Comunicações › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br Suas notícias diárias em alta de tecnologia! Tue, 09 Sep 2025 21:47:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://diariotechnews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-miniatura-site-32x32.png Comunicações › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br 32 32 G3 Telecom aposta em soluções personalizadas da Fibracem para acelerar expansão e dobrar base de clientes https://diariotechnews.com.br/g3-telecom-aposta-em-solucoes-personalizadas-da-fibracem-para-acelerar-expansao-e-dobrar-base-de-clientes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=g3-telecom-aposta-em-solucoes-personalizadas-da-fibracem-para-acelerar-expansao-e-dobrar-base-de-clientes Tue, 09 Sep 2025 21:47:35 +0000 https://tiinside.com.br/?p=504533 A G3 Telecom estabeleceu parceria estratégica com a Fibracem para acelerar sua expansão de rede de fibra óptica no Piauí e no Maranhão. O objetivo é ousado: dobrar a base de clientes, de 100 mil para 200 mil assinantes até 2026, com presença em todos o...

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A G3 Telecom estabeleceu parceria estratégica com a Fibracem para acelerar sua expansão de rede de fibra óptica no Piauí e no Maranhão. O objetivo é ousado: dobrar a base de clientes, de 100 mil para 200 mil assinantes até 2026, com presença em todos os 224 municípios piauienses e nove cidades maranhenses.

A contribuição da Fibracem vai além do fornecimento de equipamentos. A fabricante desenvolveu racks Shelter de alta resistência e totalmente customizados, além de acessórios e fibras ópticas que permitem que a G3 Telecom implante infraestrutura de forma mais rápida, segura e adaptada às condições locais. Essa flexibilidade é considerada essencial para viabilizar a meta de conectar uma nova cidade a cada três dias, mantendo a qualidade do serviço.

“O fator personalização foi determinante”, afirma Eryck El-Jaick, COO da Fibracem. “Trabalhamos em conjunto com a G3 para adaptar nossos produtos e tecnologias às necessidades específicas da empresa, garantindo que cada solução esteja alinhada às condições de expansão.”

Segundo Renildo Carvalho, presidente da G3 Telecom, essa abordagem personalizada é rara no setor e está diretamente ligada à capacidade da empresa de conquistar novos mercados. “Ao contarmos com soluções sob medida, conseguimos acelerar a expansão e sustentar o crescimento da base de clientes sem comprometer a qualidade”, ressalta.

Com a parceria, a G3 Telecom reforça seu posicionamento como player de destaque no mercado regional, enquanto a Fibracem demonstra o papel da tecnologia customizada como fator-chave para ampliar a conectividade em áreas estratégicas do país.

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Como a Rede Amazônica blindou sua operação digital e reduziu custos com o Zoho Workplace https://diariotechnews.com.br/como-a-rede-amazonica-blindou-sua-operacao-digital-e-reduziu-custos-com-o-zoho-workplace/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=como-a-rede-amazonica-blindou-sua-operacao-digital-e-reduziu-custos-com-o-zoho-workplace Wed, 20 Aug 2025 12:41:32 +0000 https://tiinside.com.br/?p=503224 Branded content - Segurança, controle e produtividade. Esses três pilares foram essenciais para a Rede Amazônica — maior afiliada da Rede Globo — transformar sua operação digital após enfrentar vulnerabilidades graves e altos custos de TI. A adoção do ...

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Branded content – Segurança, controle e produtividade. Esses três pilares foram essenciais para a Rede Amazônica — maior afiliada da Rede Globo — transformar sua operação digital após enfrentar vulnerabilidades graves e altos custos de TI. A adoção do Zoho Workplace foi o divisor de águas que permitiu proteger dados críticos, otimizar licenças e integrar a comunicação entre equipes distribuídas.

O ponto de ruptura: quando a TI não acompanha a demanda

Antes da mudança, a empresa usava dois provedores de e-mail e domínios distintos, dificultando a gestão e aumentando riscos. A ausência de autenticação em dois fatores, a fragmentação de dados e um incidente de fraude via e-mail corporativo acenderam o alerta.

Para atender diferentes necessidades, contratava fornecedores distintos para oferecer modelos digitais variados a cada equipe — da redação ao time técnico. Mas a solução gerava complexidade, pouca visibilidade, custos desnecessários e desperdício de licenças. Segurança

Centralização e segurança em primeiro lugar

Com o Zoho Workplace, a Rede Amazônica reuniu e-mail corporativo (Zoho Mail), chat (Zoho Cliq), armazenamento em nuvem (Zoho WorkDrive) e recursos administrativos em uma única plataforma com login unificado.

A adoção de Multi-Factor Authentication (MFA), criptografia e controles avançados deu à TI visibilidade total sobre logins e fluxos de e-mail, além da possibilidade de gerenciar usuários e desbloquear contas remotamente até pelo celular.

“Hoje consigo monitorar e administrar todo o ambiente de onde estiver. Temos segurança, controle e flexibilidade para ajustar permissões conforme o perfil de cada colaborador”, afirma Ridson Arruda, coordenador de TI.

Planos sob medida e ganhos imediatos

A empresa abandonou o modelo engessado e passou a adotar planos flexíveis, ajustados ao uso real de cada função. Os resultados vieram rápido:

  • Menos licenças ociosas
  • Mais controle sobre acessos
  • Comunicação e colaboração integradas
  • Ambiente digital mais ágil e fácil de administrar

A integração entre áreas ganhou velocidade, com documentos, chats e arquivos acessados de forma segura e centralizada, além de armazenamento escalável.

Central Casting da Rede Amazônica

Suporte próximo e migração sem fricção

O suporte local em português foi decisivo. A migração de dados — incluindo caixas de e-mail com mais de 50 GB e 15 anos de histórico — ocorreu de forma segura e sem interrupções, graças ao backup centralizado da plataforma, que preservou a integridade das informações e reduziu o risco de perdas.

“Antes, para falar com o provedor, precisávamos abrir um ticket e esperar. Com a Zoho, o atendimento é online, em português, e muito rápido. No começo achei que estava falando com um chatbot, mas era uma pessoa real, que resolveu meu problema em minutos”, relata Fábio Brasil, gerente de TI.

A combinação de atendimento próximo e tecnologia de migração eficiente fez da transição um passo estratégico para a continuidade dos negócios.

Mais que tecnologia, um parceiro estratégico

Para a Rede Amazônica, a mudança para o Zoho Workplace foi mais que trocar de plataforma: foi garantir uma operação mais segura, integrada e preparada para crescer.

“Não virei apenas cliente, virei fã. Tivemos ganhos reais em segurança, produtividade e no relacionamento com o fornecedor. A Zoho entendeu nossa realidade e respondeu à altura”, reforça Fábio Brasil.

Por que o Zoho Workplace faz a diferença:

  • Segurança corporativa com MFA e criptografia
  • Flexibilidade de planos sob medida
  • Integração total entre comunicação e colaboração
  • Controle centralizado para TI
  • Redução de custos sem perda de performance

Sua empresa também pode blindar dados, reduzir riscos e aumentar a produtividade sem desperdiçar recursos — assim como a Rede Amazônica.

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Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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Eseye lidera entre MVNOs de IoT no Brasil, aponta Anatel https://diariotechnews.com.br/eseye-lidera-entre-mvnos-de-iot-no-brasil-aponta-anatel/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=eseye-lidera-entre-mvnos-de-iot-no-brasil-aponta-anatel Thu, 31 Jul 2025 21:43:13 +0000 https://tiinside.com.br/?p=502029 A Eseye passou a ocupar a liderança entre as MVNOs credenciadas especializadas em IoT no Brasil, com 571.418 acessos móveis ativos, segundo dados da Anatel referentes a maio de 2025. O volume representa 14,13% de market share no segmento, ficando atrás...

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A Eseye passou a ocupar a liderança entre as MVNOs credenciadas especializadas em IoT no Brasil, com 571.418 acessos móveis ativos, segundo dados da Anatel referentes a maio de 2025. O volume representa 14,13% de market share no segmento, ficando atrás apenas da Correios Celular, que atua majoritariamente no varejo com foco em voz e dados para uso pessoal.
O levantamento da Anatel indica que o país conta hoje com 182 MVNOs ativas, que somam aproximadamente 4,1 milhões de acessos móveis — cerca de 1,54% do total nacional. Essas operadoras virtuais operam por meio das redes das prestadoras Claro, Datora, NLT, SURF, Telecall e Vivo, com diferentes níveis tecnológicos e foco em nichos variados, como IoT, fintechs, varejo e indústrias.
No ranking geral de MVNOs por número de acessos, a Eseye aparece seguida por Links Field (550.395 acessos), NUH! Digital (475.052), Dry Telecom (191.601), e Deutsche Telekom/T-Systems (189.953).
A Eseye, fundada no Reino Unido em 2007, está presente no Brasil desde 2016 e atua como integradora de conectividade global para soluções de IoT, com presença em mais de 190 países e suporte a mais de 800 redes de telecom. Sua plataforma Infinity oferece cobertura superior a 95% e recebeu, em 2023, o prêmio “Produto IoT do Ano” no Computing Technology Product Awards.
Segundo Ana Carolina Bussab, CEO da Eseye no Brasil, o crescimento é resultado do foco em inovação e da capacidade de entregar soluções de conectividade sob medida para os dispositivos e contextos de negócio dos clientes. “Nosso compromisso diário com a performance das operações dos nossos parceiros é o que sustenta esses números crescentes no mercado brasileiro e latino-americano.”

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TIM reforça protagonismo em energia renovável com iniciativas para clientes e empresas https://diariotechnews.com.br/tim-reforca-protagonismo-em-energia-renovavel-com-iniciativas-para-clientes-e-empresas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tim-reforca-protagonismo-em-energia-renovavel-com-iniciativas-para-clientes-e-empresas Thu, 31 Jul 2025 18:04:34 +0000 https://tiinside.com.br/?p=502001 A TIM divulgou nessa quarta-feira, 30, seu balanço trimestral de 2025, mostrando sua posição como referência em sustentabilidade no setor de telecomunicações, ao ampliar sua estratégia de geração distribuída de energia renovável e lançar iniciativas in...

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A TIM divulgou nessa quarta-feira, 30, seu balanço trimestral de 2025, mostrando sua posição como referência em sustentabilidade no setor de telecomunicações, ao ampliar sua estratégia de geração distribuída de energia renovável e lançar iniciativas inéditas para consumidores residenciais e empresariais. A companhia, que desde 2021 opera com 100% de energia renovável, agora produz 65% do que consome a partir de 135 usinas arrendadas de parceiros — a maioria de geração solar.

Essas usinas abastecem mais de 17 mil sites da operadora em todo o Brasil e geram uma economia significativa. Ao considerar toda a sua operação, a TIM economiza cerca de R$ 50 milhões por ano em despesas com energia.

Como parte do seu compromisso com as metas ESG, a TIM avança também na oferta de soluções sustentáveis aos seus clientes. Em maio de 2025, a operadora lançou uma iniciativa inédita no setor: um programa de fornecimento de energia renovável voltado exclusivamente para pessoas físicas. Em parceria com a Thopen, empresa da Pontal Energy especializada em geração distribuída, a TIM passou a oferecer aos clientes TIM Black — com contas mensais a partir de R$ 200 a R$ 300 — descontos de 15% na conta de luz. A iniciativa já está ativa nos estados do Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Goiás, com expansão para São Paulo e Mato Grosso prevista ainda para julho.

Além do benefício direto ao consumidor, a ação reforça a estratégia da operadora de engajamento em práticas sustentáveis, ao ampliar o acesso à energia limpa e reduzir a pegada de carbono de sua base de clientes.

Para o segmento corporativo, a TIM também avança com soluções em parceria com a Eletrobras e a própria Thopen, um programa voltado para os cerca de 2 milhões de clientes empresariais da sua base. Empresas com consumo mensal de energia a partir de R$ 10 mil podem migrar para o mercado livre e contratar energia renovável da Eletrobras, com potencial de economia de até 30% na conta de luz. O projeto já está disponível no Paraná e Santa Catarina, onde a TIM tem mais de 50% de market share, com previsão de expansão nacional até setembro de 2025.

Essas iniciativas consolidam a posição da TIM como líder em práticas sustentáveis no setor. A empresa ocupa o topo do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3 e é a única representante do setor de telecomunicações presente em todas as carteiras de sustentabilidade da bolsa brasileira — há 17 anos consecutivos.

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Fórum de Smart Grid debate a digitalização das redes de energia https://diariotechnews.com.br/forum-de-smart-grid-debate-a-digitalizacao-das-redes-de-energia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=forum-de-smart-grid-debate-a-digitalizacao-das-redes-de-energia Thu, 31 Jul 2025 14:14:57 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501980 As transformações em curso no setor elétrico brasileiro ganharão protagonismo na 17ª edição do Fórum Latino-Americano de Smart Grid, que será realizada nos dias 4 e 5 de agosto, em São Paulo. O evento reunirá presidentes de empresas, especialistas do s...

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As transformações em curso no setor elétrico brasileiro ganharão protagonismo na 17ª edição do Fórum Latino-Americano de Smart Grid, que será realizada nos dias 4 e 5 de agosto, em São Paulo. O evento reunirá presidentes de empresas, especialistas do setor público e privado, reguladores e provedores de tecnologia para discutir os novos rumos da energia no país e na América Latina.

A pauta deste ano é extensa diz Cyro Boccuzzi, CEO da ECOee e organizador do evento. “Entre os principais temas estão a antecipação da renovação das concessões de distribuição, os novos modelos de remuneração que devem emergir com as mudanças no papel das distribuidoras e a necessidade de aumentar a resiliência das redes diante de eventos climáticos extremos, cada vez mais frequentes e intensos”

Um dos pontos centrais da discussáo será a obrigatoriedade de digitalização das redes elétricas brasileiras até 2035, conforme prevê a Portaria MME 111/25. Isso inclui a instalação de medidores inteligentes, a adoção de sistemas avançados de gerenciamento de distribuição (ADMS) e a criação de uma infraestrutura digital robusta para suportar uma rede elétrica mais dinâmica e descentralizada.

“Estamos entrando em uma nova era. A digitalização, combinada com o uso de inteligência artificial, permitirá operar as redes com mais eficiência, identificar padrões de consumo, antecipar falhas e oferecer novos serviços ao consumidor”, afirma Boccuzzi. “Essa transformação vai além da tecnologia: é uma mudança de modelo de negócio e de cultura regulatória.”

Veja também: Liderança que protege: o papel do CEO na segurança da informação

A IA, segundo o consultor, está começando a ser utilizada tanto para a automação administrativa quanto para operações em tempo real, como o monitoramento de transformadores e o gerenciamento proativo de redes. “A partir dos dados gerados pelos novos medidores, será possível até mesmo personalizar ofertas de energia, como no futuro vender o serviço de refrigeração ao invés de quilowatt-hora”, exemplifica.

Ele também alerta para os cuidados necessários na adoção da tecnologia: “Em aplicações críticas como o setor elétrico, é preciso evitar os riscos das chamadas alucinações da IA, que podem levar a decisões erradas. É necessário controle, validação e responsabilidade”, enfatiza.

Usinas reversíveis 

Outro destaque do fórum será o debate sobre as Usinas de Armazenamento Bombeado (UABs), também conhecidas como hidrelétricas reversíveis. Trata-se de uma tecnologia dominada e já viável economicamente, que pode ajudar o sistema elétrico a lidar com a intermitência das fontes renováveis, como a solar e a eólica.

Essas usinas funcionam como baterias gigantes: utilizam energia excedente em horários de baixa demanda para bombear água de um reservatório inferior para um superior, gerando eletricidade nos momentos de pico. “Elas oferecem um serviço essencial de flexibilidade sistêmica, não de geração contínua. São capazes de estabilizar a rede em segundos, algo vital num cenário com cada vez mais fontes intermitentes”, explica Boccuzzi.

Projetos de UABs já estão sendo estudados no Brasil com foco em uso eficiente da água, implantação rápida e baixo impacto ambiental. “São reservatórios do tamanho de pesqueiros, não grandes represas. E ainda conseguem competir com térmicas e até com baterias em certos contextos”, completa.

Abertura do mercado e desafios tarifários 

A partir de 2026, consumidores de baixa tensão poderão entrar no mercado livre de energia, o que aumentará a concorrência e exigirá novos serviços das distribuidoras. “Com a digitalização, uma distribuidora deixará de vender energia para operar a rede e prover serviços ao consumidor. É uma mudança radical”, diz Boccuzzi.

Nesse novo ambiente competitivo, empresas de telecomunicações e bancos — que já têm relacionamento direto com milhões de clientes — poderão, por exemplo,  entrar no mercado oferecendo pacotes de energia, como já ocorre com outros tipos de serviços,  como seguros e serviços financeiros.

Porém, o desafio será conciliar essa transição com a sustentabilidade econômica das tarifas. “Hoje as tarifas já estão pressionadas. O setor precisa de políticas públicas de longo prazo, espaço para investimentos e uma reorganização da cadeia de custos. Não adianta digitalizar sem viabilidade financeira”, alerta.

Resiliência climática 

Os eventos extremos, como os recentes no Rio Grande do Sul e em São Paulo, também entram na pauta. Segundo Boccuzzi, muitas das redes de distribuição e transmissão não foram projetadas para suportar as temperaturas e os esforços mecânicos atuais. “Transformadores que antes operavam a 25°C agora enfrentam picos de 50°C, reduzindo sua vida útil.”

A aplicação de gêmeos digitais — réplicas virtuais de ativos da rede — e sensores de campo pode evitar falhas catastróficas. “Já temos sistemas capazes de detectar, por exemplo, um galho encostando na fiação, antes de gerar um curto ou um apagão”, diz.

Com a antecipação das concessões, 19 das 31 maiores distribuidoras já têm horizonte para investir em digitalização. Estima-se que até 2028 sejam necessários mais de R$ 350 bilhões em investimentos no setor.

“Vamos precisar instalar 90 milhões de medidores inteligentes. É um desafio de engenharia, logística e regulação. Mas também uma oportunidade única de transformar a matriz elétrica brasileira”, resume Boccuzzi.

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TIM amplia lucro líquido em 25% no 2º trimestre https://diariotechnews.com.br/tim-amplia-lucro-liquido-em-25-no-2o-trimestre/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tim-amplia-lucro-liquido-em-25-no-2o-trimestre Wed, 30 Jul 2025 23:00:13 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501975 A TIM encerra o segundo trimestre de 2025 com resultados alavancados pela sua visão bem definida e execução assertiva, evoluindo em temas-chave como o mercado pós-pago, a cobertura 5G e os acordos do segmento B2B. Isso se traduz no crescimento do lucro...

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A TIM encerra o segundo trimestre de 2025 com resultados alavancados pela sua visão bem definida e execução assertiva, evoluindo em temas-chave como o mercado pós-pago, a cobertura 5G e os acordos do segmento B2B. Isso se traduz no crescimento do lucro líquido*, que alcançou R$ 976 milhões no período, representando um crescimento de 25% na comparação com o trimestre anterior.

A receita líquida de serviços* avançou 5,1% A/A no 2T25, totalizando R$ 6,4 bilhões. Em serviços móveis, a evolução foi de 5,6% ano contra ano, impulsionada pelo desempenho do pós-pago. O segmento registrou aumento de 10,7% na receita e de 8,8% na base de  clientes. Dessa forma, por mais um trimestre, a TIM tem o melhor ARPU móvel do mercado, alcançando R$ 32,7 – aumento de 4,8% A/A.

A operadora segue o percurso de eficiência na sua gestão, com aumento do EBITDA* em 6,3%, alcançando R$ 3,35 bilhões e Margem EBITDA de 50,8%. O fluxo de caixa operacional chegou a R$ 2,7 bilhões no primeiro semestre de 2025, um crescimento consistente de 14,3% na comparação com os seis primeiros meses do ano passado. Com o início do segundo semestre, a companhia deu sequência a iniciativas de inovação que reforçam sua liderança em conectividade e experiência do cliente.

Veja também: Executivas do Bradesco falam sobre como acelerar a inovação com IA e a importância da infraestrutura na estratégia digital

“Os resultados do primeiro semestre demonstram nossa trajetória de crescimento consistente e sustentável. Continuamos avançando no pós-pago e no segmento corporativo, evoluímos na experiência de conectividade – especialmente com o crescimento da cobertura e base 5G – e mantivemos a disciplina na gestão de custos e investimentos. Projetos como a modernização da rede em São Paulo tangibilizam o DNA inovador da TIM, protagonizando movimentos relevantes no setor. A nossa aposta em tecnologia com propósito impulsiona também a agenda ESG, com reconhecimentos relevantes como o primeiro lugar na carteira do ISE. Estamos motivados para um segundo semestre com novas frentes de inovação para alcançarmos as metas traçadas e seguir rumo ao objetivo de ser a operadora preferida dos brasileiros”, destaca Alberto Griselli, CEO da TIM Brasil. 

Três anos de liderança no 5G

A TIM segue na liderança do 5G três anos após o início da implementação da tecnologia no Brasil e diversos indicadores demonstram o papel relevante desempenhado pela companhia na difusão da conectividade de quinta geração. Com presença da tecnologia em 707 cidades, a operadora alcança cerca de 70% da população urbana, o equivalente a 120 milhões de pessoas. Nas capitais, mais de 30% do tráfego de dados móveis da TIM já passa pela sua rede 5G. Em média, os clientes navegam 50% do tempo na tecnologia – e em grandes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, esse percentual já chega a 70%. Já a representatividade de smartphones 5G na base chegou a 28% do total de dispositivos.

Fundo 5G: retorno e novo investimento

A TIM segue como a principal investidora de um fundo direcionado a empresas que tenham modelos de negócios associados ao uso de tecnologia e conectividade. A iniciativa já conta com três projetos em andamento, que renderam R$ 73 milhões nos últimos meses. As empresas beneficiadas foram a Topsort, de retail media com uso de IA; Simetrik, que também usa IA, mas no segmento financeiro; e Tractian, de monitoramento preditivo de ativos industriais. O quarto projeto será com a Quatá Investimento, startup que possui expertise na análise de crédito e opera uma solução tecnológica para fornecer soluções financeiras dentro desse ecossistema. O objetivo do Fundo é chegar entre oito e 10 empresas investidas no portfólio, nas principais verticais de interesse da operadora nos mercados B2B e B2B2C.

Mais tração em São Paulo e Minas Gerais

Em abril, a TIM anunciou seu maior projeto de modernização de infraestrutura do país, com a atualização de todos os três mil sites da região metropolitana de São Paulo, ampliando em 40% a capacidade da rede e beneficiando 10 milhões de clientes. Mais de metade desse processo já foi concluído no fim do segundo semestre. Em paralelo, a operadora trabalhou para ampliar a cobertura 5G e 4G nos DDDs 11, 12, 13, 15 e 19 – instalando mais de 700 sites em 160 cidades – e também a sua capilaridade da região, com abertura de novas lojas. O destaque foi a flagship na Rua Oscar Freire, na capital paulista, um marco na experiência e relacionamento com o consumidor. Agora, a empresa acelera em Minas Gerais. Os investimentos em rede e capilaridade impactam 60 municípios nas áreas de DDD 31 (Belo Horizonte) e 34 (Triângulo Mineiro). Até o fim de 2025, a TIM mais que dobrará sua cobertura 5G no Estado, chegando a 131 cidades, além de reforçar a marca com campanhas, eventos e 13 novas lojas.

Melhor proposta de valor

A TIM segue apostando no pós-pago para alavancar seus resultados, estratégia que vem sendo bem-sucedida, com crescimento significativo dessa receita por 14 trimestres consecutivos. Neste trimestre, a operadora registrou mais de 450 mil adições líquidas em planos pós-pagos (excluindo acessos M2M), fechando o período com uma base pós-paga total de 31,5 milhões de acessos. O ARPU desse segmento (excluindo acessos M2M) no primeiro semestre de 2025 foi de R$ 54,8 – o maior do mercado, refletindo a diferenciação das ofertas da companhia e o bom desempenho comercial. Um dos destaques do segundo trimestre foi a campanha do Dia das Mães, segunda data mais relevante em vendas, atrás apenas da Black Friday, com descontos de até 50% na linha iPhone 16, dentro do conceito da plataforma de marca “Você Pode Tudo”. No pré-pago, a companhia reforçou seu relacionamento com os usuários lançando o programa Recarga Premiada, que garante recompensas – como gift cards de empresas parceiras e bônus de dados – para cada recarga realizada pelo cliente, seja qual for o valor ou canal utilizado. 

Oferta de energia

Clientes corporativos da TIM no segmento PME (pequenas e médias empresas) podem comprar energia da Eletrobras no mercado livre. O projeto proporciona uma economia de até 30% na conta de luz para empreendedores com gasto médio mensal a partir de R$ 10 mil, garantindo ainda o consumo de energia limpa e renovável – o que reforça o compromisso ESG da parceria. A iniciativa, fruto do acordo firmado no fim de 2024, já está disponível no Paraná e Santa Catarina e tem roll out nacional previsto até setembro.

B2B IOT: mais rodovias conectadas e novas parcerias

A frente TIM IoT Solutions segue ampliando sua presença no mercado e já soma R$ 406 milhões em contratos desde o primeiro trimestre de 2024, com 109 companhias no portfólio de clientes. Na vertical de Logística, a TIM chegou a mais de 7 mil quilômetros de rodovias conectados. No trimestre, foi destaque o novo contrato com o Grupo Way Brasil, cobrindo mais de 630 quilômetros nas concessões Way-112 e Way-306. As rodovias se tornaram ainda as primeiras do país a operar com câmeras CFTV LTE 4G. No Agronegócio, a operadora alcançou 23 milhões de hectares cobertos com 4G e – durante participação na Agrishow, em maio – anunciou a meta de chegar a 26 milhões até o fim do ano. No evento, a TIM apresentou novos acordos: com o Grupo Pedra Agroindustrial, para conexão de 4.500 máquinas agrícolas em São Paulo e Mato Grosso, e com a Usina Uberaba, do Grupo Balbo, otimizando colheita, transporte e operações em campo no Triângulo Mineiro. Recentemente, a empresa também firmou parceria com a Usina Santa Terezinha, maior exportadora de açúcar VHP da Região Sul, para conectar mais de 700 mil de hectares no Paraná. A TIM avançou ainda em Indústria 4.0, conectando a fábrica dos Laboratórios Pierre Fabre, em Areal (RJ), e em Utilities, com projeto de modernização de mais de 30 mil pontos de luz em Canoas (RS), em um dos municípios mais impactados pelas enchentes de 2024.

Empresa líder em sustentabilidade

A TIM lidera o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3, do qual faz parte há 17 anos consecutivos, um marco que evidencia a consistência da companhia em suas práticas ESG. Além disso, é a primeira e única empresa do setor de telecomunicações presente em todas as carteiras de sustentabilidade da bolsa brasileira. A operadora também integra o IDIVERSA B3, voltado à diversidade de gênero e raça; o Índice Carbono Eficiente (ICO2 B3), que reconhece o compromisso com a transparência das emissões e a transição para uma economia de baixo carbono; e o IGPTW B3, composto por empresas certificadas entre as melhores para se trabalhar no país.

Engajamento ambiental de fornecedores

Depois de reafirmar sua posição entre as líderes mundiais em transparência climática com a nota máxima no CDP, a TIM também foi destaque em engajamento de fornecedores. A presença em mais uma “A List” da organização que administra um rigoroso sistema de controle e divulgação global de informações ambientais reafirma a maturidade das iniciativas ESG da empresa junto ao seu ecossistema de parceiros. Nos últimos dois anos, a companhia ampliou significativamente o número de fornecedores engajados por meio do Programa Supply Chain do CDP e iniciou um Programa de Compras Sustentáveis.

Referência em geração distribuída de energia

A TIM encerrou o segundo trimestre consolidando ainda mais seu protagonismo em geração distribuída de energia dentre as operadoras. A companhia já produz 65% do que consome em 134 usinas solares, hídricas e de biogás arrendadas de parceiros. O projeto abastece mais de 17 mil sites e gera uma eficiência importante, estimada em R$ 40 milhões somente em 2024. A empresa opera com 100% de energia renovável desde 2021, complementando a produção das usinas com aquisição no mercado livre e compra de certificados de energia renovável (I-RECs).

Grande lugar para trabalhar

Pelo quarto ano consecutivo, a TIM faz parte do ranking da Great Place To Work (GPTW) e também integra – há dois anos seguidos – o GPTW Diversidade Mulher. Assim, a operadora é reconhecida como uma das Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, inclusive para mulheres – que ocupam 37,4% das posições de liderança. A empresa foi ainda a primeira do setor de telecomunicações a conquistar a certificação Age Friendly, selo internacional que atesta as ações concretas para o desenvolvimento de profissionais 50+. Os reconhecimentos ratificam o trabalho consistente e focado no cuidado com as pessoas realizado pela TIM, assim como a evolução da sua cultura e promoção de um ambiente de diversidade e inclusão. 

Resultados Financeiros

(R$ milhões) 2T24 2T25 %A/A
RECEITA LÍQUIDA TOTAL (1) 6.303 6.600 4,7%
RECEITA LÍQUIDA DE SERVIÇOS (1) 6.103 6.417 5,1%
RECEITA LÍQUIDA MÓVEL (1 5.766 6.089 5,6%
RECEITA LÍQUIDA FIXA 337 328 -2,8%
RECEITA TIM ULTRAFIBRA 234 226 -3,6%
CUSTOS DE OPERAÇÃO (1) -3.150 -3.249 3,1%
EBITDA (1) 3.153 3.351 6,3%
MARGEM EBITDA (1 50,0% 50,8% 0,8p.p.
LUCRO LÍQUIDO (1) 781 976 25,0%

 

 

(R$) 2T24 2T25 %A/A
ARPU TOTAL (1) 31,2 32,7 4,8%
ARPU PRÉ 14,9 14,3 -4,0%
ARPU PÓS 43,9 44,3 1,0%
ULTRAFIBRA 98,6 95,6 -3,0%

 

(1)   Normalizado para itens não recorrentes nos 1T25 e 2T25

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Vivo tem lucro de R$ 1,3 bilhão no segundo trimestre, alta de 10% https://diariotechnews.com.br/vivo-tem-lucro-de-r-13-bilhao-no-segundo-trimestre-alta-de-10/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=vivo-tem-lucro-de-r-13-bilhao-no-segundo-trimestre-alta-de-10 Mon, 28 Jul 2025 22:45:45 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501789 A Vivo mantém uma trajetória sólida de crescimento no segundo trimestre do ano, sustentada pela qualidade de sua infraestrutura de conectividade e por um portfólio cada vez mais completo de serviços digitais. A integração entre fibra, móvel e soluções ...

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A Vivo mantém uma trajetória sólida de crescimento no segundo trimestre do ano, sustentada pela qualidade de sua infraestrutura de conectividade e por um portfólio cada vez mais completo de serviços digitais. A integração entre fibra, móvel e soluções que digitalizam a rotina dos clientes tem impulsionado a expansão contínua da receita e da rentabilidade. Com ganhos operacionais e avanço nos principais segmentos, a companhia registra alta de 10,0% no lucro líquido, que soma R$ 1,3 bilhão, e aumento da receita total para R$ 14,6 bilhões, uma elevação de 7,1%, acima da inflação do período. O EBITDA atinge R$ 5,9 bilhões, com ampliação de 8,8% e margem de 40,5%. A Vivo encerra o segundo trimestre com uma base de clientes de 116,2 milhões de acessos.

A receita de serviço móvel chega a R$ 9,6 bilhões, com alta de 7,3%, influenciada pelo segmento pós-pago, com faturamento de R$ 8,2 bilhões, uma progressão de 10,9%. O crescimento se deve, em sua maior parte, ao incremento da base de clientes pós-pagos, que alcança 68,5 milhões de acessos, uma evolução de 7,0% no comparativo anual, tanto pelas migrações do pré-pago quanto pela aquisição de novos clientes. Essa base representa quase 70% dos acessos móveis, de 102,5 milhões, mantendo a liderança do setor com 38,5% de participação.

Veja também: Executivas do Bradesco falam sobre como acelerar a inovação com IA e a importância da infraestrutura na estratégia digital

A receita fixa atinge R$ 4,3 bilhões, um crescimento de 8,0%, com forte contribuição da fibra, que ultrapassa R$ 1,9 bilhão, um avanço de 10,4%. A Vivo conclui o período com uma potente infraestrutura de fibra, com 30,1 milhões de domicílios passados, evoluindo sua cobertura em 10,2%, com 7,4 milhões de clientes já conectados, um aumento anual de 12,6%. A empresa tem como estratégia comercial a combinação de fibra e móvel em uma oferta convergente, o Vivo Total, que cresce a cada trimestre e representou 86% das novas adições de fibra nas lojas no trimestre. Esta oferta já conta com 2,9 milhões de assinantes, progredindo 63,5% nos últimos 12 meses.

A atuação da Vivo em fibra será reforçada com a recente aquisição de 50,0% da FiBrasil – companhia de rede neutra – acumulando 75,01% do capital social da empresa; os demais 24,99% seguem com a Telefónica Infra.

“No segundo trimestre, mantivemos a trajetória de crescimento das nossas receitas, impulsionadas pelo forte desempenho do pós-pago e da fibra, ambos com avanços acima da inflação do período. A oferta Vivo Total, que integra esses dois serviços com benefícios exclusivos, também apresentou excelente evolução. Essa estratégia de convergência, aliada ao nosso amplo ecossistema de soluções, tem sustentado os bons resultados e reforçado a liderança da Vivo no país”, explica o presidente da Vivo, Christian Gebara.

A receita de aparelhos e eletrônicos, de smartphones a dispositivos para casa inteligente, ficou estável na comparação anual, registrando R$ 820 milhões. Destaque às vendas de celulares compatíveis com 5G, responsáveis por 95% do total de aparelhos comercializados pela empresa de abril a junho.

Gestão operacional

Os custos totais do trimestre, suprimindo os gastos com depreciação e amortização, alcançam R$ 8,7 bilhões. Houve um avanço de 5,9%, em função da maior atividade comercial, mas parcialmente compensado por eficiências operacionais e maior adoção de canais digitais, como pagamentos por PIX, que representaram 44% do total recebido pela companhia, e uso recorrente do app Vivo, atualmente com 27,7 milhões de usuários.

Diante de um cenário de maior atividade, a empresa manteve seu ritmo de investimentos. No trimestre, os aportes atingem R$ 2,4 bilhões, um crescimento de 4,2%. Os recursos foram destinados, principalmente, para a expansão da rede móvel 5G – que, ao fim de junho, já alcançava 596 cidades e cobria 64,3% da população brasileira – e para a aceleração da operação em fibra.

A remuneração paga aos acionistas soma, até o final de julho, R$ 5,2 bilhões, sendo R$ 2,2 bilhões em Juros sobre Capital Próprio (JSCP), R$ 2,0 bilhões referentes à redução de capital e R$ 983 milhões relacionados à recompra de ações. Além disso, a Vivo já deliberou R$ 1,7 bilhão em JSCP de janeiro a julho, a serem pagos até abril do próximo ano. Em 2025 e 2026, a Vivo distribuirá aos seus acionistas um valor igual ou superior a 100% do lucro líquido gerado em cada período. Em 2024, o payout sobre o lucro foi de 105,3%.

“Os resultados do trimestre refletem a solidez da nossa estratégia, com crescimento de receitas, expansão do lucro e geração consistente de caixa, reforçando nossa posição financeira e o compromisso com a criação de valor para os acionistas”, comenta David Melcon, Chief Financial Officer (CFO) da Vivo.

Ecossistema digital

Os novos negócios e serviços digitais corporativos vêm ocupando cada vez mais espaço no faturamento da Vivo, com 11,2% de participação na receita total dos últimos 12 meses. O segmento empresarial se destaca, com um competitivo portfólio digital composto por soluções de cloud, cibersegurança, big data, IoT e mensageria, venda e aluguel de equipamentos de TI, e gera, nos últimos 12 meses, uma receita de R$ 4,8 bilhões, um crescimento de 31,3%.

No B2C, a Vivo é importante parceira comercial das principais OTTs de música e vídeo do mercado. Esse serviço contabiliza R$ 793 milhões em receita nos últimos 12 meses, um acréscimo de 24,9%, e encerra o trimestre com 3,7 milhões de assinantes, uma elevação de 34,5%.

Os serviços financeiros ganham relevância com o Vivo Pay, marca que consolida as soluções financeiras da empresa, como empréstimo pessoal, seguros, antecipação de FGTS, e outros. Considerando os últimos 12 meses, as receitas com esses serviços crescem 4,2%, registrando R$ 469 milhões. O montante total de empréstimos concedidos via Vivo Pay, desde o início da operação, em outubro de 2020 até junho de 2025, ultrapassa R$ 1 bilhão.

Em Saúde e Bem-Estar, a Vivo conta com o Vale Saúde Sempre – serviço de assinatura mensal que dá acesso a descontos em consultas, exames e medicamentos. Com 440 mil assinantes, o programa registra, nos últimos 12 meses, 67 mil atendimentos e 2,0 milhões de itens adquiridos em farmácias. No mesmo período, a receita do segmento alcança R$ 79 milhões, com expressivo aumento de 113,4% no comparativo anual.

Considerando a totalidade dos produtos B2C, tanto de telecomunicações quanto de novos negócios, a receita média mensal por CPF, nos últimos 12 meses, chega a R$ 63,7, com crescimento anual de 5,2%, consolidando o posicionamento da Vivo como one-stop-shop para seus clientes.

Futuro Vivo

A atuação da Vivo está alinhada a critérios ESG que reforçam seu compromisso com o crescimento sustentável, a ética e a integridade. Na frente ambiental, foi eleita Empresa do Ano na premiação Melhores do ESG, da revista Exame. Com o Vivo Recicle, pelo segundo ano, a companhia realizou mobilização voltada ao público jovem e integrada ao programa de voluntariado, alcançando 26 instituições, sendo 24 escolas públicas, e recolhendo cerca de 29 toneladas de resíduos eletrônicos, um aumento de 26% em relação ao ano anterior.

A Vivo atinge R$ 2,8 bilhões em receitas com soluções que favorecem a eficiência energética e climática, e foi reconhecida, pela quinta vez consecutiva, na A-List do CDP como líder em engajamento climático com fornecedores.

No pilar social, o Dia dos Voluntários 2025 reuniu cerca de 10 mil participantes em ações simultâneas em 51 instituições, beneficiando aproximadamente 45 mil pessoas em 34 cidades. O Programa de Estágio 2025 abriu mais de 450 vagas, com 50% destinadas a pessoas negras e todas elegíveis a pessoas com deficiência.

Em governança, o programa Parceiro Plural vem impulsionando o desenvolvimento de fornecedores em ESG, com mais de 1,3 mil autoavaliações realizadas desde agosto de 2024 e 70% de respostas aderentes às práticas ESG. A transparência das ações da companhia é garantida pela divulgação do Relato Integrado 2024, seguindo as principais diretrizes de mercado.

A Vivo recebeu ainda reconhecimentos em diversas frentes, incluindo os prêmios Executivo de Valor (Valor Econômico); única do setor entre as 100 melhores empresas do Merco Responsabilidade ESG; Ambição 2030 (Pacto Global da ONU) com o case Mulheres em Liderança; sexto lugar no ranking Diversidade (étnico-racial) da GPTW Brasil, entre outros, consolidando sua posição como referência em sustentabilidade empresarial.

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CPTM e Linktel implantam sistema para acesso à internet WiFi em 41 estações https://diariotechnews.com.br/cptm-e-linktel-implantam-sistema-para-acesso-a-internet-wifi-em-41-estacoes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cptm-e-linktel-implantam-sistema-para-acesso-a-internet-wifi-em-41-estacoes Mon, 28 Jul 2025 21:39:09 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501758 A CPTM implantou, em conjunto com a operadora de telecomunicações Linktel WiFi, o sistema para acesso à internet WiFi em 41 estações do sistema ferroviário. Agora, os passageiros que embarcam e desembarcam na estação Palmeiras-Barra Funda, da Linha 7 –...

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A CPTM implantou, em conjunto com a operadora de telecomunicações Linktel WiFi, o sistema para acesso à internet WiFi em 41 estações do sistema ferroviário. Agora, os passageiros que embarcam e desembarcam na estação Palmeiras-Barra Funda, da Linha 7 – Rubi, e em todas as estações que compõem as Linhas 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade terão acesso a pelo menos 30 minutos de internet gratuita por dia.

Para utilizar o benefício será necessário o preenchimento de um cadastro prévio, feito por meio de e-mail e senha. A empresa de telecomunicações irá disponibilizar WiFi na plataforma para que os passageiros utilizem internet enquanto estão aguardando a próxima viagem. Os viajantes poderão navegar pela rede para a troca de e-mails, mensagens e o uso de redes sociais como Facebook e WhatsApp.

Veja também: Liderança que protege: o papel do CEO na segurança da informação

“A oferta de Wi-Fi gratuito nas estações da CPTM é um passo importante para tornar o transporte público mais conectado, acessível e confortável para todos os passageiros. Com essa iniciativa, buscamos não apenas facilitar o acesso à informação, mas também transformar o tempo de espera em uma oportunidade para estudo, trabalho ou lazer digital”, destaca Michael Cerqueira, presidente da CPTM.

A implantação do serviço foi contratada pela companhia em agosto de 2023 e, desde então, o sistema vem sendo instalado progressivamente nas estações. O valor do contrato é de R$ 1,1 milhões.

“São inúmeros desafios para a nossa empresa nesse projeto possibilitando a inclusão digital e uma importante inovação tecnológica para todo setor”, salienta André Ferreira, diretor de operações da Linktel.

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Acesso à internet nas áreas rurais alcança 84,8% da população https://diariotechnews.com.br/acesso-a-internet-nas-areas-rurais-alcanca-848-da-populacao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=acesso-a-internet-nas-areas-rurais-alcanca-848-da-populacao Thu, 24 Jul 2025 21:09:21 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501575 O acesso à internet entre brasileiros que vivem em áreas rurais cresceu 150% entre 2016 e 2024, de acordo com a mais recente edição da PNAD Contínua, divulgada nesta quinta-feira (24) pelo IBGE. Em 2016, apenas um em cada três moradores dessas regiões ...

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O acesso à internet entre brasileiros que vivem em áreas rurais cresceu 150% entre 2016 e 2024, de acordo com a mais recente edição da PNAD Contínua, divulgada nesta quinta-feira (24) pelo IBGE. Em 2016, apenas um em cada três moradores dessas regiões estava conectado. Em 2024, esse número saltou para 84,8% da população rural, aproximando-se da universalização do acesso. O avanço é resultado direto das políticas públicas implementadas pelo Governo Federal para levar conectividade a locais antes isolados, alinhando-se à meta do presidente Lula de garantir inclusão digital para os brasileiros.

“Conectar áreas remotas é um grande desafio. Vamos lançar um novo leilão da faixa de 700 MHz para cobrir regiões com vazios de cobertura. No plano para 2025, mais de 1.300 localidades rurais receberão tecnologia 4G, e até o final do ano todas as instalações serão concluídas. Todos os estados serão contemplados. Essa é uma das prioridades da nossa gestão e do presidente Lula”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.

Uma das principais metas do Governo Federal é eliminar as desigualdades regionais ainda existentes no acesso à internet e à informação. Com foco na construção de uma infraestrutura digital em regiões mais desassistidas do país, o Ministério das Comunicações tem trabalhado em projetos como o Norte Conectado e na aceleração da implantação do 4G e 5G. Os reflexos desse esforço já podem ser observados na PNAD: apenas em 2024, houve uma redução de 17% na lacuna de domicílios sem disponibilidade para contratar internet.

“São números que colocam o Brasil em destaque e mostram que nossas políticas públicas estão funcionando, mas, claro, precisamos continuar avançando. Temos muitos desafios. As pessoas estão com mais acesso à internet, mas ainda há brasileiros sem letramento digital, e isso é uma preocupação. Precisamos aprimorar as políticas de inclusão e levar letramento e habilidades digitais para que as pessoas saibam usar a internet de forma segura”, disse o secretário de Telecomunicações, Hermano Tercius, durante coletiva do IBGE sobre os resultados da PNAD.

Ao participar da coletiva desta quinta-feira, realizada pelo IBGE, sobre os avanços da inclusão digital no país, o secretário Hermano Tercius lembrou que destravar o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) foi essencial para financiar a infraestrutura digital em áreas rurais, remotas e de difícil acesso. O fundo permitiu a implantação de quilômetros de fibra óptica para levar conectividade a locais com precariedade de sinal.

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Avanço do 6G e alta nos ciberataques elevam papel da IA na segurança digital https://diariotechnews.com.br/avanco-do-6g-e-alta-nos-ciberataques-elevam-papel-da-ia-na-seguranca-digital/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=avanco-do-6g-e-alta-nos-ciberataques-elevam-papel-da-ia-na-seguranca-digital Wed, 23 Jul 2025 20:44:46 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501452 O Brasil movimentou R$17 bilhões em cibersegurança em 2024, segundo levantamento da Peers Consulting + Technology, um reflexo direto da escalada dos crimes digitais no país. A projeção é de que, até 2029, esse mercado alcance quase US$4,5 bilhões, ...

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O Brasil movimentou R$17 bilhões em cibersegurança em 2024, segundo levantamento da Peers Consulting + Technology, um reflexo direto da escalada dos crimes digitais no país. A projeção é de que, até 2029, esse mercado alcance quase US$4,5 bilhões, impulsionado pelo aumento da demanda por proteção em ambientes digitais cada vez mais complexos.

O mesmo estudo aponta que o país registra cerca de 140 mil ataques cibernéticos por ano, sendo o setor público o principal alvo, com quase 30% das ocorrências. Esse volume expressivo de investidas mantém o Brasil entre os principais focos de ataques cibernéticos da América Latina.

E esse cenário tende a se agravar. A preocupação se intensifica com a chegada do 6G, prevista para 2030, que promete conectar bilhões de dispositivos simultaneamente em aplicações críticas como veículos autônomos, cidades inteligentes e cirurgias remotas. Essa nova infraestrutura ampliará significativamente a superfície de ataque e exigirá avanços robustos em proteção digital para garantir a segurança de dados e operações em tempo real.

Veja também: Liderança que protege: o papel do CEO na segurança da informação

“Com o 6G, a velocidade da informação se torna exponencial. E isso vale também para o cibercrime. A única forma de responder a essa nova realidade é com inteligência artificial operando em tempo real”, afirma Ana Cerqueira, CRO da empresa brasileira de cibersegurança ZenoX.

6G: velocidade, volume e uma nova fronteira de risco

A promessa do 6G é entregar conectividade ultrarrápida, latência quase zero e integração em larga escala de objetos inteligentes, do carro ao prontuário médico. Mas essa revolução tecnológica carrega consigo o desafio da expansão da superfície de ataque digital.

“Cada novo ponto de conexão é uma nova vulnerabilidade em potencial. A infraestrutura 6G amplia o perímetro de risco de forma sem precedentes”, diz Ana Cerqueira. Segundo a executiva, a resposta a esse cenário exige plataformas de threat intelligence capazes de monitorar continuamente comportamentos anômalos e identificar movimentações suspeitas ainda em estágio inicial.

Com múltiplos dispositivos conectados a todo momento, a proteção das identidades digitais se torna prioridade. O 6G trará contextos mais complexos de autenticação, exigindo monitoramento contínuo de credenciais, atividades suspeitas e possíveis vazamentos.“No mundo hiperconectado, proteger identidades é proteger o próprio sistema. Elas se tornam o novo ponto crítico da segurança digital”, pontua a executiva.

IA encurta a janela entre ataque e resposta

Um dos maiores desafios na cibersegurança é o tempo de reação. Enquanto ataques são disparados em microssegundos, muitas vezes a resposta das equipes de segurança ocorre minutos, ou horas, depois.

“A inteligência artificial permite automatizar análises e decisões críticas. Com ela, conseguimos reduzir drasticamente a janela de exposição e agir quase no mesmo ritmo do ataque”, afirma Ana.

Hoje já há no mercado ferramentas baseadas em IA, que operam com algoritmos de risco que priorizam alertas com base em ameaças reais, evitando sobrecarga nas equipes e aumentando a precisão da resposta.

Cibersegurança ganha status de investimento estratégico

A consolidação da segurança digital como prioridade orçamentária é evidência de uma mudança de mentalidade no setor corporativo. De acordo com o mesmo levantamento, os investimentos em cibersegurança devem crescer 9% no Brasil em 2025, e muitas empresas planejam destinar entre 4% e 7% dos seus orçamentos de Tecnologia da Informação (TI) para a área de cibersegurança. Esse movimento posiciona o setor como motor de estabilidade e continuidade de negócios em um ambiente cada vez mais regulado e exigente quanto à proteção de dados.

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