Jaqueline Sousa › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br Suas notícias diárias em alta de tecnologia! Tue, 02 Dec 2025 22:45:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://diariotechnews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-miniatura-site-32x32.png Jaqueline Sousa › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br 32 32 God of War: série da Amazon confirma duas temporadas e diretor de The Boys https://diariotechnews.com.br/god-of-war-serie-da-amazon-confirma-duas-temporadas-e-diretor-de-the-boys/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=god-of-war-serie-da-amazon-confirma-duas-temporadas-e-diretor-de-the-boys Tue, 02 Dec 2025 22:45:00 +0000 https://canaltech.com.br/games/god-of-war-serie-da-amazon-confirma-duas-temporadas-e-diretor-de-the-boys/ A adaptação de God of War para as telinhas está tomando forma: a Amazon deu sinal verde para o desenvolvimento de duas temporadas da série, confirmando também Frederick E.O. Toye (The Boys, Fallout) como o diretor dos dois primeiros episódios. Agor...

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A adaptação de God of War para as telinhas está tomando forma: a Amazon deu sinal verde para o desenvolvimento de duas temporadas da série, confirmando também Frederick E.O. Toye (The Boys, Fallout) como o diretor dos dois primeiros episódios.

Desenvolvido em parceria com a Sony Pictures Television, o programa foi anunciado em dezembro de 2022, mas só ganhou força em 2024 após reestruturações na equipe criativa. Agora sob comando do showrunner Ronald D. Moore, conhecido por seu trabalho nas séries Battlestar Galactica e For All Mankind, a adaptação parece, enfim, estar saindo do papel.

Segundo informações do Deadline, a série de God of War está em pré-produção em Vancouver, no Canadá, e a seleção de nomes para o elenco também já começou. A expectativa é que as gravações comecem em março de 2026.


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Como será a adaptação de God of War no Prime Video?

Por ainda estar em fase inicial de produção, detalhes sobre a adaptação de God of War para série de TV ainda são escassos. No entanto, algumas informações podem ajudar os fãs a imaginarem o que esperar do programa, como qual game da franquia vai servir como inspiração.

Série de God of War no Prime Video tem duas temporadas confirmadas (Imagem: Divulgação/Sony).

Pelo que foi previamente divulgado, a série vai adaptar a história de Kratos usando como base elementos dos jogos God of War (2018) e God of War Ragnarök (2022). Isso sugere que a produção do Prime Video deve mergulhar na fase nórdica da franquia ao invés de focar na mitologia grega dos jogos originais.

A descrição oficial da série diz ainda que a trama vai narrar “uma história de pai e filho”, acompanhando a jornada de Kratos e Atreus para “espalhar as cinzas da esposa e mãe, Faye”. O enredo ainda deve seguir as aventuras da dupla, assim como os desafios enfrentados por eles.

Quem vai interpretar Kratos na série?

Para a tristeza dos fãs ansiosos, o nome que dará vida ao icônico Kratos ainda não foi revelado pela Amazon. Mas, como a seleção de elenco está acontecendo neste momento, é possível que novas informações sobre o assunto sejam reveladas em breve.

Intérprete de Kratos na série ainda não foi revelado (Imagem: Divulgação/Sony).

Por outro lado, enquanto a oficialização não ocorre, muita gente anda especulando sobre quais atores poderiam interpretar o personagem na série de TV. Alguns dos nomes cotados são Dave Bautista (Guardiões da Galáxia), Travis Fimmel (Vikings) e Christopher Judge, o dublador de Kratos nos jogos da franquia.

Vale mencionar ainda que a série de God of War não tem previsão de lançamento, tampouco astros confirmados no elenco.

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O que é um ataque DDoS? Entenda técnica usada contra deputados do PL Antiaborto https://diariotechnews.com.br/o-que-e-um-ataque-ddos-entenda-tecnica-usada-contra-deputados-do-pl-antiaborto/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-que-e-um-ataque-ddos-entenda-tecnica-usada-contra-deputados-do-pl-antiaborto Tue, 02 Dec 2025 19:40:44 +0000 https://canaltech.com.br/seguranca/o-que-e-um-ataque-ddos-entenda-tecnica-usada-contra-deputados-do-pl-antiaborto/ A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (2) uma operação destinada às investigações de ataques digitais contra deputados que se manifestaram a favor de um projeto de lei conhecido como PL Antiaborto (PL 1904/2024). Você faz parte de uma ...

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A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (2) uma operação destinada às investigações de ataques digitais contra deputados que se manifestaram a favor de um projeto de lei conhecido como PL Antiaborto (PL 1904/2024).

Chamada de Operação Intolerans, a ação analisa o que está por trás do ataque de Negação de Serviço Distribuída (DDoS) que afetou sites dos parlamentares Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Bia Kicis (PL-DF), Alexandre Ramagem (PL-RJ) e Paulo Bilynsky (PL-SP).

Até o momento, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo (SP) e Curitiba (PR). A operação também conta com o apoio de autoridades internacionais, e as investigações devem continuar até que todos os envolvidos sejam identificados.


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De acordo com a PF, o caso envolveu “instabilidade e períodos de indisponibilidade” nas páginas após “ataques coordenados”, que afetaram a comunicação institucional e a atuação legislativa dos deputados.

Mas como exatamente os cibercriminosos conseguem tirar sites do ar usando um ataque DDoS? O Canaltech explica tudo que você precisa saber sobre esse tipo de ciberataque, suas motivações e consequências.

O que são ataques DDoS (Negação de Serviço)?

Do inglês Distributed Denial of Service, um ataque do tipo Negação de Serviço Distribuída, ou apenas DDoS, ocorre quando um servidor, site ou rede é sobrecarregado com tráfego malicioso que vem de diferentes fontes, tornando o acesso indisponível para usuários legítimos.

Em outras palavras, imagine que você quer entrar em uma loja para comprar um presente para a sua mãe. O problema é que o estabelecimento possui apenas uma porta de entrada, e há cerca de 500 pessoas tentando entrar ao mesmo tempo apenas para dar aquela olhadinha sem a real intenção de gastar dinheiro.

Um ataque DDoS ocorre quando um site ou servidor é sobrecarregado com tráfego malicioso (Imagem: Reprodução/Avast).

O que acontece é que quem realmente queria entrar para comprar (ou seja, você) não consegue sequer pisar o pé dentro da loja, porque existe um bloqueio na porta impedindo o acesso. É basicamente isso que ocorre durante um ataque DDoS.

No caso envolvendo os parlamentares do PL Antiaborto, o site dos deputados ficaram “entupidos” de tráfego falso, o que resultou no travamento do servidor. Não houve necessariamente uma invasão ou roubo de dados, mas uma espécie de saturação que provocou instabilidade no acesso.

Como o ataque DDoS é coordenado?

Agora que você já entendeu o que é um ataque DDoS, chegou o momento de compreender como ele é coordenado. Para começar, vale ter em mente que um ataque desse tipo não ocorre a partir de um único computador, mas sim de milhares de dispositivos. Isso dificulta a possibilidade de bloqueio durante a ação criminosa.

Na prática, é como se um computador mestre gerenciasse uma série de outros computadores e aparelhos naquilo que chamamos de botnet. Juntando as palavras “robô” e “rede”, uma botnet reúne diversos dispositivos infectados por malware, controlados remotamente como se fossem zumbis.

Um ataque DDoS é coordenado por meio de uma botnet (Imagem: Bill Toulas/BleepingComputer).

Geralmente, os cibercriminosos infectam roteadores, dispositivos IoT (como câmeras) e servidores de pessoas comuns, sem que elas saibam que suas máquinas estão sendo usadas na criação de um exército.

Logo, assim que um comando é dado pelo hacker por trás do ataque, todos os aparelhos zumbificados realizam, em conjunto, uma ação coordenada e ininterrupta contra a vítima (no caso do PL Antiaborto, foram os sites dos parlamentares) para sobrecarregar o servidor.

Por que atacar?

Você pode estar se perguntando qual era o objetivo dos hackers que orquestraram o ataque DDoS contra os portais dos deputados federais. Enquanto as investigações da PF continuam, é seguro dizer que existe uma motivação ideológica e política por trás desse ciberataque, principalmente por causa do PL em questão.

Isso porque o PL Antiaborto vem gerando bastante polêmica desde que a Câmara dos Deputados aprovou, no último mês, um projeto de lei que dificulta a realização e abortos legais em crianças e adolescentes que foram vítimas de violência sexual.

A proposta equipara o aborto ao homicídio quando realizado após 22 semanas de gestação, incluindo casos de estupro, e altera quatro artigos do Código Penal. Encaminhado para análise no Senado, o PL prevê pena de 6 a 20 anos de prisão.

Diante desse cenário, entende-se que o ataque DDoS contra os parlamentares que demonstraram apoio ao polêmico projeto de lei se diferencia de um simples ataque financeiro, como vemos, por exemplo, em ataques de ransomware, quando criminosos bloqueiam o acesso da vítima a sistemas para exigir um resgate em dinheiro para devolvê-lo.

O ataque DDoS contra sites de parlamentares pode ser uma ação de hacktivismo (Imagem: Envato/oneinchpunchphotos).

O que ocorre com o caso do PL Antiaborto, na verdade, é um tipo de hacktivismo, quando hackers violam sistemas de segurança governamentais e institucionais a partir de motivações sociopolíticas. Assim, considerando o apoio que os deputados demonstraram ao projeto, o ataque surge como uma forma de protesto ao posicionamento deles, silenciando ou interrompendo a comunicação institucional como forma de repúdio.

Até mesmo o nome da operação liderada pela PF tem relação direta com essa motivação. Chamada de Operação Intolerans (Operação Intolerância, em bom português), o termo “intolerans” simboliza a reação extrema contra os parlamentares diante do caso.

Impacto real: o que aconteceu com os sites?

A PF identificou períodos de indisponibilidade e instabilidade nos sites dos deputados afetados pelo ataque DDoS, embora dados não tenham sido roubados. Mas o que isso realmente provocou, então?

Ao sobrecarregar os servidores, os hackers conseguiram impedir a comunicação oficial desses parlamentares. Isso significa que, se alguém buscou algum tipo de informação sobre o PL ou mandatos nos sites, acabou encontrando o site fora do ar.

Você pode até pensar: “bom, pelo menos foi somente uma indisponibilidade momentânea ao invés de um vazamento de dados sensíveis”. Contudo, existe uma ocorrência grave nesse ataque no que diz respeito à atuação legislativa, conforme citada pela PF.

No universo digital, tirar um site político do ar é a mesma coisa de fechar o gabinete dele à força. Logo, independentemente das opiniões políticas, a ação impede o exercício político, dificultando o acesso de informações e até mesmo a atividade legal.

Embora pareça um “protesto virtual”, ataque contra sites de deputados é investigado pela PF (Imagem: Reprodução/CL9).

Sem contar que, embora pareça apenas um “protesto virtual”, o que ocorreu no caso do ataque DDoS pode ser considerado um crime tipificado de invasão de dispositivo informático e interrupção de serviço. A PF, inclusive, está rastreando os endereços IPs dos envolvidos no ataque, o que prova que o anonimato na rede não é completamente absoluto.

Com informações: Polícia Federal

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Malware para Android mira apps bancários e permite fraudes em tempo real https://diariotechnews.com.br/malware-para-android-mira-apps-bancarios-e-permite-fraudes-em-tempo-real/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=malware-para-android-mira-apps-bancarios-e-permite-fraudes-em-tempo-real Tue, 02 Dec 2025 18:25:00 +0000 https://canaltech.com.br/seguranca/malware-para-android-mira-apps-bancarios-e-permite-fraudes-em-tempo-real/ A identificação de um novo malware para Android acendeu um alerta nos especialistas. Chamado “Albiriox”, o software malicioso é um modelo MaaS que permite fraudes sofisticadas em tempo real usando dados bancários das vítimas. Nem a autenticação de ...

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A identificação de um novo malware para Android acendeu um alerta nos especialistas. Chamado “Albiriox”, o software malicioso é um modelo MaaS que permite fraudes sofisticadas em tempo real usando dados bancários das vítimas.

Identificado em fóruns de cibercrime de língua russa pela Cleafy, o Albiriox conta com recursos avançados que, uma vez dentro dos dispositivos, consegue manipular a tela de maneira automatizada e imperceptível.

Além disso, o vírus ainda vem com uma lista pré-programada com informações de mais de 400 aplicativos visados, a grande maioria voltada para finanças, como apps bancários, carteiras de criptomoedas, processadores de pagamento e fintechs no geral.


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Campanha em evolução

Detectado originalmente por volta de setembro deste ano, o malware circula pelo mercado clandestino em fase inicial de desenvolvimento, embora já apresente ferramentas sofisticadas para fazer o máximo de vítimas possíveis.

Malware para Android possibilita fraudes sofisticadas remotamente (Imagem: Reprodução/ExpressVPN).

Pelo que se sabe até o momento, os hackers usam um código malicioso que, ao incorporar um módulo de acesso remoto baseado em VNC, consegue manipular diretamente os dispositivos infectados, usando um sistema de sobreposição para roubar as credenciais dos usuários.

Nas primeiras campanhas, foi observado que o Albiriox mirava indivíduos austríacos usando uma simples tática de phishing: o envio de mensagens SMS com links encurtados. Assim que o usuário clicava no link, ele era redirecionado para baixar um aplicativo falso chamado Penny Market, que supostamente estava na Google Play Store.

Acreditando na legitimidade da loja de apps, a vítima seguia o passo a passo sem saber que, na verdade, estava baixando um dropper APK controlado pelos servidores ilegais.

Ao longo da operação, o modus operandi sofreu algumas modificações, com o malware chegando aos dispositivos Android a partir de uma página que exigia que os usuários inserissem o número do celular para receber o link por WhatsApp.

Controle remoto em tempo real

Com uma lista pré-programada, o Albiriox sabe exatamente quais aplicativos ele deve atacar depois de infectar um dispositivo. Com essas informações armazenadas, o malware consegue coletar informações bancárias dos usuários a partir da ativação das sobreposições, reconhecendo os apps para invadi-los.

Cibercriminosos conseguem roubar dados bancários dos usuários com malware que permite acesso remoto em tempo real (Imagem: Mika Baumeister/Unsplash).

Além disso, o software malicioso foi configurado para controlar o aparelho em tempo real com uma automação da interface e funções que facilitam a fraude, como extração de senhas, manipulação das ferramentas de acessibilidade e recursos de ocultação. Dessa maneira, os cibercriminosos conseguem assumir o controle do dispositivo de maneira remota, coletando dados das vítimas sem que elas percebam.

O relatório da Cleafy ainda aponta para a capacidade do malware em burlar métodos tradicionais de autenticação e detecção de fraudes. Isso porque o vírus consegue operar diretamente em uma sessão legítima do usuário, dificultando ainda mais a identificação dos crimes.

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Evil twin: Hacker pega 7 anos de cadeia por criar Wi-Fi falso em voos https://diariotechnews.com.br/evil-twin-hacker-pega-7-anos-de-cadeia-por-criar-wi-fi-falso-em-voos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=evil-twin-hacker-pega-7-anos-de-cadeia-por-criar-wi-fi-falso-em-voos Tue, 02 Dec 2025 16:15:00 +0000 https://canaltech.com.br/seguranca/evil-twin-hacker-pega-7-anos-de-cadeia-por-criar-wi-fi-falso-em-voos/ Um homem de 44 anos foi condenado a sete anos e quatro meses de prisão por ser o responsável por um ataque evil twin a uma rede Wi-Fi em voos domésticos da Austrália. Dicas de como se proteger do cibercrime durante viagens Vai viajar? Hackers cria...

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Um homem de 44 anos foi condenado a sete anos e quatro meses de prisão por ser o responsável por um ataque evil twin a uma rede Wi-Fi em voos domésticos da Austrália.

Sem identificação revelada, o criminoso é um cidadão australiano e foi indiciado em julho de 2024 depois que as autoridades do país confiscaram seus equipamentos, confirmando que ele estava por trás da operação ilegal.

Foram identificadas atividades maliciosas em aeroportos de Perth, Melbourne e Adelaide, cujos voos domésticos continham uma rede Wi-Fi falsa para enganar os passageiros e roubar informações pessoais.


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Perigo digital no ar

As autoridades australianas descobriram que o ataque evil twin começou quando o homem configurou um ponto de acesso Wi-Fi com um dispositivo móvel sem fio que usava o mesmo nome da rede legítima disponível nos aeroportos.

Ataque do “gêmeo maligno” mira passageiros que acessam rede Wi-Fi pública em voos e aeroportos (Imagem: Reprodução/Dark Reading).

Geralmente, a tática é usada pelos cibercriminosos na esperança de que algum usuário se conecte à rede Wi-Fi falsa acreditando ser a verdadeira, caindo em uma armadilha. No caso da Austrália, a polícia identificou que, assim que se conectavam ao ponto de acesso malicioso, as vítimas eram direcionadas a uma página de phishing que coletava dados de redes sociais.

Também foi detectado nas investigações que o criminoso tinha mulheres como alvos. O objetivo dele era conseguir acesso às credenciais das usuárias para monitorar suas atividades em redes sociais, roubando imagens, vídeos e outros conteúdos privados.

Como evitar ser uma vítima

Se você costuma viajar com frequência, é fundamental saber como se proteger de ciberataques. Isso porque os criminosos também aproveitam espaços como aeroportos e rodoviárias para enganar as pessoas e coletar dados sensíveis dos usuários que, por exemplo, decidem acessar a rede Wi-Fi pública.

Saber como se proteger de ciberataques na hora de viajar é fundamental (Imagem: Reprodução/Fox News).

O próprio ataque evil twin, que age como o “gêmeo maligno” do Wi-Fi verdadeiro, vem de táticas usadas por hackers para atacar os viajantes que se conectam a redes públicas, acessos mais vulneráveis a interferências ilegais.

Em vista disso, para evitar dor de cabeça durante a sua viagem dos sonhos, é recomendável tomar algumas precauções na hora de acessar qualquer rede Wi-Fi por aí. Especialistas recomendam o uso de VPNs, gerenciadores de senhas e a desativar a conexão automática do Wi-Fi como medidas de proteção.

Também vale apostar no uso do seu próprio hotspot ao invés de se conectar a um Wi-Fi público, mantendo a privacidade da sua navegação e dos seus dados pessoais. Se, em último caso, você ainda precisar se conectar a uma rede gratuita antes do seu embarque, jamais faça transferências bancárias ou acesse plataformas que contenham informações sensíveis.

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Você faz parte de uma botnet? Descubra com esta ferramenta gratuita https://diariotechnews.com.br/voce-faz-parte-de-uma-botnet-descubra-com-esta-ferramenta-gratuita/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=voce-faz-parte-de-uma-botnet-descubra-com-esta-ferramenta-gratuita Tue, 02 Dec 2025 15:20:00 +0000 https://canaltech.com.br/seguranca/voce-faz-parte-de-uma-botnet-descubra-com-esta-ferramenta-gratuita/ A empresa de cibersegurança GreyNoise lançou uma ferramenta gratuita que permite aos usuários verificarem se seu endereço IP está conectado a uma botnet. O que é uma botnet? Botnet BADBOX 2.0 infecta 1 milhão de aparelhos Android; 37% estão no Bra...

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A empresa de cibersegurança GreyNoise lançou uma ferramenta gratuita que permite aos usuários verificarem se seu endereço IP está conectado a uma botnet.

Chamado GreyNoise IP Check, o recurso faz parte de uma ação da companhia para combater o aumento de computadores e dispositivos infectados por malwares controlados remotamente por cibercriminosos. Muitas vezes, a pessoa nem sequer sabe que é uma vítima e que está “colaborando” com uma ação fraudulenta.

A empresa explica que houve uma “explosão” de casos envolvendo a exploração de redes de proxy residenciais, transformando “conexões de internet domésticas em pontos de saída para o tráfego de terceiros”. A ferramenta de “scanner” chega, então, como um meio de verificação menos intrusivo para analisar o endereço de IP.


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A checagem na prática

A ferramenta da GreyNoise é bastante simples, indo direto ao ponto para dizer ao usuário se o endereço de IP dele foi comprometido ou não. São três resultados possíveis:

  1. Clean (Limpo): quando nenhuma atividade maliciosa foi detectada pelo sistema de verificação;
  2. Malicious/Suspicious (Maliciosa/Suspeita): quando o IP apresenta um comportamento suspeito de infecção pela botnet. A recomendação é investigar todos os dispositivos conectados na rede;
  3. Common Business Service (Serviço Comercial Padrão): quando o IP está conectado a uma VPN, rede corporativa ou provedor de nuvem e a rede mantém uma atividade normal.
Ferramenta analisa se computador ou dispositivo foi infectado por uma botnet (Imagem: Reprodução/Bleeding Computer).

Para além da verificação, a ferramenta gratuita também oferece um histórico do endereço de IP nos últimos 90 dias. Isso pode ajudar a descobrir quando a infecção pela rede maliciosa ocorreu, seja em um roteador ou uma Smart TV.

Perigos da botnet

Um dispositivo ou computador infectado por botnet pode causar diversos problemas para o usuário de maneira silenciosa. Alguns dos mais conhecidos são ataques DDoS, phishing com distribuição de malware, criptomineração ilegal e fraudes de publicidade para gerar tráfego falso em sites. Tudo isso sem que o usuário se dê conta do que está acontecendo por baixo dos panos.

Botnets podem causar estragos na vida dos usuários (Imagem: Reprodução/FBI News).

Na grande maioria dos casos, os principais motivos por trás da rede corrompida são dispositivos desatualizados, já que, sem as atualizações de segurança, eles se tornam mais propícios a serem invadidos por criminosos.

Logo, os especialistas recomendam fortemente que os usuários atualizem sistemas com frequência, além de desativar recursos de acesso remoto quando eles não são necessários.

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Assassin’s Creed: série da Netflix pode ser ambientada na Roma Antiga https://diariotechnews.com.br/assassins-creed-serie-da-netflix-pode-ser-ambientada-na-roma-antiga/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=assassins-creed-serie-da-netflix-pode-ser-ambientada-na-roma-antiga Mon, 01 Dec 2025 17:50:00 +0000 https://canaltech.com.br/games/assassins-creed-serie-da-netflix-pode-ser-ambientada-na-roma-antiga/ A nova adaptação de Assassin’s Creed, desta vez para as telinhas sob comando da Netflix, finalmente está ganhando novidades. Após confirmação de que o ator Toby Wallace (Clube dos Vândalos e Euphoria) vai protagonizar o programa, veio à tona qual será...

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A nova adaptação de Assassin’s Creed, desta vez para as telinhas sob comando da Netflix, finalmente está ganhando novidades. Após confirmação de que o ator Toby Wallace (Clube dos Vândalos Euphoria) vai protagonizar o programa, veio à tona qual será a possível ambientação da trama: a Roma Antiga.

A informação é do Nexus Point News. Segundo o veículo, o enredo deve contar com a presença de figuras históricas da época, como o infame Imperador Nero e seu conselheiro, Sêneca.

Sendo assim, caso Nero seja o governante, existe a possibilidade da trama se passar entre os anos 54 e 68 d.C, marcando a primeira vez da franquia explorando esse período temporal.


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Vale mencionar, porém, que ainda não há um comunicado oficial da Netflix a respeito da ambientação do programa.

Guerra secreta entre facções

Adaptação de uma das franquias mais populares dos videogames, a série de Assassin’s Creed na Netflix é a segunda tentativa de transformar o jogo da Ubisoft em live-action. A saga ganhou um filme com Michael Fassbender (Código Preto) em 2016, mas o longa não atingiu resultados satisfatórios.

Série live-action de Assassin’s Creed é desenvolvida pela Netflix (Imagem: Divulgação/Netflix).

Agora, a Netflix quer embarcar na onda das adaptações de games com uma nova história. Segundo a sinopse oficial, o programa vai narrar uma “guerra secreta entre duas facções obscuras, uma empenhada em determinar o futuro da humanidade por meio do controle e da manipulação, enquanto a outra luta para preservar o livre arbítrio”.

Detalhes sobre o personagem que será vivido por Toby Wallace ainda não foram revelados, tampouco outros nomes que estarão no elenco. Roberto Patino (Westworld) e David Wiener (Halo) são os criadores e showrunners da série da Netflix, enquanto a Ubisoft Film & Television assina a produção executiva.

Não há previsão de lançamento para a série de Assassin’s Creed na Netflix, mas o início das gravações está marcado para o começo de 2026, na Itália.

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Jogos online são usados para manipular crianças a cometerem crimes https://diariotechnews.com.br/jogos-online-sao-usados-para-manipular-criancas-a-cometerem-crimes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=jogos-online-sao-usados-para-manipular-criancas-a-cometerem-crimes Mon, 01 Dec 2025 11:20:00 +0000 https://canaltech.com.br/seguranca/jogos-online-sao-usados-para-manipular-criancas-a-cometerem-crimes/ A Europol, agência de inteligência da União Europeia, analisa como jogos online podem servir como um meio para que cibercriminosos manipularem crianças a cometerem atos violentos. Polícia derruba mais de 6 mil links extremistas escondidos em games ...

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A Europol, agência de inteligência da União Europeia, analisa como jogos online podem servir como um meio para que cibercriminosos manipularem crianças a cometerem atos violentos.

Falando ao Politico, a diretora-executiva da organização, Catherine De Bolle, expressou preocupação diante da possibilidade de menores de idade serem usados por grupos criminosos para praticar crimes. De acordo com ela, crianças estão virando “peões”, sendo influenciadas negativamente a realizar atos como tortura e assassinato.

“A instrumentalização de crianças por grupos de crime organizado é o que está acontecendo neste momento em solo europeu. Eles [cibercriminosos] manipulam as crianças para que elas torturem e matem. Não se trata mais de pequenos furtos. Trata-se de crimes graves. Em um dos piores casos, acompanhamos um menino que recebeu ordens para matar a irmã mais nova, o que de fato aconteceu. É cruel. Nunca vimos nada parecido”, Catherine De Bolle alerta.


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De Bolle afirma que esse “recrutamento” ocorre justamente em plataformas de games online, algo que vem sendo analisado de perto pela Europol. Recentemente, por exemplo, a agência derrubou mais de 6 mil links com conteúdos extremistas que estavam escondidos em jogos na web.

Perigo em games online

A análise da Europol descobriu que tudo começa quando os cibercriminosos entram em chats online de jogos multiplayer para “conversar” com crianças. Inicialmente, eles usam temas inocentes, como animais de estimação e família, para criar um vínculo com os menores de idade.

Uma vez estabelecido o contato, a conversa, que era pública, migra para um chat privado, e é nesse momento que as crianças são manipuladas pelos criminosos a compartilhar informações pessoais, como o nome dos familiares e até o endereço onde vivem. Assim, eles conseguem chantagear os pequenos a cometer atos violentos contra os outros ou si próprios.

O resultado disso assusta: segundo dados da Europol, pelo menos 105 casos do tipo foram registrados, sendo que 10 deles envolviam “assassinatos por encomenda” realizados por crianças. Geralmente, para emplacar esses “serviços”, os criminosos ofereciam dinheiro (até US$ 20 mil) em troca, embora nem todas as crianças manipuladas tenham recebido a quantia.

Crianças são manipuladas por criminosos em jogos a cometer atos violentos (Imagem: Kelly Sikkema/Unsplash).

A agência identificou ainda que, caso uma criança não conseguisse cometer o ato criminoso, ela era chantageada e aterrorizada para que pagasse a dívida.

“[Os criminosos] matam o animal de estimação da criança, por exemplo, para que ela saiba muito bem: ‘Sabemos onde você mora, sabemos quem você é, você vai obedecer e, caso contrário, iremos ainda mais longe e mataremos sua mãe ou sei pai’”, explica a diretora-executiva da Europol.

O ponto de atenção para De Bolle é que “nenhuma criança está a salvo”, já que criminosos seguem incrementando táticas para ampliar suas atividades ilegais e violentas, usando plataformas de games para manipular menores de idade do jeito que quiserem.

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69% dos brasileiros temem que idosos sofram golpes na Black Friday, diz pesquisa https://diariotechnews.com.br/69-dos-brasileiros-temem-que-idosos-sofram-golpes-na-black-friday-diz-pesquisa/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=69-dos-brasileiros-temem-que-idosos-sofram-golpes-na-black-friday-diz-pesquisa Fri, 28 Nov 2025 20:31:14 +0000 https://canaltech.com.br/seguranca/69-dos-brasileiros-temem-que-idosos-sofram-golpes-na-black-friday-diz-pesquisa/ A possibilidade de idosos se tornarem vítimas de fraudes durante o período frenético de promoções da Black Friday e das compras de fim ano preocupa os brasileiros. 5 tecnologias usadas pelos cibercriminosos para enganar na Black Friday Criminosos ...

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A possibilidade de idosos se tornarem vítimas de fraudes durante o período frenético de promoções da Black Friday e das compras de fim ano preocupa os brasileiros.

Uma pesquisa da empresa de cibersegurança Avast identificou que 69% dos entrevistados temem que idosos do seu círculo de convivência caiam em golpes na internet que oferecem ofertas falsas por meio de e-mail ou SMS.

O estudo ainda identificou que, para além da preocupação com a terceira idade, três em cada quatro brasileiros (72%) estão com receio de se tornarem vítimas de ciberataques enquanto planejam as compras de fim de ano.


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Mais riscos na temporada de compras

Se você já está aproveitando alguns descontos de Black Friday, saiba que ainda tem muita gente considerando embarcar nessa ou não devido ao aumento de casos envolvendo golpes no e-commerce.

Brasileiros estão mais preocupados com a possibilidade de cair em golpes nas compras de fim de ano (Imagem: Reprodução/Pixabay).

Para ter uma noção do cenário, a Avast observou alguns dados alarmantes que revelam o despreparo de muitas pessoas para realizar compras com segurança na web: 68% estão preocupadas com a possibilidade de serem enganadas na Black Friday, enquanto 61% estão alarmadas com golpes usando inteligência artificial (IA).

Em contrapartida, 86% dos entrevistados gostariam de ter conhecimento de práticas de proteção para não virar mais uma vítima e, assim, realizar as compras de fim de ano com tranquilidade e sem dor de cabeça.

A pesquisa ainda revela como essa ausência de educação digital da população brasileira se reflete em grandes prejuízos: mais de um terço (35%) dos usuários afirmaram já ter sido alvo de um esquema criminoso na internet, sendo que 65% dessas pessoas caíram no golpe.

Na maioria dos casos (91%), aqueles que saíram prejudicados perderam uma média de R$ 2 mil para os criminosos. O maior caso registrado pela pesquisa indica uma perda de R$ 200 mil.

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Golpistas criam 180 sites falsos por hora no Brasil nesta Black Friday https://diariotechnews.com.br/golpistas-criam-180-sites-falsos-por-hora-no-brasil-nesta-black-friday/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=golpistas-criam-180-sites-falsos-por-hora-no-brasil-nesta-black-friday Fri, 28 Nov 2025 17:30:00 +0000 https://canaltech.com.br/seguranca/golpistas-criam-180-sites-falsos-por-hora-no-brasil-nesta-black-friday/ Os brasileiros estão na mira dos cibercriminosos durante a Black Friday: segundo levantamento da Redbelt Security, o país registra até 180 novos sites falsos por hora. Criminosos clonam sites da Havan e Shopee para golpe na Black Friday 5 tecnolog...

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Os brasileiros estão na mira dos cibercriminosos durante a Black Friday: segundo levantamento da Redbelt Security, o país registra até 180 novos sites falsos por hora.

A informação foi coletada com base em estudos realizados nas últimas semanas de novembro, entre os dias 1 e 24 deste mês. No período, a equipe identificou 5.125 novas páginas golpistas em plena atividade, apenas esperando a próxima vítima.

Os especialistas observaram ainda que, devido ao aumento nas movimentações dos consumidores para encontrar as melhores ofertas, é possível que o volume de sites fraudulentos ultrapasse o número de seis mil até sexta-feira (28), data oficial da ação.


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Grande parte das páginas monitoradas pelos pesquisadores traz a velha história dos links falsos que simulam interfaces legítimas de grandes varejistas, usando a reputação dessas empresas para enganar os consumidores. Os golpistas costumam usar produtos de alta demanda, como eletrônicos, apostando em “descontos” altíssimos para enganar aqueles que não estão prestando atenção.

Por dentro dos números

A Redbelt Security se deparou com um crescimento acelerado de sites golpistas ao longo da análise em novembro. Na primeira semana do mês, por exemplo, foram encontradas 881 páginas falsas, uma média de 126 por dia.

O número, no entanto, foi aumentando. Entre os dias 8 e 14 de novembro houve uma explosão de 40%, chegando até 1.233. Mas foi a partir do dia 15, data mais próxima da Black Friday, que as coisas começaram a agravar de verdade: a pesquisa identificou 2.423 novas páginas, um aumento de 96% em relação à semana anterior.

O CEO da Redbelt Security, Eduardo Lopes, entende esse aumento acelerado de sites fraudulentos como um movimento organizado de profissionalização de golpes, que se aproveita dos consumidores em um período de tantas promoções por segundo. “A Black Friday mexe com o sentimento de desejo das pessoas; elas ficam mais suscetíveis à emoção do que à razão”, analisa.

Sites falsos aplicam golpes em consumidores brasileiros durante a Black Friday (Imagem: Anna Shvets/pexels).

O executivo ainda ressalta que essa rapidez pode ter relação com o uso de inteligência artificial (IA) para automatizar processos, algo que vem afetando negativamente cada vez mais empresas e usuários. “A velocidade de criação dessas páginas mostra que os grupos estão usando automação e IA para ajustar conteúdos, testar variações e ampliar o alcance dos ataques”, ele observa.

Atenção redobrada na Black Friday

Para não ter dor de cabeça com golpes na Black Friday e, assim, aproveitar os melhores descontos com tranquilidade, é preciso manter a atenção redobrada nessa época do ano.

Uma das principais recomendações de especialistas de segurança é sempre desconfiar. Simplesmente desconfie de toda e qualquer promoção que tenha preços muito abaixo da média, mesmo com a Black Friday a todo vapor.

Golpes digitais batem recorde na Black Friday (Imagem: Reprodução/Seu Crédito Digital).

Outro sinal vermelho para golpe são alterações sutis na URL do site, que aparecem em páginas modificadas por cibercriminosos. Sempre digite o endereço diretamente no navegador; nada de clicar em links suspeitos que você encontrar por aí.

Também vale ativar a autenticação em dois fatores ou multifator (a mais recomendada), além de ativar as notificações do seu aplicativo bancário para monitorar as atividades da conta durante o período. Assim, você consegue agir com rapidez, caso ações suspeitas ocorram.

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Sites falsos que imitam Amazon crescem 250% na Black Friday https://diariotechnews.com.br/sites-falsos-que-imitam-amazon-crescem-250-na-black-friday/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=sites-falsos-que-imitam-amazon-crescem-250-na-black-friday Fri, 28 Nov 2025 16:20:00 +0000 https://canaltech.com.br/seguranca/sites-falsos-que-imitam-amazon-crescem-250-na-black-friday/ Muita atenção na hora de fazer suas compras nesta Black Friday: a NordVPN identificou um aumento alarmante de sites falsos de grandes varejistas usados por criminosos para aplicar golpes. 5 tecnologias usadas pelos cibercriminosos para enganar na B...

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Muita atenção na hora de fazer suas compras nesta Black Friday: a NordVPN identificou um aumento alarmante de sites falsos de grandes varejistas usados por criminosos para aplicar golpes.

A análise detectou um crescimento de 250% no volume de páginas fraudulentas que usam a legitimidade de companhias conhecidas no e-commerce para enganar os consumidores no período.

Para ter uma noção mais específica do perigo, houve um aumento de 232% de sites falsos que imitam a Amazon apenas entre os meses de setembro e outubro, enquanto sites que imitam a eBay registraram uma explosão de 525% na mesma época analisada.


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Perigo para os brasileiros na Black Friday

Período de Black Friday é sempre aquela emoção para aproveitar as ofertas relâmpagos que surgem a todo momento. Mas é justamente no meio dessa euforia que o usuário pode acabar se descuidando, acreditando em qualquer promoção imperdível que aparece por aí.

De acordo com o estudo da NordVPN, apenas 27% dos brasileiros se consideram aptos para identificar golpes digitais, principalmente ataques de phishing. O número representa uma queda significativa de 34% em relação ao ano anterior.

Outros dados da pesquisa mostram que somente 13% dos brasileiros sabem como proteger a rede doméstica de Wi-Fi, sendo que apenas 19% sabem como gerenciar senhas de maneira segura.

Há ainda uma contradição analisada pelos especialistas: embora 69% dos consumidores afirmem que estão bem-informados sobre ciberataques, mais de 70% deles já foram expostos a casos do tipo.

Aumento de golpes na Black Friday ameaça consumidores brasileiros (Imagem: Mikhail Nilov/Pexels).

Para Madu Melo, country manager da NordVPN no Brasil, as informações coletadas pelo estudo mostram como os golpes online estão ficando cada vez mais “sofisticados e agressivos”, um problema agravante para os brasileiros na época de Black Friday. “Esse cenário coloca o Brasil entre os países com maior risco cibernético no nosso índice global”, afirma.

Golpes comuns na Black Friday

A tática favorita dos criminosos durante o período da Black Friday é a da “falsa venda”. O golpe consiste no anúncio de produtos nas redes sociais, principalmente no Instagram, que induzem o usuário a comprar algo que não existe. Dessa forma, o criminoso recebe o pagamento e simplesmente desaparece sem deixar vestígios.

O mesmo se repete em sites falsos que fingem ser grandes varejistas do país. Os golpistas apostam na época de ofertas para atrair os consumidores com preços baixos e atrativos, usando spam, SMS e domínios novos para que a fraude chegue a mais pessoas.

Entre os principais riscos para os consumidores, para além da perda financeira, o comprometimento de informações sensíveis, como dados bancários e senhas, é um fator extremamente prejudicial, pois deixa o usuário ainda mais vulnerável a novas investidas de criminosos, caso essas credenciais caiam na dark web.

Como se proteger

Para aproveitar as melhores promoções da Black Friday sem dor de cabeça, vale manter a atenção redobrada durante o período na web. A primeira dica para evitar se tornar uma vítima de um golpe é observar o endereço do site, já que páginas falsas costumam ter erros ou domínios desconhecidos.

Saber como se proteger no ambiente online é fundamental para não cair em golpes de Black Friday (Imagem: Reprodução/Bosch).

Também é fundamental desconfiar de toda e qualquer oferta que parece boa demais para ser verdade, especialmente se ela chega até você por meio de anúncios, redes sociais ou e-mail. Se a loja em questão está pedindo informações sensíveis como suas senhas, desconfie na hora.

Além disso, vale ficar atento para as informações de contato do estabelecimento, verificando se há um CNPJ, endereço físico, telefone e redes sociais ativas e verificadas. Caso você identifique uma falta desses dados, pode ser um sinal claro de fraude.

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