Leandro Torres › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br Suas notícias diárias em alta de tecnologia! Fri, 01 Aug 2025 18:34:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://diariotechnews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-miniatura-site-32x32.png Leandro Torres › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br 32 32 AgenticAI sob controle: como inovar nas empresas com segurança https://diariotechnews.com.br/agenticai-sob-controle-como-inovar-nas-empresas-com-seguranca/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=agenticai-sob-controle-como-inovar-nas-empresas-com-seguranca Fri, 01 Aug 2025 18:34:51 +0000 https://tiinside.com.br/?p=502088 Com os avanços na comunicação homem-máquina introduzidas com a popularização dos modelos de IA generativa, ficou muito fácil contar com agentes de IA para nos ajudar a coletar, categorizar, sumarizar e até criar informações, seja no formato de texto, i...

The post AgenticAI sob controle: como inovar nas empresas com segurança first appeared on Diario Tech News.

]]>

Com os avanços na comunicação homem-máquina introduzidas com a popularização dos modelos de IA generativa, ficou muito fácil contar com agentes de IA para nos ajudar a coletar, categorizar, sumarizar e até criar informações, seja no formato de texto, imagem e som. Na sequência, como uma evolução natural desta tecnologia, surgiram os agenticAIs, tipos mais avançados dos agentes de IA que, de forma autônoma, podem tomar decisões e executar ações em prol de um objetivo pré-estabelecido.

Praticamente não existem limitações para o uso dos agenticAIs nas atividades de empresas de todos os tamanhos e segmentos. Mesmo estando em um estágio ainda nascente, de acordo com o estudo “Navigating Agentic and Generative AI in Software Development: Human-Agent Collaboration is Here”, desenvolvido pela OutSystems em parceria com a KPMG, 2 em cada 3 organizações pesquisadas já planejam utilizar esta tecnologia nos próximos meses para melhorar e personalizar a experiência dos seus clientes finais, revisar e garantir a qualidade do código de suas aplicações, e automatizar seus processos internos de negócios.

Acontece que a adoção de qualquer nova tecnologia sempre introduz novos desafios, especialmente quando estamos nos referindo a uma tecnologia que espera-se uma certa liberdade de atuação. Sendo assim, não é por acaso que nesta mesma pesquisa apareceram alguns pontos de atenção quanto ao uso dos agenticAIs, incluindo: a segurança e conformidade das informações; a qualidade e confiabilidade dos dados; as possíveis alucinações, desinformações e tomadas de decisões autônomas incorretas.

Sem controle, sem resultado: os cuidados para uma implementação segura dos AgenticAIs

Não é certo pensarmos na adoção de agenticAIs sem planejamento, supervisão, e controle, e é exatamente para nos ajudar a preencher esta lacuna na gestão do ciclo de vida destes agentes que temos acompanhado a rápida evolução das plataformas de desenvolvimento de aplicações low-code.

Infra-estrutura nativa na nuvem, governança de dados, arquitetura orientada a eventos, criação visual de fluxos de trabalho, desenvolvimento full-stack, suporte a múltiplos modelos e agentes de diversos fabricantes, gestão centralizada dos gastos com IA, monitoração da disponibilidade e performance de aplicações e agentes em tempo real, e execução integrada das rotinas DevSecOps são apenas alguns exemplos das inovações introduzidas nos últimos anos nestas plataformas, e que permitiram a ampliação do seu escopo de atuação em direção aos agenticAIs.

Além das inovações tecnológicas, a pesquisa ainda ressalta o surgimento de novas funções no mercado de trabalho. Para 70% dos executivos entrevistados, a busca por um uso mais controlado e com menos riscos dos agenticAIs irá exigir mais pessoas atuando em atividades ligadas à governança das informações e na orquestração de fluxos de trabalho. Com isso, quase 2/3 dos entrevistados acreditam que a urgência por profissionais executando estas novas funções irá exigir das organizações investimentos substanciais em treinamento e capacitação dos seus talentos.

Embora a transformação dos aplicativos corporativos com a incorporação de agentes de IA para colaborar com os usuários e aprimorar os processos de tomada de decisão prometam automatizar diversas tarefas, principalmente aquelas manuais e repetitivas, apenas 42% dos entrevistados acreditam que se reduzirá as futuras necessidades de contratação, sugerindo que a maioria das organizações vê a IA não como uma substituição para o quadro de colaboradores, mas como um complemento à expertise humana.

No final não se trata de apenas adotar a IA, mas sim de implementá-la de forma responsável, segura e ética. Algo bem difícil de se conseguir sem as plataformas tecnológicas adequadas, e, principalmente, sem seres humanos.

Leandro Torres, CEO da BePRO Institute e Smart Coding Lab.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

The post AgenticAI sob controle: como inovar nas empresas com segurança first appeared on Diario Tech News.

]]>
Como a educação profissionalizante pode resolver o apagão de talentos em TI no Brasil https://diariotechnews.com.br/como-a-educacao-profissionalizante-pode-resolver-o-apagao-de-talentos-em-ti-no-brasil/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=como-a-educacao-profissionalizante-pode-resolver-o-apagao-de-talentos-em-ti-no-brasil Fri, 16 May 2025 14:42:57 +0000 https://tiinside.com.br/?p=497034 O mercado de tecnologia no Brasil deve crescer 9,5% em 2025, superando a média global de 8,9%, aponta Jorge Sukarie, conselheiro da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), parceira do estudo realizado pelo IDC, mas a falta de profissiona...

The post Como a educação profissionalizante pode resolver o apagão de talentos em TI no Brasil first appeared on Diario Tech News.

]]>

O mercado de tecnologia no Brasil deve crescer 9,5% em 2025, superando a média global de 8,9%, aponta Jorge Sukarie, conselheiro da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), parceira do estudo realizado pelo IDC, mas a falta de profissionais qualificados ainda representa um gargalo para o setor.

Desde 2021, a Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais) vêm alertando que existe uma defasagem da ordem de mais de 100.000 profissionais por ano entre as vagas de emprego disponíveis em TI e a quantidade de formandos nas universidades. Parece que a educação tradicional não está conseguindo dar conta de tanta demanda, e que há espaço para que surjam novas e complementares soluções educacionais.

Uma destas soluções complementares é a educação profissionalizante. Enquanto a educação tradicional possui foco em uma formação mais abrangente, generalista, e, obviamente, de longa duração, a educação profissionalizante pode se dar ao luxo de focar em apenas um assunto, dissecá-lo em pouco tempo, e, em questão de poucas semanas, formar um profissional para se certificar em determinada tecnologia e já ingressar no mercado de trabalho, fazendo parte de uma equipe e contribuindo nas atividades que estão já a altura do seu conhecimento.

Não é nenhuma novidade que os cursos profissionalizantes, focados, especializados e de curta duração ajudam a acelerar a formação de novos profissionais, a aumentar o ecossistema em torno de uma tecnologia, e até a dominar mercados. A Microsoft, por exemplo, tem utilizado, desde o começo deste século, as trilhas de treinamentos e certificações nas suas soluções como uma bem sucedida estratégia para fidelizar talentos e vencer batalhas contra a concorrência pela liderança mercadológica nos diversos segmentos em que atua.

Transformação digital e a urgência por talentos capacitados

O que vemos hoje vai além de uma mera disputa pela liderança dentro dos setores, trata-se de uma corrida pela sobrevivência empresarial. Com a redução das barreiras econômicas entre os países, o avanço da tecnologia, e o surgimento dos consumidores nativos digitais, a área de TI das empresas passou rapidamente de mera coadjuvante operacional para protagonista estratégica, e os projetos de transformação digital agora têm prioridade na agenda de todos os executivos.

É exatamente isso que aponta o estudo ITDBR 2024 (Índice de Transformação Digital Brasil), conduzido pela PwC e a Fundação Dom Cabral com executivos das principais empresas brasileiras. Para mais de 76% dos respondentes, a visão estratégica e o futuro do negócio das empresas estão intrinsecamente associados à capacidade de avançar com a agenda de transformação digital.

Em um cenário de aumento na demanda por soluções tecnológicas, a disputa pelos profissionais se intensifica, e, portanto, falar de formação de talentos em TI não se trata mais de um assunto restrito apenas às universidades e aos fabricantes de tecnologia. As estratégias e ações para atrair talentos, capacitá-los, e difundir uma cultura interna de compartilhamento de conhecimentos passa a ser uma prioridade para empresas de todos os tamanhos e segmentos.

O papel da tecnologia na democratização do ensino profissionalizante

A boa notícia é que com o advento da Nuvem, e a popularização das suas derivações em soluções de IaaS (Infrastructure as a Service), SaaS (Software as a Service) e PaaS (Platform as a Service), esta tarefa ficou ainda mais fácil, pois agora os alunos dos cursos profissionalizantes podem estudar, praticar e até trabalhar com as principais tecnologias do mercado, incluindo Low-Code, Inteligência Artificial e Cibersegurança, de qualquer local do Brasil e do mundo, bastando para isso apenas uma boa conexão com a internet.

Desta forma, a educação profissionalizante não apenas permite que as empresas tenham maior controle sobre o seu maior diferencial – seus talentos, como também pode ser utilizada como uma estratégia para o desenvolvimento de regiões com populações mais fragilizadas sócio-economicamente, como as do Norte e Nordeste do Brasil.

Embora haja indicadores positivos para o crescimento da tecnologia no Brasil neste e nos próximos anos, a falta de talentos pode retardar e até mesmo atrapalhar a realização desta visão. Quanto antes as empresas assumirem a responsabilidade de enfrentar a escassez de talentos em TI, e entenderem que a educação profissionalizante pode ser uma poderosa aliada nessa jornada, mais rápido avançaremos na transformação digital. E, quem sabe, ao longo desse caminho, não estaremos apenas melhorando os balanços contábeis, mas também transformando vidas.

Leandro Torres, CEO da Smart Coding Lab e BePRO Institute.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

The post Como a educação profissionalizante pode resolver o apagão de talentos em TI no Brasil first appeared on Diario Tech News.

]]>