Reinaldo Aguimar › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br Suas notícias diárias em alta de tecnologia! Tue, 29 Jul 2025 21:31:43 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://diariotechnews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-miniatura-site-32x32.png Reinaldo Aguimar › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br 32 32 LLMs e n8n: o novo capítulo da automação em seguros https://diariotechnews.com.br/llms-e-n8n-o-novo-capitulo-da-automacao-em-seguros/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=llms-e-n8n-o-novo-capitulo-da-automacao-em-seguros Tue, 29 Jul 2025 21:31:43 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501830 É comum ouvirmos relatos de usuários frustrados com falhas ou limitações de modelos de linguagem como o ChatGPT. Às vezes, tarefas repetitivas podem fazer esses sistemas “travar” ou oferecer respostas menos precisas. Mas, para quem trabalha com tecnolo...

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É comum ouvirmos relatos de usuários frustrados com falhas ou limitações de modelos de linguagem como o ChatGPT. Às vezes, tarefas repetitivas podem fazer esses sistemas “travar” ou oferecer respostas menos precisas. Mas, para quem trabalha com tecnologia e seguros, essas limitações abrem espaço para algo maior: a criação de agentes especializados, combinando LLMs com ferramentas de automação como o n8n, para dar conta de múltiplas tarefas de forma escalável, simultânea e contextualizada.

Essas tecnologias vêm ganhando força na indústria porque permitem automatizar processos que antes dependiam exclusivamente de capital humano – e, mais do que isso, tornam possível criar fluxos de trabalho inteligentes, que aprendem, se adaptam e se interconectam.

Um Large Language Model (LLM) é, essencialmente, um modelo de IA treinado com grandes volumes de dados, capaz de compreender linguagem humana, interpretar contextos e gerar conteúdo de forma coerente. É graças a essas redes neurais que conseguimos hoje desenvolver soluções personalizadas para atendimento ao cliente, recebimento e triagem de sinistros, respostas automatizadas em chat, interpretação de imagens de documentos e até mesmo análises preditivas de risco, tudo isso com velocidade e consistência.

Veja também: Executivas do Bradesco falam sobre como acelerar a inovação com IA e a importância da infraestrutura na estratégia digital

Mas onde entra o n8n nesse cenário?

O n8n é uma plataforma de automação low-code e open-source, que permite integrar ferramentas, bancos de dados, APIs e, claro, agentes de IA como os LLMs. Em vez de depender de codificação pesada ou plataformas engessadas, o n8n oferece uma interface visual que facilita a criação de fluxos automatizados robustos, permitindo que áreas como operações, atendimento e tecnologia trabalhem juntas na construção de soluções escaláveis.

Por aqui, temos explorado justamente esse potencial: usar LLMs treinados com dados de nossas interações e fluxos operacionais, conectados via n8n a sistemas internos e externos, para montar uma espécie de “esteira automatizada de atendimento”.

Funciona assim: um cliente abre um sinistro via WhatsApp ou aplicativo. Um agente de IA (baseado em LLM) faz a triagem inicial, solicita documentos e verifica informações básicas. Com o n8n, esse mesmo fluxo pode ativar outras automações, como checagem em bases de dados, envio de confirmação por e-mail ou SMS e notificação ao time responsável por sinistros complexos.

Essa abordagem modular nos dá mais agilidade, menos erros manuais e maior rastreabilidade, além de permitir que o atendimento ao cliente aconteça de forma mais fluida e contextual – como se cada segurado tivesse um assistente exclusivo, sempre pronto para ajudar.

Outro ganho importante está na captação e gestão de leads. Com fluxos automatizados e integrados a CRMs, é possível usar um LLM para interpretar a intenção de um contato (por exemplo, entender se a pessoa quer cotar um seguro ou apenas tirar uma dúvida) e encaminhá-lo de forma adequada, seja para automação total ou para um especialista humano.

Claro que tudo isso exige cuidado com privacidade, segurança de dados e revisão humana em pontos sensíveis – e acima de tudo, operar em concordância com a LGPD. Mas não há dúvidas: a combinação entre LLMs e n8n abre uma nova fronteira para seguradoras digitais que nascem com tecnologia no DNA e têm a oportunidade de liderar um novo modelo de operação – mais eficiente, mais inteligente e muito mais centrado no cliente.

Seguimos apostando nisso: não como uma substituição do humano, mas como um reforço estratégico àquilo que importa de verdade – o relacionamento, a confiança e a experiência de quem está do outro lado da tela ou do volante.

Reinaldo Aguimar, COO e cofundador da OON Seguradora.

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Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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Atendimento ao cliente – o que temos a aprender com as chamadas abusivas https://diariotechnews.com.br/atendimento-ao-cliente-o-que-temos-a-aprender-com-as-chamadas-abusivas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=atendimento-ao-cliente-o-que-temos-a-aprender-com-as-chamadas-abusivas Wed, 14 May 2025 21:18:02 +0000 https://tiinside.com.br/?p=496920 Toca o telefone. Geralmente, o DDD é onze. No outro lado da linha, a pessoa atende (às vezes, tendo que sair de uma reunião). A ligação cai. Provavelmente, isso já aconteceu com a grande maioria dos brasileiros e brasileiras. Recentemente, o Fantástico...

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Toca o telefone. Geralmente, o DDD é onze. No outro lado da linha, a pessoa atende (às vezes, tendo que sair de uma reunião). A ligação cai. Provavelmente, isso já aconteceu com a grande maioria dos brasileiros e brasileiras. Recentemente, o Fantástico veiculou uma reportagem especial sobre as Robocalls – esse tipo de chamada que visa unicamente verificar se nossos números estão ativos para, então, vendê-los a empresas de telemarketing, por exemplo.

Venho discutido bastante sobre a qualidade do atendimento ao cliente. Tenho enfatizado que a conveniência é a melhor forma de trazer o consumidor para o nosso lado. As ligações abusivas, como as estamos chamando, são apenas um reflexo de alguns sintomas dos tempos em que vivemos, como a intensa automação dos processos e a falta de cuidado com o que o consumidor, de fato, espera de uma empresa, produto ou serviço.

Imagine ir a uma loja de um shopping para procurar uma camiseta branca. O vendedor, por sua vez, insiste em te mostrar um vestido azul. Você diz repetidamente que não é do seu interesse. É sumariamente ignorado. “Mas esse produto é bem mais interessante”, repete o profissional. Pois é justamente o que acontece quando recebemos essa enxurrada de chamadas e não somos ouvidos ou acolhidos em nossos desejos.

Acredito que o público consumidor, via de regra, prefere se relacionar com as instituições de forma mais anônima ou low profile, por meio de ferramentas de comunicação instantânea, como chats e canais no WhatsApp. As pessoas não querem mais ligar para um número e aguardar o atendimento humano, enquanto pulam de uma URA para outra – a não ser em situações mais pontuais.

No nosso segmento de seguros, sai na frente quem entender que nosso objetivo é tornar a experiência do cliente mais fácil e prática. Em situações de sinistro, é imprescindível que o segurado tenha a tranquilidade de acessar a seguradora com poucos cliques, tendo uma resposta em um curto período de tempo.

Um bilhão de inconvenientes

Essa avalanche de ligações abusivas não é apenas uma invasão de privacidade. Ela representa também o que não fazer quando se quer construir uma relação de confiança com o consumidor. Segundo a Anatel, mais de um bilhão de chamadas indesejadas por mês continuam atingindo os brasileiros, mesmo com soluções de bloqueio ativas. São ligações que interrompem, importunam e geram desconfiança. De novo, a maioria de nós possivelmente já atendeu o celular, preocupado com a possibilidade de ser algo relevante, e se sentiu desrespeitado ao ouvir o ruído de desligamento.

O relacionamento com o público é um gargalo no Brasil. Dados recentes da pesquisa CX Trends 2025, realizada pela Octadesk em parceria com o Opinion Box, mostram que problemas no atendimento figuram entre as principais causas de insatisfação dos consumidores – perdendo apenas para falhas em entrega, propaganda enganosa e baixa qualidade de produtos. O recado é claro: o cliente quer ser ouvido, respeitado e bem atendido. E isso vale para qualquer setor – inclusive o de seguros.

No nosso dia a dia, enquanto uma empresa que se propõe a zelar por pessoas, temos olhado com atenção para esses sinais. Sabemos que a tecnologia deve estar a serviço de seres humanos – e não contra eles. Em vez de robocalls, apostamos em bots conversacionais inteligentes, integrados ao WhatsApp, que funcionam como porta de entrada para uma jornada mais fluida. Em vez de forçar o contato, investimos em canais de autoatendimento eficientes, nos quais o usuário escolhe como e quando quer interagir.

No fim das contas, o que essas pesquisas escancaram é que não basta ter tecnologia de ponta se ela não estiver orientada para uma experiência simples, transparente e acolhedora. O setor de seguros tem uma grande oportunidade de mostrar que pode ser próximo, confiável e conveniente – sem precisar importunar o consumidor.

Se há algo que podemos aprender com as chamadas abusivas, é o valor de fazer diferente: mais empatia, mais escuta, mais respeito ao tempo e ao desejo do cliente. No mundo dos seguros, no qual lidamos com imprevistos e emoções, esse cuidado faz toda a diferença. E, com o apoio das ferramentas certas, é possível entregar isso em escala.

Reinaldo Aguimar, COO e cofundador da OON Seguradora.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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