Marcos Bonas › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br Suas notícias diárias em alta de tecnologia! Wed, 30 Jul 2025 16:02:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://diariotechnews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-miniatura-site-32x32.png Marcos Bonas › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br 32 32 CNPJ Alfanumérico: Faltando um ano para a mudança, descubra como a genAI pode acelerar sua adaptação https://diariotechnews.com.br/cnpj-alfanumerico-faltando-um-ano-para-a-mudanca-descubra-como-a-genai-pode-acelerar-sua-adaptacao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cnpj-alfanumerico-faltando-um-ano-para-a-mudanca-descubra-como-a-genai-pode-acelerar-sua-adaptacao Wed, 30 Jul 2025 16:02:36 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501894 Em julho de 2026, as empresas brasileiras enfrentarão uma mudança regulatória significativa com a introdução do novo Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) em formato alfanumérico, integrando letras e números. Essa alteração, anunciada pela Receit...

The post CNPJ Alfanumérico: Faltando um ano para a mudança, descubra como a genAI pode acelerar sua adaptação first appeared on Diario Tech News.

]]>

Em julho de 2026, as empresas brasileiras enfrentarão uma mudança regulatória significativa com a introdução do novo Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) em formato alfanumérico, integrando letras e números. Essa alteração, anunciada pela Receita Federal devido à iminente escassez de combinações numéricas disponíveis, afetará diretamente mais de 60 milhões de organizações, exigindo atenção imediata e planejamento estratégico.

Embora à primeira vista essa transição possa parecer uma simples questão tecnológica, suas implicações são profundamente estratégicas e operacionais. Empresas despreparadas estarão expostas a riscos substanciais, como falhas graves na emissão de notas fiscais, interrupções críticas em sistemas de comunicação com parceiros comerciais e atrasos administrativos e fiscais que podem prejudicar gravemente sua receita e reputação. Em casos extremos, a própria continuidade dos negócios de sua organização pode ser colocada em risco.

Apesar da magnitude do desafio, ainda vemos poucas empresas respondendo à altura e com a tempestividade necessária, ainda tratando o assunto como algo distante ou puramente técnico, uma procrastinação que pode custar muito caro.  Muitos líderes empresariais permanecem inativos, deixando para agir somente quando a mudança estiver às portas, aumentando exponencialmente a complexidade e o custo do processo de adequação.

Veja também: Executivas do Bradesco falam sobre como acelerar a inovação com IA e a importância da infraestrutura na estratégia digital

Preparar-se adequadamente requer intervenções importantes nos sistemas de tecnologia corporativos, abrangendo atualizações detalhadas em bancos de dados, revisão de cálculos dos dígitos verificadores, ajustes rigorosos nas interfaces e significativas modificações nos sistemas de emissão de documentos fiscais eletrônicos, tais como notas fiscais e códigos de barras.

Por outro lado, além dos desafios, a transição representa benefícios estratégicos significativos. Com quase 1 trilhão de combinações possíveis, o novo formato alfanumérico amplia substancialmente o espaço disponível para identificações únicas, dificultando fraudes e fortalecendo a segurança dos sistemas empresariais. Embora exija investimentos iniciais em tecnologia e adaptação de processos, a mudança poderá facilitar integrações futuras com novas tecnologias fiscais e digitais, contribuindo positivamente para a modernização e robustez das operações empresariais.

Diante desse panorama, empresas inovadoras estão recorrendo à inteligência artificial generativa que traz um potencial da ordem de 80% de ganho de produtividade na adequação. Ao automatizar tarefas complexas como diagnósticos aprofundados dos sistemas existentes, reescrita inteligente e automatizada de códigos e testes rigorosos, o uso de GenAI reduz significativamente o tempo, custos e riscos envolvidos na transição.

A implementação de agentes de IA na atualização do CNPJ alfanumérico contribui para agilizar e automatizar processos que, de outra forma, seriam morosos e propensos a erros humanos. Os agentes são capazes de analisar grandes volumes de dados com rapidez e precisão, garantindo que as informações sejam atualizadas em tempo real. Além disso, a capacidade de aprendizado contínuo permite que eles se adaptem a novas regulamentações e padrões sem a necessidade de intervenção humana constante. Assim, as organizações conseguem manter suas bases de dados sempre atualizadas e em conformidade, o que é importante para a integridade operacional e para a tomada de decisões estratégicas fundamentadas em dados precisos e atualizados.

No limite, executivos e executivas devem entender que a transição para o CNPJ alfanumérico não se resume a uma obrigação burocrática, mas constitui uma oportunidade para modernizar suas operações. A tomada imediata de ações estratégicas e a adoção de tecnologias avançadas serão fundamentais para garantir que suas empresas permaneçam competitivas e resilientes em um ambiente de negócios cada vez mais dinâmico, competitivo e orientado pela inovação digital.

Se você ainda não começou a se movimentar, o tempo de agir é agora. Empresas que abraçarem rapidamente essa mudança estarão mais bem posicionadas no futuro próximo.

Marcos Bonas, Vice-Presidente de Engenharia, Arquitetura, Marketing e Vendas na Zup Innovation – empresa de tecnologia do Itaú Unibanco.

Inscreva-se em nosso canal do Whatsapp e tenha acesso as principais notícias do mercado.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

The post CNPJ Alfanumérico: Faltando um ano para a mudança, descubra como a genAI pode acelerar sua adaptação first appeared on Diario Tech News.

]]>
O futuro chegou silenciosamente: o novo profissional AI-Driven já está entre nós https://diariotechnews.com.br/o-futuro-chegou-silenciosamente-o-novo-profissional-ai-driven-ja-esta-entre-nos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-futuro-chegou-silenciosamente-o-novo-profissional-ai-driven-ja-esta-entre-nos Tue, 20 May 2025 22:16:16 +0000 https://tiinside.com.br/?p=497246 A inteligência artificial deixou de ser um diferencial competitivo para se tornar uma infraestrutura invisível do trabalho moderno. Nos últimos 24 meses, a IA generativa, em especial, deixou o laboratório e se espalhou pelas empresas como uma camada in...

The post O futuro chegou silenciosamente: o novo profissional AI-Driven já está entre nós first appeared on Diario Tech News.

]]>

A inteligência artificial deixou de ser um diferencial competitivo para se tornar uma infraestrutura invisível do trabalho moderno. Nos últimos 24 meses, a IA generativa, em especial, deixou o laboratório e se espalhou pelas empresas como uma camada intermediária entre humanos e tarefas. Essa mudança não é mais especulação. É um dado que eu particularmente observo em meu dia a dia, em diferentes indústrias, setores e segmentos — e está começando a reconfigurar o mercado de trabalho de forma estrutural.

Um indicador recente ajuda a ilustrar a procura por profissionais de IA: o relatório da Microsoft e LinkedIn constatou que a procura por profissionais com habilidades em IA resultou em um aumento de 323% nas contrações em 2024. Já o estudo da PwC, “Barômetro de Empregos de Inteligência Artificial 2024”, mostrou que 72% dos CEOs brasileiros afirmam que a IA irá impactar a forma como as empresas criam, entregam e capturam valor nos próximos anos.

Estamos vivendo uma mudança de paradigma silenciosa. Até pouco tempo, escalar um time ou projeto era sinônimo de aumentar o número de pessoas envolvidas. Agora, escalar pode significar algo diferente: aumentar a quantidade de agentes inteligentes operando em sinergia com humanos. A nova força de trabalho é híbrida — e essa transição está acontecendo de forma mais rápida do que muitos imaginavam.

Essa nova fase exige um novo tipo de profissional. Não necessariamente alguém com formação técnica, mas alguém que sabe trabalhar com IA como parte integral do seu processo. Esse perfil já tem nome: o profissional AI-driven.

Trata-se de alguém que entende as capacidades (e os limites) dos modelos atuais, sabe estruturar problemas para que agentes possam resolvê-los de forma eficiente, e é capaz de orquestrar workflows automatizados com o mínimo de atrito. Em outras palavras, é alguém que não “programa”, mas projeta interações inteligentes entre humanos e máquinas. Esse novo perfil de profissional não se destaca por conhecer IA em teoria, mas por conseguir aplicar IA em tarefas reais, com ganhos mensuráveis de tempo, qualidade e escala.

E o ponto mais crítico: esse profissional já está presente nas empresas. Está criando agentes no-code para processos internos, usando modelos especializados para interpretar documentos jurídicos, otimizando a análise de dados financeiros, melhorando o atendimento ao cliente, automatizando tarefas administrativas, codificando com assistentes de codificação, estruturando fluxos de decisão com base em prompts. Não estamos mais discutindo o “profissional do futuro”. Estamos descrevendo o profissional médio de 2025 — aquele que permanece competitivo, relevante e inserido nas dinâmicas de mercado mais avançadas.

Para se ter ideia, 59% dos programadores utilizam ferramentas de IA nos seus fluxos de trabalho de desenvolvimento, segundo a pesquisa SlashData 2024. A previsão do uso dos agentes também é otimista, pelo menos 15% das tomadas de decisões serão feitas por agentes de IA até 2028, segundo a Gartner.

A implicação disso é clara. Profissionais que ainda resistem à adoção da IA como ferramenta cotidiana correm o risco não de serem substituídos diretamente por máquinas, mas por colegas que sabem usá-las melhor. O ganho marginal de produtividade promovido por essas tecnologias já é suficiente para reordenar times, justificar novas estruturas operacionais e redefinir prioridades de contratação.

Há também uma segunda consequência dessa transformação: o nascimento do gestor de agentes. À medida que as equipes passam a incluir agentes de IA como parte ativa das operações, será necessário desenvolver novas competências de liderança. Saber distribuir responsabilidades entre humanos e máquinas, monitorar a performance de fluxos automatizados, entender o que escalar e o que reconfigurar. Esse será um papel cada vez mais central na estrutura organizacional.

Estamos vivendo o que se pode chamar de um novo ciclo da profissionalização. Um momento em que não basta mais ter conhecimento técnico ou domínio de processos. É necessário ser fluente em IA — não apenas como usuário, mas como estrategista.

Em vez de resistir a essa realidade, o mercado está se adaptando. E profissionais também precisarão se adaptar. Isso não significa aprender a programar. Significa aprender a conversar com máquinas, estruturar soluções e tomar decisões com apoio da inteligência artificial.

O profissional AI-driven é, mais do que uma tendência, uma exigência do mercado atual. E talvez o mais relevante: ele já está sendo contratado.

Marcos Bonas, Vice-Presidente de Engenharia, Arquitetura, Marketing e Vendas para o Brasil e Estados Unidos na Zup.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

The post O futuro chegou silenciosamente: o novo profissional AI-Driven já está entre nós first appeared on Diario Tech News.

]]>