Paulo Henrique Pichini › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br Suas notícias diárias em alta de tecnologia! Mon, 30 Jun 2025 15:14:23 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://diariotechnews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-miniatura-site-32x32.png Paulo Henrique Pichini › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br 32 32 Produtividade baixa atrasa o crescimento do Brasil. Como mudar isso? https://diariotechnews.com.br/produtividade-baixa-atrasa-o-crescimento-do-brasil-como-mudar-isso/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=produtividade-baixa-atrasa-o-crescimento-do-brasil-como-mudar-isso Mon, 30 Jun 2025 15:14:23 +0000 https://tiinside.com.br/?p=499865 Aumentar a produtividade da economia brasileira é um grande desafio. Segundo o estudo do Observatório de Produtividade Regis Bonelli – grupo de pesquisadores que faz parte do FGV Ibre –, no primeiro trimestre de 2025 o crescimento da produtividade por ...

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Aumentar a produtividade da economia brasileira é um grande desafio. Segundo o estudo do Observatório de Produtividade Regis Bonelli – grupo de pesquisadores que faz parte do FGV Ibre –, no primeiro trimestre de 2025 o crescimento da produtividade por hora efetivamente trabalhada foi nulo – 0. No quarto trimestre de 2024, a marca foi de -0,5.  Há, no entanto, ilhas de excelência em que a produtividade avança muito. É o caso do setor de agronegócios, que cresceu 14% em relação ao primeiro trimestre de 2024. Estimativas da ESALQ apontam que, em 2025, o agronegócio poderá representar 29,4% do PIB nacional. A indústria, por outro lado, decresceu 0,8% e a área de serviços teve sua produtividade reduzida em 1,4%.

Reunindo cerca de 70% de todos os trabalhadores brasileiros, o setor de serviços não consegue avançar nessas marcas. As horas efetivamente trabalhadas neste segmento cresceram 3,5% entre janeiro e março de 2025, mas o valor adicionado (resultados) avançou apenas 2,1%.

Dados como esse delineiam a crise de produtividade que atinge as organizações brasileiras. Transformar esse quadro exige uma abordagem multidisciplinar. Estudo da McKinsey publicado em 2024 lista as colunas de uma cultura que promove avanços em produtividade.

Redesenho e racionalização dos processos: Simplificar regras e procedimentos contribui para aumentar a eficiência das equipes.

Inovação: Incentivar a inovação organizacional pode levar ao desenvolvimento de ofertas novas e atrai mais clientes.

Integração tecnológica: Inteligência artificial, automação de workflow e análise de dados pode otimizar processos e aumentar a eficiência.

Força de trabalho qualificada: Investir nas habilidades e no treinamento da força de trabalho multiplica os talentos e as entregas da equipe.

Estudo do instituto Gallup divulgado em abril deste ano informa que, nos EUA, 1,9 trilhão de dólares são perdidos ao ano por baixa produtividade. O mesmo relatório aponta que 49% dos colaboradores explicam a baixa produtividade por altos índices de stress causados pela falta da infraestrutura tecnológica e de processos necessária para realizarem seu trabalho a contento. O resultado é 30% de redução em engajamento do profissional em seu trabalho.

Estratégias para aumento da produtividade

Para evitar quadro como estes é recomendável avaliar como a tecnologia está sendo aplicada. A inovação digital deve ser projetada para resolver desafios objetivos, sendo implementada numa sequência que envolva o treinamento dos usuários e vá promovendo resultados ao longo desta jornada. Isso facilita o engajamento dos clientes e colaboradores com esse novo paradigma. Outro ponto ressaltado pelos analistas da McKinsey é inserir o novo ambiente digital numa visão de serviços gerenciados que sustente a operação e promova atualizações constantes.

Uma forma de tentar atingir essas metas é analisar o que o conceito de Workplace Experience aporta à aceleração da produtividade de uma organização. A partir de uma visão consultiva em que o desenho e a automação de processos servem de fio condutor dos novos ambientes digitalizados, o Workplace Experience permite a imersão do cliente ou do colaborador num espaço pensado para a máxima criatividade. Num mundo onde as forças de trabalho estão cada vez mais distribuídas, esse enfoque é aplicado tanto nas sedes das empresas como no acesso remoto.

É uma abordagem “as a service” em que vários elementos contribuem para a eliminação de barreiras entre pessoas, departamentos e empresas. Trata-se de um universo construído para que, por meio de plataformas de colaboração, o ser humano realize sua potencialidade em equipe, da forma mais prazerosa possível. Esse arcabouço digital inclui a nuvem híbrida, impressoras, servidores e desktops, recursos de cybersecurity e camadas de software. Nesta oferta “as a service” chamam a atenção, também, avançadas soluções de som, imagem, vídeo e reconhecimento de movimento/presença.

Tecnologia, processos, pessoas

Além de facilitar o acesso de empresas de portes e orçamentos diversos – trata-se de uma operação OPEX –, o modelo de serviços gerenciados resolve os desafios de headcount envolvidos no uso da tecnologia para melhorar a produtividade. Experts em centenas de disciplinas diferentes são responsáveis pelo desenho, entrega, implementação e sustentação de ambientes que têm de promover 24×7 a mais excelente UX – disponibilidade e interfaces atraentes são críticas para a produtividade. A abordagem centrada no negócio do cliente garante, ainda, que inovações surgindo em todo o mundo sejam analisadas e, conforme o caso, propostas para dinamizar ainda mais os processos da empresa.

Não há uma bala de prata capaz de superar a baixa produtividade que prejudica nosso país. É fundamental adotar uma estratégia de 360º que inclua tecnologia, processos e pessoas. Provedores de serviços gerenciados com expertise em produtividade aceleram uma jornada em que ajustes são essenciais, e a inovação acontece todo o tempo.

Paulo Henrique Pichini, Vice-Presidente de Business Transformation da Ricoh LATAM e CEO & President da Go2neXt – a Ricoh Company.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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Tornando-se Customer Centric: o papel dos Managed Service Providers nesta jornada https://diariotechnews.com.br/tornando-se-customer-centric-o-papel-dos-managed-service-providers-nesta-jornada/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tornando-se-customer-centric-o-papel-dos-managed-service-providers-nesta-jornada Wed, 04 Jun 2025 13:40:07 +0000 https://tiinside.com.br/?p=498225 As organizações do Brasil e da América Latina sabem que precisam mudar para sair na frente dos novos negócios que a Inteligência Artificial está gerando na nossa região. A meta é ser uma empresa Customer Centric, colocando o cliente no centro de proces...

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As organizações do Brasil e da América Latina sabem que precisam mudar para sair na frente dos novos negócios que a Inteligência Artificial está gerando na nossa região. A meta é ser uma empresa Customer Centric, colocando o cliente no centro de processos em constante reinvenção. Até que isso seja possível, no entanto, muitas organizações se perdem em silos. Departamentos e times se comunicam mais internamente do que com seus pares de outras áreas. Há dificuldades reais em convergir colaboradores de áreas diversas para um objetivo comum: encantar o cliente e acelerar as vendas. Onde não há colaboração, não há empresas Customer Centric.

Um estudo da PwC (relatório realizado com 956 empresas norte-americanas) revela que 61% dos entrevistados concordam que a colaboração entre times diversos é essencial para conquistar o engajamento do cliente. Ainda assim, somente 36% diziam estar efetivamente promovendo a integração de informações e processos entre times originalmente organizados de forma separada.

Outras barreiras dizem respeito ao modo como as organizações ainda usam a tecnologia. Pode acontecer de os modelos de workflow serem lentos. É um contexto em que informações críticas correm o risco de não serem compartilhadas com o timing correto. Isso pode levar à baixa produtividade, com tarefas repetidas sendo realizadas por vários times sem que um saiba que o outro está fazendo.

Num quadro como esse, a colaboração é quase impossível. Isso impacta a User Experience do cliente, e leva à perda de negócios.

Falta de talentos e limitações orçamentárias

Em paralelo, é necessário levar em conta a tempestade perfeita que vivemos hoje no Brasil. Um estudo realizado pela Brasscom – Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais indica que, em 2025, 797 mil empregos serão gerados no setor de tecnologia. A previsão é de um déficit anual de 106 mil talentos com expertise em TI.

Outra questão é a redução ou a indefinição dos budgets das empresas usuárias. No que diz respeito à Cybersecurity, por exemplo, é comum que as necessidades sejam subdimensionadas. 43% dos 2150 profissionais de TI entrevistados para um estudo realizado em abril deste ano foram obrigados a realizar investimentos não planejados em resposta a ataques sofridos.

Uma forma de superar essas barreiras pode ser contratar um provedor de serviços gerenciados (Managed Services Provider, MSP).

Em relação à questão dos orçamentos, por exemplo, uma pesquisa do IDC informa que empresas que aderirem ao modelo MSP podem reduzir seus custos em até 25%. Esse valor evidencia várias despesas que deixam de ser feitas: contratação de head count, aquisição de dispositivos, licenciamento de aplicações. Neste modelo, as despesas passam a acontecer ao longo do tempo, exigindo novos cálculos de TCO por parte da empresa usuária. Com ajuda dos MSPs, a empresa deixa de imobilizar capital em suas próprias soluções (CAPEX), pulverizando os gastos por meio de um contrato em forma de serviços mensalizados (OPEX).

Modelo de co-gestão

Quem contrata um MSP vai além de preocupações orçamentárias. Trata-se de identificar uma empresa que tem a colaboração em seu DNA, apresentando as credenciais necessárias para atuar como co-gestora do ambiente digital do cliente. Essa é uma cultura bastante fortalecida no Brasil, onde há MSPs com expertise para projetar, implementar e gerenciar ciclos de inovação em organizações usuárias. Para isso acontecer, o MSP vive um processo contínuo de renovação de conhecimento, investindo em treinamentos e certificações, mas, acima de tudo, antecipando as inovações que irão acelerar ainda mais os negócios de seus clientes.

Neste momento em que a IA começa a mudar o mundo, destaca-se o MSP que apresenta um menu de serviços que ao mesmo tempo enderece o que está por vir e equacione com rigor desafios de infraestrutura, software e gestão que ainda atrasam a jornada em direção ao modelo Customer Centric. Esse provedor de serviços tem de contar com experts reconhecidos em seus segmentos, com domínio sobre tecnologias, metodologias e frameworks. Outro aspecto crítico é só trabalhar com tecnologias de ponta, que entregam a melhor experiência de usuário por mais complexo que seja o ambiente da empresa.

Para se tornar uma empresa Customer Centric preparada ampliar sua presença no mercado, é recomendável contar com um MSP que também seja Customer Centric. Um parceiro de negócios onde a colaboração aconteça em todos os planos – pessoal, digital, empresarial.

Workplace Experience

O resultado desta escolha será a capacidade de contar com ambientes de trabalho em constante evolução. São espaços desenhados do zero para serem grandes hubs de colaboração, não importando se o usuário está local ou remoto. Uma forma de atingir essa meta é contratar ofertas de Workplace Experience em formato OPEX que incluem serviços 24×7 – isso garante a disponibilidade e a eficiência de uma sofisticada e customizada solução digital. A meta é imergir pessoas em um ambiente projetado, implementado e gerenciado para acelerar os negócios.

A rota em direção ao modelo Customer Centric é um ciclo de reinvenção constante. Nesta jornada, a aliança com o MSP que já vive internamente os ganhos que a colaboração traz pode ser estratégica. Para crescer, a economia digital do Brasil precisa de organizações e MSPs em que o talento local mostre sua força, e aterrisse o futuro.

Paulo Henrique Pichini, Vice-Presidente de Business Transformation da Ricoh LATAM e CEO & President da Go2neXt – a Ricoh Company.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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