Claudiney Santos › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br Suas notícias diárias em alta de tecnologia! Thu, 31 Jul 2025 18:04:34 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://diariotechnews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-miniatura-site-32x32.png Claudiney Santos › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br 32 32 TIM reforça protagonismo em energia renovável com iniciativas para clientes e empresas https://diariotechnews.com.br/tim-reforca-protagonismo-em-energia-renovavel-com-iniciativas-para-clientes-e-empresas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tim-reforca-protagonismo-em-energia-renovavel-com-iniciativas-para-clientes-e-empresas Thu, 31 Jul 2025 18:04:34 +0000 https://tiinside.com.br/?p=502001 A TIM divulgou nessa quarta-feira, 30, seu balanço trimestral de 2025, mostrando sua posição como referência em sustentabilidade no setor de telecomunicações, ao ampliar sua estratégia de geração distribuída de energia renovável e lançar iniciativas in...

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A TIM divulgou nessa quarta-feira, 30, seu balanço trimestral de 2025, mostrando sua posição como referência em sustentabilidade no setor de telecomunicações, ao ampliar sua estratégia de geração distribuída de energia renovável e lançar iniciativas inéditas para consumidores residenciais e empresariais. A companhia, que desde 2021 opera com 100% de energia renovável, agora produz 65% do que consome a partir de 135 usinas arrendadas de parceiros — a maioria de geração solar.

Essas usinas abastecem mais de 17 mil sites da operadora em todo o Brasil e geram uma economia significativa. Ao considerar toda a sua operação, a TIM economiza cerca de R$ 50 milhões por ano em despesas com energia.

Como parte do seu compromisso com as metas ESG, a TIM avança também na oferta de soluções sustentáveis aos seus clientes. Em maio de 2025, a operadora lançou uma iniciativa inédita no setor: um programa de fornecimento de energia renovável voltado exclusivamente para pessoas físicas. Em parceria com a Thopen, empresa da Pontal Energy especializada em geração distribuída, a TIM passou a oferecer aos clientes TIM Black — com contas mensais a partir de R$ 200 a R$ 300 — descontos de 15% na conta de luz. A iniciativa já está ativa nos estados do Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Goiás, com expansão para São Paulo e Mato Grosso prevista ainda para julho.

Além do benefício direto ao consumidor, a ação reforça a estratégia da operadora de engajamento em práticas sustentáveis, ao ampliar o acesso à energia limpa e reduzir a pegada de carbono de sua base de clientes.

Para o segmento corporativo, a TIM também avança com soluções em parceria com a Eletrobras e a própria Thopen, um programa voltado para os cerca de 2 milhões de clientes empresariais da sua base. Empresas com consumo mensal de energia a partir de R$ 10 mil podem migrar para o mercado livre e contratar energia renovável da Eletrobras, com potencial de economia de até 30% na conta de luz. O projeto já está disponível no Paraná e Santa Catarina, onde a TIM tem mais de 50% de market share, com previsão de expansão nacional até setembro de 2025.

Essas iniciativas consolidam a posição da TIM como líder em práticas sustentáveis no setor. A empresa ocupa o topo do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3 e é a única representante do setor de telecomunicações presente em todas as carteiras de sustentabilidade da bolsa brasileira — há 17 anos consecutivos.

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Fórum de Smart Grid debate a digitalização das redes de energia https://diariotechnews.com.br/forum-de-smart-grid-debate-a-digitalizacao-das-redes-de-energia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=forum-de-smart-grid-debate-a-digitalizacao-das-redes-de-energia Thu, 31 Jul 2025 14:14:57 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501980 As transformações em curso no setor elétrico brasileiro ganharão protagonismo na 17ª edição do Fórum Latino-Americano de Smart Grid, que será realizada nos dias 4 e 5 de agosto, em São Paulo. O evento reunirá presidentes de empresas, especialistas do s...

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As transformações em curso no setor elétrico brasileiro ganharão protagonismo na 17ª edição do Fórum Latino-Americano de Smart Grid, que será realizada nos dias 4 e 5 de agosto, em São Paulo. O evento reunirá presidentes de empresas, especialistas do setor público e privado, reguladores e provedores de tecnologia para discutir os novos rumos da energia no país e na América Latina.

A pauta deste ano é extensa diz Cyro Boccuzzi, CEO da ECOee e organizador do evento. “Entre os principais temas estão a antecipação da renovação das concessões de distribuição, os novos modelos de remuneração que devem emergir com as mudanças no papel das distribuidoras e a necessidade de aumentar a resiliência das redes diante de eventos climáticos extremos, cada vez mais frequentes e intensos”

Um dos pontos centrais da discussáo será a obrigatoriedade de digitalização das redes elétricas brasileiras até 2035, conforme prevê a Portaria MME 111/25. Isso inclui a instalação de medidores inteligentes, a adoção de sistemas avançados de gerenciamento de distribuição (ADMS) e a criação de uma infraestrutura digital robusta para suportar uma rede elétrica mais dinâmica e descentralizada.

“Estamos entrando em uma nova era. A digitalização, combinada com o uso de inteligência artificial, permitirá operar as redes com mais eficiência, identificar padrões de consumo, antecipar falhas e oferecer novos serviços ao consumidor”, afirma Boccuzzi. “Essa transformação vai além da tecnologia: é uma mudança de modelo de negócio e de cultura regulatória.”

Veja também: Liderança que protege: o papel do CEO na segurança da informação

A IA, segundo o consultor, está começando a ser utilizada tanto para a automação administrativa quanto para operações em tempo real, como o monitoramento de transformadores e o gerenciamento proativo de redes. “A partir dos dados gerados pelos novos medidores, será possível até mesmo personalizar ofertas de energia, como no futuro vender o serviço de refrigeração ao invés de quilowatt-hora”, exemplifica.

Ele também alerta para os cuidados necessários na adoção da tecnologia: “Em aplicações críticas como o setor elétrico, é preciso evitar os riscos das chamadas alucinações da IA, que podem levar a decisões erradas. É necessário controle, validação e responsabilidade”, enfatiza.

Usinas reversíveis 

Outro destaque do fórum será o debate sobre as Usinas de Armazenamento Bombeado (UABs), também conhecidas como hidrelétricas reversíveis. Trata-se de uma tecnologia dominada e já viável economicamente, que pode ajudar o sistema elétrico a lidar com a intermitência das fontes renováveis, como a solar e a eólica.

Essas usinas funcionam como baterias gigantes: utilizam energia excedente em horários de baixa demanda para bombear água de um reservatório inferior para um superior, gerando eletricidade nos momentos de pico. “Elas oferecem um serviço essencial de flexibilidade sistêmica, não de geração contínua. São capazes de estabilizar a rede em segundos, algo vital num cenário com cada vez mais fontes intermitentes”, explica Boccuzzi.

Projetos de UABs já estão sendo estudados no Brasil com foco em uso eficiente da água, implantação rápida e baixo impacto ambiental. “São reservatórios do tamanho de pesqueiros, não grandes represas. E ainda conseguem competir com térmicas e até com baterias em certos contextos”, completa.

Abertura do mercado e desafios tarifários 

A partir de 2026, consumidores de baixa tensão poderão entrar no mercado livre de energia, o que aumentará a concorrência e exigirá novos serviços das distribuidoras. “Com a digitalização, uma distribuidora deixará de vender energia para operar a rede e prover serviços ao consumidor. É uma mudança radical”, diz Boccuzzi.

Nesse novo ambiente competitivo, empresas de telecomunicações e bancos — que já têm relacionamento direto com milhões de clientes — poderão, por exemplo,  entrar no mercado oferecendo pacotes de energia, como já ocorre com outros tipos de serviços,  como seguros e serviços financeiros.

Porém, o desafio será conciliar essa transição com a sustentabilidade econômica das tarifas. “Hoje as tarifas já estão pressionadas. O setor precisa de políticas públicas de longo prazo, espaço para investimentos e uma reorganização da cadeia de custos. Não adianta digitalizar sem viabilidade financeira”, alerta.

Resiliência climática 

Os eventos extremos, como os recentes no Rio Grande do Sul e em São Paulo, também entram na pauta. Segundo Boccuzzi, muitas das redes de distribuição e transmissão não foram projetadas para suportar as temperaturas e os esforços mecânicos atuais. “Transformadores que antes operavam a 25°C agora enfrentam picos de 50°C, reduzindo sua vida útil.”

A aplicação de gêmeos digitais — réplicas virtuais de ativos da rede — e sensores de campo pode evitar falhas catastróficas. “Já temos sistemas capazes de detectar, por exemplo, um galho encostando na fiação, antes de gerar um curto ou um apagão”, diz.

Com a antecipação das concessões, 19 das 31 maiores distribuidoras já têm horizonte para investir em digitalização. Estima-se que até 2028 sejam necessários mais de R$ 350 bilhões em investimentos no setor.

“Vamos precisar instalar 90 milhões de medidores inteligentes. É um desafio de engenharia, logística e regulação. Mas também uma oportunidade única de transformar a matriz elétrica brasileira”, resume Boccuzzi.

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Adoção de IA firewall para proteção de plataformas públicas e privadas https://diariotechnews.com.br/adocao-de-ia-firewall-para-protecao-de-plataformas-publicas-e-privadas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=adocao-de-ia-firewall-para-protecao-de-plataformas-publicas-e-privadas Mon, 28 Jul 2025 00:12:56 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501705 Vitor Gasparini, Solutions Engineer da F5 Brasil, fala sobre os resultados da pesquisa  State of AI Application Strategy 2025 e adoção do IA firewall, solução de segurança que faz a análise dos conteúdos do prompt das plataformas públicas e privadas de...

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Vitor Gasparini, Solutions Engineer da F5 Brasil, fala sobre os resultados da pesquisa  State of AI Application Strategy 2025 e adoção do IA firewall, solução de segurança que faz a análise dos conteúdos do prompt das plataformas públicas e privadas de AI.

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AMD aposta em novos processadores Ryzen para crescer no mercado brasileiro https://diariotechnews.com.br/amd-aposta-em-novos-processadores-ryzen-para-crescer-no-mercado-brasileiro/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=amd-aposta-em-novos-processadores-ryzen-para-crescer-no-mercado-brasileiro Tue, 22 Jul 2025 13:10:10 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501329 Em meio à transformação digital acelerada pela inteligência artificial (IA), o mercado de computadores pessoais tem uma nova oportunidade de crescimento. Segundo Alfio Fioravanti, Gerente de Vendas ao Cliente da AMD Brasil, os novos processadores AMD R...

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Em meio à transformação digital acelerada pela inteligência artificial (IA), o mercado de computadores pessoais tem uma nova oportunidade de crescimento. Segundo Alfio Fioravanti, Gerente de Vendas ao Cliente da AMD Brasil, os novos processadores AMD Ryzen PRO com arquitetura “Zen 5” e IA embarcada estão mudando a forma como empresas operam, trazendo ganhos reais em produtividade, segurança e eficiência energética.

Fioravanti disse que a presença da AMD está cada vez mais sólida no Brasil. “Quando entrei na AMD, em 2016, era o início de uma virada. Hoje, com os Ryzen IA série 300, a transformação é completa — não só em potência de processamento, mas na maneira como os dispositivos interagem com as necessidades de negócio”, destaca.

A nova geração de processadores da AMD traz um diferencial claro: as NPUs (Unidades de Processamento Neural), responsáveis por otimizar o uso da inteligência artificial diretamente no hardware. “A NPU atua como um cérebro auxiliar dentro do sistema. Ela reconhece automaticamente as cargas de trabalho baseadas em IA e direciona o processamento, aliviando a CPU e garantindo fluidez mesmo em multitarefas intensas”, explica Fioravanti.

Veja também: Executivas do Bradesco falam sobre como acelerar a inovação com IA e a importância da infraestrutura na estratégia digital

Esse tipo de arquitetura — que distribui inteligentemente os esforços entre CPU, GPU e NPU — se mostra essencial para rodar aplicações modernas, como copilotos de produtividade, automações por IA e análises de dados em tempo real. “Sem NPU, o consumo de energia aumenta muito e a performance da CPU fica comprometida. Por isso, a integração nativa de IA é uma revolução para o mercado corporativo”, afirma.

Além da inteligência embarcada, os processadores Ryzen PRO vêm equipados com tecnologias de segurança de ponta, como o Microsoft Pluton — um recurso de proteção a nível de hardware. “A AMD foi a primeira a integrar o Pluton em seus chips. É uma solução que nasceu da própria Microsoft, com foco em proteger contra ataques físicos e lógicos, e já está presente em nossos processadores há quase dois anos”, revela.

Ele destaca que a linha PRO é pensada especialmente para o ambiente corporativo. “Quando se vê a sigla PRO nos nossos produtos, isso significa não só desempenho, mas um pacote completo de segurança, gerenciamento remoto e estabilidade. É o que os CIOs hoje buscam.”

Eficiência energética como vantagem competitiva

Com o aumento do custo da energia e a urgência das metas ESG, a eficiência energética se tornou uma questão estratégica para as empresas — e a AMD se antecipou a essa demanda. “No passado, a AMD era criticada por aquecer muito. Hoje, invertemos essa percepção graças à arquitetura Zen, que entrega performance com menor consumo. Temos exemplos reais de notebooks de outros fabricantes gerando calor a ponto de causar desconforto físico nas pessoas — algo que não acontece com nossos equipamentos”, relata o executivo.

Segundo ele, o desenvolvimento de processadores hoje obedece a um “triângulo de excelência”: alta performance, baixo consumo e operação silenciosa. “Não adianta um processador ser rápido e esquentar demais, ou ser eficiente e barulhento. A AMD conseguiu balancear isso.”

Visão estratégica para o Brasil

Com uma atuação crescente no país, a AMD aposta fortemente na produção local e nas parcerias com OEMs globais e nacionais, como HP, Lenovo, Dell, Positivo e Datem. “Desde 2017, as grandes fabricantes apostam na AMD. No Brasil, temos produção local em parceria com todas elas, o que viabiliza preços mais competitivos e agilidade na entrega.”

A estrutura comercial da empresa também evoluiu. Hoje, sob a liderança de Fioravanti, a AMD Brasil conta com uma equipe dedicada para o segmento client (notebooks, desktops e workstations), além de gerentes de canal e parcerias com integradores, distribuidores e revendas. “O modelo de Device as a Service (DaaS) tem ganhado força, principalmente no setor privado, com canais especializados oferecendo locação com gestão completa do parque tecnológico”, comenta.

Ryzen IA 300: o próximo passo

Para o mercado brasileiro, o próximo grande movimento será a chegada do Ryzen IA série 300, com IA nativa, ainda em 2025. “No Brasil, estamos trabalhando hoje com a série 7000 para notebooks e a série 8000 para desktops. A introdução da linha IA 300 será um ponto de virada, principalmente para as empresas que buscam incorporar IA nos seus fluxos operacionais”, antecipa.

Segundo ele, a demanda por PCs com IA tende a crescer exponencialmente. “A performance aumenta, o consumo reduz, e os ganhos em produtividade são perceptíveis. Softwares que antes consumiam muito da CPU agora são delegados à NPU, o que muda completamente a experiência do usuário”, afirma.

A AMD também está investindo no topo da cadeia de IA com suas GPUs Instinct MI300, que atualmente suportam a infraestrutura de projetos como o DeepSeek, e soluções de IA generativa em larga escala. “Nosso portfólio vai do data center ao endpoint, com IA presente em todas as camadas”, reforça.

Ao ser questionado sobre a volatilidade do câmbio, um dos principais entraves históricos do setor, Fioravanti admite o impacto, mas destaca o amadurecimento do mercado. “A oscilação do dólar cria incertezas, sim, mas a melhor forma de superá-las é entregando produto. A cliente testa, vê o valor, e fideliza. A tecnologia da AMD fala por si”, conclui.

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Startup brasileira Avra desenvolve IA fundacional para atender demandas das PMEs https://diariotechnews.com.br/startup-brasileira-avra-desenvolve-ia-fundacional-para-atender-demandas-das-pmes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=startup-brasileira-avra-desenvolve-ia-fundacional-para-atender-demandas-das-pmes Wed, 16 Jul 2025 15:13:29 +0000 https://tiinside.com.br/?p=500994 Em um mercado cada vez mais agitado pelas promessas da inteligência artificial, a Avra, startup brasileira fundada por Bruno Alano e Viviane Meister, vem se destacando não apenas pela inovação técnica, mas por sua visão clara e pragmática: usar modelos...

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Em um mercado cada vez mais agitado pelas promessas da inteligência artificial, a Avra, startup brasileira fundada por Bruno Alano e Viviane Meister, vem se destacando não apenas pela inovação técnica, mas por sua visão clara e pragmática: usar modelos fundacionais de IA para resolver as demandas num mercado pouco explorado no Brasil, que e a compreensão e análise de mercado das pequenas e médias empresas (PMEs).

A trajetória do CTO e cofundador Bruno Alano é, por si só, impressionante. Natural de São Paulo, ele iniciou sua jornada na tecnologia com apenas oito anos, quando criou um projeto open source que ganhou projeção nacional e internacional. Aos 15, recebeu uma bolsa de estudos do governo finlandês e se mudou para Helsinque em um momento decisivo para a IA global — quando o avanço da tecnologia NVIDIA e da plataforma CUDA estava revolucionando o campo do aprendizado de máquina. De lá, a carreira de Alano só acelerou: fundou sua primeira startup aos 16 anos, integrou a OpenAI em São Francisco ainda nos primeiros meses da organização e ajudou a estabelecer a ABRIA (Associação Brasileira de Inteligência Artificial).

Essa bagagem técnica, combinada ao conhecimento do mercado de crédito que Viviane acumulou em instituições como HSBC, Moodys e IGWALL, deu origem à Avra em 2023. A empresa foi criada com um objetivo claro: aplicar IA para entender profundamente o comportamento das PMEs, um segmento que representa 98% das empresas brasileiras e cerca de 30% do PIB nacional, mas que ainda é negligenciado por sistemas tradicionais de análise e crédito.

O diferencial: modelos fundacionais com propósito

Diferente de soluções convencionais que se baseiam exclusivamente em scores de crédito, a Avra desenvolveu um modelo fundacional próprio, um tipo de IA generalista treinada a partir de enormes volumes de dados não com um propósito fixo, mas com a capacidade de ser ajustado posteriormente para diferentes aplicações — seja para crédito, análise de risco, recomendação de produto ou prevenção de churn.

“Modelos fundacionais são treinados para entender como o mundo se comporta, e não apenas para resolver uma tarefa específica”, explica Alano. “Isso os torna mais robustos, menos suscetíveis a variações bruscas nos dados e mais eficazes em contextos complexos como o das PMEs.”

Esse pioneirismo rendeu frutos. A Amazon Web Services (AWS) reconheceu a Avra como uma das três empresas mais inovadoras da América Latina na criação de modelos fundacionais. O prêmio destaca empresas que desenvolvem tecnologia própria do zero, algo raro em um mercado ainda muito dependente de modelos prontos de grandes provedores.

Apesar da sofisticação técnica, o modelo de negócios da Avra é simples: software como serviço (SaaS), com contratos recorrentes junto a grandes instituições financeiras e empresas de grande porte, que usam a plataforma da Avra para entender melhor seus clientes PJ — em especial, as pequenas e médias empresas. A distribuição, portanto, é B2B2B: a Avra atende grandes players, que por sua vez lidam diretamente com PMEs.

“Nós não somos um bureau nem vendemos score. Somos uma plataforma de inteligência. Nossa missão é dar visibilidade e contexto às PMEs — e isso vai muito além de crédito. Pode ser para personalização de produtos, campanhas de marketing, ou mesmo estruturação de linhas de financiamento sob medida”, afirma Alano.

Parte do sucesso da Avra se deve a um elemento muitas vezes ignorado nas discussões sobre IA: a qualidade dos dados. A empresa desenvolveu uma base proprietária robusta, que alimenta seus modelos fundacionais e serve como contrapeso aos dados incompletos ou ruidosos que muitas vezes chegam dos clientes.

Veja também: Executivas do Bradesco falam sobre como acelerar a inovação com IA e a importância da infraestrutura na estratégia digital

“Você nunca vai ter dados 100% limpos no mundo real, especialmente com PMEs. Nosso diferencial é conseguir interpretar esses dados com contexto, com inteligência, e não só repetir fórmulas prontas que funcionam apenas com empresas grandes e auditadas”, explica Alano.

“Não acreditamos que existam empresas ruins. O que existe é uma falta de estrutura para operar com elas. Às vezes, o crédito não precisa ser negado — ele precisa ser adaptado”, resume Bruno. “Se conseguimos usar IA para aprovar 50% das PMEs que hoje seriam recusadas por birôs tradicionais, sem aumentar inadimplência, estamos criando valor real — e impacto social.”

Crescimento acelerado, mas com foco

Com 24 colaboradores altamente especializados — muitos com formação técnica avançada ou experiência internacional — a Avra já trabalha com alguns dos maiores nomes do mercado financeiro brasileiro, embora, por questões contratuais, ainda não possa divulgar seus clientes.

A empresa pretende expandir para a América Latina em breve, mas com cautela. “Nosso foco ainda está no Brasil. Há muito a ser feito aqui”, diz o CTO. “Mas os próprios clientes têm nos puxado para outros mercados. Então, a expansão virá de forma natural.”

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Concentrix investe para consolidar sua presença no Nordeste https://diariotechnews.com.br/concentrix-investe-para-consolidar-sua-presenca-no-nordeste/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=concentrix-investe-para-consolidar-sua-presenca-no-nordeste Mon, 14 Jul 2025 14:53:32 +0000 https://tiinside.com.br/?p=500819 Em um movimento estratégico para consolidar sua presença no Brasil e acompanhar a crescente demanda por serviços de Customer Experience (CX), a Concentrix anuncia a abertura de uma nova operação em Fortaleza (CE). A expansão reforça o compromisso da em...

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Em um movimento estratégico para consolidar sua presença no Brasil e acompanhar a crescente demanda por serviços de Customer Experience (CX), a Concentrix anuncia a abertura de uma nova operação em Fortaleza (CE). A expansão reforça o compromisso da empresa com a inovação e a geração de empregos no país, ao mesmo tempo em que incorpora tecnologias avançadas para transformar a jornada dos consumidores.

Cleber Santos, Country Manager, e Sarita Besada, vice-presidente de Operações de CX da Concentrix Brasil, destacam ainda que os planos de crescimento da companhia têm como objetivo aprimorar a personalização do atendimento, para entregar a melhor experiência e fidelização do consumidor.

“A escolha de Fortaleza para essa nova unidade não foi por acaso. A cidade oferece excelente infraestrutura, talentos qualificados e uma posição geográfica estratégica para atender o mercado do Nordeste”, explica Cleber Santos. Segundo ele, a nova operação está alinhada com o plano de expansão da companhia no Brasil, que visa descentralizar os centros de atendimento e promover inclusão regional.

A nova unidade deverá gerar centenas de empregos diretos e indiretos na capital cearense, além de contribuir para o fortalecimento do polo tecnológico da região. “Nosso objetivo é crescer de forma sustentável, agregando valor às comunidades onde atuamos”, completa.

Experiência do cliente

Para além da expansão física, a Concentrix também investe pesadamente em tecnologia. Sarita Besada revela que a empresa está operando com soluções inovadoras que reconhecem, por exemplo, o humor e o estado emocional do consumidor durante o atendimento, seja por voz, chat ou outros canais digitais.

Sarita Besada

“Trabalhamos com plataformas de inteligência artificial e análise preditiva que nos permitem entender o tom de voz, as palavras-chave e até a velocidade da fala dos usuários. Isso nos ajuda a identificar se o cliente está frustrado, ansioso ou satisfeito, e adaptar o atendimento para cada situação”, diz Sarita.

A empresa utiliza tanto soluções desenvolvidas internamente quanto parcerias estratégicas com big techs e startups especializadas. Essas ferramentas são aplicadas em diversos setores, como financeiro, varejo, telecomunicações e saúde, e têm contribuído para elevar indicadores como NPS (Net Promoter Score) e FCR (First Call Resolution).

A Concentrix além de atender empresas globais e os gigantes do mercado  digital, também  tem liderança no mercado de finanças e compliance, oferecendo ao cliente uma jornada totalmente digital, o que facilita o atendimento  e resolução das negociações.

Veja também: Executivas do Bradesco falam sobre como acelerar a inovação com IA e a importância da infraestrutura na estratégia digital

A empresa tem uma iniciativa robusta de automação de atendimento ao cliente, que utiliza robôs conversacionais por voz e texto, portais de autoatendimento e tecnologia de IA e machine learning para oferecer suporte 24/7, gestão de vendas e serviços e soluções de finanças e conformidade com alto nível de personalização e segurança.

Em seu portfólio tem clientes nos mais diversos setores, desde varejo e e-commerce, alimentos, até bancos, serviços financeiros e seguros, energia e serviços públicos, tecnologia e eletrônicos, mídia e comunicações, transporte e logística, telecom, turismo e indústrias.

Cultura centrada no cliente e no colaborador

A cultura organizacional da Concentrix, segundo os executivos, está fortemente voltada para a excelência na experiência do cliente — mas sem esquecer o colaborador. “Entendemos que só conseguimos oferecer uma boa experiência para o consumidor final se quem está na linha de frente também se sentir valorizado”, afirma Cleber Santos. Programas de capacitação, bem-estar e diversidade fazem parte do dia a dia da empresa.

“Acreditamos que o futuro da experiência do consumidor será cada vez mais humano e digital ao mesmo tempo — e estamos prontos para liderar essa jornada”, destaca Cleber Santos.

Global

Globalmente, a Concentrix é uma gigante no setor serviços, tecnologia e CX, com presença em 70 países, seis continentes e cerca de 440 mil colaboradores ao redor do mundo. A empresa oferece soluções completas de design, tecnologia e execução para marcas líderes globais. Em 2024, a empresa registrou US$ 9,6 bilhões em receita.

Nos últimos anos, o grupo tem se destacado pela aquisição de empresas estratégicas e pelo uso intensivo de dados e automação para reinventar a forma como as marcas se conectam com seus públicos.

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10 Principais Oportunidades para Empresas de Tecnologia em 2025 https://diariotechnews.com.br/10-principais-oportunidades-para-empresas-de-tecnologia-em-2025/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=10-principais-oportunidades-para-empresas-de-tecnologia-em-2025 Tue, 08 Jul 2025 20:00:29 +0000 https://tiinside.com.br/?p=500505 Leonardo Donato, sócio líder da EY para Telecomunicações, Mídia & Entretenimento e Tecnologia na América Latina, comenta os principais insights do estudo "10 Principais Oportunidades para Empresas de Tecnologia em 2025", elaborado pela EY, que e tr...

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Leonardo Donato, sócio líder da EY para Telecomunicações, Mídia & Entretenimento e Tecnologia na América Latina, comenta os principais insights do estudo “10 Principais Oportunidades para Empresas de Tecnologia em 2025“, elaborado pela EY, que e traz um panorama estratégico e prático para executivos, empreendedores e inovadores.

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Runtalent acelera transformação digital dos clientes com foco pessoas e soluções sob medida https://diariotechnews.com.br/runtalent-acelera-transformacao-digital-dos-clientes-com-foco-pessoas-e-solucoes-sob-medida/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=runtalent-acelera-transformacao-digital-dos-clientes-com-foco-pessoas-e-solucoes-sob-medida Mon, 07 Jul 2025 12:39:12 +0000 https://tiinside.com.br/?p=500372 Com mais de 20 anos de experiência no mercado de tecnologia, a Runtalent se consolida como uma das principais empresas de Digital Solutions do país, oferecendo soluções tecnológicas integradas para empresas que buscam acelerar sua transformação digital...

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Com mais de 20 anos de experiência no mercado de tecnologia, a Runtalent se consolida como uma das principais empresas de Digital Solutions do país, oferecendo soluções tecnológicas integradas para empresas que buscam acelerar sua transformação digital. A empresa surgiu como uma spin-off da Essence, companhia fundada em 2004 por três ex-consultores SAP, e rapidamente ganhou identidade própria, com atuação multiplataforma, cultura centrada em pessoas e inovação.

“A Runtalent nasceu como uma marca independente há cinco anos, a partir de uma divisão da Essence chamada Essence Professionals, voltada a outsourcing de profissionais de diferentes tecnologias. Sempre fomos multiplataforma, mas o nome Essence era muito associado ao universo SAP, o que gerava uma confusão com clientes e candidatos. A criação da Runtalent resolveu isso e nos posicionou como uma empresa agnóstica, conectando profissionais a diversas tecnologias como Microsoft, Oracle, TOTVS, Java, .NET, infraestrutura, além de projetos em SAP”, conta Gilberto Reis, COO da Runtalent.

Atualmente, a Runtalent já contratou mais de 8 mil profissionais ao longo de sua história e conta com aproximadamente 500 colaboradores ativos, além de centenas de consultores alocados em mais de 200 empresas no Brasil e no exterior. O modelo de outsourcing da empresa é sob demanda, com squads e especialistas montados conforme o desafio do cliente.

A explosão da IA e os desafios da governança de dados

Segundo Gilberto, a inteligência artificial vem se tornando um dos principais vetores de transformação para os clientes, mas ainda há muitos desafios a serem superados antes da adoção em larga escala.

“No começo, todo mundo queria entender o que era a IA generativa. Agora, os clientes estão percebendo que antes de automatizar, precisam de governança de dados adequada. A LLM precisa ser confinada ao contexto da empresa para evitar alucinações, e isso exige preparo, desde a estruturação dos dados até as exigências da LGPD”, explica.

A Runtalent atua com um núcleo consultivo de IA, que desenvolve soluções sob medida e trabalha com diversas plataformas, como Google e Microsoft, sem amarras com fornecedores. “Nosso foco não é vender ferramenta, mas sim entender a real necessidade do cliente e oferecer a melhor combinação de tecnologias”, diz o COO.

Internamente, a empresa também está investindo em inteligência artificial para ganho de produtividade. “Estamos usando IA para triagem de currículos. Uma vaga atrai 200 candidatos. A IA compara os currículos com o perfil da vaga e sinaliza os mais adequados. Isso economiza tempo e melhora a assertividade do recrutamento”, afirma.

Soluções sob medida e expansão setorial

Embora não seja uma empresa de nicho, a Runtalent tem forte presença no varejo e na indústria de bens de consumo, mas está ampliando sua atuação em finanças, seguros e no setor público. “O mercado financeiro é altamente regulado, com barreiras de entrada, mas também menos suscetível a crises. É um dos nossos focos de crescimento este ano”, destaca Gilberto.

A empresa também está avançando no setor de cibersegurança, com planos de oferecer uma solução de autenticação multifator, especialmente para o varejo, onde há maior volume de acessos simultâneos. “É uma oferta que está quase pronta para o mercado. Acreditamos que pode agregar muita segurança operacional para nossos clientes”, diz.

Ecossistema de inovação e spin-offs de sucesso

O grupo do qual a Runtalent faz parte tem um histórico de criação de empresas e produtos a partir de necessidades reais dos clientes. Entre os exemplos estão a MigNow, uma plataforma de automação para SAP que converte até 97% do código do ERP automaticamente, reduzindo meses de trabalho em semanas. A MigNowl já é parceira oficial da própria SAP.

Outro destaque é a Imobme, uma solução SaaS voltada para o setor imobiliário e construtoras que utilizam SAP, focada na gestão de recebíveis. E a Octadesk, também criada dentro do grupo, foi vendida recentemente para a LocaWeb após crescimento exponencial no setor de atendimento ao cliente

“Criar produtos está no DNA do grupo. A Runtalent em si ainda não desenvolveu produto próprio, mas participamos do ecossistema. Nosso foco principal continua sendo entregar talentos e soluções para manter as áreas de TI dos clientes adequadas ao momento de negócio deles”, explica Gilberto.

Perspectivas para o segundo semestre de 2025

O segundo semestre traz expectativas de aquecimento no mercado, especialmente no setor de tecnologia. “Vemos muitos clientes dizendo que não podem mais postergar projetos. Estão conscientes de que o governo não vai liberar investimentos milagrosos, então precisam seguir com o que têm”, analisa o executivo.

Veja também: Executivas do Bradesco falam sobre como acelerar a inovação com IA e a importância da infraestrutura na estratégia digital07

A área de SAP, por exemplo, está aquecida devido ao fim do suporte da versão ECC e à pressão pela migração para o S/4HANA. A reforma tributária e outras mudanças legais também exigem adaptações urgentes nos sistemas de gestão.

“Já estamos participando de grandes RFPs. Se vencermos, isso vai exigir uma escala operacional maior com mais eficiência. Daí a importância de investirmos em IA também internamente”, diz.

Cultura centrada em pessoas

Mais do que tecnologia, a Runtalent se orgulha de sua cultura centrada em pessoas. Desde sua criação, a empresa mantém um time de business partners dedicado ao bem-estar dos consultores alocados nos clientes.

“Um dos motivos que levou à fundação da empresa foi justamente o abandono dos consultores nas alocações. Isso não acontece aqui. Temos uma política ativa de retenção, acompanhamento e incentivo, inclusive com premiação para indicações de profissionais qualificados”, conta Gilberto.

Ele também comenta os desafios do pós-pandemia, como o monitoramento remoto de bem-estar e o combate ao burnout. “Trabalhar em casa trouxe novas dinâmicas e exigiu mais atenção à saúde mental. Temos aprendido com essas mudanças e reforçado nosso cuidado com as pessoas.”

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Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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Radix revoluciona a engenharia de processos com copiloto JO.AI https://diariotechnews.com.br/radix-revoluciona-a-engenharia-de-processos-com-copiloto-jo-ai/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=radix-revoluciona-a-engenharia-de-processos-com-copiloto-jo-ai Mon, 07 Jul 2025 11:22:54 +0000 https://tiinside.com.br/?p=500370 Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Radix, uma empresa nacional, cresceu originariamente alavancada pelo setor de óleo e gás para se tornar uma potência tecnológica global que opera em mais de 35 países. Geraldo Rochocz, CTO e um dos principais articu...

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Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Radix, uma empresa nacional, cresceu originariamente alavancada pelo setor de óleo e gás para se tornar uma potência tecnológica global que opera em mais de 35 países. Geraldo Rochocz, CTO e um dos principais articuladores da transformação digital da companhia, explica que ela se consolidou como referência em soluções de engenharia, automação e tecnologia da informação — unindo inteligência técnica à inovação digital.

Em entrevista à TI INSIDE, Geraldo relembra os primeiros passos da empresa: “No início, 80% do nosso negócio era em óleo e gás, com forte concentração em Petrobras. Com a crise do setor petrolífero e a necessidade de diversificação, traçamos uma estratégia ousada de internacionalização e entrada em novos segmentos como papel e celulose, mineração, utilities e até infraestrutura e educação”.

Essa mudança estrutural não só blindou a empresa contra oscilações econômicas e de commodities, como permitiu seu crescimento sustentável — com um faturamento superior a R$ 400 milhões em 2024 e crescente presença internacional, com escritórios no Brasil, Estados Unidos e Europa.

Engenharia inteligente e transformação digital

A Radix atua com três frentes principais: Energia (óleo e gás, química e utilities), Manufatura (metalurgia, mineração, papel e cimento) e Serviços (educação, infraestrutura, saúde e finanças). Em todas elas, o foco é combinar conhecimento técnico de engenharia com automação e TI para entregar soluções de alta performance. “Hoje, cerca de 80% da nossa receita vem de automação, TI e ciência de dados, e 20% da engenharia clássica, onde aplicamos muita tecnologia”, explica o CTO.

Entre os projetos mais inovadores está o desenvolvimento da JO.AI, um copiloto operacional baseado em IA generativa criado em parceria com a Celanese, gigante do setor petroquímico, e a Cognite, referência em software industrial. “Esse projeto foi premiado nos EUA e é um exemplo de como unir modelos fenomenológicos, IA tradicional e LLMs de forma estratégica para otimizar a operação de plantas industriais”, conta Geraldo.

O JO.AI, um copiloto de IA, foi implementado após uma ampla estruturação de dados em 50 plantas da Celanese ao redor do mundo. “Construímos uma taxonomia, um grafo de conhecimento e uma camada de dados que permitiu à LLM operar como uma interface natural com agentes que fazem cálculos e diagnósticos em tempo real — algo muito além do que uma IA generativa isolada poderia fazer.

IA com  foco em eficiência

Apesar da empolgação do mercado com IA generativa, Geraldo é pragmático: “A maioria dos problemas industriais ainda é resolvida com IA discriminativa ou matemática aplicada. Temos que entender o problema antes de escolher a solução. Não adianta usar uma marreta digital para apertar parafusos”.

Esse rigor técnico também está presente nos projetos de sustentabilidade. “Trabalhamos com transição energética, novos combustíveis como biodiesel e querosene de aviação sustentável, e redução da pegada de carbono e do consumo de água em refinarias. A eficientização é o coração das nossas entregas — seja para aumentar produção, reduzir custo ou impacto ambiental.”

Entre os exemplos, destaca-se o trabalho com a Petrobras para otimizar o uso de água em suas termelétricas, e a parceria com a Spic Brasil, do setor elétrico, em um projeto de triagem automatizada para validar capacitações técnicas de prestadores terceirizados por meio de IA generativa

Outro vetor de inovação é o uso de visão computacional para interpretar nuvens de pontos geradas por scanners 3D industriais. “Esse é um trabalho que fazemos para a Exxon. Pegamos imagens tridimensionais de plantas industriais e usamos modelos para identificar vasos, conexões e tubulações, integrando esses dados com sistemas da planta e criando digital twins sincronizados.”

Além disso, a Radix desenvolve sistemas de monitoramento em vídeo com IA para garantir conformidade de segurança em plantas industriais, detectando uso incorreto de EPIs e comportamentos de risco.

Alianças estratégicas e futuro

A Radix se diferencia não só pela profundidade técnica, mas também pela capacidade de trabalhar com grandes parceiros globais como Microsoft, AWS, Cognite, Schneider Electric, Aveva e Hexagon. “Nosso modelo de negócio inclui cooperação com essas big techs, mas com autonomia e foco na aplicação industrial. Desenvolvemos inteligência de engenharia. Não somos só integradores, somos criadores de soluções de impacto”, ressalta Geraldo.

Em 2025, o copiloto industrial JO.AI foi apresentado no ARC Industry Forum, em Orlando, EUA, como um case de excelência na transformação digital industrial. “É um projeto que mostra como usar IA generativa com responsabilidade, dentro de uma arquitetura robusta e eficiente. O futuro está na combinação de múltiplas IAs especializadas, com propósito claro, segurança e sustentabilidade”, afirma o CTO.

Para o executivo, o desafio agora é escalar essas soluções e seguir catequizando o mercado: “IA generativa é poderosa, mas não é uma panaceia. Temos que resistir à tentação das buzzwords e focar em resolver problemas reais com a melhor ferramenta disponível — seja ela uma equação diferencial ou uma rede neural de 45 bilhões de parâmetros.”

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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Dados, algoritmos e hiperpersonalização impulsionam soluções da PH3A https://diariotechnews.com.br/dados-algoritmos-e-hiperpersonalizacao-impulsionam-solucoes-da-ph3a/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=dados-algoritmos-e-hiperpersonalizacao-impulsionam-solucoes-da-ph3a Thu, 03 Jul 2025 13:48:33 +0000 https://tiinside.com.br/?p=500183 Fundada sobre os alicerces da ciência exata e da paixão por dados, a PH3A é hoje uma das empresas mais inovadoras do Brasil no desenvolvimento de soluções tecnológicas voltadas para cobrança, CRM, qualidade de dados, prevenção à fraude, marketing digit...

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Fundada sobre os alicerces da ciência exata e da paixão por dados, a PH3A é hoje uma das empresas mais inovadoras do Brasil no desenvolvimento de soluções tecnológicas voltadas para cobrança, CRM, qualidade de dados, prevenção à fraude, marketing digital e hiperpersonalização. À frente da companhia está o CEO, Paulo Costa, matemático, cientista da computação e empreendedor com trajetória marcada pela criação de tecnologias disruptivas que ajudaram a moldar o setor de dados e marketing no Brasil.

Paulo Costa começou sua carreira desenvolvendo soluções para marketing direto, como ferramentas de higienização e enriquecimento de dados em um período em que malas diretas e telemarketing eram os principais canais de relacionamento com o cliente. Criou algoritmos que corrigiam CEPs, prefixos de telefone, deduplicação de registros e modelos de score para campanhas, etc.

Essas soluções foram tão bem-sucedidas que, em 2007, sua empresa foi adquirida pela Experian, líder global em serviços de crédito. Poucos meses depois, a multinacional comprou também a Serasa, formando a Serasa Experian. Paulo, então, entrou num período de seis anos e meio de non-compete, durante o qual lançou novas empresas e realizou aquisições, entre elas a GoPoints, uma das plataformas de programas de fidelidade mais robustas da América Latina, usada por empresas como Smiles, Latam, BRB, Cinemark, Gerdau, entre outras. E recentemente foi vencedora da concorrência para operar o programa de loyalty do banco e cartões da Caixa Econômica Federal.

A empresa, além de oferecer seus serviços na nuvem, atua com software house, com 60% do time formado por desenvolvedores, matemáticos, estatísticos e físicos. Possui data center próprio, operações espelhadas em nuvem (Azure e AWS), e um NOC 24×7, tecnologia de disaster recovery, além de atendimento multicanal 24×7.

Também oferece consultoria estratégica para que seus clientes não apenas usem a tecnologia, mas para que construam jornadas eficientes de cobrança, marketing e atendimento com base em dados.

O nascimento da PH3A

A PH3A nasce como resposta às dores reais que Paulo conhecia profundamente. “Não queríamos só entregar tecnologia. Queríamos resolver problemas específicos de mercado com profundidade e inteligência de dados”, conta ele.

Com esse objetivo, a empresa estruturou-se em torno de quatro principais pilares:

Cobrança com inteligência e dados –  A PH3A adquiriu uma empresa com 20 anos de experiência em CRM de cobrança e acoplou a esse sistema seu big data proprietário. Com isso, desenvolveu o Collection Score, um algoritmo que identifica quais devedores têm maior propensão a pagar e por qual canal (SMS, WhatsApp, e-mail ou atendimento humano). Isso otimizou radicalmente a efetividade e os custos das operações de cobrança.

Prevenção à fraude sem intervenção humana – Com o crescimento exponencial das fraudes online, a empresa criou a DataFraude, uma solução antifraude totalmente automatizada. “Enquanto outras soluções do mercado ainda dependem de call centers com milhares de operadores, nosso sistema simula e detecta fraudes em tempo real usando big data e IA, sem intervenção humana, reduzindo custos, passivos trabalhistas, aumentando a precisão”, afirma Paulo.

Qualidade e enriquecimento de dados – Reconhecendo que CRMs normalmente armazenam dados básicos de clientes, a PH3A desenvolveu uma das maiores bases de dados do país, cruzando informações de renda, score, veículos, imóveis, protestos, entre outros. Esse enriquecimento permite o desenho de personas altamente qualificadas, fundamentais para campanhas de marketing personalizadas e mais assertivas.

Tag digital proprietária para marketing inteligente – Talvez a inovação mais disruptiva da empresa seja sua tag digital — uma tecnologia similar ao Google Analytics 4, que permite identificar visitantes de sites e e-commerces sem que estejam logados, cruzando seus dados com o big data da empresa para criar estratégias de custom audience com alto índice de conversão.

Essa solução elimina desperdícios com campanhas de mar aberto, retargeting de cookies fora da persona e permite que grandes marcas invistam apenas onde o público realmente está. “Estamos mudando a forma de fazer prospecção no Brasil”, afirma Paulo. A tecnologia já é utilizada por agências, marcas e publishers, como o case da BMW, que consegue identificar potenciais compradores mesmo sem login.

Muitos cases da PH3A foram premiados pela Abemd: Na Cacau Show, a tecnologia ajudou a empresa a expandir de 1.800 para mais de 4.700 lojas, além de estruturar seu programa de fidelidade com mais de 26 milhões de cadastros. Na Revista Oeste, uma publicação voltada a leitores simpatizantes da Direita, reduziu 48% dos custos de mídia e aumentou em 38% as assinaturas, mesmo com as limitações de público-alvo e concorrência com conteúdo gratuito. No setor de cobrança, a Rodobens internalizou sua operação de cobrança com a plataforma da PH3A e acabou criando a GVC Soluções em Cobrança, para oferecer o serviço ao mercado, inclusive para concorrentes.

Segurança

Com certificações ISO 27001 e ISO 27701, homologadas pelo Bureau Veritas, a PH3A garante compliance com a LGPD e o GDPR europeu, essencial para atuar com grandes bancos e varejistas.

Na prevenção à fraude, o case da Sky destaca-se pela substituição de grandes birôs por uma solução 100% proprietária, baseada na validação inteligente de atributos (CPF, endereço, e-mail e telefone), evitando que vítimas sejam penalizadas por fraudes cometidas com seus dados.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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