Diego Corumba › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br Suas notícias diárias em alta de tecnologia! Tue, 02 Dec 2025 15:00:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://diariotechnews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-miniatura-site-32x32.png Diego Corumba › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br 32 32 Review Metroid Prime 4: Beyond | O glorioso retorno de Samus Aran https://diariotechnews.com.br/review-metroid-prime-4-beyond-o-glorioso-retorno-de-samus-aran/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-metroid-prime-4-beyond-o-glorioso-retorno-de-samus-aran Tue, 02 Dec 2025 15:00:00 +0000 https://canaltech.com.br/games/review-metroid-prime-4-beyond/ O lançamento de Metroid Prime 4: Beyond foi aguardado com muitas expectativas. Afinal de contas, se passaram 18 anos desde o último game numerado e 8, desde seu anúncio na famigerada E3 de 2017. 5 melhores jogos de Metroid 10 franquias que deviam ...

The post Review Metroid Prime 4: Beyond | O glorioso retorno de Samus Aran first appeared on Diario Tech News.

]]>

O lançamento de Metroid Prime 4: Beyond foi aguardado com muitas expectativas. Afinal de contas, se passaram 18 anos desde o último game numerado e 8, desde seu anúncio na famigerada E3 de 2017.

O que os fãs querem: que Samus Aran volte em toda a sua glória, com gráficos e jogabilidade de ponta no Switch e no Switch 2, assim como uma aventura épica. E é exatamente isso que a Big N te entregará neste game.

Ele demorou tanto assim por uma razão: tinha de ser lançado da melhor forma possível. E depois de várias horas em Metroid Prime 4: Beyond, posso afirmar para vocês que o objetivo foi cumprido com louvores.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Prós

  • É um excelente FPS
  • Os novos poderes de Samus são muito bem-executados
  • Não é outra tentativa de “mundo aberto”
  • Um belo início para a nova fase da heroína

Contras

  • Algumas mecânicas são sofríveis
  • O melhor do Switch 2, mas não é perfeito

A glória em Metroid Prime 4

Em Metroid Prime 4: Beyond, temos a linha de FPS (e não metroidvania, como alguns estão acostumados) com a caçadora de recompensas Samus Aran. Ou seja, exceto pelos trechos como Morph Ball ou com a motocicleta Vi-O-La, todos os trechos são apresentados em 1ª pessoa.

Em Metroid Prime 4, você vê tudo pelos olhos de Samus Aran (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

Dito isso, quase tudo é visto sob os olhares da heroína. Ela testemunha a invasão de Sylux contra a Federação Galáctica, é transportada para um planeta desconhecido por acidente com outros membros da organização e tem de desvendar um grande mistério para poder sair de lá.

Um dos aspectos que vai ajudá-la é o poder psíquico que ela adquire dos Lamornianos (antigos seres conscientes que viviam naquele lugar). Isso possibilita movimentar objetos, elevar ou descer plataformas e diversas outras habilidades que são desbloqueadas enquanto avança.

Se isto não bastasse, também terá de encontrar os chips para serem equipados no canhão — com poderes de disparar fogo, gelo e outros elementos para abrir caminho e resolver quebra-cabeças. Isso sem falar nos power-ups gerais, tanto da armadura quanto das técnicas psíquicas.

Boa sorte em tentar encontrar todos os power-ups da heroína (Captura de Tela/Diego Corumba)

Mesmo com tudo isso em suas mãos, Metroid Prime 4: Beyond tem como o seu grande destaque a moto Vi-O-La. Com ela, você pode atravessar o grande deserto que está ao redor dos templos e instalações do planeta Viewros, além de atacar inimigos e atravessar ambientes inóspitos.

Vale notar um detalhe muito importante: o deserto de Viewros não é uma tentativa da Nintendo de trazer um mundo aberto à franquia. Ele serve apenas para você transitar entre os lugares que são estabelecidos no início da aventura.

Ele serve para Metroid Prime 4: Beyond como Hyrule funcionou em The Legend of Zelda: Ocarina of Time. Exceto por algumas curiosidades no caminho e power-ups escondidos, você muitas vezes só atravessará por ele direto. Não há promessa de grandiosidade, conteúdo nem nada do tipo.

O jogo não finge ser aquilo que ele não é. A franquia não é sobre explorar mapas colossais e descobrir cada segredo e ícones espalhados por um mundo aberto. É um FPS com quebra-cabeças, nada mais e nada menos do que isso. Isso é muito bem-resolvido desde os estágios iniciais.

“Metroid Prime 4 não tenta ser maior do que tem a oferecer e é preciso muita coragem para fazer muito bem aquilo que se propôs, sem inventar moda” — Diego Corumba

Novas habilidades para Samus

É muito bom ver quando renovam as fórmulas de certas franquias e Metroid Prime 4: Beyond consegue deslizar bem neste cenário. Os poderes mentais que Samus Aran herda são bem estruturados e enriquecem bastante o gameplay e a trama.

Samus pode usar poderes psíquicos, mas dirigir uma moto é mais bacana (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

Não digo apenas de subir e descer plataformas, mas também criar uma base para pisar, manipular energia e usar ganchos te mantém sempre alerta para diversas mecânicas que podem ser usadas em simultâneo. Me surpreendeu bastante ele usar e abusar de todos os botões e combinações possíveis.

Há um grande equilíbrio nos poderes do canhão, habilidades da Vi-O-La e nos momentos em que Samus está na forma de Morph Ball. Metroid Prime 4: Beyond não se contenta em ser apenas um FPS onde você amassa o botão de tiro. Ele é um jogo completo e te prova isso a cada conflito.

Confesso que algumas mecânicas não me agradaram muito. O gancho, por exemplo, é sofrível para dizer o mínimo. Meus piores momentos dentro da aventura foram os quais dependi dele e acreditei que poderia ser melhor executado. Não tira o brilho dos demais, mas não é tudo lindo e maravilhoso.

Também me impressionou a movimentação dos oponentes, desde os mais básicos até os chefões. Alguns percebem quando Samus carrega a energia para um disparo mais poderoso e desviam, além de se posicionarem atrás de pilastras e usar de artifícios para impedir você. A IA está espetacular.

Em relação aos comandos, entre usar o Joy-Con 2 como controle, como mouse e o Switch 2 Pro Controller, Metroid Prime 4: Beyond se sai melhor com o último. Não que os outros sejam ruins, mas é melhor ter um acessório completo e confortável em mãos na direção que ele segue.

Os controles que já vem com o Nintendo Switch 2 são incômodos ao uso de longo prazo, apesar de suas funções como mouse soarem bem interessantes. Não perde muito em nenhum deles, caso seja a sua preocupação. Porém, ainda não é o “jogo definitivo” para usá-lo com gosto.

Saber de onde um inimigo atacará ou ter um som melhor seria o ideal para Metroid Prime 4 (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

Gráficos e desempenho de ponta

Testei o Modo Qualidade e Modo Desempenho de Metroid Prime 4: Beyond, na dock e no portátil e serei direto: a Big N entrega exatamente aquilo que propõe em ambos. Sem tirar nem por, ele executa com maestria o que foi prometido.

Em questão de gráficos, ele é espetacular. O visual de Samus, os cenários, os efeitos visuais da ação e até a presença dos NPCs com rostos humanos mostram o projeto mais ambicioso da Nintendo até os dias atuais. Não botei muita fé, mas me surpreendeu bastante ver que acertaram em cheio nele.

Diz o ditado que “o diabo está nos detalhes”. Em determinados momentos, você consegue enxergar os olhos de Samus no reflexo do seu visor. O brilho na barriga de certo monstro antes de desferir uma cuspidela ácida. A fresta que permitirá avançar e a que é intransponível.

Metroid Prime 4: Beyond é o projeto mais ambicioso da Nintendo (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)

Pode parecer que nada disso impacta muito na era do realismo e de visuais cada vez mais aprimorados. Porém, em Metroid Prime 4: Beyond é o que vai te encantar — principalmente se jogar no Modo Qualidade na dock, com resolução em 4K e 60 FPS.

No deserto de Viewros os visuais e detalhes se tornam menos impressionantes, mas é o preço a se pagar por uma área massiva. No entanto, dentro das instalações e estruturas, ele vai brilhar bastante.

Com o Switch 2 portátil, também vi muita qualidade e uma proximidade grande com a experiência que tive na dock. Reduziu resolução e taxa de quadros, mas o game se manteve dinâmico, sem travamentos ou quedas visíveis de qualidade.

Metroid Prime 4: Beyond é perfeito? Não é bem assim. Como FPS, ele poderia se favorecer demais de tecnologias como o áudio 3D e de uma câmera aprimorada. Não vamos chorar as pitangas do que não está presente, mas isso com certeza tornaria a experiência um ícone de sua geração.

“Se a Nintendo oferecesse um headset de ponta ou melhorasse um pouco a câmera do jogo, a experiência sentaria em um patamar maior” — Diego Corumba

Metroid Prime 4 vale a pena?

O projeto mais ambicioso da Nintendo em 2025, Metroid Prime 4: Beyond com certeza vai figurar entre os 10 melhores títulos presentes no Switch e Switch 2.

Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)
Metroid Prime 4: Beyond
Metroid Prime 4: Beyond (Captura de tela/Diego Corumba)

Ele está distante de causar o mesmo impacto de um The Legend of Zelda: Breath of the Wild, mas tem o brilho próprio e vai reacender o amor dos fãs pela franquia.

Ele não funciona apenas como um novo jogo da série, mas sim como um verdadeiro recomeço para Samus Aran nesta geração. Ao confrontar o vilão Sylux, a heroína tem em Metroid Prime 4: Beyond o melhor início possível para a sua nova fase.

Só resta à Nintendo investir neste universo para que os fãs não tenham de esperar outros 18 anos para ver a sequência de seus eventos. O público e a personagem merecem mais destaque nesta fase da companhia e do Switch 2.

Leia mais no Canaltech: 

Leia a matéria no Canaltech.

Fonte: Canaltech - Leia mais

The post Review Metroid Prime 4: Beyond | O glorioso retorno de Samus Aran first appeared on Diario Tech News.

]]>
AIR SNES: conheça o tênis gamer que funciona como console retrô https://diariotechnews.com.br/air-snes-conheca-o-tenis-gamer-que-funciona-como-console-retro/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=air-snes-conheca-o-tenis-gamer-que-funciona-como-console-retro Mon, 01 Dec 2025 15:05:00 +0000 https://canaltech.com.br/games/air-snes-conheca-o-tenis-gamer-que-funciona-como-console-retro/ O designer Gustavo Bonzanini apresentou na última quarta-feira (26) o AIR SNES, um tênis personalizado com vários detalhes similares aos do Super Nintendo. Porém, não se trata apenas de um calçado: o modelo também é capaz de rodar jogos na sua TV. ...

The post AIR SNES: conheça o tênis gamer que funciona como console retrô first appeared on Diario Tech News.

]]>

O designer Gustavo Bonzanini apresentou na última quarta-feira (26) o AIR SNES, um tênis personalizado com vários detalhes similares aos do Super Nintendo. Porém, não se trata apenas de um calçado: o modelo também é capaz de rodar jogos na sua TV.

Ele é equipado com uma Raspberry Pi Zero W, com um emulador RetroPie customizado para rodar apenas os títulos do console 16-bit da Big N. O calçado possui um conversor, que permite a conexão com televisores via cabos RCA (em vez do HDMI).

De acordo com o designer em suas redes sociais, o AIR SNES permite que os usuários joguem por até 30 minutos seguidos com a sua bateria. Para demonstrá-lo em ação, Bonzanini utiliza um controle original do Super Nintendo — modificado com o 8bitdo Mod Kit para funcionar via Bluetooth. 


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Apesar de usar uma versão alterada pelo próprio designer, qualquer um que consiga ter um destes em suas mãos (ou pés, no caso) também pode usar outros controles wireless como o 8bitdo SN30 Pro Bluetooth Gamepad. 

AIR SNES celebra 35 anos de história

O conceito para o AIR SNES é comemorar os 35 anos desde o lançamento japonês do Super Nintendo. Apesar de o console ter surgido com outro nome e cores no Japão, Bonzanini usa o design clássico do mercado ocidental. 

Um detalhe interessante é que a Raspberry que está equipada no tênis não fica em sua sola (o lugar no qual seria lógico), mas sim na lingueta. Pelos componentes e cartuchos serem grandes demais para um calçado, ele optou pelo uso da Raspberry — que torna possível jogar centenas de títulos.  

É importante notar que, apesar de ser um produto muito chamativo, o AIR SNES não será vendido. O designer criou apenas um par dele e não há planos para uma produção em massa do tênis e console. 

Leia também no Canaltech:

No vídeo do Canaltech do YouTube, mostramos mais do Super Nintendo Classic Edition e o que achamos da versão mais recente do icônico console:

Leia a matéria no Canaltech.

Fonte: Canaltech - Leia mais

The post AIR SNES: conheça o tênis gamer que funciona como console retrô first appeared on Diario Tech News.

]]>
Metroid Prime 4, Marvel Cosmic Invasion e os lançamentos de jogos em dezembro https://diariotechnews.com.br/metroid-prime-4-marvel-cosmic-invasion-e-os-lancamentos-de-jogos-em-dezembro/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=metroid-prime-4-marvel-cosmic-invasion-e-os-lancamentos-de-jogos-em-dezembro Mon, 01 Dec 2025 12:30:00 +0000 https://canaltech.com.br/games/lancamentos-jogos-novos-dezembro-2025/ O ano de 2025 chegou ao fim, o Panetone já foi comprado e logo todos estarão nos preparativos para a ceia e para a queima de fogos. Porém, isso não é impedimento para novos jogos surgirem e te entreterem nestas semanas. Battlefield 6 vs Black Ops 7...

The post Metroid Prime 4, Marvel Cosmic Invasion e os lançamentos de jogos em dezembro first appeared on Diario Tech News.

]]>

O ano de 2025 chegou ao fim, o Panetone já foi comprado e logo todos estarão nos preparativos para a ceia e para a queima de fogos. Porém, isso não é impedimento para novos jogos surgirem e te entreterem nestas semanas.

Entre os grandes lançamentos de jogos no mês de dezembro, há o muito esperado Metroid Prime 4: Beyond (que foi anunciado em 2017), Marvel Cosmic Invasion e Octopath Traveler 0

Além disso, é em dezembro que o The Game Awards 2025 premiará o Melhor Jogo do Ano. Pode faltar pouco para o réveillon, mas isso não significa que o ritmo parou. Veja os principais jogos de dezembro e o calendário completo de lançamentos.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

6. Terminator 2D: No Fate

Será que agora vai? Após dois adiamentos e atrasos no seu desenvolvimento, tudo indica que Terminator 2D: No Fate finalmente vai chegar aos fãs da franquia Exterminador do Futuro.

A aventura replica os eventos vistos no 2º filme com um estilo retrô side-scroller. O objetivo, claro, é impedir a revolução das máquinas e o avanço da Skynet em seu maléfico objetivo de dominar a humanidade. 

Um dos principais destaques é para as suas mecânicas, com movimentos sistemáticos para situações diferentes e que pode ser o precursor para futuros  jogos do gênero.

Terminator 2D: No Fate será lançado no dia 12 de dezembro de 2025 para o PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series, Nintendo Switch e PCs.

5. Elden Ring: Nightreign – The Forsaken Hollows

Não é hábito nosso trazer DLCs e expansões, mas algumas exceções precisam ser abertas, principalmente quando se fala sobre Elden Ring: Nightreign — um dos grandes jogos multiplayer deste ano.

Em Elden Ring: Nightreign – The Forsaken Hollows, os fãs poderão conferir a chegada de diversos novos chefões para o terceiro dia na experiência que elevam o patamar da dificuldade. Ou seja, lá vem desafios maiores.

Além disso, são incluídos no pacote 2 Notivagos, 1 nova Terra em Movimento e a promessa da FromSoftware é trazer mais algumas surpresas. 

O DLC Elden Ring: Nightreign – The Forsaken Hollows será lançado no dia 4 de dezembro de 2025 e estará disponível em todas as plataformas nas quais o jogo-base foi lançado.

4. Pokémon Legends Z-A: Mega Evolution

Falando em DLC, a Nintendo e a The Pokémon Company também apresentarão em poucos dias Pokémon Legends Z-A: Mega Evolution. Se prepare para explorar uma nova realidade que vai colidir em Lumiose.

Neste palco, os jogadores terão uma dimensão diferente para explorar e mais Mega Evoluções que serão introduzidas: como os Mega Raichu X e Y, Mega Zeraora, Mega Chimecho e diversos outros.

A ideia é trazer tudo o que foi preparado pela Game Freak antes do início das comemorações de 30 anos da franquia, que começará em fevereiro de 2026. 

A expansão Pokémon Legends Z-A: Mega Evolution será disponibilizada no dia 10 de dezembro de 2025, tanto no Nintendo Switch quanto no Switch 2.

3. Octopath Traveler 0

A Square Enix promete em Octopath Traveler 0 um prólogo completo de toda a série de seus JRPGs 2.5D. Seu grande trunfo é trazer para os consoles algumas das mecânicas que agradaram os fãs na versão mobile da franquia.

Além dos embates e uma imersão única na trama, você pode criar seu próprio personagem e expressões, restaurar a sua cidade natal de uma tragédia (de forma similar a Bravely Default) e reunir até 30 aliados.

Este promete ser o projeto mais ambicioso da produtora dentro do estilo, o que tem gerado grandes expectativas para os jogadores e para quem é apaixonado pela franquia.

Octopath Traveler 0 será lançado no dia 4 de dezembro de 2025 no PS4, PS5, Xbox Series, Nintendo Switch, Switch 2 e PCs.

2. Marvel Cosmic Invasion

Já faz tanto tempo que não há um bom beat ‘em up divertido de super-heróis que eles viraram uma parte das nossas memórias. Porém, é isso que Marvel Cosmic Invasion quer trazer de volta: os bons tempos, com mais recursos.

Com uma tonelada de personagens queridos das HQs e dos cinemas, a aventura te colocará para explorar cada canto do seu universo para enfrentar uma ameaça cósmica que pode representar o fim para heróis e vilões.

Estarão disponíveis para a sua escolha Homem-Aranha, Venom, Tempestade, Wolverine, Capitão América, Nova, Mulher-Hulk, Motoqueiro Fantasma, Fênix e vários outros dos Vingadores, Guardiões da Galáxia, X-Men e mais.

Marvel Cosmic Invasion será lançado no dia 1 de dezembro de 2025 para o PS4, PS5, Xbox Series, Nintendo Switch e PCs.

1. Metroid Prime 4: Beyond

Se passaram 18 anos desde seu antecessor e 8 do seu anúncio, mas Metroid Prime 4: Beyond é real e logo estará como um dos maiores destaques entre os jogos lançados no mês de dezembro.

Na aventura, Samus Aran atenderá ao chamado da Federação Galáctica — que está sob ataque do perigoso Sylux. Porém, um acidente a envia com outros personagens para um planeta desconhecido e misterioso.

Em questão de gameplay, a personagem receberá novas habilidades psíquicas que prometem renovar a franquia, assim como ela terá uma moto para chamar de sua: Vi-O-La. 

Metroid Prime 4: Beyond será lançado no dia 4 de dezembro de 2025 no Nintendo Switch e Switch 2.

Todos os lançamentos de jogos em dezembro de 2025

Além de todas estas “pedradas”, também veremos em dezembro os jogos que serão premiados durante a The Game Awards 2025. Confira abaixo o calendário completo com tudo o que poderá conferir nas próximas semanas:

1 de dezembro

  • Marvel Cosmic Invasion (PS4, PS5, Xbox Series, Nintendo Switch e PC)

2 de dezembro

  • Kingdom of Night (PC)
  • Rising Heart (PC)
  • She’s Leaving (PS5, Xbox Series e PC)

3 de dezembro

  • Let it Die: Inferno (PS5 e PC)

4 de dezembro

  • Metroid Prime 4: Beyond (Nintendo Switch e Switch 2)
  • Elden Ring: Nightreign – The Forsaken Hollows (PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series e PC)
  • Blood: Refreshed Supply (PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series, Nintendo Switch e PC)
  • Octopath Traveler 0 (PS4, PS5, Xbox Series, Nintendo Switch, Switch 2 e PC)
  • Routine (Xbox One, Xbox Series e PC)
  • SpongeBob: Patty Pursuit 2 (Apple Arcade)
  • Toy Smash Kaboom (PC)

9 de dezembro

  • Unbeatable (PS5, Xbox Series e PC)

10 de dezembro

  • Pokémon Legends Z-A: Mega Evolution (Nintendo Switch e Switch 2)
  • Drywall Eating Simulator (PC)
  • Mutant Football League 2 (PS5, Xbox Series e PC)

12 de dezembro

  • Terminator 2D: No Fate

11 de dezembro

  • The Game Awards 2025 (Twitch, YouTube, Prime Video e redes sociais)
Imagem da The Game Awards
Quem será que vencerá o Melhor Jogo do Ano na The Game Awards 2025? (Imagem: Divulgação/TGA)

18 de dezembro

  • Dadish 4 (Nintendo Switch, PC e smartphones Android/iOS)

Leia também no Canaltech:

Leia a matéria no Canaltech.

Fonte: Canaltech - Leia mais

The post Metroid Prime 4, Marvel Cosmic Invasion e os lançamentos de jogos em dezembro first appeared on Diario Tech News.

]]>
Quando Metroid Prime 4: Beyond será lançado no Switch 2? https://diariotechnews.com.br/quando-metroid-prime-4-beyond-sera-lancado-no-switch-2/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=quando-metroid-prime-4-beyond-sera-lancado-no-switch-2 Sun, 30 Nov 2025 23:00:00 +0000 https://canaltech.com.br/games/metroid-prime-4-beyond-data-lancamento/ A Nintendo traz em Metroid Prime 4: Beyond a sua grande aposta para 2025, com lançamento previsto para o Switch e Switch 2. Após 18 anos desde o último capítulo e 8 anos depois de seu anúncio oficial, o título carrega grandes expectativas e trará Samu...

The post Quando Metroid Prime 4: Beyond será lançado no Switch 2? first appeared on Diario Tech News.

]]>

A Nintendo traz em Metroid Prime 4: Beyond a sua grande aposta para 2025, com lançamento previsto para o Switch e Switch 2. Após 18 anos desde o último capítulo e 8 anos depois de seu anúncio oficial, o título carrega grandes expectativas e trará Samus Aran de volta aos holofotes.

Com lançamento confirmado para o fim do ano, ele é a cartada final da Big N para fechar o ano com chave de ouro — após grandes sucessos como o próprio Switch 2, Mario Kart World e Donkey Kong Bananza.

Para marcar em sua agenda, hoje o Canaltech detalha a data de lançamento de Metroid Prime 4 e o que esperar da nova aventura da heroína mais badass da Nintendo. E não vai demorar muito!


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Data de lançamento de Metroid Prime 4: Beyond

Depois de reiniciar a produção do jogo algumas vezes, a Nintendo revelou que Metroid Prime 4: Beyond será lançado no dia 4 de dezembro de 2025. Ele chegará com versões tanto para o Switch quanto para o Switch 2.

Imagem de Metroid Prime 4
Metroid Prime 4: Beyond chegará em breve (Imagem: Divulgação/Nintendo)

De acordo com a Big N, seus títulos first-party que também recebem mídia física (que é o caso) são disponibilizados na eShop a partir de 1h (horário de Brasília). Ou seja, este é o horário que poderá começar sua aventura.

Não foi estabelecido quando será liberado o preload de Metroid Prime 4: Beyond, mas costuma acontecer alguns dias antes de seu lançamento. Assim, poderá pular o tempo de download e já partir direto para a ação.

Além disso, é bom liberar espaço no seu Switch ou Switch 2. Segundo com os dados apresentados na Nintendo eShop, ele tem a estimativa de ocupar 28,9 GB. Isso sem contar atualizações, obviamente.

Samus Aran no Switch 2

É importante notar que Metroid Prime 4: Beyond contará com algumas diferenças entre a sua versão para Switch e Switch 2. É importante notar que as mudanças entre as versões não estarão no conteúdo, mas sim na fidelidade gráfica e nos recursos exclusivos.

A versão para Nintendo Switch 2 receberá dois modos: Desempenho e Qualidade. No primeiro, você poderá jogar na resolução de 1080p com taxa de quadros de 120 FPS com o console na dock. Em sua forma portátil a única diferença é a resolução que é reduzida para 720p.

Já no Modo Qualidade os jogadores terão uma resolução 4K e taxa de quadros de 60 FPS com o videogame em sua dock. No modo portátil, a imagem cai para 1080p. Em todos, o público poderá contar com a tecnologia HDR.

Além disso, os jogadores também terão acesso ao Joy-Con 2 como mouse enquanto jogam Metroid Prime 4: Beyond no Switch 2. Desta forma, a Big N garante que esta será a “versão definitiva” do título e são tecnologias que seus próximos games devem explorar mais de 2026 em diante. 

Leia também no Canaltech:

Leia a matéria no Canaltech.

Fonte: Canaltech - Leia mais

The post Quando Metroid Prime 4: Beyond será lançado no Switch 2? first appeared on Diario Tech News.

]]>
5 melhores jogos de Metroid https://diariotechnews.com.br/5-melhores-jogos-de-metroid/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=5-melhores-jogos-de-metroid Sun, 30 Nov 2025 21:30:00 +0000 https://canaltech.com.br/games/melhores-jogos-de-metroid/ Seja no ambiente 2D ou 3D, Metroid não é apenas uma das principais franquias da Nintendo, mas sim uma das maiores de toda a indústria de jogos. Não é à toa que seu nome é reverenciado em um gênero: metroidvania (ao lado de Castlevania). O que é um ...

The post 5 melhores jogos de Metroid first appeared on Diario Tech News.

]]>

Seja no ambiente 2D ou 3D, Metroid não é apenas uma das principais franquias da Nintendo, mas sim uma das maiores de toda a indústria de jogos. Não é à toa que seu nome é reverenciado em um gênero: metroidvania (ao lado de Castlevania).

A série pode não ser tão extensa quanto Pokémon ou Super Mario Bros., mas sempre traz a promessa de apresentar uma aventura épica. Isso já resultou tanto em sucessos aclamados quanto em algumas frustrações para os fãs. Nem sempre dá para se acertar todas, não é?

Porém, a Big N não fez feio e trouxe muito mais prós do que contras na franquia de Samus Aran. Com base nisso, o Canaltech lista os 5 melhores jogos da série Metroid e como cada um deles se destacou dos demais.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

5. Metroid Prime 3: Corruption

A trilogia pode não ter encerrado da forma como o público queria, mas isso não fez de Metroid Prime 3: Corruption (2007) um jogo ruim. Na verdade, muito longe disso. Como foi lançado no Nintendo Wii, ele faz uso dos Wii Remote e seu sensor de movimento para atirar nos seus alvos.

Isso foi recebido positivamente pelos fãs, assim como a escala épica da jornada de Samus Aran por vários planetas. A presença de outros Caçadores de Recompensa, assim como o fim da guerra galáctica levou muitos fãs a aclamarem o fim da saga contra a ameaça de Phazon. 

Imagem de Metroid Prime 3
Metroid Prime 3 usa os controles de movimento como mira para Samus (Imagem: Divulgação/Nintendo)

4. Metroid Prime 2: Echoes 

Apesar do 3 ter sua parcela de méritos, Metroid Prime 2: Echoes (2004) foi inesquecível por diversas razões. A presença do planeta Aether e Dark Aether — que exploram o conceito de Luz e Escuridão — trouxe uma dinâmica que poucos outros títulos da franquia souberam explorar tão bem.

Seu alto nível de dificuldade, assim como a presença de Dark Samus elevou o patamar da franquia e fez o antecessor parecer “fácil demais”. Ao adotar essa postura mais estratégica, ele se destacou bastante e cativou inúmeros jogadores que desejavam que a série chegasse a um nível tão elevado. 

Imagem de Metroid Prime 2
O 2º Metroid Prime mantém o nível alto da obra-prima que foi o primeiro jogo (Imagem: Divulgação/Nintendo)

3. Metroid Dread

Metroid Dread (2021) teve o trabalho de ressuscitar a franquia e conquistou isso com louvores. No clássico estilo metroidvania, Samus explorava os mapas de forma ágil enquanto escapava dos E.M.M.I, robôs que perseguem a heroína por todo o mapa.

Isso não gera apenas um clima de tensão, como obriga os jogadores a tomarem decisões rápidas e agirem furtivamente para terem mais chances de sobreviverem. Ele também traz a grande conclusão do arco narrativo iniciado no jogo original de 1986, o que atraiu tanto veteranos quanto novos fãs.

2. Metroid Fusion

Com algumas mudanças de paradigmas, Metroid Fusion (2002) foi lançado ao Game Boy Advance com o objetivo de sacudir um pouco suas mecânicas. Neste é visto que Samus perdeu seus poderes e é biologicamente fundida a um parasita, o que a deixa frágil e menos “combativa” do que os demais títulos. 

Somado ao fato de que sua trama é um pouco mais linear, dependente de diálogos e da relação da personagem com o computador (Adam), isso mostra outros lados que a franquia pode alcançar. As perseguições de SA-X ajudam a dar um tom menos imponente, o que ajuda a destacar as nuances da heroína.

1. Metroid Prime

Um dos jogos mais bem-avaliados de toda a indústria, Metroid Prime (2002) conseguiu se destacar pela migração perfeita do ambiente 2D para o tridimensional. A Nintendo e a Retro Studios mostraram que ele era mais do que apenas “um jogo de tiro”, mas um verdadeiro clássico da franquia.

Seja pela aventura em 1ª pessoa, pela habilidade de escanear tudo ao seu redor e coletar informações, por sua trilha sonora ou pelos detalhes técnicos que mostraram o verdadeiro potencial do GameCube, o game se tornou um dos maiores títulos lançados de todos os tempos. Recentemente a Nintendo remasterizou a experiência no Nintendo Switch.

Jogos Metroid acessíveis e perto de você

De toda a lista, apenas Metroid Prime 2 e 3 são inacessíveis nas gerações atuais. Enquanto o primeiro game da franquia foi remasterizado no Nintendo Switch, Dread foi lançado diretamente na plataforma e Fusion está disponível através do Nintendo Switch Online + Pacote de Expansão para os fãs.

Veja os 5 melhores jogos da franquia:

  1. Metroid Prime
  2. Metroid Fusion
  3. Metroid Dread
  4. Metroid Prime 2: Echoes
  5. Metroid Prime 3: Corruption

Leia também no Canaltech:

Leia a matéria no Canaltech.

Fonte: Canaltech - Leia mais

The post 5 melhores jogos de Metroid first appeared on Diario Tech News.

]]>
10 melhores jogos com os super-heróis da Marvel https://diariotechnews.com.br/10-melhores-jogos-com-os-super-herois-da-marvel/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=10-melhores-jogos-com-os-super-herois-da-marvel Sun, 30 Nov 2025 18:30:00 +0000 https://canaltech.com.br/games/melhores-jogos-super-herois-marvel/ A Marvel reuniu Vingadores, X-Men, Homem-Aranha, Quarteto Fantástico, Defensores, Guardiões da Galáxia e uma infinidade de outros nas HQs, cinemas, TV e em vários outros tipos de conteúdo. É óbvio que os super-heróis da editora não iam ficar de fora d...

The post 10 melhores jogos com os super-heróis da Marvel first appeared on Diario Tech News.

]]>

A Marvel reuniu Vingadores, X-Men, Homem-Aranha, Quarteto Fantástico, Defensores, Guardiões da Galáxia e uma infinidade de outros nas HQs, cinemas, TV e em vários outros tipos de conteúdo. É óbvio que os super-heróis da editora não iam ficar de fora do mundo dos jogos.

Porém, aqueles que desejam aprofundar em suas aventuras e universo podem ficar confusos — já que há centenas de games baseados nas suas obras, filmes e desenhos animados. Afinal de contas, quais merecem a sua atenção?

Para ajudar a todos, nós do Canaltech reunimos os 10 melhores jogos com os super-heróis da Marvel, que vão permitir que você se una ao seu imenso catálogo de personagens e histórias. Confira abaixo:


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

10. Spider-Man: Shattered Dimensions

Em Spider-Man: Shattered Dimensions (2010), o tecido da realidade se rompe e leva quatro versões alternativas do Homem-Aranha a trabalharem em conjunto para salvar o dia. Extremamente aclamado, ele foi o primeiro game do herói a abrir as portas para histórias do multiverso.

Um dos pontos que mais chamam a atenção é que cada versão do super-herói da Marvel atua de forma diferente. O Ultimate Spider-Man está com o traje do Venom, por exemplo, o que o leva a agir de forma mais agressiva. Já o Spider-Man Noir prefere atuar no stealth. Com várias fases, chefões e desafios, ele elevou os padrões e trouxe uma experiência única.

Imagem de Spider-Man: Shattered Dimensions
O aranhaverso nos jogos foi aberto em Spider-Man: Shattered Dimensions (Imagem: Divulgação/Activision)

9. Marvel Midnight Suns

O jogo Marvel Midnight Suns (2022) se aproveitou de toda a experiência da Firaxis com jogos de estratégia e com XCOM 2 para trazer um grandioso RPG tático para os fãs. Com vários personagens, vemos o mundo da Marvel se curvar para uma ameaça mística e cheia de mistérios.

Ao lado de Homem-Aranha, Doutor Estranho, Capitã Marvel, Wolverine,  Motoqueiro Fantasma e diversos outros, você trilha a sua própria jornada com um personagem exclusivo para encarar os grandes desafios. Além dos combates, você pode fortalecer laços com os super-heróis, treinar com eles e encarar vilões como a Hydra, Venom e outros que vão aparecer no caminho.

8. Spider-Man and Venom: Maximum Carnage

Lançado para o Super Nintendo e Mega Drive, Spider-Man and Venom: Maximum Carnage (1994) é um beat ‘em up que coloca herói e vilão lado-a-lado para defender Nova York da ameaça do Carnificina.

Esta é a primeira aventura em que Homem-Aranha une forças ao Venom, o que deixou muita gente feliz nos consoles 16-bit. Enfrentar o vilão é uma coisa, mas controlá-lo se mostrou melhor ainda. Além disso, todo o charme do super-herói da Marvel ajudou a impulsionar este como um dos melhores jogos licenciados de seu universo.

Imagem de Spider-Man and Venom: Maximum Carnage
Carnificina foi o único que conseguiu unir o Homem-Aranha e Venom no passado (Imagem: Divulgação/Acclaim)

7. LEGO Marvel Super Heroes 2

Muitos subestimam os bloquinhos e levam como um jogo para crianças, mas LEGO Marvel Super Heroes 2 (2017) mostrou que mesmo em seu formato bem-humorado dá para se contar uma grandiosa história com os super-heróis da Casa das Ideias.

Na aventura, Kang: O Conquistador ataca diversas realidades e cabe ao elenco com centenas de personagens jogáveis impedir ele de concluir seus planos. Você contará com o elenco como conhece e ama, assim como versões alternativas que trazem um tempero a mais para toda a ação.

6. X-Men Origins: Wolverine

Um dos únicos casos de que o jogo licenciado é melhor do que o filme que o inspirou, X-Men Origins: Wolverine (2009) é o hack ‘n slash definitivo do mutante. Com muito sangue e ação desenfreada, ele não demorou a conquistar toda a comunidade.

Outro detalhe relevante é que ele não se limitou ao longa-metragem que adaptava, o que significa que os jogadores viam outros vilões além do Deadpool e do Dentes-de-Sabre — como o Sentinela, que surgia em toda a sua imponência para impedir a ameaça que Logan representa. 

Imagem de X-Men Origins: Wolverine
X-Men Origins: Wolverine é um dos casos curiosos onde o jogo é melhor do que o filme (Imagem: Divulgação/Activision)

5. X-Men Legends II: Rise of Apocalypse

E quando falamos de mutantes, temos de bater o martelo que o RPG X-Men Legends II: Rise of Apocalypse (2005) não é apenas um dos melhores jogos do grupo de personagens, mas também de todos os super-heróis da Marvel.

Os estudantes de Charles Xavier e a Irmandade dos Mutantes unem forças para encarar os Cavaleiros do Apocalypse e o próprio vilão, com a possibilidade de até 4 pessoas jogarem de forma cooperativa para salvar o planeta. Um clássico que misturou diversão com amigos e uma história épica na mesma experiência.

Imagem de X-Men Legends II: Rise of Apocalypse
Os X-Men sempre passaram por maus bocados, mas neste jogo o peso é multiplicado (Imagem: Divulgação/Activision)

4. Marvel Ultimate Alliance

Ainda que use uma estrutura muito similar a Rise of Apocalypse, Marvel Ultimate Alliance (2006) reúne todo o elenco de super-heróis da editora para enfrentar a ameaça do Doutor Destino. Desta forma, os jogadores exploram a aventura como um dos maiores crossovers de toda uma geração.

Além de contar com inúmeros vilões, a experiência também traz cenários e referências a vários dos eventos vistos nas HQs — o que foi visto com bons olhos, já que aprofundou bastante o universo que os leitores e fãs estavam imersos. O RPG ganhou duas sequências, mas o original continua imbatível.

Imagem de Marvel Ultimate Alliance
Marvel Ultimate Alliance foi a experiência definitiva de um RPG com os super-heróis (Imagem: Reprodução/Activision)

3. Marvel’s Guardians of the Galaxy

O nosso top 3 abre com Marvel’s Guardians of the Galaxy (2021), que capta muito da interação e diversão vista nos filmes para traduzir isso de forma natural nos games. Aqui os super-heróis confrontam a Igreja Universal da Verdade, que tem agido de forma muito suspeita por diversos planetas.

Os jogadores visitam diversos planetas, encontram rostos conhecidos e realizam uma série de combos interativos que fazem muitos deles se sentir como se estivessem no controle de algum dos longas-metragens produzidos por James Gunn. Vale notar a sua trilha sonora, que é impecável.

2. Marvel’s Spider-Man

Mesmo com algumas poças mal representadas, a Insomniac Games fez um verdadeiro milagre com Marvel’s Spider-Man (2018). A aventura não só é um excelente título de mundo aberto do personagem, como traz uma história madura e cheia de nuances do Amigão da Vizinhança.

Seja nas missões principais quanto nas side-quests, explorar Nova York, enfrentar vilões, trocar os trajes e realizar atividades como Peter Parker são os pontos máximos de experiência que os fãs sequer esperavam ter. Ainda que tenha sequências, o primeiro foi responsável por marcar toda uma geração.

1. Marvel vs. Capcom 2

Botar qualquer jogo para disputar contra Marvel vs. Capcom 2 (2000) é até injusto, já que poucos títulos foram tão relevantes e tão bem-produzidos por todo o mercado de games. Enquanto alguns veem apenas mais “um joguinho de luta”, ele na verdade traz o ápice do gênero e da imersão nas HQs.

Seja pelos movimentos que ganham vida nos fliperamas e consoles, pelas centenas de referências nas fases ou por seu elenco estelar, este é até hoje reverenciado como uma das formas mais bacanas de conhecer diversos super-heróis. Pode não ter uma “história imersiva” ou ser muito longo, mas é o game definitivo dos seus super-heróis. 

Imagem de Marvel vs. Capcom 2
Marvel vs. Capcom 2 é um dos melhores jogos de todos os tempos (Imagem: Divulgação/Capcom)

Super-heróis da Marvel no mundo dos games

Selecionamos 10, mas há vários que merecem a sua atenção em diversas plataformas distintas. De Marvel Super Heroes: War of the Gems e The Incredible Hulk: Ultimate Destruction ao recente multiplayer Marvel Rivals, todos são uma bela porta de entrada para ampliar o que já veem nas HQs.

Entre os melhores jogos dos super-heróis da Casa das Ideias, temos:

  1. Marvel vs. Capcom 2
  2. Marvel’s Spider-Man
  3. Marvel’s Guardians of the Galaxy
  4. Marvel Ultimate Alliance
  5. X-Men Legends II: Rise of Apocalypse
  6. X-Men Origins: Wolverine
  7. LEGO Marvel Super Heroes 2
  8. Spider-Man and Venom: Maximum Carnage
  9. Marvel Midnight Suns
  10. Spider-Man: Shattered Dimensions

Leia também no Canaltech:

Leia a matéria no Canaltech.

Fonte: Canaltech - Leia mais

The post 10 melhores jogos com os super-heróis da Marvel first appeared on Diario Tech News.

]]>
O que é um jogo beat ‘em up? https://diariotechnews.com.br/o-que-e-um-jogo-beat-em-up/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-que-e-um-jogo-beat-em-up Sun, 30 Nov 2025 11:30:00 +0000 https://canaltech.com.br/games/o-que-e-um-jogo-beat-em-up/ O fliperama brilha, as palavras “INSERT A COIN” piscam na sua tela. Você insere a ficha na máquina para começar o seu jogo e o que vê? Vários oponentes surgem, enquanto você avança para cima de cada um, seja com socos, chutes ou no uso de alguma arma ...

The post O que é um jogo beat ‘em up? first appeared on Diario Tech News.

]]>

O fliperama brilha, as palavras “INSERT A COIN” piscam na sua tela. Você insere a ficha na máquina para começar o seu jogo e o que vê? Vários oponentes surgem, enquanto você avança para cima de cada um, seja com socos, chutes ou no uso de alguma arma que achou no chão. 

Seja em Final Fight, Fatal Fury, Teenage Mutant Ninja Turtles, Double Dragon, Cadillac and Dinosaurs ou centenas de outros entre os anos 1980 e 1990, isto representava o ápice da experiência nos arcades. O prazer de derrubar vários inimigos e um chefão ao fim das fases, sem qualquer pudor.

Com muita diversão, brigas de rua e a possibilidade de reunir seus amigos para uma jogatina cooperativa, os beat ‘em up foram uma verdadeira febre nos fliperamas e nos consoles. E não é para menos, já que geralmente atraem pelos seus fortes personagens, ação desenfreada e muitas cores.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

No entanto, você sabe o que realmente define um jogo do gênero para outras experiências — como ação e aventura? Para responder essa questão, nós do Canaltech apresentamos o que faz um título um membro da categoria beat ‘em up, como ele surgiu e evoluiu ao longo dos anos. INSERT A COIN:

Imagem de Cadillacs and Dinosaurs
Jogos beat ‘em up são sobre armas brancas e punhos, mas isso não impede uma bazuca aparecer aqui e ali (Imagem: Reprodução/Capcom)

O que é um jogo beat ‘em up?

O gênero é conhecido por apresentar personagens que avançam nos cenários side-scroller, enquanto enfrentam vários inimigos em seu caminho. É comum a temática urbana, de vigilantes contra o crime organizado ou em busca de vingança, mas também há alguns que exploram o lado fantasioso.

O objetivo é ir de um lado do mapa para outro, sem ter sua vida reduzida pelos oponentes. Para enfrentá-los, os jogadores contam com os punhos, pés e armas brancas que podem ser encontradas pelo cenário em um gameplay simples (soco, chute, pulo, especial e movimentos).

Além das armas, podem ser encontrados power-ups que recuperam os pontos de vida, aumentam sua força e oferecem outras melhorias. De barras de chocolate, latas de refrigerante a até caixas de pizza (COWABUNGA!), sua função é de aprimorar os habilidosos que sobreviveram aos desafios. 

Imagem de TMNT: Turtles in Time
As Tartarugas Ninjas se beneficiam de pizzas que encontram no caminho (Imagem: Reprodução/Konami)

Ainda que seja predominante os beat ‘em up no formato 2D side-scroller, o avanço da tecnologia também agregou os jogos tridimensionais neste pacote. Experiências clássicas como The Warriors, Fighting Force, Yakuza e até mesmo o recente Sifu se encaixam nesta categoria. 

Por natureza, a categoria segue padrões repetitivos. Em quase todos você verá os mesmos inimigos, elementos do cenário e até a distribuição de itens em um “ciclo” até o fim da aventura. 

Para driblar esta dinâmica, os beat ‘em up possuem uma dificuldade elevada (você não conseguirá ver repetições se não passar de fase, não é?), cenários diferentes de fundo e até uma seleção de personagens com características únicas — geralmente com armas ou combos próprios.

Embora concebidos para serem jogados de forma solo, eles se destacaram bastante por avançarem ao formato cooperativo. Não apenas por ser mais divertido confrontar bandidos ou monstros com amigos, mas por exigirem na época que cada um deles compre uma ficha a mais nos fliperamas. 

Ultrapassamos a “era de ouro” dos arcades, mas a possibilidade de reunir os amigos se tornou um pré-requisito para um bom beat ‘em up. Alguns como Scott Pilgrim Vs. The World – The Videogame e TMNT: Shredder’s Revenge, por exemplo, permitem até 4 pessoas simultaneamente. 

A história do beat ‘em up

Você sabia que o gênero nasceu com Bruce Lee? Na verdade, foi quase isso. Em 1978 estreou o filme Jogo da Morte (Game of Death), com o ator no elenco e o mostrava subir uma pagoda enquanto enfrentava uma série de oponentes com suas técnicas de kung-fu.

Imagem de Jogo da Morte
O filme de Bruce Lee inspirou desenvolvedores a criarem o gênero beat ‘em up (Imagem: Divulgação/MUBI)

E o que isso tem a ver com beat ‘em up? Simples, a categoria surgiu com inspiração deste longa-metragem, porém com elementos de outra produção: Detonando em Barcelona (Wheels on Meals, no original), de 1984. O jogo Kung-Fu Master acompanha Thomas — no filme, interpretado por Jackie Chan —- enquanto encara diversos inimigos e tenta salvar Sylvia das garras do vilão Mr. X. 

A experiência foi extremamente popular, principalmente nos Estados Unidos. Ao permitir que o personagem lutasse, com pulos e agachamentos, o público não largava os fliperamas para encarar seus desafios. Porém, ele fez muito mais do que abrir as portas para o beat ‘em up na indústria do entretenimento.

Um exemplo disso foi a versão para Nintendinho, que teve o envolvimento direto de Shigeru Miyamoto como diretor. O projeto trouxe experiência e o inspirou a criar sua própria aventura. Para a surpresa de todos, Super Mario Bros. nasceu em 1985 (no ano seguinte ao lançamento de Kung-Fu Master). 

O diretor da versão para fliperamas era Takashi Nishiyama, que usou as batalhas contra chefões como base para criar a base de um “tal” de Street Fighter, em 1987. Depois disso, ele trabalhou na SNK e estabeleceu pilares para franquias como Fatal Fury e The King of Fighters.

E não foi apenas nos games, o beat ‘em up inspirou o mangaká Akira Toriyama — que trabalhava em um mangá com o nome de Dragon Ball. Kung-Fu Master levou o artista a desenvolver o arco Red Ribbon, o que ajudou a estabelecer Goku como uma das maiores figuras do Japão.

Outros tentaram replicar seu sucesso e, apesar da popularidade, só um inovou as suas mecânicas: Nekketsu Kõha Kunio-kun (1986). Ao invés do personagem principal andar apenas para os lados, ele também podia se movimentar para cima e para baixo — o que se tornou um padrão aos demais.

Imagem de Renegade
No mercado ocidental, Nekketsu Kõha Kunio-kun virou Renegade (Imagem: Reprodução/Technos Japan)

Enquanto Kung-Fu Master mostrava Thomas em uma torre, Nekketsu Kõha Kunio-kun foi o primeiro a popularizar os cenários urbanos e temas como vingança dentro dos beat ‘em up. No mercado ocidental, o título ficou conhecido pelo nome de Renegade.

Apesar do gênero se tornar comum, ele só se tornou um grande sucesso nas mãos de Double Dragon (1987). Ele foi o primeiro a adicionar o modo cooperativo para 2 jogadores, assim como aprimorou as movimentações de seus personagens. Estes fatores o tornaram um hit instantâneo e ajudaram a mantê-lo como o principal pilar da categoria.

A partir dele, grandes estúdios ficaram de olho e decidiram trazer suas próprias experiências ao mercado. E assim nascem Streets of Rage, Final Fight, Golden Axe e games inspirados em HQs como Teenage Mutant Ninja Turtles e Cadillac and Dinosaurs. 

Apesar de ter perdido popularidade na era dos jogos 3D, o gênero sobreviveu de certo modo. Na geração do PlayStation 2, Xbox e GameCube, ele foi “substituído” pelos hack-and-slash. A ideia era usar a base do beat ‘em up e adaptar isso para ambientes tridimensionais maiores.

Imagem de Golden Axe
Golden Axe é um grande exemplo de que beat ‘em up não é apenas briga urbana (Imagem: Reprodução/Capcom)

God of War, Devil May Cry, Bayonetta e outros usam muito de suas mecânicas, apesar de terem uma identificação própria. Enquanto isso, outros games como a franquia Yakuza se manteve fiel aos moldes tradicionais e o preservou por um longo período. 

O renascimento do beat ‘em up

Nos anos 2010, eles voltaram a aparecer com maior frequência — muito pela onda retrô que os jogadores queriam. Isso foi responsável pelo surgimento de muitas franquias, assim como o retorno de outras clássicas ao longo dos anos.

Com a ascensão de estúdios independentes, foi possível tirar alguns projetos do papel como Guacamelee!, Streets of Rage 4 e Teenage Mutants Ninja Turtles: Shredder’s Revenge — 3 games aclamados pela crítica e pelo público, que conseguem inovar ao mesmo tempo que se mantêm fiéis à sua base.

E eles não param por aí. Mighty Morphin’ Power Rangers: Rita’s Rewind tenta trazer a glória dos heróis clássicos para os tempos modernos; assim como Marvel Cosmic Invasion — que revive as maiores aventuras dos super-heróis da Casa das Ideias dentro do gênero. E a promessa é que isso avance mais.

5 características dos jogos beat ‘em up

Algumas características tornam fácil a identificação de um jogo beat ‘em up dos demais. Confira abaixo a essência dos títulos presentes no gênero:

  • Pancadaria solta: todo bom jogo da categoria te leva para uma pancadaria, seja com mãos, pés ou armas brancas
  • Progressão linear: os jogadores avançam na trama de forma linear (seja no formato 2D ou 3D), com fases que têm início, meio e fim
  • Similaridade com jogos de luta: eles não só se parecem, como estão interconectados. A diferença é que os combates não são 1v1, mas sim um ou mais jogadores contra uma horda de inimigos em sequência
  • Gameplay simples: apesar de terem combos, os movimentos de cada personagem são fáceis de executar e memorizar. Até quem não tem experiência conseguiria assimilar sem dificuldades
  • Estrutura de desafio: muitos títulos abrem espaço para o desafio não ser apenas os oponentes e chefões. Carros que passam na rua, vasos que caem de janelas e outras interações podem te comprometer de vários modos. Os jogadores talvez possam usar elementos similares do cenário contra inimigos

Desta forma, pode reconhecer mais facilmente quando vê um beat ‘em up e compará-los com outros gêneros. Entre as principais produtoras, a Dotemu e SNK são vistas hoje como as principais companhias que continuam a investir neste mercado. 

5 subcategorias do gênero beat ‘em up

Os jogos beat ‘em up se garantem em uma estrutura básica, mas que pode receber diversas nuances conforme os jogadores encontram experiências mais imersivas. Desta forma, abre as portas para subgêneros e categorias que podem estar atreladas à base até hoje ou se tornaram únicas. São eles:

Imagem de Scott Pilgrim vs. The World - The Videogame
Os beat ‘em up foram responsáveis por expandir a indústria de jogos e criaram subcategorias (Imagem: Divulgação/Ubisoft)
  • Beat ‘em up side-scrolling: é um design simples e funcional, que permite os personagens apenas se moverem da direita para a esquerda (similar aos jogos de plataforma). Um exemplo disto é Viewtiful Joe, lançado em 2003
  • Beat ‘em up belt-scroll: além de se mover para os lados, os personagens também podem se movimentar para cima e para baixo. Double Dragon, Final Fight, Street of Rage e alguns outros popularizaram este entre os fãs
  • Beat ‘em up 3D: a diferença é apenas a forma como os jogadores enxergam os personagens, mas mantém a mesma base dos moldes 2D. Yakuza, Fighting Force e The Bouncer estão dentro desta vertente 
  • Hack and Slash: sejam eles 2D (como Shinobi, Strider, Golden Axe) ou 3D (Devil May Cry, God of War, No More Heroes), aqui a ideia é se manter focado em combates, mas com destaque para armas brancas
  • Musou: o formato de combates de 1v1000 surgiu dos beat ‘em up, no qual personagens em ambiente tridimensional tem de encarar milhares de inimigos simultâneos. Assim como o Hack and Slash, ele é um dos únicos que seguiu um caminho próprio e teve acrescentado seu próprio conjunto de regras

5 jogos beat ‘em up essenciais

Se você é fã dos jogos beat ‘em up ou quer começar a aprender como funciona o gênero, algumas experiências se tornaram clássicos que merecem ser visitados — sejam eles antigos ou versões mais modernas. Confira:

5. Streets of Rage 2

Lançado no Mega Drive em 1992, Streets of Rage 2 é descrito até os dias atuais como o melhor game da categoria já levado aos consoles de mesa. Ele representou um verdadeiro milagre técnico para a sua época e continua atual, mesmo na geração atual.

Sua grande vantagem é usar a fórmula de Final Fight e aperfeiçoar ela ao máximo — com mecânicas e movimentos fluídos, golpes especiais que consomem a vida dos personagens (e os obrigam a agir de forma estratégica) e a presença de uma trilha sonora aclamada até hoje.

Imagem de Streets of Rage 2
Streets of Rage 2 é uma verdadeira aula de como fazer um beat ‘em up bem-feito (Imagem: Reprodução/SEGA)

4. Like a Dragon Gaiden: The Man Who Erased His Name

Uma grande homenagem ao caminho de Kiryu Kazuma, Like a Dragon Gaiden: The Man Who Erased His Name foi lançado em 2023 para que o público mais atual soubesse as conquistas do personagem ao longo da franquia. Ele serve para complementar a história de Yakuza: Like a Dragon.

Aqui os jogadores encontram um beat ‘em up 3D completo, com o herói a relembrar seus tempos dourados e melhores histórias enquanto tenta esconder sua verdadeira identidade dos seus inimigos. Ele é uma verdadeira aula de como se traz um jogo destes para a geração atual em grande estilo

3. Cadillacs and Dinosaurs

O beat ‘em up de 1993 se tornou um verdadeiro clássico cult, principalmente no Brasil. Na experiência você vê exatamente o que o nome Cadillac and Dinosaurs sugere: carros lindos, personagens (masculinos e femininos) atléticos e, claro, dinossauros que vão aparecer em seu caminho.

Ele é baseado nas HQs “Xenozoic Tales”, que mostra um futuro pós-apocalíptico onde os humanos escaparam para o subterrâneo para escapar da poluição e desastres climáticos. Quando voltaram à superfície, descobriram que os répteis voltaram a comandar a cadeia alimentar.

Imagem de Cadillacs and Dinosaurs
Aqui é permitido dar socos em dinossauros e tentar derrubar os poderosos répteis na mão (Imagem: Reprodução/Capcom)

2.Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge

Ainda que muitos recomendem TMNT: Turtles in Time (1991), foi Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge (2022) que fez ressurgir a paixão dos jogadores pelos irmãos quelônios mais descolados do planeta – depois de gerações de títulos medianos para ruins.

Com a possibilidade de controlar até 4 personagens simultâneos, experiência multiplayer online, diversos aliados das Tartarugas Ninjas jogáveis e uma aventura marcante, ele logo caiu nas graças do público e se tornou um dos beat ‘em up mais amados da atualidade

1. Double Dragon

O clássico que popularizou os jogos beat ‘em up e moldou toda a base dele como a conhecemos. Double Dragon surgiu em 1987 e mostrou como era a experiência de forma cooperativa pela 1ª vez — com um formato belt-scroll, o que tornou tudo ainda mais estratégico e imersivo.

Ao lado dos irmãos Lee, muitos viram mecânicas que se tornaram emblemáticas dentro do gênero: roubar armas de inimigos, mundo side-scrolling contínuo e um formato mais simples de comandos nos controles. A série vive até hoje, com Double Dragon Revive (2025).

Imagem de Double Dragon
Beat ‘em up só se tornou uma experiência cooperativa após Double Dragon (Imagem: Divulgação/Arc System Works)

A vingança dos beat ‘em up

Mesmo distantes dos seus tempos dourados, os beat ‘em up mostraram resistência e continuam a atrair uma legião de fãs ao redor do mundo. Basta notar a popularidade que TMNT: Shredder’s Revenge e dos games da linha Yakuza — esta que vem crescendo ano após ano.

Sem fugir de suas raízes e com muitas evoluções, não há uma desaceleração de seu ritmo, apenas mais formas das experiências se tornarem mais imersivas. Elas seguiram um longo caminho e, até onde a vista enxerga, ainda vão conquistar mais pessoas enquanto expandem.

Seja de forma solo ou com companhia (filhos, par romântico, amigos etc.), nos fliperamas, consoles de mesa ou dispositivos portáteis, a nossa recomendação é que não deixe as letras INSERT A COIN piscarem por muito tempo. Insira a ficha e dê play na diversão para explorar mais deste universo, que não haverá arrependimentos — apenas uma grande aventura.

Leia também no Canaltech:

Leia a matéria no Canaltech.

Fonte: Canaltech - Leia mais

The post O que é um jogo beat ‘em up? first appeared on Diario Tech News.

]]>
O que esperar de Metroid Prime 4: Beyond? https://diariotechnews.com.br/o-que-esperar-de-metroid-prime-4-beyond/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-que-esperar-de-metroid-prime-4-beyond Sat, 29 Nov 2025 21:30:00 +0000 https://canaltech.com.br/games/o-que-esperar-de-metroid-prime-4-beyond/ Demorou 8 anos, mas finalmente a Nintendo trará Metroid Prime 4: Beyond. Anunciado na E3 2017, o título promete um grandioso retorno de Samus Aran à ação desde os jogos clássicos lançados no GameCube e Wii entre 2002 e 2007. 5 principais defeitos d...

The post O que esperar de Metroid Prime 4: Beyond? first appeared on Diario Tech News.

]]>

Demorou 8 anos, mas finalmente a Nintendo trará Metroid Prime 4: Beyond. Anunciado na E3 2017, o título promete um grandioso retorno de Samus Aran à ação desde os jogos clássicos lançados no GameCube e Wii entre 2002 e 2007.

Com lançamento previsto para o Nintendo Switch e o Switch 2, em 4 de dezembro de 2025, o capítulo promete ser o início de uma nova fase da heroína em suas aventuras em planetas inóspitos e contra grandes ameaças.

No entanto, o que a Big N tem preparado para os fãs em Metroid Prime 4: Beyond? Hoje o Canaltech te mostra o que esperar do novo título de Samus, com várias novidades que vão expandir ainda mais seu universo.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Onde a nova aventura se encaixa?

Como o próprio número indica, o novo jogo da Nintendo será uma sequência direta da 3ª aventura da heroína — lançada em 2007 no Wii. O antagonista da aventura, Sylux, inclusive aparece em um final secreto do seu antecessor.

Então precisa ter jogado o anterior para se divertir em Metroid Prime 4: Beyond? Não é obrigatório, apesar de que isso enriqueceria ainda mais a sua experiência. Em Metroid Prime 3: Corruption vemos o fim do arco Phazon, logo este será o início de uma nova aventura para a protagonista.

Haverá referências e menções aos eventos anteriores, isso é claro, mas grande parte do que encontrará será sobre o que ocorre dentro de sua própria narrativa. Ou seja, talvez vá perder alguns detalhes, mas nada que vai atrapalhar a forma como a história será contada.

Alguns títulos contam com recapitulação dos jogos anteriores para abraçar novos jogadores. Não é certo que Metroid Prime 4: Beyond trará este recurso, mas virou uma tendência recente da indústria gaming e seria muito bem-vindo — principalmente pela distância de 18 anos desde o último capítulo numerado.

A nova história de Samus Aran

No game, Samus Aran acaba de eliminar a ameaça de Phazon e recebe um chamado caótico: o Centro de Pesquisa UTO da Federação Galáctica é atacado pelo vilão Sylux, então cabe a você ir até o local e salvar o dia.

Nesse cenário, um desastre acontece e envia a heroína e diversos agentes para o planeta Viewros. O lugar misterioso foi lar de uma civilização perdida, então tudo o que encontrará lá serão ruínas e monstros.

Enquanto tenta compreender o que acontece em Metroid Prime 4: Beyond e como fugir de Viewros, Samus terá de auxiliar os membros da Federação Galáctica que estão espalhados pelo vasto mapa. E não só isso, já que ela também contará com o apoio deles em quebra-cabeças e nos confrontos.

Imagem de Metroid Prime 4: Beyond
Viewros esconde muitos mistérios, assim como o vilão Sylux (Imagem: Reprodução/Nintendo)

Não foi revelado como Sylux a encontrará para terminar seu embate, assim como o objetivo do vilão dentro do jogo. Ele é um Caçador de Recompensas assim como os demais, mas nutre um grande ódio pela organização da qual a heroína faz parte e quer usar seu poder para destruí-la. 

Recursos inéditos

Como todo bom FPS que se preze, você poderá resolver parte dos seus problemas em Metroid Prime 4: Beyond com o canhão localizado no braço de Samus Aran. Porém, esta não será a única forma de encarar as situações.

A personagem contará com uma série de habilidades que vão a acompanhar na sua jornada. Uma delas é a possibilidade de escanear resquícios da civilização que viveu em Viewros no passado, que revelará segredos de que tipo de lugar era ali e como encontrar uma saída do planeta. 

Além disso, os jogadores também verão uma nova habilidade psíquica da heroína. Ela permitirá levitar certos objetos, mover coisas e até mesmo possui um tiro especial que pode ser guiado através da mente de Samus. 

Isso tudo são adições bacanas para Metroid Prime 4: Beyond, mas nenhum deve ter empolgado tanto os jogadores quanto a inclusão de Vi-O-La: a moto que poderá controlar enquanto explora o grandioso mapa.

Imagem de Metroid Prime 4: Beyond
Samus usará a moto Vi-O-La em Metroid Prime 4: Beyond (Imagem: Reprodução/Nintendo)

Em cima dela, você poderá enfrentar inimigos, destruir rochas para coletar materiais e até explorar algumas áreas dentro do game. De acordo com a Nintendo, se ela estiver acessível nos trechos, basta apertar um botão que ela aparecerá de imediato.

Isso sem mencionar o que Samus Aran já traz das experiências antigas e clássicas da franquia. Além de poder controlá-la em primeira pessoa e na Vi-O-La, por exemplo, os jogadores podem transformá-la em Morph Ball para acessar áreas diferentes dentro do mapa e das instalações.

Fatores técnicos

Segundo informações apresentadas pela Big N, Metroid Prime 4: Beyond será o verdadeiro carro-chefe da companhia neste ano de 2025. Primeiro pelo seu fator visual – já que a experiência rodará em resolução de até 4K e com 60 FPS no modo TV do Nintendo Switch 2.

Também é possível alternar para o Modo Desempenho, que reduz a qualidade de imagem para 1080p, mas impulsiona a sua taxa de quadros para 120 FPS. No formato portátil ele alcança 1080p e 60 FPS no Modo Qualidade, assim como 720p e 120 FPS no Modo Desempenho. 

Ele permitirá usar funções exclusivas do novo console híbrido, como o uso do Joy-Con 2 como mouse. A ideia é replicar o que muitos jogadores têm no PC para jogos de tiro, com mira e navegação mais precisas e aprimoradas.

Outro aspecto positivo de Metroid Prime 4: Beyond é que ele chega ao nosso país localizado em português brasileiro. A Nintendo não se pronunciou sobre dublagem, mas ao menos legendas e menus serão traduzidos. 

Isso sem mencionar o suporte a diversas outras tecnologias, como o HDR em displays compatíveis e com os AMIIBO (figuras NFC da companhia). Serão lançados 3 em celebração ao jogo: Samus, Samus & Vi-O-La e Sylux. 

Reclamações do público

Por mais que seja um jogo muito esperado e exista uma legião de fãs ansiosa para dar seus primeiros passos, Metroid Prime 4: Beyond já recebe críticas negativas sobre alguns dos aspectos revelados em seus trailers.

O principal é a presença dos agentes da Federação Galáctica, que estão espalhados pelo mapa. Alguns são muito falantes, o que apontam como uma grande contradição ao espírito mais solitário dos jogos clássicos. 

Imagem de Metroid Prime 4: Beyond
A presença de Myles em Metroid Prime 4: Beyond incomodou muita gente (Imagem: Reprodução/Nintendo)

O temor de muitos é que personagens como Myles MacKenzie e outros tornem Metroid Prime 4: Beyond em um longo papo sobre as raízes da organização espacial e o que a rodeia atualmente. 

A comunidade é clara e vocal sobre isso: Samus Aran “deve” permanecer sozinha e isolada. Porém, o produtor da franquia, Kensuke Tanabe, já constrói este cenário desde Metroid Prime 2: Echoes. O plot original da experiência era ver a heroína ao resgate dos patrulheiros da Federação.

Mesmo que a ideia tenha sido descartada, Tanabe quis explorar mais destes personagens. Assim nasceram projetos como Metroid Prime: Hunters (onde Sylux foi apresentado) e o infame Metroid Prime: Federation Force.

Isso sem mencionar que Metroid Prime 3: Corruption e até Metroid: Other M mostram que estes NPCs têm espaço para se destacar dentro da franquia. Na própria narrativa destes é visto uma relação mais próxima de Samus com os demais membros, diferente de Metroid Dread. 

Imagem de Metroid Dread
Em Metroid Dread, disponível no Switch, Samus está mal acompanhada, mas nunca sozinha (Imagem: Divulgação/Nintendo)

Outro ponto de atenção é em relação ao mapa, com temores de que a franquia tenha trocado seus labirintos e quebra-cabeças inteligentes por um sistema de mundo aberto. Não parece ser o caso de Metroid Prime 4: Beyond, já que diversos trailers destacam Samus em locais fechados.

Metroid Prime 4 será tudo isso?

As expectativas são altíssimas e não somos apenas eu e você que sabemos disso. A Nintendo reiniciou o projeto algumas vezes, desde seu anúncio em 2017, por saber que o público queria ver a experiência definitiva da personagem no Switch e no Switch 2.

O projeto não seria lançado se não entregasse justamente o que prometeu. Além de já terem se passado 8 anos, há um motivo pelo qual ele é lançado em dezembro e não em junho — mês em que o Switch 2 chegou ao mercado. Esse seria um excelente game simultâneo, mas escolheram esperar. 

Mesmo que haja dúvidas, uma coisa é certa: a Nintendo moveu céu e terra para trazer Metroid Prime 4 Beyond ao público. Antes de mergulhar em discussões online, é importante ver a forma como ele vai chegar e se ele atende às expectativas ou se as reclamações prévias são justificadas. 

Leia também no Canaltech:

Leia a matéria no Canaltech.

Fonte: Canaltech - Leia mais

The post O que esperar de Metroid Prime 4: Beyond? first appeared on Diario Tech News.

]]>
The Game Awards: veja lista com todos os GOTY e porque eles ganharam https://diariotechnews.com.br/the-game-awards-veja-lista-com-todos-os-goty-e-porque-eles-ganharam/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=the-game-awards-veja-lista-com-todos-os-goty-e-porque-eles-ganharam Sat, 29 Nov 2025 13:30:00 +0000 https://canaltech.com.br/games/the-game-awards-todos-os-goty-e-porque-eles-ganharam/ O The Game Awards surgiu em 2014 e, desde então, premia anualmente os melhores jogos e produtoras do mercado. E, como é de praxe, também é responsável por bater o selo de “Melhor Jogo do Ano” em uma das experiências, que representa não apenas o melhor...

The post The Game Awards: veja lista com todos os GOTY e porque eles ganharam first appeared on Diario Tech News.

]]>

O The Game Awards surgiu em 2014 e, desde então, premia anualmente os melhores jogos e produtoras do mercado. E, como é de praxe, também é responsável por bater o selo de “Melhor Jogo do Ano” em uma das experiências, que representa não apenas o melhor que tivemos em 12 meses, mas toda a comunidade. 

De lá para cá foram 11 premiações, com games de diversos gêneros e gostos que receberam o troféu máximo. Alguns podem ter gerado polêmica, outros eram totalmente esperados, mas a regra é clara: apenas um, e somente um, é chamado de “GOTY” pelos fãs. 

Conheça todos os vencedores do Jogo do Ano do The Game Awards, assim como a razão pela qual eles se tornaram emblemáticos — cada um ao seu próprio modo.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

12. Dragon Age Inquisition (2014)

A primeira vez que um título ganhou o troféu de Jogo do Ano pelo The Game Awards, Dragon Age Inquisition foi o ápice do que a Electronic Arts e a BioWare já atingiram juntas. O RPG era mais do que completo, com gráficos, ação e uma narrativa que faziam jus à toda a franquia.

Ainda que ele tenha disputado espaço contra experiências fortes, como Dark Souls II, Bayonetta 2 e Terra-Média: Sombras de Mordor, o projeto é tão grandioso que não teve para ninguém. Ele é tão emblemático que até os dias atuais a BioWare não conseguiu superar sua própria conquista. 

11. The Witcher III: Wild Hunt (2015)

A CD Projekt Red trouxe The Witcher III: Wild Hunt e ele não é apenas o Melhor Jogo do Ano de 2015, mas de toda uma geração. A aventura de Geralt moveu milhões de fãs a explorar seu mapa, acompanhar a sua jornada e conhecer seus principais personagens — muitos pela 1ª vez.

O RPG de ação trouxe não apenas um dos melhores mundos abertos e gráficos, como uma narrativa forte que se mantém de pé até mesmo contra jogos lançados nos dias atuais. Tanto que ele não deu o menor espaço para sucessos como Bloodborne, Metal Gear Solid V – The Phantom Pain ou Fallout 4 naquele ano.

10. Overwatch (2016)

Uma das grandes polêmicas do The Game Awards é a vitória de Overwatch como Melhor Jogo do Ano em 2016. Ele disputava contra Uncharted 4: A Thief’s End e DOOM, o que deixou muitos desapontados pelo caminho que tomaram ao entregar o troféu para um título multiplayer online.

Em defesa da Blizzard, o primeiro Overwatch era extremamente divertido e criou uma comunidade colossal logo no seu 1º ano — antes de PUBG Battlegrounds e Fortnite sequer aparecerem. Ele era “o futuro” dos jogos online e foi responsável por empresas como a Sony mudarem toda a sua estratégia para replicar a fórmula (e fracassar, como visto em Concord).  

9. The Legend of Zelda: Breath of the Wild (2017)

2017 foi o ano de lançamento do Nintendo Switch e a Big N trouxe consigo The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Sem grandes gráficos e um desempenho abaixo do que era visto no PS4 e Xbox One, o título varreu toda a concorrência para baixo do tapete e faturou o Melhor Jogo do Ano.

A aventura levava Link para o mundo aberto, com um mapa gigantesco e todo o mapa de Hyrule para ser explorado. Misturado à narrativa tocante, momentos marcantes, personagens carismáticos e uma jornada épica, não teve o menor espaço para Super Mario Odyssey e Horizon Zero Dawn no The Game Awards. 

8. God of War (2018)

Em God of War não vemos apenas o reinício da aventura de Kratos, mas a reinvenção de toda a franquia. Muitos podem discutir que Red Dead Redemption 2 merecia ganhar naquele ano, mas a coragem que a Santa Monica Studio teve em mudar seu próprio status quo e fazer jus ao que construiu, com maestria, são muito louváveis.

Naquele mesmo ano tivemos a presença de Marvel’s Spider-Man e Monster Hunter World também, mas nada foi mais poderoso quanto recomeçar — em outro gênero, com um protagonista mais velho e pronto para embarcar em uma batalha que jurou que não estaria mais. Aqui o estúdio e a Sony mostraram o verdadeiro significado de “voltar em grande estilo”. 

7. Sekiro: Shadows Die Twice (2019)

A FromSoftware disputou muitos GOTY ao longo dos anos, mas o primeiro veio com Sekiro: Shadows Die Twice em 2019. Aqui não temos apenas gráficos, mas um soulslike que torna até o mais inepto dos jogadores em um verdadeiro mestre do parry dentro de qualquer gameplay.

Mesmo contra clássicos contemporâneos como Control e Death Stranding, sua jogabilidade se sobressaía aos demais e garantiu o primeiro Melhor Jogo do Ano para o gênero. O intuito do The Game Awards aqui foi de premiar o zelo do time de desenvolvimento em relação aos comandos, desempenho e toda a construção narrativa que acompanha o Lobo em sua jornada. 

6. The Last of Us Part II (2020)

O primeiro The Last of Us foi lançado em 2013, um ano antes do The Game Awards surgir — o que significa que raspou de ganhar seu tão merecido troféu na época. Porém, em 2020 surgiu a redenção em The Last of Us Part II, que faturou o prêmio de Melhor Jogo do Ano.

No 2º game, a Naughty Dog aprimorou ainda mais a experiência da franquia e trouxe duas narrativas em colisão. A forma de contar a história, gráficos realistas e performance de tirar o fôlego foram os responsáveis pela vitória do título sobre Hades, Ghost of Tsushima e Animal Crossing: New Horizons.

5. It Takes Two (2021)

No ápice da pandemia de COVID-19, muito se buscou conexões que aproximassem as pessoas — mesmo que de forma digital. E isso também era esperado dentro dos videogames. Então, a Hazelight lançou It Takes Two e mostrou que isso não era apenas um sonho distante, principalmente dentro de uma indústria que vinha a eliminar cada vez mais projetos cooperativos.

A tendência da indústria gaming era seguir dois caminhos distintos: narrativa solo ou multiplayer online competitivo. o The Game Awards 2021 deu o troféu para It Takes Two por representar uma resistência no meio disso, algo que mesmo “básico”, tinha se tornado incomum dentro dos videogames. Ou seja, ainda valia apostar em projetos simples e que unem os jogadores. 

4. Elden Ring (2022)

Sekiro: Shadows Die Twice não foi o suficiente para a FromSoftware e ela lançou seu projeto mais ambicioso em 2022: Elden Ring. O soulslike trazia um mundo livre para ser explorado, repleto de segredos e personagens poderosos que desejam eliminar os Imaculados que ali viajam.

Com todos os aprimoramentos que vieram dos “Souls”, de Sekiro e de outros projetos, Elden Ring mostrou que dava para combinar gráficos exuberantes com um gameplay intenso — sem perder nada no seu caminho. Ele é considerado por muitos um dos melhores jogos dos anos 2020 e o troféu do The Game Awards só reforça que ele se tornou icônico por esforço próprio.

3. Baldur’s Gate III (2023)

Mesmo em meio a The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom, Alan Wake 2 e Marvel’s Spider-Man 2, Baldur’s Gate III abriu caminho no meio de tudo isso para reforçar a presença de excelentes narrativas e histórias que se abrem conforme as escolhas do público. O resultado foi um sucesso massivo.

Videogames se fazem de boa jogabilidade e gráficos de ponta, mas também de boas histórias e personagens — algo que este título da Larian Studios até transbordou em seu lançamento. Eles fizeram por merecer, principalmente no que diz respeito ao suporte à comunidade que sempre foi transparente e trouxe inúmeras interações extras para os jogadores dentro e fora do jogo. 

2. Astro Bot (2024)

Em uma maré crescente de gráficos realistas, Unreal Engine 5 e uma busca incessante por desempenho máximo em resolução e FPS, a Sony e a Team Asobi trouxeram Astro Bot — um game de plataforma com o robô que estava presente em cada edição vendida de PS5.

E mesmo que tenham virado o rosto ao ver Astro vencer títulos como Black Myth: Wukong e Final Fantasy VII Rebirth, sua vitória serviu para passar uma mensagem para a indústria: jogos precisam ser divertidos, essa é a sua essência maior e o que os votantes do The Game Awards enxergaram para premiá-lo. Podem reclamar de tudo, menos que ele não traz diversão.

1. 2025?

Em 2025, seis jogos disputam o prêmio de Melhor Jogo do Ano no The Game Awards. São eles Clair Obscur: Expedition 33, Death Stranding 2: On the Beach, Hades II, Hollow Knight: Silksong, Donkey Kong Bananza e Kingdom Come: Deliverance II. 

A presença de 3 jogos independentes na lista, assim como a nova tentativa de Hideo Kojima de levar o seu primeiro prêmio — que não foi obtido com Metal Gear Solid V: The Phantom Pain ou com o 1º Death Stranding — mostram uma grande diferença dos demais e tem tudo para tornar a edição de 2025 histórica. O prêmio será entregue no dia 11 de dezembro de 2025.

Imagem do Jogo do Ano 2025
Qual deles será o Melhor Jogo do Ano na The Game Awards 2025? (Imagem: Canaltech)

Os melhores jogos de todos os tempos

Um game receber o prêmio de Melhor Jogo do Ano significa que ele é a experiência mais completa de determinado período? Nem sempre. Isso varia muito de preferências e opiniões. Vale notar que Uncharted 4 e Red Dead Redemption 2 são considerados até hoje “grandes injustiçados” da TGA.

Porém, os vencedores do prêmio máximo do The Game Awards carregam todo um significado e são responsáveis por estabelecer os caminhos para a indústria gaming. Overwatch criou tendência, assim como The Legend of Zelda: Breath of the Wild e It Takes Two. Entre aqueles que ganharam o troféu, estão:

  1. Astro Bot
  2. Baldur’s Gate III
  3. Elden Ring
  4. It Takes Two
  5. The Last of Us Part II
  6. Sekiro: Shadows Die Twice
  7. God of War
  8. The Legend of Zelda: Breath of the Wild
  9. Overwatch
  10. The Witcher III: Wild Hunt
  11. Dragon Age Inquisition

Leia também no Canaltech:

Leia a matéria no Canaltech.

Fonte: Canaltech - Leia mais

The post The Game Awards: veja lista com todos os GOTY e porque eles ganharam first appeared on Diario Tech News.

]]>
Review Mouse Logitech MX Master 4 | O primeiro passo para uma evolução https://diariotechnews.com.br/review-mouse-logitech-mx-master-4-o-primeiro-passo-para-uma-evolucao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-mouse-logitech-mx-master-4-o-primeiro-passo-para-uma-evolucao Sat, 29 Nov 2025 11:30:00 +0000 https://canaltech.com.br/hardware/review-mouse-logitech-mx-master-4/ O mouse Logitech MX Master 4 chegou para impactar a forma como a gente aproveita o PC no dia a dia, graças à sua nova função que permite criar uma série de comandos no seu PC e em diversos apps. Como escolher um mouse gamer Como instalar um mouse ...

The post Review Mouse Logitech MX Master 4 | O primeiro passo para uma evolução first appeared on Diario Tech News.

]]>

O mouse Logitech MX Master 4 chegou para impactar a forma como a gente aproveita o PC no dia a dia, graças à sua nova função que permite criar uma série de comandos no seu PC e em diversos apps.

O Actions Ring deste modelo tem como principal objetivo trazer um impulso maior na produtividade no uso diário. Através dele, ferramentas como atalhos do teclado, IA e outros podem ser acionados em poucos cliques — o que reduz o tempo usado para executar ações em longos menus ou cliques.

Apesar da novidade, o Logitech MX Master 4 também representa o ápice da linha profissional da marca e avança em direção a novas formas de lidar com estes periféricos no nosso cotidiano. Confira nossas impressões sobre o novo lançamento da marca no Brasil.


Entre no Canal do WhatsApp do Canaltech e fique por dentro das últimas notícias sobre tecnologia, lançamentos, dicas e tutoriais incríveis.

Prós

  • O Actions Ring é uma grande inovação
  • Representa um salto em produtividade
  • Sua bateria tem a duração de até 70 dias

Contras

  • Acessibilidade deixa a desejar
  • Não conta com cabo USB-C ou adaptador para o receptor

Em torno do MX Master 4

O mouse chegou em nosso país nas cores branco e preto, com um formato que replica o que foi visto nas gerações anteriores: com a clássica curva elevatória na sua parte inferior, feita para encaixar a mão de forma ergonômica. 

Imagem do Mouse Logitech MX Master 4
O mouse MX Master 4 é um periférico de porte grande (Imagem: Diego Corumba/Canaltech)

O modelo de porte grande traz 8 botões. A presença da thumbwheel também é muito vantajosa — feita para navegar com tranquilidade em documentos ou em apps que tomam um espaço maior do que a tela. Em edição de imagem ou vídeo, por exemplo, é uma mão na roda (literalmente).

Os demais botões extras servem para dar acesso rápido a várias funções. Voltar e prosseguir, por exemplo, abrir as janelas disponíveis na Área de Trabalho e o comando próprio para o Actions Ring, que fica na lateral esquerda, exatamente onde encaixa o seu dedo polegar (no caso dos destros). 

O botão na parte superior, localizado logo abaixo dos principais, permite alterar a quantidade de DPI, que pode alcançar até 8.000 (assim como o MX Master 3S). Como ele é um periférico profissional, não há personalização com luzes RGB ou algo similar ao que é visto nos mouses gamers.

Imagem do Mouse Logitech MX Master 4
Você pode alternar os DPI a partir do botão que fica na parte inferior dos dois principais (Imagem: Diego Corumba/Canaltech)

É importante notar que o Logitech MX Master 4 não é um modelo portátil. Ele tem dimensões de 128,15 mm de altura; 88,35 mm de largura e 50,8 mm de profundidade — um volume considerável para levar na mochila. Seu peso é de 150 g, bem acima dos demais comuns vistos no mercado.

A sua construção reforça o posicionamento sustentável que a Logitech tem apresentado, com sua composição de plástico reciclado pós-consumo. A thumbwheel é produzida em alumínio com uso de energia renovável (ao invés dos combustíveis fósseis, para gerar menor impacto de carbono).

A bateria de 650 mAh recarregável do mouse Logitech MX Master 4 utiliza 100% de cobalto reciclado e tem uma vida útil de até 70 dias de uso. Para recarregá-lo, basta utilizar um cabo USB-C. O ponto negativo é que na caixa não vem um deles para recarga do modelo.

Ele é acompanhado apenas do receptor USB-C Bolt e documentos. Ou seja, é importante que tenha ou compre um cabo USB-C para poder restabelecer sua utilização no momento de necessidade.

“Você pode usar o cabo do seu controle de videogame ou do celular, conectado ao PC. Porém, a Logitech economizar logo neste fator é curioso”

No entanto, de acordo com a Logitech, 1 minuto de recarga garante 3 horas de uso sem interrupções. Ao menos dá tempo de levantar, beber água ou café, dar um pulo no banheiro ou beliscar algum lanche e ele estará pronto para a ação por algum tempo em instantes.

Vale notar que o botão que aciona o Actions Ring possui sensor háptico — com sensibilidade similar à vista em controles de videogame como o DualSense. Ao usar o recurso, você o sente vibrar quando passa pelos botões de ação rápida ou ativa algum deles. 

Imagem do Mouse Logitech MX Master 4
Para acionar o Actions Ring, basta clicar neste botão enorme na lateral esquerda (Imagem: Diego Corumba/Canaltech)

O sensor Darkfield é a cereja do bolo, com uma precisão altíssima para usar no cotidiano. Ele reconhece superfícies como mesas, vidro, tecido jeans, tela de smartphone e na maioria das coisas que estiver ao seu alcance. Admito que testei até na parede e ele reconheceu.

Alto desempenho e exigência tão grande quanto

Um aspecto do mouse Logitech MX Master 4 é em como a companhia pensou em toda questão de acessibilidade, mas deixou de fora algumas questões físicas. Ele vai te ajudar na produtividade e grandes recursos, mas o modelo disponível no Brasil atende apenas às pessoas destras. 

Ele se encaixa bem em mãos grandes e médias, mas acredito que pessoas com tamanhos menores terão dificuldade em usá-lo. É possível a sua utilização, mas não terá o acesso fácil a todos os botões na mesma agilidade que os demais. 

“O seu formato exige que você esteja com a mão muito bem-posicionada para tomar ações rápidas no cotidiano”

Outro ponto muito importante é que, sem fio, ele se conecta aos PCs e notebooks de duas formas: através do receptor USB-C Bolt e do Bluetooth 5.1. Se o seu dispositivo não possui uma entrada USB-C, terá de depender do Bluetooth (a Logitech não vende o adaptador USB-C no Brasil). 

No entanto, ao menos ele funciona a “longas distâncias”. Seu alcance atende um raio de 10 metros, o que ao menos garante que o MX Master 4 funcionará normalmente enquanto o seu PC ou notebook estiver nas proximidades. Em casas pequenas é uma maravilha, mas não recomendaria levá-lo para tão longe em mansões. 

Personalização no MX Master 4

Para personalizar as funções e botões do mouse Logitech MX Master 4, é necessário fazer o download do app Logi Options+. O Actions Ring pode ser configurado ali, tanto de forma geral no seu computador quanto de forma direcionada a apps específicos.

Já existem plugins prontos para facilitar o uso de programas como Adobe Photoshop, Lightroom e outros aplicativos de edição de imagem e vídeo. Para navegadores, por exemplo, você terá de criar uma série de comandos do zero. É um processo simples, com opções que vão desde abrir arquivos, pastas, sites até mesmo a inteligência artificial.

Imagem do Mouse Logitech MX Master 4
Ele é uma opção excelente para edição de imagem e vídeo (Imagem: Diego Corumba/Canaltech)

O DPI você pode alterar entre 200 (o mínimo) a 8.000 (o máximo) no próprio botão dele, sem depender do app da Logitech. Ele alterna ao acrescentar 50 DPI a cada clique, o que permite um ajuste mais preciso às suas necessidades. 

“O software da Logitech não traz a melhor performance e ela pode ser um ótimo exercício de paciência em seus dias ruins”

O MX Master 4 vale a pena?

Ao usar o mouse Logitech MX Master 4 por algumas semanas, de fato ele melhora a produtividade. O Actions Ring ajuda muito no cotidiano, principalmente em ações que levariam a 5 cliques, com redução para 2.

Em uso profissional no Windows, Pacote Office e similares, ele torna as ações de forma mais veloz, mas não abre uma diferença tão gritante a ponto de recomendar jogar o seu fora. São inovações bem-vindas, mas que ainda são mais “promessas” do que algo palpável para as pessoas.

Para edição de imagem e vídeo, assim como tarefas profissionais de arquitetura e engenharia, o periférico realmente é espetacular. Neste aspecto eu não só recomendo, como diria que é obrigatório para ter um grande diferencial nos seus projetos. 

Em conversa que tivemos com a equipe da Logitech, foi notado que o mouse MX Master 4 vale a pena como uma boa alternativa àqueles periféricos que contavam com vários botões na lateral. Em termos de design e uso, o Actions Ring torna isso menos visualmente poluído e é totalmente prático.

Por questão de costume, demorou a me habituar ao mouse Logitech MX Master 4, mas nada que tenha levado mais de 1 semana. Se você parte de modelos comuns, sentirá um impacto que será reduzido com o passar do tempo. 

Mouse Logitech MX Master 4
Imagem do mouse Logitech MX Master 4 (Diego Corumba/Canaltech)
Mouse Logitech MX Master 4
Imagem do mouse Logitech MX Master 4 (Diego Corumba/Canaltech)
Mouse Logitech MX Master 4
Imagem do mouse Logitech MX Master 4 (Diego Corumba/Canaltech)
Mouse Logitech MX Master 4
Imagem do mouse Logitech MX Master 4 (Diego Corumba/Canaltech)
Mouse Logitech MX Master 4
Imagem do mouse Logitech MX Master 4 (Diego Corumba/Canaltech)
Mouse Logitech MX Master 4
Imagem do mouse Logitech MX Master 4 (Diego Corumba/Canaltech)
Mouse Logitech MX Master 4
Imagem do mouse Logitech MX Master 4 (Diego Corumba/Canaltech)
Mouse Logitech MX Master 4
Imagem do mouse Logitech MX Master 4 (Diego Corumba/Canaltech)
Mouse Logitech MX Master 4
Imagem do mouse Logitech MX Master 4 (Diego Corumba/Canaltech)
Mouse Logitech MX Master 4
Imagem do mouse Logitech MX Master 4 (Diego Corumba/Canaltech)

Me surpreendeu o fator de sua bateria, desde que o recebi para review não houve a necessidade de recarregá-lo uma vez sequer. No app Logi Options+ é possível checar o nível que ela está e o número de 49% (após muito tempo de expediente e uso para testes) me soou muito positivo. 

No Brasil ele é vendido pelo preço sugerido de R$ 800, que é um valor justo para o que ele oferece e por se tratar de um periférico profissional. No entanto, ele só compensará muito se utilizar apps que exigem abrir vários menus e submenus para editar ou criar projetos. Fora disso, pode ser “demais” para quem apenas abre a internet, usa planilhas ou escreve.

Ele representa um bom salto se comparado a qualquer modelo de mouse vendido hoje no país, até as versões anteriores da mesma linha. Se já acompanha e utiliza eles em seu cotidiano, pode pular sem temor que trará ainda mais facilidades.

Leia também no Canaltech:

Leia a matéria no Canaltech.

Fonte: Canaltech - Leia mais

The post Review Mouse Logitech MX Master 4 | O primeiro passo para uma evolução first appeared on Diario Tech News.

]]>