas as regiões do Brasil.
O projeto não apenas oferece conectividade de qualidade às salas de aula, como também supera desafios logísticos significativos. Muitas das escolas atendidas estão localizadas em áreas remotas, com acesso limitado e infraestrutura precária.
Energia solar
Para garantir o funcionamento contínuo da rede em locais sem fornecimento elétrico estável, o Aprender Conectado também disponibiliza geradores de energia solar. Até agora, mais de mil escolas já receberam o equipamento.
Via satélite
Já para alcançar regiões onde não há cobertura de fibra óptica, a Eace e a Telebras firmaram uma nova parceria que prevê levar internet de alta velocidade a mais de 4,1 mil escolas públicas, utilizando tecnologia via satélite.
“Essas são decisões estratégicas para tornar a educação pública mais inclusiva e conectada. Estamos trabalhando para garantir que todos os estudantes, independentemente de onde vivam, estejam preparados para os desafios do futuro”, afirma Flávio Santos, diretor-geral da Eace.
O projeto Aprender Conectado, que leva conexão de alta velocidade a escolas públicas de todo o Brasil, surgiu com o Edital do 5G, que destinou recursos da ordem de R$ 3,1 bilhões para levar conectividade às escolas públicas de educação básica, com a qualidade e velocidade necessárias para o uso pedagógico das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) nas atividades educacionais. A iniciativa contempla cerca de 38 mil escolas, incluindo as situadas em comunidades indígenas, quilombolas e rurais, garantindo conexão com internet banda larga e rede Wi-Fi, mesmo para aquelas que não possuem energia.
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Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais