Raphael Giannotti › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br Suas notícias diárias em alta de tecnologia! Tue, 02 Dec 2025 21:10:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://diariotechnews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-miniatura-site-32x32.png Raphael Giannotti › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br 32 32 Nem os Ryzen escaparam: CPUs da AMD ficam mais caras em dezembro https://diariotechnews.com.br/nem-os-ryzen-escaparam-cpus-da-amd-ficam-mais-caras-em-dezembro/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=nem-os-ryzen-escaparam-cpus-da-amd-ficam-mais-caras-em-dezembro Tue, 02 Dec 2025 21:10:00 +0000 https://canaltech.com.br/hardware/nem-os-ryzen-escaparam-cpus-da-amd-ficam-mais-caras-em-dezembro/ As placas de vídeo Radeon ficaram mais caras nos últimos dias, depois que a AMD aumentou os preços das GPUs para suas parcerias. Não pense que somente esse componente está sendo afetado, principalmente por conta da crise de chips DRAM, porque os proce...

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As placas de vídeo Radeon ficaram mais caras nos últimos dias, depois que a AMD aumentou os preços das GPUs para suas parcerias. Não pense que somente esse componente está sendo afetado, principalmente por conta da crise de chips DRAM, porque os processadores Ryzen agora estão ficando mais caros também, segundo relatado por fontes do Overclock3D.

Fontes da indústria disseram ao site que a “AMD informou aos seus parceiros um novo aumento de preço para os seus produtos“. Esses aumentos começaram a valer nesta terça-feira (2) e isso significa que os preços praticados até hoje estão com os dias contados, já que o varejo precisará repassar o aumento em algum momento.

CPUs AMD Ryzen dominando nas vendas antes do encarecimento

Esse rumor afirma que não só os Ryzen 9000, atual geração da AMD, serão afetados pelo encarecimento, como “produtos mais velhos” do Time Vermelho também. Essa segunda parte não fica muito claro se trata de processadores, como os Ryzen 7000 e 8000 que ainda são vendidos, ou outras linhas de produtos.


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De qualquer forma, o aumento nos preços parece ser inevitável. É possível que quando o repasse chegar ao consumidor, tenhamos Ryzen 5 9600X custando acima de R$ 2.000 (hoje está entre R$ 1.700 e R$ 1.900), o colocando na faixa de preço dos Ryzen 7 modernos. Ou seja, os modelos mais fortes podem ficar ainda mais inacessíveis.

A AMD teve um excelente desempenho durante a Cyber Monday na Amazon americana, dominando a lista dos 15 processadores mais vendidos. O líder foi o Ryzen 7 9800X3D, atual rei dos games e amplamente procurado pelos PC gamers que querem o máximo de desempenho em sua jogatina. A lista conta com Ryzen 3000, 5000, 7000 e 9000, e nenhum Intel Core no meio deles. Com esse novo rumor, especulam que o aumento no preço se deve ao sucesso dos Ryzen e a grande demanda por esses produtos também.

E falando na rival, a Intel também já começou a encarecer seus produtos, principalmente processadores. Aliado à grande crise de memória RAM e SSD, estamos entrando em um período tenebroso em se tratando de montar um PC para jogos hoje.

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Samsung prioriza lucro e segura produção para manter memória RAM cara https://diariotechnews.com.br/samsung-prioriza-lucro-e-segura-producao-para-manter-memoria-ram-cara/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=samsung-prioriza-lucro-e-segura-producao-para-manter-memoria-ram-cara Tue, 02 Dec 2025 19:50:00 +0000 https://canaltech.com.br/hardware/samsung-prioriza-lucro-e-segura-producao-para-manter-memoria-ram-cara/ Se você estava esperando os preços baixarem para comprar memória RAM, é melhor sentar: a Samsung e a SK Hynix confirmaram que a escassez de DRAM não deve ser resolvida antes do primeiro semestre de 2027. As duas gigantes, que controlam cerca de 70% do...

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Se você estava esperando os preços baixarem para comprar memória RAM, é melhor sentar: a Samsung e a SK Hynix confirmaram que a escassez de DRAM não deve ser resolvida antes do primeiro semestre de 2027. As duas gigantes, que controlam cerca de 70% do mercado global, alertaram investidores que a oferta continuará restrita por anos, priorizando a rentabilidade a longo prazo em vez de tentar inundar o mercado com novos chips para baixar os custos.

Essa postura é um banho de água fria para quem esperava alívio após os preços dobrarem nas últimas semanas. Segundo fontes do site sul-coreano Hankyung, a Samsung está conseguindo atender apenas cerca de 70% dos pedidos atuais e, pior, começou a recusar contratos de longo prazo com grandes clientes. A estratégia é clara: elas não querem estabilizar os preços nos valores atuais, já que apostam (e preveem) que o valor do componente vai disparar ainda mais no futuro próximo.

Em uma reunião recente com investidores, a maior empresa da Coreia do Sul disse:


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“Em vez de expandir rapidamente as instalações, vamos seguir uma estratégia de manutenção da rentabilidade a longo prazo. Vamos minimizar o risco de excesso de oferta através de uma estratégia de despesas de capital (CAPEX) que equilibra a demanda dos clientes e os preços”.

As duas atuais gerações de memória RAM já foram severamente afetadas (Imagem: Raphael Giannotti/Canaltech)

SK hynix planeja investir em expansão, mas situação não deve mudar logo

Do lado da SK hynix, o cenário não é muito diferente. A empresa afirmou que, mesmo investindo cerca de 30% de suas vendas em novas fábricas em 2026 para a nova geração de 10nm, é “difícil resolver a falta de oferta” a curto prazo.

Para nós, PC gamers, isso confirma o temor de uma demanda incansável de memória impulsionado pela IA, que continuará drenando os estoques. Cuidado: se o seu setup precisa de um upgrade, não espere pagar menos ano que vem.

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Preço da memória RAM dispara e TeamGroup alerta que o pior ainda está por vir https://diariotechnews.com.br/preco-da-memoria-ram-dispara-e-teamgroup-alerta-que-o-pior-ainda-esta-por-vir/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=preco-da-memoria-ram-dispara-e-teamgroup-alerta-que-o-pior-ainda-esta-por-vir Tue, 02 Dec 2025 17:35:00 +0000 https://canaltech.com.br/hardware/preco-da-memoria-ram-dispara-e-teamgroup-alerta-que-o-pior-ainda-esta-por-vir/ A situação do mercado de memória RAM acaba de passar de preocupante para crítica, com um alerta duro vindo diretamente de quem está na linha de frente da produção de hardware. O gerente geral da TeamGroup, Gerry Chen, afirmou agora que a crise de preç...

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A situação do mercado de memória RAM acaba de passar de preocupante para crítica, com um alerta duro vindo diretamente de quem está na linha de frente da produção de hardware. O gerente geral da TeamGroup, Gerry Chen, afirmou agora que a crise de preços apenas começou e que o cenário deve piorar drasticamente no início de 2026, se estendendo por todo o ano.

A realidade atual já assusta: segundo o executivo, os preços de contratos de chips DRAM e NAND dobraram em apenas um mês. Para se ter uma ideia do impacto, um chip de 16 GB DDR5, que custava cerca de US$ 6,84 no final de setembro, saltou para uma média de US$ 27,20 em 1º de dezembro (preços para as fabricantes).

A hora de comprar RAM e SSD é agora

Isso significa que o custo apenas dos chips para montar um único módulo de 16 GB já ultrapassa os US$ 200 para a fabricante, sem contar a montagem, logística e lucro. E não é só a memória RAM que sofre: a escassez atinge em cheio também os chips NAND, usados em SSDs, cujos preços subiram mais de 80% no último mês.


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Apesar de memória RAM ser a mais afetada, SSDs não estão isentas a crise (Imagem: TeamGroup/Divulgação)

A causa, como já sabemos, é a priorização total das fabricantes pela memória HBM para servidores de inteligência artificial, deixando o mercado de consumo tradicional (PCs e smartphones) com as sobras da capacidade produtiva. Chen alerta que, quando os estoques atuais dos distribuidores acabarem no começo de 2026, conseguir alocação de memória será difícil independentemente do quanto se pague.

A normalização não é esperada antes de 2027 ou 2028, principalmente porque novas fábricas demoram, pelo menos, três anos para ficarem prontas. Não seria exagero dizer que a melhor hora para investir em memória RAM e SSD é agora, mesmo com os primeiros aumentos já acontecendo, porque a partir de 2026, segundo as estimavas, teremos que pagar consideravelmente mais.

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EA celebra taxa de 98% de partidas livres de cheaters em Battlefield 6 https://diariotechnews.com.br/ea-celebra-taxa-de-98-de-partidas-livres-de-cheaters-em-battlefield-6/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ea-celebra-taxa-de-98-de-partidas-livres-de-cheaters-em-battlefield-6 Tue, 02 Dec 2025 14:15:00 +0000 https://canaltech.com.br/games/ea-celebra-taxa-de-98-de-partidas-livres-de-cheaters-em-battlefield-6/ Uma das piores coisas em jogos com foco no multiplayer online, são os cheaters. Os desenvolvedores têm trabalhado em ferramentas para dar uma boa experiência aos jogadores honestos, e a EA comemora o fato de que somente 2% dos trapaceiros conseguiram ...

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Uma das piores coisas em jogos com foco no multiplayer online, são os cheaters. Os desenvolvedores têm trabalhado em ferramentas para dar uma boa experiência aos jogadores honestos, e a EA comemora o fato de que somente 2% dos trapaceiros conseguiram entrar em uma partida de Battlefield 6. Considerando os milhares de jogadores diariamente, esse é um feito e tanto.

Em uma publicação oficial feita no X, a EA afirmou que “98% de todas as partidas foram justas e livres de impacto dos cheaters durante a semana seguinte ao lançamento“. Por isso, a “taxa de infecção de partida”, como o estúdio chama a métrica, foi de cerca de 2%. Isso significa que quase todos os jogadores puderam aproveitar uma partida sem ter dor de cabeça.

EA reforçará ainda mais a segurança de Battlefield 6

Todo esse aprendizado veio ainda do beta aberto em agosto, período em que Battlefield 6 registrou quantidade recorde de jogadores na história da franquia. Nos dias em que o teste aberto aconteceu, mais de 1,2 milhões de cheaters foram bloqueados ao tentar entrar em partidas no jogo.


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Em poucos meses, desde o beta aberto até a semana seguinte ao lançamento do jogo, mais ou menos no meio de outubro, as partidas livres de trapaceiros aumentaram, saindo de 93,1% e chegando aos 98%. Além disso, a adoção do Secure Boot, recurso necessário para rodar o game, subiu de 62,5% para 92,5%.

Em geral, na semana de lançamento, o sistema Javelin Anticheat da EA impediu mais de 367 mil tentativas de acesso de hackers. Até agora, esse número subiu em quase 7x, chegando 2,39 milhões de tentativas bloqueadas.

Olhando para frente, a EA garante que continuará trabalhando em melhorias contra trapaceiros, reforçando os recursos a nível de hardware e software, além de melhorar as ferramentas de denúncia, que deve ser usada caso um jogador observe um comportamento nada comum em uma partida.

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Vendas de placas-mãe despencam com alta da memória RAM https://diariotechnews.com.br/vendas-de-placas-mae-despencam-com-alta-da-memoria-ram/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=vendas-de-placas-mae-despencam-com-alta-da-memoria-ram Mon, 01 Dec 2025 21:10:00 +0000 https://canaltech.com.br/hardware/vendas-de-placas-mae-despencam-com-alta-da-memoria-ram/ Os preços das memórias RAM e dos SSDs subiram exponencialmente como nunca antes devido à gigantesca demanda por IA. Além de afastar o consumidor comum, essa alta agora está afetando outras peças, como a placa-mãe. Relatos vindos do Board Channels indi...

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Os preços das memórias RAM e dos SSDs subiram exponencialmente como nunca antes devido à gigantesca demanda por IA. Além de afastar o consumidor comum, essa alta agora está afetando outras peças, como a placa-mãe. Relatos vindos do Board Channels indicam que as grandes fabricantes registraram quedas de até 50% nas vendas.

O encarecimento de DRAM tem afetado, principalmente, módulos DDR5. Como consequência disso, o número de usuários procurando por modelos de placa-mãe com suporte a essa tecnologia despencou. Afinal, preços tão elevados como estamos vendo agora, a ponto de um kit de memória custar o mesmo que um PlayStation 5, não incentiva ninguém a sair do padrão DDR4.

Situação vai de mal a pior

Para piorar, não é apenas uma oscilação comum de mercado. A situação chegou a um nível de “desespero”, com grandes fabricantes, como a Samsung e a SK hynix, aumentando os preços dos contratos de forma retroativa em 50% no último trimestre. O motivo é claro: a indústria de IA está canibalizando os estoques. A prioridade total agora é para os data centers nos EUA e China, o que torna a disponibilidade de componentes para o consumidor final cada vez mais escassa.


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Do jeito que a situação está, quatro módulos é luxo hoje (Imagem: Kingston/Divulgação)

O impacto no bolso do usuário, como o PC gamer, é imediato e brutal. Segundo relatórios recentes, chips de 16 GB DDR5 que custavam US$ 7 há menos de dois meses, agora são negociados por quase o dobro, chegando a US$ 13. Isso explica diretamente a queda nas vendas de placas-mãe: o consumidor faz as contas e percebe que o custo total da plataforma (CPU + Mobo + RAM) explodiu.

E se você pensa que ficar no DDR4 é a salvação, temos más notícias. As fabricantes não querem mais alocar wafers de silício para a tecnologia antiga, reduzindo a produção global de DDR4 para apenas 20% do total. Toda essa situação nos faz imaginar se CPUs também serão afetados. Placas de vídeo, que fazem uso de DRAM, já começaram a sentir o baque também.

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Fim do divórcio? Intel pode fabricar chips da Apple a partir de 2027 https://diariotechnews.com.br/fim-do-divorcio-intel-pode-fabricar-chips-da-apple-a-partir-de-2027/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=fim-do-divorcio-intel-pode-fabricar-chips-da-apple-a-partir-de-2027 Mon, 01 Dec 2025 19:35:00 +0000 https://canaltech.com.br/hardware/fim-do-divorcio-intel-pode-fabricar-chips-da-apple-a-partir-de-2027/ A Intel e a Apple foram parceiras por muitos anos, algo que foi rompido nessa década, e que agora deve retornar. Segundo um analista, a Maçã pode se tornar uma cliente da divisão Intel Foundry, ou seja, ter seus chips da série M fabricados pelo Time A...

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A Intel e a Apple foram parceiras por muitos anos, algo que foi rompido nessa década, e que agora deve retornar. Segundo um analista, a Maçã pode se tornar uma cliente da divisão Intel Foundry, ou seja, ter seus chips da série M fabricados pelo Time Azul, algo já apareceu em rumores anteriores. Isso deve começar no primeiro semestre do próximo ano com a nova litografia 18A, com a entrega em meados da metade de 2027.

A informação vem de Ming-Chi Kuo, analista da cadeia de suprimentos dessa indústria, conhecido também por seus acertos em rumores sobre a gigante de Cupertino. Segundo ele, essa movimentação estratégica visa diversificar a produção da Apple, que hoje depende quase exclusivamente da taiwanesa TSMC para a fabricação de seus processadores Apple Silicon.

Ter a Apple como cliente pode mudar a realidade da Intel

No entanto, não espere ver os chips mais poderosos da marca saindo das fábricas da Intel logo de cara. O analista aponta que o acordo inicial focaria em processadores de entrada da série M (para MacBooks Air e iPads). Isso sugere que a Apple manteria a produção de seus chips de ponta, como as variantes Pro, Max e Ultra, ainda sob a responsabilidade da TSMC e suas tecnologias mais maduras, pelo menos por enquanto.


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Outro ponto crucial dessa possível parceria é o uso dos serviços de empacotamento da Intel. A fábrica do Time Azul tem investido pesado em tecnologias avançadas de packaging (como o Foveros), e isso parece ter chamado a atenção da Apple. Ao descentralizar sua fabricação, a Apple não apenas reduz riscos geopolíticos, mas também ganha poder de barganha nas negociações de preços com a TSMC.

Para a Intel, fechar um contrato com a Apple seria crucial para tirar a empresa da crise atual. Validar a litografia 18A com um cliente tão grande provaria ao mercado que a Intel Foundry está pronta para competir com o domínio asiático, especialmente taiwanês, nessa indústria de semicondutores.

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AMD confirma a existência do Ryzen 7 9850X3D sem querer https://diariotechnews.com.br/amd-confirma-a-existencia-do-ryzen-7-9850x3d-sem-querer/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=amd-confirma-a-existencia-do-ryzen-7-9850x3d-sem-querer Mon, 01 Dec 2025 17:05:00 +0000 https://canaltech.com.br/hardware/amd-confirma-a-existencia-do-ryzen-7-9850x3d-sem-querer/ O lineup de processadores Ryzen 9000 deve ser ampliado em breve com SKUs topo de linha com a tecnologia 3D V-Cache. Depois de rumores, a AMD confirmou agora a existência do Ryzen 7 9850X3D. Bem, mais ou menos, já que não houve uma revelação formal e o...

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O lineup de processadores Ryzen 9000 deve ser ampliado em breve com SKUs topo de linha com a tecnologia 3D V-Cache. Depois de rumores, a AMD confirmou agora a existência do Ryzen 7 9850X3D. Bem, mais ou menos, já que não houve uma revelação formal e o nome surge na página francesa de suporte de produtos do Time Vermelho.

Não existe nenhum detalhe adicional sobre essa CPU, por isso não sabemos as diferenças em relação ao atual rei dos games, o Ryzen 7 9800X3D, que deve ser o SKU base para essa nova variante. Porém, rumores nos dão uma boa ideia do que esperar desse modelo.

Especificações do Ryzen 7 9850X3D

Ao que tudo indica, não existe muita diferença entre ambos, já que a quantidade de núcleos (8/16) e cache (96 MB) permanecem o mesmo. A única diferença deve ser no boost máximo, com o Ryzen 7 9850X3D alcançando 5,6 GHz, 400 MHz a mais que o modelo base e a mesma frequência máxima do Ryzen 9 9900X, que deve trazer algum ganho de desempenho em games. Mesmo com esse aumento, o consumo pode continuar o mesmo.


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Descrição oficial do Ryzen 7 9850X3D no site francês da AMD (Imagem: AMD)

Esses rumores sobre os novos processadores Zen 5 X3D também mencionam um outro SKU, o modelo que deve ser o mais forte do lineup: Ryzen 9 9950X3D2. Mantendo, basicamente, a mesma quantidade de núcleos e clock máximo, essa CPU deve entregar 192 MB de cache, 64 MB a mais que o Ryzen 9 9950X3D. Diferente do novo Ryzen 7, nesse caso acontece um aumento de 30W no TDP, chegando a 200W.

Esse aumento no consumo deve acontecer por conta de uma mudança importante e inédita no design desse processador. O Ryzen 9 9950X3D2 pode ser equipado com dois dies de cache 3D, possibilitando o aumento na quantidade dessa memória, que dá ampla vantagem em games em relação aos rivais Intel Core.

Com a CES 2026 acontecendo em cerca de um mês, existe a chance de a AMD estar guardando o anúncio para essa que é a feira mais importante para essa indústria.

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Review Call of Duty: Black Ops 7 | É tanto deslize que fica difícil contar https://diariotechnews.com.br/review-call-of-duty-black-ops-7-e-tanto-deslize-que-fica-dificil-contar/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=review-call-of-duty-black-ops-7-e-tanto-deslize-que-fica-dificil-contar Mon, 01 Dec 2025 16:30:00 +0000 https://canaltech.com.br/games/review-call-of-duty-black-ops-7/ Tradicionalmente, Call of Duty sempre foi uma franquia de guerras antigas e modernas, sendo a série Modern Warfare uma das mais bem-sucedidas em termos de aceitação dos jogadores. Tudo começou a mudar em Black Ops 2, um grande sucesso que foi lançado ...

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Tradicionalmente, Call of Duty sempre foi uma franquia de guerras antigas e modernas, sendo a série Modern Warfare uma das mais bem-sucedidas em termos de aceitação dos jogadores. Tudo começou a mudar em Black Ops 2, um grande sucesso que foi lançado em 2012, misturando o passado com o futuro, e essa segunda temática começou a ser tornar recorrente na franquia da Activision com o passar dos anos.

Depois de Advanced Warfare e Infinite Warfare que, pasmem, levou a guerra para o espaço, a temática futurística segue com o novo Call of Duty: Black Ops 7. Esse é um tema que os jogadores já haviam deixado claro que já tinham se cansado, mas os desenvolvedores insistiram nela mesmo assim.

Prós

  • Campanha em coop é interessante quando tem jogadores
  • Modo Zumbis diverte mais que modos tradicionais

Contras

  • Campanha absolutamente desnecessária
  • Temática futurista entediante
  • Não existe destruição alguma nos combates
  • Mapas sem criatividade
  • Mais de 200 GB para instalar do zero

Campanha desastrosa

A essa altura, se você acompanha os shooters online disponíveis hoje, já deve ter visto do que se trata a campanha de Black Ops 7. Bem, não existe dúvida de que a história em um jogo de tiro com foco em multiplayer online não é o foco. Será que foi pensando nisso que a Activision fez uma campanha tão ruim assim?


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Todo modo single-player em um shooter online existe mais para dar o pano de fundo, entender o motivo daquela guerra toda do multiplayer estar acontecendo. Black Ops 7 faz isso, mas se é bom, aí já são outros quinhentos. Por algum motivo, eles acharam interessante trazer um tom de terror (que não dá medo), mais ou menos no estilo do modo Zumbis (que eu chamaria de um dos pontos altos do jogo), que destoa completamente da proposta de um Call of Duty.

É ruim, muito ruim. Eu imagino que eles gastaram todo o dinheiro (brincadeira, dinheiro é o que não falta para a franquia) contratando o ator hollywoodiano Milo Ventimiglia (de This is Us), e faltou dinheiro para elaborar o resto. O bom da campanha, na verdade, é o ator e Guilherme Brigs na dublagem do protagonista.

A história até traz personagens icônicos dos primeiros episódios dessa série da franquia, mas eles são muito injustiçados na forma como são apresentados. E os novos personagens não convencem, nem mesmo David Mason, o protagonista interpretado por Ventimiglia.

A campanha alterna entre um mundo paralelo, que é uma completa “viagem na maionese”, com um mapa grande e aberto, onde acontece várias missões em diferentes regiões. Ou seja, existe muita repetição, mesmo em uma campanha curta.

A campanha de Black Ops 7 tem umas fases assim, estranhas… (Imagem: Raphael Giannotti/Canaltech)

Seu diferencial é o suporte ao coop de até quatro jogadores, essa é a única vantagem. Mas essa vantagem atrapalha muito quem quer jogar sozinho, já que alguns trechos são injustos por causa da quantidade de inimigos na tela, pensados para mais de um jogador. Eu, particularmente, desisti bem no final, em uma missão em que não consegui achar outros jogadores, não sei se foi porque ela não suporta coop (não fica claro), ou se realmente ninguém está jogando.

E falando nisso, somente 0,3% dos jogadores completaram a primeira missão de Call of Duty: Black Ops 7 no Steam, e essa porcentagem diminui ainda mais conforme avança a campanha. Ou seja, os jogadores viram o quão ruim era o modo história e foram desistindo. Simples assim.

Multiplayer desinteressante e genérico

Esses que não querem saber da história, vão para o multiplayer. E ele também não tem atraído os jogadores. Não quero entrar em detalhes aqui sobre modos de jogo, armas e personagens, que são o “arroz com feijão” de sempre. Em relação a modos, existe uma novidade chamada Overload, que exige que um grupo de jogadores leve um dispositivo para o território inimigo para ganhar pontos.

Eu não sou o jogador mais experiente em shooters online, sempre brinco em um ou outro por um tempo casualmente, mas o multiplayer do Black Ops 7 foi o que menos me segurou. Achei desinteressante, principalmente por causa da temática futurista, que deixa tudo muito genérico, desde as skins de armas, até os cenários. Além disso, não sou fã de mapas apertados, que exige um gameplay frenético.

Nisso, o rival Battlefield 6 se sai muito melhor, trazendo uma guerra moderna, com a dimensão de uma guerra de verdade em vários aspectos, algo totalmente ausente do novo Call of Duty. Aliás, nem parece que existe uma guerra em Black Ops 7, tá mais para um confronto de bairros. Algo que o multiplayer de BO7 faz bem é a progressão de personagem, até melhor que BF6.

Black Ops 7 é frenético: morreu e já volta com tudo para o campo de batalha (Imagem: Raphael Giannotti/Canaltech)

Um reflexo de tudo isso é o número de jogadores, que só cai dia após dia no Steam. Atualmente, o game não entra mais nem no top 15 jogos mais jogados na plataforma da Valve. Além disso, o game tem recepção bem baixa, na casa de 40%.

Há uma lição a ser aprendida

Eu só joguei a campanha de Black Ops 6, que já era muito mais interessante, e sei que o multiplayer foi bem aceito também. As mudanças que Black Ops 7 trouxe fizeram com que a aceitação do novo título fosse completamente diferente, um caminho oposto. Ele, na verdade, já é o jogo com a pior avaliação dos jogadores de toda a franquia.

A campanha desastrosa — que poderia muito bem ser evitada, assim como a EA fez com Battlefield 2042 — aliado ao modo multiplayer que não empolga por causa da temática, mapas mais fechados (existem alguns maiores), visuais futuristas genéricos, gerando muitos memes e comparações com BF6, precisa ter deixado uma lição para a Activision e o próximo Call of Duty.

Como o estúdio que faz parte da divisão Xbox lança quase um Call of Duty por ano (Black Ops 6 chegou em 2024), é bom eles ficarem espertos já com os projetos em andamento para não dependerem somente do nome da franquia e voltarem a entregar títulos relevantes para a indústria de games.

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4 coisas em que Black Ops 7 é melhor que Battlefield 6 https://diariotechnews.com.br/4-coisas-em-que-black-ops-7-e-melhor-que-battlefield-6/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=4-coisas-em-que-black-ops-7-e-melhor-que-battlefield-6 Sun, 30 Nov 2025 15:30:00 +0000 https://canaltech.com.br/games/em-que-black-ops-7-e-melhor-que-battlefield-6/ A guerra entre os shooters online já ganhou a edição 2025 com Battlefield 6 e Call of Duty: Black Ops 7, lançados em outubro e novembro, respectivamente. A essa altura, você já deve saber o que ambos oferecem e talvez até teve sua própria experiência....

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A guerra entre os shooters online já ganhou a edição 2025 com Battlefield 6 e Call of Duty: Black Ops 7, lançados em outubro e novembro, respectivamente. A essa altura, você já deve saber o que ambos oferecem e talvez até teve sua própria experiência. Um foi mais bem aceito do que o outro, e não existe dúvida quanto a isso.

Black Ops 7 está sendo amplamente criticado e a comparação com Battlefield 6 é inevitável. Sim, os dois são shooters multiplayer, mas cada um tem sua proposta, oferecendo particularidades que agradam mais alguns, e menos outros.

O jogo da EA está sendo considerado superior em todos os aspectos, então será que o mais novo Call of Duty faz algo melhor?


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4. Combate recompensador para um jogador

Apesar de não ter um modo solo, assim como Battlefield 6, Black Ops 7 traz mais a sensação de evolução particular em relação ao rival. Isso, em minha opinião, se deve ao estilo mais arcade que a franquia oferece, algo que está ficando mais forte a cada novo título. Esse aspecto é algo que Battlefield 6 não oferece por ser tático e mais focado em grupos.

Ambos os jogos contam com modos de equipes contra equipes, mas COD não oferece pequenos grupos (os squads). Apesar de pertencer a uma equipe em geral, você consegue atuar por conta própria, principalmente porque não é preciso ajudar nenhum colega caído.

3. Dinamismo e velocidade

Como dito acima, Battlefield 6 é muito mais tático, já que simula uma guerra. Já Black Ops 6 entrega combates com muita velocidade, com personagens mais ágeis, com diferentes habilidades de movimentação, como deslizar no chão com rápida recuperação, saltos na parede e movimentação mais rápida em geral, deixando o gameplay mais dinâmico.

E aliado a essa velocidade, está o seu retorno ao campo de batalha. Ao morrer, você já pode retornar em poucos segundos, já que a única coisa que precisa fazer é pular o replay da sua morte e retornar ao jogo. Isso é algo que Battlefield 6 não proporciona, já que seu foco é sua equipe pequena, e depois um reposicionamento estratégico dependendo de como está a partida.

2. Um tipo de realismo

Battlefield 6 tem cenários mais variados e todos muito bem-feitos, com gráficos que ajudam na imersão da guerra. Isso é algo que Black Ops 7 não entrega nesse aspecto, mas entrega em outro. A modelagem dos personagens é mais bem feita no game da Activision, e por mais que isso seja algo irrelevante para um jogo com foco online, é um detalhe legal.

Os personagens de Black Ops 7 são mais detalhados em relação ao Battlefield 6 (Imagem: Activision/Divulgação)

As cinemáticas pré-renderizadas da campanha apresentam visuais de ponta, beirando o realismo, e dá até para achar que Milo Ventimiglia, ator hollywoodiano que interpreta o protagonista David Mason, está lá em carne e osso, de tão real. Battlefield 6 não faz feio nesse aspecto, mas seu rival faz melhor.

1. Campanha cooperativa

Campanhas não chamam a atenção dos jogadores de Call of Duty como no passado. Nesse caso, eles não estão perdendo muita coisa, já que a campanha de Black Ops 7 é um tanto inusitada, para não dizer desastrosa. Para se ter uma noção desse baixo interesse, somente 0,3% dos jogadores completaram a primeira missão da história no Steam.

Porém não dá para negar que a possibilidade de jogar a história com outros jogadores não seja legal. Aliás, isso é quase obrigatório, já que algumas missões são bastante injustas para um jogador só, e acredito que os desenvolvedores fizeram isso de propósito para que você se junte a outras pessoas. O coop é legal, algo que não existe em BF6, mas bem que a Activision poderia pegar leve para quem quer jogar sozinho, não é?

A verdade é que essas vantagens citadas aqui foram, digamos, “coletadas” depois de espremer bastante dessa laranja, tanto que o gosto amargo do bagaço pode até ser sentido. Call of Duty: Black Ops 7 desliza bastante, assim como os soldados durante a partida e por isso tem tido a reação negativa pelos jogadores.

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5 melhores emuladores para jogar Nintendo 64 no celular https://diariotechnews.com.br/5-melhores-emuladores-para-jogar-nintendo-64-no-celular/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=5-melhores-emuladores-para-jogar-nintendo-64-no-celular Sat, 29 Nov 2025 23:00:00 +0000 https://canaltech.com.br/games/melhores-emuladores-nintendo-64-celular/ O Nintendo 64 marcou uma geração. Crianças e adolescentes que conseguiram ter um nos anos 1990 se divertiram de uma forma diferente, já que o console trazia, pela primeira vez, suporte a quatro controles e jogos com gráficos melhores do que nunca. Não...

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O Nintendo 64 marcou uma geração. Crianças e adolescentes que conseguiram ter um nos anos 1990 se divertiram de uma forma diferente, já que o console trazia, pela primeira vez, suporte a quatro controles e jogos com gráficos melhores do que nunca. Não demorou muito e a emulação logo apareceu nos PCs, tornando praticamente imortal toda a biblioteca da plataforma.

Hoje, com cada vez mais pessoas jogando em smartphones, os emuladores também já estão presentes nesse segmento da indústria de games e é possível matar a nostalgia na palma das mãos. Com tantos emuladores disponíveis para o icônico console da Nintendo, o Canaltech escolheu os cinco melhores para Android e iOS.

1. M64Plus FZ Emulator (Android)

Considerado o melhor para Android, o grande trunfo do M64Plus FZ Emulator é a compatibilidade extrema: graças à vasta biblioteca de plugins de vídeo, ele corrige falhas gráficas complexas que outros apps não processam. Ideal para puristas, oferece alta fidelidade visual, suporte a cheats e ajustes técnicos profundos. Embora exija configuração, é a escolha obrigatória para quem prioriza performance e precisão acima da facilidade de uso.


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Interface do M64Plus FZ Emulator (Imagem: Reprodução)

2. Delta Game Emulator (iOS)

O Delta define a experiência premium no iPhone. Com design elegante e intuitivo, ele elimina barreiras técnicas e parece um app nativo da Apple. Seus diferenciais incluem suporte a skins de controle, vibração háptica e, principalmente, sincronização automática de saves via nuvem (Google Drive/Dropbox). É a opção perfeita para quem busca uma emulação bonita, plug-and-play e sem complicações no iOS.

3. RetroArch (Android e iOS)

Mais que um emulador, é uma central completa para o público hardcore. Ele roda diversos consoles em um só lugar e brilha nos recursos avançados: filtros que simulam TVs de tubo (shaders), sistema de conquistas (RetroAchievements) e multiplayer online (Netplay). Sua interface exige aprendizado, assim como na versão de PC, mas entrega a personalização mais profunda do mercado para quem deseja controlar cada detalhe da emulação.

O RetroArch, disponível também no Steam, emula literalmente qualquer outro console (Imagem: Reprodução)

4. Lemuroid (Android)

A definição de simplicidade e eficiência. Totalmente gratuito e sem anúncios, o Lemuroid automatiza o processo: escaneia jogos, baixa capas e configura o sistema sozinho. Baseado na tecnologia Libretro, oferece recursos modernos como salvamento automático e avanço rápido, mas sem menus confusos. É a escolha ideal para o jogador casual que quer apenas abrir e jogar, sem perder tempo com configurações técnicas.

Lemuroid é um dos mais populares para Android (Imagem: Reprodução)

Quase todos os emuladores dessa lista conseguem emular diversos consoles, mas mesmo esses são indicados para a emulação do Nintendo 64, e por isso nossa lista fica assim:

  1. M64Plus FZ Emulator
  2. Delta Game Emulator
  3. RetroArch
  4. Lemuroid

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Fonte: Canaltech - Leia mais

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