Fernanda Santos › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br Suas notícias diárias em alta de tecnologia! Fri, 07 Nov 2025 09:05:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://diariotechnews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-miniatura-site-32x32.png Fernanda Santos › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br 32 32 Por dentro da divisão da Microsoft que caça hackers pelo mundo https://diariotechnews.com.br/por-dentro-da-divisao-da-microsoft-que-caca-hackers-pelo-mundo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=por-dentro-da-divisao-da-microsoft-que-caca-hackers-pelo-mundo Fri, 07 Nov 2025 09:05:00 +0000 https://canaltech.com.br/seguranca/por-dentro-da-divisao-da-microsoft-que-caca-hackers-pelo-mundo/ Durante o Microsoft Security Campus Tour, um dos momentos mais marcantes foi a visita à Digital Crimes Unit (DCU), núcleo global da Microsoft dedicado a investigar crimes digitais e interromper atividades maliciosas em escala mundial. Caçada milion...

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Durante o Microsoft Security Campus Tour, um dos momentos mais marcantes foi a visita à Digital Crimes Unit (DCU)núcleo global da Microsoft dedicado a investigar crimes digitais e interromper atividades maliciosas em escala mundial.

A experiência foi conduzida por Steve Masada, diretor jurídico da Digital Crimes Unit da Microsoft, que explicou como a equipe atua para derrubar infraestruturas criminosas, apoiar investigações internacionais e proteger milhões de usuários que dependem dos produtos e serviços da empresa todos os dias.

“Nosso papel é entender onde podemos ser úteis, seja rastreando infraestrutura, moedas digitais ou grupos organizados e ajudar as autoridades a agir com mais rapidez”, afirmou Masada.


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Três frentes de atuação global

A DCU funciona como um elo entre tecnologia, direito e segurança pública. O time reúne advogados, engenheiros, analistas forenses e especialistas em investigação digital, que trabalham em parceria com FBI, Europol, Interpol e outras agências.

Masada explicou que o trabalho da Digital Crimes Unit se divide em três grandes frentes:

  • Interromper infraestruturas usadas em ataques;
  • Dar suporte jurídico com mandados e ações civis,
  • Orientar empresas e governos em resposta a incidentes.

A ideia, segundo ele, é usar a combinação entre tecnologia, direito e estratégia para acelerar a resposta global ao cibercrime.

Além das ações técnicas, a equipe também rastreia fluxos financeiros ligados a atividades criminosas, acompanhando carteiras de criptomoedas e transações suspeitas. “O dinheiro ainda é a melhor pista para entender quem está por trás”, comentou.

Hoje, a DCU monitora centenas de grupos ativos e analisa bilhões de sinais de segurança por dia, coletados a partir de produtos como Windows, Azure e Xbox. Essa visibilidade, explica Masada, permite agir de forma preventiva, identificando quando um grupo começa a montar a base de um ataque e interrompendo a operação antes que chegue ao público.

Outra frente importante são as simulações de crise cibernética, conduzidas com empresas e parceiros em uma espécie de “sala de guerra” que recria ataques reais. O objetivo é testar respostas e preparar equipes para agir sob pressão. “A ideia é que todos tenham um plano”, resumiu. “Porque hoje, não é mais se você será alvo, é quando isso vai acontecer.”

Quando a IA é usada como arma

A segunda parte da visita foi comandada por Richard Domingues Boscovich, que nasceu no Brasil e hoje é advogado sênior da Digital Crimes Unit da Microsoft, onde atua na área jurídica de investigações digitais e combate ao cibercrime. Ele apresentou um caso real envolvendo o uso indevido de inteligência artificial generativa.

A investigação começou após a descoberta de milhares de imagens criadas por IA com conteúdo sexual e difamatório, muitas delas envolvendo figuras públicas e minorias.

Essas imagens circulavam em fóruns anônimos e eram geradas a partir de chaves de API expostas publicamente no GitHub, que permitiam o uso indevido de ferramentas da Microsoft.

“Foi como deixar a chave de casa caída no tapete da porta. Alguém viu, pegou e entrou”, contou Richard, ao mostrar os bastidores da investigação.

A equipe conseguiu rastrear os desenvolvedores responsáveis em países como Hong Kong, Irã, Reino Unido e Vietnã. O processo começou como uma ação civil ‘John Doe’, usada quando os responsáveis ainda não são identificados, e evoluiu para mandados judiciais internacionais após o cruzamento de dados técnicos e financeiros.

“Depois que foram desmascarados, ninguém mais quis fazer negócio com eles. Isso é um tipo de justiça que o submundo entende”, explicou Richard. A investigação também revelou acessos feitos por usuários curiosos, sem intenção criminosa, algo que, segundo Richard, exigiu discernimento da equipe.

“Não buscamos punir quem erra por ingenuidade. Nosso foco é quem lucra com o dano”, afirmou.

O trabalho invisível que mantém a internet de pé

O caso mostrou o lado menos visível da segurança digital: não apenas proteger sistemas da Microsoft, mas neutralizar o ecossistema criminoso que tenta explorá-los.

Desde 2008, a DCU atua como uma ponte entre tecnologia, direito e cooperação internacional e agora, com o avanço da IA generativa, o desafio é ainda maior. O que fazemos é limpar o ecossistema”, resumiu Richard. “Queremos tornar o crime digital um negócio cada vez mais difícil, caro e solitário.”

Masada reforçou que cada operação bem-sucedida serve como modelo para o setor. “Quando combatemos uma rede ou interrompemos um ataque, mostramos que é possível fazer justiça digital em escala global”, concluiu.

A visita mostrou um retrato claro da nova postura da Microsoftantecipar ameaças, agir de forma preventiva e usar a própria tecnologia como ferramenta de defesa. Uma estratégia que consolida segurança e ética digital como pilares da inovação, não mais complementos dela.

A jornalista viajou para Seattle a convite da Microsoft.

VÍDEO: Você SABE como proteger os dados do seu CELULAR?

Leia a matéria no Canaltech.

Fonte: Canaltech - Leia mais

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Como a Microsoft quer reinventar a segurança digital na era da IA https://diariotechnews.com.br/como-a-microsoft-quer-reinventar-a-seguranca-digital-na-era-da-ia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=como-a-microsoft-quer-reinventar-a-seguranca-digital-na-era-da-ia Fri, 07 Nov 2025 09:00:00 +0000 https://canaltech.com.br/seguranca/como-a-microsoft-quer-reinventar-a-seguranca-digital-na-era-da-ia/ Durante o Seattle Security Campus Tour, a Microsoft abriu as portas do seu campus em Redmond (EUA) para mostrar como inteligência artificial, dados e colaboração global estão moldando o futuro da segurança digital. Nova IA da Microsoft para gerar i...

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Durante o Seattle Security Campus Tour, a Microsoft abriu as portas do seu campus em Redmond (EUA) para mostrar como inteligência artificial, dados e colaboração global estão moldando o futuro da segurança digital.

“Se você não constrói confiança enquanto inova, as pessoas não vão usar o que você cria, mesmo que seja algo incrível”, afirmou Frank X. Shaw, Diretor de Comunicação Global da Microsoft, na abertura do evento.

Shaw explicou que segurança e confiança são pilares inseparáveis da estratégia da empresa. A fala introduziu o conceito do Secure Future Initiative (SFI), programa global lançado em 2023 que orienta como a Microsoft desenvolve produtos, treina funcionários e responde a incidentes.


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“A segurança é responsabilidade de cada pessoa aqui. É algo que fazemos todos os dias, por muito tempo”, disse.

O executivo contou um caso curioso: ao publicar um teste de código no GitHub, acidentalmente expôs um token interno e, em poucos segundos, recebeu um alerta automático do próprio sistema da Microsoft. “Eu basicamente me denunciei”, brincou. O episódio ilustra o avanço da automação na detecção de falhas humanas, um dos pilares do conceito de segurança por design.

Segurança começa no código

Na sequência, Vasu Jakkal, vice-presidente corporativa de Segurança, Compliance, Identidade e Privacidade, reforçou que a Microsoft quer que a segurança deixe de ser um produto e passe a ser parte da base de tudo que a empresa faz.

A executiva explicou que, todos os dias, a empresa processa mais de 100 trilhões de sinais de segurança vindos de dispositivos, sistemas, redes corporativas e plataformas em nuvem. Essas informações alimentam modelos de IA que ajudam a prever e bloquear ataques antes que eles se tornem incidentes reais.

“Para proteger uma IA que está em todo lugar e age de forma autônoma, a segurança também precisa estar em todo lugar”, afirmou Jakkal.

A SFI, segundo ela, representa a mobilização de 34 mil engenheiros e profissionais de segurança em torno da meta de criar uma IA segura desde a concepção. Isso envolve desde o design de software até a forma como os times são treinados internamente.

Hackeando a própria inteligência artificial

Se o discurso de Vasu Jakkal mostrou o lado estratégico, Tori Westerhoff, diretora de Operações do Red Team de IA, trouxe o olhar prático.

O time que ela lidera é responsável por “atacar” os próprios modelos de IA da Microsoft, simulando comportamentos maliciosos, injeções de prompt e vulnerabilidades em agentes generativos.

“O mais impressionante é que a IA ainda reage de formas imprevisíveis, mesmo para quem trabalha com ela todos os dias”, contou.

Westerhoff explicou que sua equipe cria cenários multilíngues e culturais, explorando como diferentes idiomas e contextos podem induzir o sistema a respostas inesperadas. “Nosso trabalho é pensar como um atacante, mas agir como um defensor”.

Ela destacou ainda que o avanço da IA ampliou o desafio ético da segurança: “Cada vez que o modelo aprende algo novo, ele também pode aprender a errar de formas diferentes”.

O papel da IA na proteção de dados

Encerrando o dia, Herain Oberoi, vice-presidente e gerente-geral de Segurança de Dados e IA, mostrou como a empresa está integrando as ferramentas Defender, Entra, Purview e Sentinel em uma única plataforma de defesa e colocando a inteligência artificial no centro dessa estrutura.

A ideia é criar um sistema de segurança end-to-end, que protege desde a identidade do usuário até o dado que alimenta um agente de IA. “A IA é tão boa quanto os dados que ela usa. E a segurança começa com entender quem tem acesso a quê, humanos ou agentes”, disse Oberoi.

Ele também defendeu que o futuro da segurança digital passa por um equilíbrio entre autonomia e responsabilidade humana: “Não é sobre substituir pessoas por IA, mas sobre usar IA para proteger as pessoas.”

Um novo tipo de defesa

O Security Campus Tout reforçou a nova visão sa Microsoft: a segurança não é mais um produto, é a base da inovação. “A segurança é o que nos permite criar, inovar e viver com liberdade”, resumiu Vasu Jakkal.

A jornalista viajou para Seattle a convite da Microsoft.

VÍDEO: Matar o Windows Phone foi um ERRO da Microsoft (e o que Apple e Snapdragon tem a ver com isso)

Leia a matéria no Canaltech.

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Adobe MAX 2025: James Gunn e criadores mostram que a criatividade é humana https://diariotechnews.com.br/adobe-max-2025-james-gunn-e-criadores-mostram-que-a-criatividade-e-humana/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=adobe-max-2025-james-gunn-e-criadores-mostram-que-a-criatividade-e-humana Wed, 29 Oct 2025 22:43:18 +0000 https://canaltech.com.br/mercado/adobe-max-2025-james-gunn-e-criadores-mostram-que-a-criatividade-e-humana/ O segundo dia do Adobe MAX 2025 foi dedicado a lembrar que, mesmo em um mundo impulsionado por inteligência artificial, a criatividade ainda é sobre pessoas. Adobe MAX 2025: Photoshop e Firefly ganham novos recursos de IA Adobe lança integração co...

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O segundo dia do Adobe MAX 2025 foi dedicado a lembrar que, mesmo em um mundo impulsionado por inteligência artificial, a criatividade ainda é sobre pessoas.

Três apresentações marcaram o segundo dia do evento: Brandon Baum, do StudioB; Mark Rober, engenheiro e criador de conteúdo; e o cineasta James Gunn, co-CEO da DC Studios, cada um mostrando, à sua maneira, que tecnologia e emoção caminham juntas quando o objetivo é criar algo que realmente conecta.

Ferramentas ampliam o olhar humano

A primeira demonstração do dia ficou a cargo de Brandon Baum, que mostrou na prática o que a nova geração do Firefly é capaz de fazer.
Entre imagens e sons gerados por IA, ele explicou que as ferramentas da Adobe estão evoluindo para entender o contexto criativo, acelerando tarefas repetitivas e permitindo que os criadores tenham mais tempo para o que realmente importa: a história que querem contar.


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Brandon reforçou que a tecnologia deve existir para libertar, não limitar.

Durante a fala, destacou que o Firefly e as novas integrações do Adobe Express permitem criar e ajustar vídeos, trilhas e visuais de forma mais rápida e intuitiva, mas que o resultado só tem valor quando parte de uma ideia genuína.

No telão, a frase “Tools don’t make stories. Storytellers do.” resumiu o espírito da apresentação. A mensagem é clara: as ferramentas não criam histórias; quem cria são as pessoas.

Mark Rober: o conteúdo que viraliza faz as pessoas sentirem algo

O ex-engenheiro da NASA e atual criador de conteúdo Mark Rober levou o público a pensar sobre o que faz um conteúdo viral se destacar.
Ele explicou que, embora exista muita técnica por trás de cada vídeo, o que realmente importa é gerar uma resposta emocional.

Segundo Rober, a diferença entre um vídeo que passa despercebido e um que movimenta milhões de visualizações é a capacidade de provocar uma reação visceral, seja curiosidade, espanto ou empatia.

“O bom conteúdo é aquele que faz as pessoas sentirem algo”, afirmou.

Rober contou que ama o momento em que entende como algo funciona e ainda mais o momento de compartilhar esse aprendizado com os outros. É esse sentimento, diz ele, que move seus projetos no YouTube: misturar ciência, humor e narrativa para ensinar de forma acessível.

Ele também falou sobre o papel da curiosidade como motor da criação.

“Quando a gente entende algo e se sente inspirado, quer passar isso adiante”, contou, destacando que o propósito de seu trabalho é usar a criatividade para ensinar e inspirar e que os vídeos que mais viralizam são os que conseguem despertar exatamente esse tipo de emoção no público.

James Gunn: criar é estar presente

Encerrando as apresentalções, James Gunn trouxe uma visão mais íntima sobre o processo criativo O diretor contou que sua relação com a criatividade está profundamente ligada ao estado de presença.

Segundo ele, é impossível criar algo verdadeiro quando a mente está dividida entre “fazer” e “julgar o que está fazendo”. “A criatividade só acontece quando você está totalmente presente”, disse Gunn.

Ele explicou que o segredo é se envolver por completo com o processo, sem medo do erro ou da imperfeição. Quando o criador se julga demais, interrompe o fluxo da imaginação.

Para Gunn, o momento da criação é quando ele se sente mais conectado e vivo e é ali que surge a autenticidade.

O diretor também comentou o papel da tecnologia no cinema, lembrando que efeitos visuais e ferramentas digitais são valiosos, mas devem servir à história, não roubar o protagonismo.

Ele reforçou que, ao longo da carreira, aprendeu a equilibrar o uso da tecnologia com soluções práticas e que o resultado mais forte vem sempre quando o foco é a emoção que o público vai sentir. “No fim, não é sobre ser perfeito. É sobre fazer as pessoas sentirem algo.”

O mesmo recado em três vozes

As falas de Brandon, Rober e Gunn se conectaram em um ponto central: a tecnologia é incrível, mas a essência da criação ainda é humana.

Seja no design, na ciência ou no cinema, a mensagem é a mesma: criar é sentir, errar, experimentar e se conectar.
E por mais que a IA se torne cada vez mais sofisticada, ela continua sendo uma extensão do olhar e da imaginação de quem a usa.

VÍDEO: O smartwatch que une design e funcionalidade: Amazfit Active 2 Square

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Adobe lança integração com YouTube Shorts e pacote de IA para criadores https://diariotechnews.com.br/adobe-lanca-integracao-com-youtube-shorts-e-pacote-de-ia-para-criadores/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=adobe-lanca-integracao-com-youtube-shorts-e-pacote-de-ia-para-criadores Tue, 28 Oct 2025 21:52:40 +0000 https://canaltech.com.br/apps/adobe-lanca-integracao-com-youtube-shorts-e-pacote-de-ia-para-criadores/ O Adobe MAX 2025 começou oficialmente em Los Angeles nesta terça-feira (28) com uma série de anúncios que reforçam a aposta da empresa em inteligência artificial generativa e integração entre suas principais ferramentas criativas.  Adobe MAX 2025: ...

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O Adobe MAX 2025 começou oficialmente em Los Angeles nesta terça-feira (28) com uma série de anúncios que reforçam a aposta da empresa em inteligência artificial generativa e integração entre suas principais ferramentas criativas

“Estamos vivendo uma era de transformação criativa, impulsionada pela IA. Nosso compromisso é garantir que essas tecnologias ampliem o potencial humano, e não o substituam”, afirmou Shantanu Narayen, CEO da Adobe, ao abrir o keynote.

Firefly ganha novos modelos e integração com Google DeepMind e OpenAI

O presidente de mídia digital da Adobe, David Wadhwani, anunciou a chegada do Firefly Image Model 5, com melhorias em qualidade de renderização, controle de luz e textura, além de um novo recurso de modelos personalizados (Custom Models) que permite treinar a IA com o estilo de cada criador ou marca.


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Uma das principais novidades é a integração entre Firefly e o Google DeepMind, revelada ao lado de Eli Collins, vice-presidente da divisão de IA do Google.

“Estamos trazendo nossos modelos para dentro do ecossistema Adobe, combinando a força da criatividade com a pesquisa em IA de ponta”, destacou Collins. Segundo ele, a parceria permitirá usar modelos como Gemini, Nano Banana e outros sistemas do DeepMind diretamente dentro das ferramentas da Adobe.

Wadhwani reforçou ainda que, até 1º de dezembro, usuários do Firefly Pro terão acesso a múltiplos modelos generativos, incluindo tecnologias da OpenAI, Google, Hugging Face e Runway, todos integrados na plataforma.

Premiere Pro e YouTube Shorts se conectam

Outra grande revelação foi a parceria entre a Adobe e o YouTube para aproximar a criação de vídeos curtos das ferramentas profissionais. O Premiere Mobile, nova versão simplificada do editor de vídeo da Adobe, agora permite criar, editar e publicar Shorts diretamente no YouTube.

“Queremos que os criadores possam editar e compartilhar vídeos onde quer que estejam”, afirmou Scott Silver, vice-presidente de engenharia do YouTube. O executivo destacou que a integração inclui modelos prontos, transições, trilhas sonoras automáticas e acesso direto às tendências da plataforma.

Lightroom, Illustrator e Express também ganham reforços de IA

As ferramentas criativas receberam atualizações focadas em automação e velocidade. O Lightroom ganhou um assistente de IA capaz de remover reflexos e distrações automaticamente e selecionar as melhores fotos de uma sessão com base em foco e enquadramento.

No Illustrator, a Adobe apresentou novos recursos de harmonização de cores e ajustes inteligentes de formas e vetores, além de melhorias em performance para quem trabalha com grandes volumes de dados gráficos.

Já o Adobe Express agora conta com AI Assistants que respondem a comandos de texto natural como “mudar a cor da roupa” ou “adicionar fundo animado”, tornando o processo de edição mais acessível.

Firefly cria trilhas sonoras automáticas

Uma das demonstrações mais comentadas foi o Generate Soundtrack, novo recurso que analisa o conteúdo de um vídeo e cria trilhas sonoras automáticas compatíveis com o ritmo e a emoção das cenas. O modelo também permite ajustar o estilo musical e a energia da música de forma instantânea.

Foco corporativo com o GenStudio

O keynote foi encerrado por Allison Blais, vice-presidente de estratégia da Adobe, que apresentou o GenStudio, plataforma voltada a empresas que buscam integrar IA generativa em campanhas e fluxos de marketing.

“O GenStudio une criação, produção e distribuição de conteúdo em um único ambiente, ajudando marcas a manter consistência e escala”, explicou.

O Canaltech viajou a convite da Adobe.

VÍDEO: Apple Airpods Pro 3 – o melhor ANC do mercado pode não agradar a todos [ANÁLISE/REVIEW]

Leia a matéria no Canaltech.

Fonte: Canaltech - Leia mais

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Adobe MAX 2025: Photoshop e Firefly ganham novos recursos de IA https://diariotechnews.com.br/adobe-max-2025-photoshop-e-firefly-ganham-novos-recursos-de-ia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=adobe-max-2025-photoshop-e-firefly-ganham-novos-recursos-de-ia Tue, 28 Oct 2025 09:00:00 +0000 https://canaltech.com.br/apps/adobe-max-2025-photoshop-e-firefly-ganham-novos-recursos-de-ia/ A Adobe apresentou uma nova geração de experiências criativas impulsionadas por inteligência artificial generativa no Firefly e no Photoshop durante o primeiro dia da Adobe MAX 2025, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Adobe Premiere ganha aplicati...

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A Adobe apresentou uma nova geração de experiências criativas impulsionadas por inteligência artificial generativa no Firefly e no Photoshop durante o primeiro dia da Adobe MAX 2025, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

As atualizações, que já estão disponíveis para o público, reforçam o compromisso da empresa em tornar os processos de criação mais rápidos, inteligentes e integrados, atendendo às necessidades de profissionais e criadores em múltiplas plataformas.

IA para áudio, vídeo e edição por comando de texto

Com o Firefly, a Adobe inaugura um novo destino para idear, criar, gerar e compartilhar conteúdo, integrando seus principais modelos de IA em uma única experiência.


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A plataforma agora oferece recursos avançados de áudio e vídeo, como Generate Speech (beta), Generate Soundtrack (beta) e o Firefly Video Editor (closed beta), além da nova função Prompt to Edit (beta), que permite ajustes contextuais precisos a partir de instruções em linguagem natural.

O Firefly Boards, lançado em setembro, foi apresentado na MAX como um dos produtos de destaque para criadores, enquanto o Firefly Creative Production passa a estar disponível também para indivíduos e equipes.

Photoshop com IA

No Photoshop, a Adobe revelou inovações que aceleram tarefas complexas e aprimoram a qualidade de edição com base em IA. Entre os novos recursos estão:

  • Harmonize (beta), que integra pessoas e objetos a qualquer fundo ajustando luz e cor automaticamente;
  • Generative Upscale, agora disponível globalmente (GA), amplia imagens com qualidade excepcional usando modelos da Topaz Labs;
  • um novo modelo de Generative Fill e Expand (beta), com resultados mais realistas em rostos, profundidade de campo e composições complexas.

O aplicativo também ganha novas camadas de ajuste (GA) para temperatura e matiz, otimizando o fluxo de trabalho em desktop.

Estratégia de integração entre desktop, web e mobile

Essas inovações fazem parte de um movimento mais amplo da Adobe para consolidar a plataforma Creative Cloud como o ecossistema criativo mais integrado do mercado. A empresa reforça sua estratégia de unir aplicações de desktop, web e mobile em torno de agentes inteligentes e fluxos conectados, simplificando etapas e oferecendo maior produtividade a profissionais e criadores.

“Estamos investindo em recursos que transformam fluxos de trabalho e permitem que nossos usuários explorem novas formas de criação. Na MAX 2025, mostramos como a inteligência artificial generativa pode ser uma aliada poderosa para inspirar, acelerar e elevar a qualidade do trabalho criativo”, afirma Vivian Kuppermann, gerente de marketing da Adobe.

Com as novidades apresentadas na MAX 2025, a Adobe reforça sua liderança em inovação criativa e seu compromisso em oferecer ferramentas que unem tecnologia, performance e criatividade, preparando o caminho para a próxima era da produção de conteúdo digital.

O Canaltech viajou a convite da Adobe.

VÍDEO: Apple Car e o fim do PROJETO TITAN de carro autônomo da empresa | Projetos cancelados da Apple

 

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3 golpes digitais mais comuns no Brasil, segundo o Google (e como se proteger) https://diariotechnews.com.br/3-golpes-digitais-mais-comuns-no-brasil-segundo-o-google-e-como-se-proteger/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=3-golpes-digitais-mais-comuns-no-brasil-segundo-o-google-e-como-se-proteger Fri, 19 Sep 2025 12:31:00 +0000 https://canaltech.com.br/seguranca/google-revela-os-3-golpes-digitais-mais-comuns-no-brasil-e-como-se-proteger/ Em um encontro com jornalistas em São Paulo, Sandra Joyce, VP de Inteligência de Ameaças do Google, explicou por que o Brasil virou terreno fértil para criminosos digitais.  Google revela como a IA está mudando o jogo da cibersegurança Como o MED ...

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Em um encontro com jornalistas em São Paulo, Sandra Joyce, VP de Inteligência de Ameaças do Google, explicou por que o Brasil virou terreno fértil para criminosos digitais

Segundo a executiva, o avanço de fintechs e criptomoedas também atraiu a atenção de golpistas.“Criminosos vão onde está o dinheiro. O Brasil é rico, moderno e digitalizado, e por isso se tornou um grande alvo”, afirmou.

E os dados confirmam a percepção: segundo o relatório M-Trends 2025, elaborado pela Mandiant (Google Cloud), o setor financeiro foi o mais visado globalmente em 2024, concentrando 17,4% dos ataques, seguido por tecnologia, governo e saúde.


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Os 3 ataques mais comuns

De acordo com a executiva, três tipos de ameaças estão no topo da lista no Brasil:

  • Ransomware e extorsão digital: sequestro de dados com pressão por resgates rápidos, muitas vezes atingindo hospitais;
  • Malware e infostealers (ladrões de informações digitais): softwares que roubam credenciais e informações pessoais, depois vendidos em fóruns clandestinos;
  • Golpes financeiros: fraudes ligadas a bancos, fintechs e criptoativos;

“O ecossistema do ransomware é muito organizado. Eles funcionam com taxas de comissão e até ‘atendimento ao cliente’ para negociar com as vítimas”, explicou Sandra. Ela revelou ainda que, em uma amostra acompanhada por sua equipe, metade das vítimas era brasileira.

Vazamentos de dados e spear phishing

Sandra apontou que os vazamentos de dados no país, muitos deles em órgãos governamentais, são combustível para ataques mais sofisticados.

“Quando criminosos têm acesso a endereços e nomes, conseguem montar spear phishing (fraude por e-mail personalizada) muito mais convincente. Por isso, não basta reagir: é preciso vigilância constante”, disse.

O relatório M-Trends mostra que, globalmente, credenciais roubadas já superaram o phishing como porta de entrada de ataques, 16% contra 14% em 2024. Já a exploração de falhas em sistemas segue no topo, responsável por 33% dos incidentes.

Ela recomendou o uso de autenticação multifator, chaves de segurança e gestão rápida de patches, ou seja, aplicar o quanto antes as atualizações de segurança em sistemas vulneráveis para corrigir falhas críticas.

A executiva também comparou o cenário com a saúde: “Assim como qualquer pessoa pode ficar doente, qualquer empresa pode ser atacada. Mas aquelas que têm boas práticas sofrem menos.”

Android fecha o cerco contra apps falsos

Outro ponto que Sandra destacou foi o reforço de segurança no Android, especialmente importante para o público brasileiro, que está entre os mais afetados por aplicativos falsos.

Segundo a executiva, o Google vai bloquear apps de desenvolvedores não confiáveis e criar novas barreiras contra a instalação de aplicativos fora da Play Store, os chamados APKs, muito usados em golpes digitais.

Ela classificou a medida como um “poderoso bloqueio” contra esse tipo de fraude. Para ilustrar, lembrou do caso da guerra na Ucrânia, quando hackers criaram um aplicativo falso de alerta de mísseis que, na verdade, funcionava como spyware para espionar usuários.

Como se proteger no dia a dia

Nenhuma empresa ou usuário está imune, mas práticas básicas podem reduzir bastante o risco. Entre as recomendações da executiva estão:

  • Adotar soluções modernas de segurança em todos os dispositivos
  • Simular ataques e treinar equipes
  • Manter softwares sempre atualizados
  • Segurança desde o design, ou seja, projetar sistemas já com proteções embutidas, em vez de adicionar medidas de forma superficial apenas para cumprir uma lista de requisitos

Para Sandra, “essa corrida vai continuar. Todas as empresas podem ser atacadas, mas aquelas que têm boas práticas sofrem menos. Não se trata apenas de reagir: é preciso estar um passo à frente, porque os criminosos estão sempre inovando”, concluiu.

VÍDEO: Android 16, VALE A PENA atualizar seu celular?

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Fonte: Canaltech - Leia mais

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Google revela como a IA está mudando o jogo da cibersegurança https://diariotechnews.com.br/google-revela-como-a-ia-esta-mudando-o-jogo-da-ciberseguranca/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=google-revela-como-a-ia-esta-mudando-o-jogo-da-ciberseguranca Thu, 18 Sep 2025 14:48:24 +0000 https://canaltech.com.br/seguranca/google-revela-como-a-ia-esta-mudando-o-jogo-da-ciberseguranca/ A inteligência artificial deixou de ser apenas promessa de inovação. Para o Google, ela já é o campo de batalha da cibersegurança. Em encontro com jornalistas em São Paulo, Sandra Joyce, Vice-Presidente de Inteligência de Ameaças do Google, foi direta...

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A inteligência artificial deixou de ser apenas promessa de inovação. Para o Google, ela já é o campo de batalha da cibersegurança. Em encontro com jornalistas em São Paulo, Sandra Joyce, Vice-Presidente de Inteligência de Ameaças do Google, foi direta: “A inteligência artificial é hoje tanto uma ferramenta de defesa quanto uma arma poderosa para atacantes.”

Phishing perfeito, vishing e deepfakes

A executiva explicou que grupos criminosos já usam IA para refinar ataques digitais. O que antes era um e-mail mal escrito hoje pode parecer uma mensagem legítima. A IA já mudou a escala e a sofisticação dos ataques”, afirmou.

Entre os exemplos estão:


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  • Phishing praticamente sem falhas, com gramática correta e mensagens personalizadas
  • Deepfakes convincentes, como o vídeo falso do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky durante a guerra
  • Golpes de vishing (fraudes por voz) cada vez mais realistas
  • Criação de código malicioso em minutos e uso da tecnologia para acelerar a engenharia social.

Como o Google usa IA na defesa

Se criminosos usam IA para atacar, o Google aposta na tecnologia para proteger. Segundo Sandra, modelos já permitem:

  • Reverter malware em minutos, quando antes levava horas
  • Detectar vulnerabilidades críticas antes de exploradas
  • Analisar contratos inteligentes e abusos em criptoativos
  • Produzir relatórios de inteligência mais completos e ágeis

“Nosso objetivo é estar sempre à frente, projetando segurança desde o design e não apenas reagindo a incidentes”, disse. Ela lembrou ainda da parceria com do DeepMind e com o Project Zero, equipe que atua para identificar falhas graves antes de criminosos.

Ransomware: o crime que virou negócio

Outro ponto citado foi o crescimento dos grupos de ransomware, que sequestram dados e pressionam vítimas por resgates.Sandra descreveu esse ecossistema como altamente organizado, com divisão de funções, taxas de comissão e até “atendimento ao cliente” para negociar.

“É a sua empresa contra todo um ecossistema. É um espaço muito lucrativo”, afirmou.

Segundo ela, há casos em que, após fechar uma operação criminosa, o grupo se renomeia e volta a atuar, aumentando a resiliência do modelo.

Para Sandra, a disputa está apenas começando. “Essa corrida vai continuar. Criminosos estão usando IA para descobrir falhas mais rápido, e cabe aos defensores garantir que a tecnologia seja usada para nos manter seguros”, concluiu.

O futuro do trabalho em IA e segurança

Apesar do cenário desafiador, Sandra vê a IA também como motor de oportunidades. Assim como a internet criou novas funções, a inteligência artificial deve transformar o mercado de trabalho em segurança digital.

“A inteligência artificial vai criar funções que ainda nem conhecemos. O mínimo que um profissional precisará saber é o básico de IA”, disse. Ela lembrou ainda que o Gemini, chatbot de IA do Google, já é o app mais baixado da Play Store, um sinal da velocidade de adoção.

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Fonte: Canaltech - Leia mais

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Como Gol Linhas Aéreas e Outback transformam clientes em fãs https://diariotechnews.com.br/como-gol-linhas-aereas-e-outback-transformam-clientes-em-fas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=como-gol-linhas-aereas-e-outback-transformam-clientes-em-fas Thu, 11 Sep 2025 14:28:47 +0000 https://canaltech.com.br/mercado/como-gol-linhas-aereas-e-outback-transformam-clientes-em-fas/ A Gol Linhas Aéreas e o Outback têm algo em comum, além da popularidade no Brasil: ambas as marcas investem pesado na experiência do cliente para transformar consumidores em verdadeiros fãs. O futuro do CX: como unir inteligência artificial e conex...

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A Gol Linhas Aéreas e o Outback têm algo em comum, além da popularidade no Brasil: ambas as marcas investem pesado na experiência do cliente para transformar consumidores em verdadeiros fãs.

Durante uma conversa no Podcast Canaltech em parceria com a Zendesk, Mauro Ciotto, gerente de experiência do cliente na Bold (grupo que comanda Outback, Abbraccio e Aussie), e Luiz Borrego, CIO e líder de inovação da Gol, compartilharam os bastidores dessas estratégias.

Ouça o episódio completo:


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Outback: hospitalidade que vai além da refeição

Para Mauro Ciotto, o Outback e as demais marcas do grupo não são apenas restaurantes, mas empresas de hospitalidade. O conceito está presente tanto no atendimento presencial quanto no delivery.

Um exemplo foi a parceria com o MasterChef: o prato vencedor de uma das etapas do programa foi levado ao cardápio e encantou os consumidores.

Mais recentemente, no reality Chefe de Alto Nível, a marca elevou o desafio. O Outback criou uma prova específica no programa, e o prato vencedor entrou no cardápio já no dia seguinte à exibição do episódio. “Normalmente planejamos novidades com até um ano de antecedência, mas nesse caso foi tudo em tempo recorde, para que o cliente pudesse experimentar o prato logo depois de vê-lo na TV”, explicou Ciotto.

A tecnologia também tem papel central: a integração de canais digitais e redes sociais permite captar feedbacks em tempo real e ajustar decisões de marketing e relacionamento. “Usamos dados de diferentes plataformas para entender expectativas e transformar insights em ações rápidas”, destacou.

Outro diferencial é a experiência pet friendly, que tornou algumas unidades referência para quem não abre mão de levar o animal de estimação. Reformas estruturais e acessos exclusivos foram criados para garantir conforto tanto para clientes quanto para pets.

Gol: conveniência e personalização como prioridade

Na Gol, o desafio é ainda maior: atender cerca de 30 milhões de passageiros por ano sem perder o cuidado individual. Para Luiz Borrego, a chave está na conveniência. “Não adianta oferecer atendimento só em horário comercial. O cliente pode precisar de suporte às três da manhã, e temos que estar lá”, explicou.

Por trás dessa experiência estão mais de 350 sistemas, desde cálculos de combustível até plataformas de atendimento digital. O segredo está em cruzar os dados de diferentes áreas para gerar personalização. “Quando o cliente liga depois de um erro no site, precisamos ter esse contexto em mãos para resolver rápido”, afirmou.

A Gol também tem avançado em acessibilidade, com soluções como escadas adaptadas para passageiros com mobilidade reduzida em aeroportos sem finger (aquelas passarelas que ligam diretamente o terminal ao avião). Além disso, vem testando recursos de inteligência artificial para buscas mais inteligentes como sugestões de destinos baseadas em clima e disponibilidade de voos.

Borrego aponta ainda para o futuro: jornadas cada vez mais conversacionais, feitas por voz ou chat, em que o passageiro possa resolver tudo sem precisar navegar por menus complexos. A companhia já deu passos nesse sentido com a funcionalidade de live active, que mostra informações do voo direto na tela de bloqueio do celular.

Clientes no centro da estratégia

Tanto Gol quanto Outback demonstram que transformar clientes em fãs exige mais do que bons produtos ou serviços: é preciso unir hospitalidade, tecnologia e agilidade para criar experiências memoráveis.

Enquanto o Outback reforça a ideia de comemoração e proximidade em cada visita, a Gol aposta em conveniência e personalização para facilitar a vida de milhões de passageiros. Em comum, as duas marcas mostram que ouvir o cliente e agir rápido pode ser o maior diferencial competitivo.

VÍDEO: Sua internet está lenta? DESCUBRA o porquê!

Leia a matéria no Canaltech.

Fonte: Canaltech - Leia mais

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iGotUp faz lançamento oficial no Brasil com scooters e acessórios premium https://diariotechnews.com.br/igotup-faz-lancamento-oficial-no-brasil-com-scooters-e-acessorios-premium/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=igotup-faz-lancamento-oficial-no-brasil-com-scooters-e-acessorios-premium Fri, 05 Sep 2025 20:13:58 +0000 https://canaltech.com.br/produtos/igotup-faz-lancamento-oficial-no-brasil-com-scooters-e-acessorios-premium/ A iGotUp realizou no dia 3 de setembro, em Porto Alegre (RS), o lançamento oficial da marca no Brasil. O evento, realizado no Grêmio Náutico União, apresentou a proposta da holding de unir mobilidade elétrica e tecnologia digital em um ecossistema de ...

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A iGotUp realizou no dia 3 de setembro, em Porto Alegre (RS), o lançamento oficial da marca no Brasil. O evento, realizado no Grêmio Náutico União, apresentou a proposta da holding de unir mobilidade elétrica e tecnologia digital em um ecossistema de produtos inovadores.

Em entrevista ao Canaltech, Fernando Wagner, fundador da iGotUp no Brasil, destacou os diferenciais das scooters elétricas, a aposta em acessórios premium e os planos de expansão da marca no país.

Scooters elétricas com acessibilidade e inovação

Durante o evento, a marca apresentou uma linha completa de scooters elétricas que promete transformar a forma como os brasileiros se locomovem. Os modelos foram projetados para oferecer agilidade, estilo e sustentabilidade, com preços acessíveis e tecnologia de ponta.


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A linha conta com versões que variam entre 350W e 1.000W de potência, autonomia de 40 km a 80 km por carga e velocidades que podem chegar a 80 km/h nos modelos topo de linha. Segundo a iGotUp, alguns modelos não exigem CNH para circulação, ampliando o acesso à mobilidade elétrica.

O grande destaque é a bateria de grafeno, material mais eficiente que o lítio tradicional, capaz de armazenar energia com mais rapidez e durabilidade. Segundo a iGotUp, ela permite recarga em apenas 45 minutos e autonomia para um dia inteiro de uso.

“Imagina você ter uma moto elétrica, poder carregar em 45 minutos e sair com ela o dia todo. É algo comparável a carregar o celular”, explica Wagner. 

Ecossistema além da mobilidade

Mais do que scooters, a iGotUp aposta em um ecossistema de produtos tecnológicos que acompanha o estilo de vida conectado do consumidor.

Entre os lançamentos estão os óculos inteligentes iGotUp Glass AI, com câmera HD e inteligência artificial integrada, os fones de ouvido UP Beats PRO com cancelamento de ruído, além de power banks, cabos premium e capinhas.

“Hoje o consumidor usa tudo isso no dia a dia. Queremos ser uma marca que realmente entrega diferença”, afirma o fundador da iGotUp.

Lançamento iGotUp
Lançamento iGotUp (iGotUp)
Lançamento iGotUp
Lançamento iGotUp (iGotUp)
Lançamento iGotUp
Lançamento iGotUp (iGotUp)
Lançamento iGotUp
Lançamento iGotUp (iGotUp)
Lançamento iGotUp
Lançamento iGotUp (iGotUp)
Lançamento iGotUp
Lançamento iGotUp (iGotUp)
Lançamento iGotUp
Lançamento iGotUp (Fernanda Santos)
Lançamento iGotUp
Lançamento iGotUp (Fernanda Santos)
Lançamento iGotUp
Lançamento iGotUp (Fernanda Santos)
Lançamento iGotUp
Lançamento iGotUp (Fernanda Santos)
Lançamento iGotUp
Lançamento iGotUp (Fernanda Santos)
Lançamento iGotUp
Lançamento iGotUp (Fernanda Santos)
Lançamento iGotUp
Lançamento iGotUp (Fernanda Santos)
Lançamento iGotUp
Lançamento iGotUp (Fernanda Santos)
Lançamento iGotUp
Lançamento iGotUp (Fernanda Santos)
Lançamento iGotUp
Lançamento iGotUp (Fernanda Santos)
Lançamento iGotUp
Lançamento iGotUp (Fernanda Santos)
Lançamento iGotUp
Lançamento iGotUp (Fernanda Santos)

Expansão nacional e modelo de negócios

Depois de estrear em cidades como Erechim (RS) e abrir operação na Bahia, a iGotUp inaugurou em Porto Alegre mais uma unidade de sua rede, que já conta com 15 pontos de atendimento espalhados pelo país. Atualmente, a marca está presente na Bahia, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com novas lojas previstas para os próximos meses.

Diferente do modelo tradicional de franquias, a iGotUp aposta em parcerias sem cobrança de royalties, permitindo que novos parceiros entrem no negócio com uma compra inicial de produtos.

“A ideia não é focar no lucro em cima da franquia, mas sim criar um ecossistema que realmente funcione para atender os consumidores em cada cidade”, ressalta o fundador. 

Experiência do consumidor

Outro diferencial da iGotUp é a atenção ao atendimento. O suporte é feito diretamente pela empresa, sem terceirização, e a promessa é de respostas em menos de três minutos via WhatsApp. Essa proximidade, segundo Wagner, garante mais qualidade e confiança ao consumidor.

Olhar para o futuro

Com mais de um ano e meio de preparação até o lançamento oficial, a iGotUp planeja crescer nacionalmente e se consolidar como referência em inovação.

“A iGotUp vai ser lembrada como revolução constante. Não estamos buscando apenas lançar produtos, mas criar soluções que deem acesso à qualidade que muitas vezes só existe fora do Brasil”, conclui.

VÍDEO: Lançamento iGotUp | Conheça a marca que une mobilidade elétrica e tecnologia digital

Leia a matéria no Canaltech.

Fonte: Canaltech - Leia mais

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O futuro do CX: como unir inteligência artificial e conexão humana https://diariotechnews.com.br/o-futuro-do-cx-como-unir-inteligencia-artificial-e-conexao-humana/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-futuro-do-cx-como-unir-inteligencia-artificial-e-conexao-humana Fri, 05 Sep 2025 19:04:00 +0000 https://canaltech.com.br/mercado/o-futuro-do-cx-como-unir-inteligencia-artificial-e-conexao-humana/ A inteligência artificial (IA) já faz parte do dia a dia das empresas, mas ainda desperta sentimentos mistos: fascínio pelas possibilidades e receio de perder o lado humano.  Zendesk Showcase discute experiência de clientes com o poder da IA Zende...

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A inteligência artificial (IA) já faz parte do dia a dia das empresas, mas ainda desperta sentimentos mistos: fascínio pelas possibilidades e receio de perder o lado humano

Para Walter Hildebrandi, CTO da Zendesk na América Latina e Rafael Lameirão, Vice-Presidente de Vendas no Brasil, esse é um movimento natural.“Estamos no momento de ganhar confiança. O futuro do atendimento será híbrido, unindo tecnologia e pessoas. A verdadeira inteligência está em saber onde termina o papel da máquina e onde começa o das pessoas”, disse Hildebrandi. 

Até 80% das interações podem ser resolvidas por IA de forma rápida e eficiente, segundo Hildebrandi. Mas os 20% a 30% mais complexos exigem cuidado humano, especialmente em casos sensíveis ou quando o cliente já buscou diferentes canais


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“É nesse momento que a empatia faz diferença e resolve o problema de forma ágil”, destacou.

Ouça a entrevista completa com os executivos da Zendesk no Podcast Canaltech:

Transparência e personalização

Um dos pontos de destaque na evolução da IA no atendimento é o que a Zendesk chama de Reasoning Control, ou “controle de raciocínio”. A ideia é simples: mostrar de forma clara porque a IA tomou determinada decisão ou deu certa resposta.

Para os executivos, isso aumenta a confiança das empresas, garante segurança e permite ajustes quando necessário. Além disso, os chatbots precisam falar a língua de cada marca, não existe um modelo único que funcione para todas

“A identidade da empresa deve estar presente em cada interação, seja com respostas completas ou até no uso de emojis”, comentou Lameirão.

Setores mais avançados

O varejo aparece como um dos setores mais avançados na adoção de IA para Customer Experience. A alta concorrência e o grande volume de atendimentos tornam a tecnologia especialmente valiosa, reduzindo custos e otimizando processos. 

“Pequenos ganhos de tempo no dia a dia se transformam em grande economia no mês”, explicou Hildebrandi.

IA como aliada, não substituta

Apesar da automação, os executivos reforçam que a IA não deve ser vista como substituta de profissionais. Pelo contrário: ela libera as equipes para inovar e tocar projetos que antes ficavam engavetados. 

“Sempre ouvimos das empresas que falta gente para executar. A IA ajuda a desafogar esse backlog e melhora a qualidade dos processos”, disse Lameirão.

Agilidade brasileira na adoção

Um diferencial observado no Brasil é a rapidez na implementação das soluções. Empresas locais conseguiram colocar ferramentas de IA em operação em poucas semanas, o que, segundo os executivos, ajuda a desmistificar a tecnologia e estimula outras organizações a adotarem

“Talvez pelo arrojo, o brasileiro tende a dar o primeiro passo mais rápido, o que acelera a curva de aprendizado”, concluiu Hildebrandi.

VÍDEO: Dreamforce: um passeio pelo maior evento de software do mundo

Leia a matéria no Canaltech.

Fonte: Canaltech - Leia mais

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