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As transformações em curso no setor elétrico brasileiro ganharão protagonismo na 17ª edição do Fórum Latino-Americano de Smart Grid, que será realizada nos dias 4 e 5 de agosto, em São Paulo. O evento reunirá presidentes de empresas, especialistas do setor público e privado, reguladores e provedores de tecnologia para discutir os novos rumos da energia no país e na América Latina.

A pauta deste ano é extensa diz Cyro Boccuzzi, CEO da ECOee e organizador do evento. “Entre os principais temas estão a antecipação da renovação das concessões de distribuição, os novos modelos de remuneração que devem emergir com as mudanças no papel das distribuidoras e a necessidade de aumentar a resiliência das redes diante de eventos climáticos extremos, cada vez mais frequentes e intensos”

Um dos pontos centrais da discussáo será a obrigatoriedade de digitalização das redes elétricas brasileiras até 2035, conforme prevê a Portaria MME 111/25. Isso inclui a instalação de medidores inteligentes, a adoção de sistemas avançados de gerenciamento de distribuição (ADMS) e a criação de uma infraestrutura digital robusta para suportar uma rede elétrica mais dinâmica e descentralizada.

“Estamos entrando em uma nova era. A digitalização, combinada com o uso de inteligência artificial, permitirá operar as redes com mais eficiência, identificar padrões de consumo, antecipar falhas e oferecer novos serviços ao consumidor”, afirma Boccuzzi. “Essa transformação vai além da tecnologia: é uma mudança de modelo de negócio e de cultura regulatória.”

Veja também: Liderança que protege: o papel do CEO na segurança da informação

A IA, segundo o consultor, está começando a ser utilizada tanto para a automação administrativa quanto para operações em tempo real, como o monitoramento de transformadores e o gerenciamento proativo de redes. “A partir dos dados gerados pelos novos medidores, será possível até mesmo personalizar ofertas de energia, como no futuro vender o serviço de refrigeração ao invés de quilowatt-hora”, exemplifica.

Ele também alerta para os cuidados necessários na adoção da tecnologia: “Em aplicações críticas como o setor elétrico, é preciso evitar os riscos das chamadas alucinações da IA, que podem levar a decisões erradas. É necessário controle, validação e responsabilidade”, enfatiza.

Usinas reversíveis 

Outro destaque do fórum será o debate sobre as Usinas de Armazenamento Bombeado (UABs), também conhecidas como hidrelétricas reversíveis. Trata-se de uma tecnologia dominada e já viável economicamente, que pode ajudar o sistema elétrico a lidar com a intermitência das fontes renováveis, como a solar e a eólica.

Essas usinas funcionam como baterias gigantes: utilizam energia excedente em horários de baixa demanda para bombear água de um reservatório inferior para um superior, gerando eletricidade nos momentos de pico. “Elas oferecem um serviço essencial de flexibilidade sistêmica, não de geração contínua. São capazes de estabilizar a rede em segundos, algo vital num cenário com cada vez mais fontes intermitentes”, explica Boccuzzi.

Projetos de UABs já estão sendo estudados no Brasil com foco em uso eficiente da água, implantação rápida e baixo impacto ambiental. “São reservatórios do tamanho de pesqueiros, não grandes represas. E ainda conseguem competir com térmicas e até com baterias em certos contextos”, completa.

Abertura do mercado e desafios tarifários 

A partir de 2026, consumidores de baixa tensão poderão entrar no mercado livre de energia, o que aumentará a concorrência e exigirá novos serviços das distribuidoras. “Com a digitalização, uma distribuidora deixará de vender energia para operar a rede e prover serviços ao consumidor. É uma mudança radical”, diz Boccuzzi.

Nesse novo ambiente competitivo, empresas de telecomunicações e bancos — que já têm relacionamento direto com milhões de clientes — poderão, por exemplo,  entrar no mercado oferecendo pacotes de energia, como já ocorre com outros tipos de serviços,  como seguros e serviços financeiros.

Porém, o desafio será conciliar essa transição com a sustentabilidade econômica das tarifas. “Hoje as tarifas já estão pressionadas. O setor precisa de políticas públicas de longo prazo, espaço para investimentos e uma reorganização da cadeia de custos. Não adianta digitalizar sem viabilidade financeira”, alerta.

Resiliência climática 

Os eventos extremos, como os recentes no Rio Grande do Sul e em São Paulo, também entram na pauta. Segundo Boccuzzi, muitas das redes de distribuição e transmissão não foram projetadas para suportar as temperaturas e os esforços mecânicos atuais. “Transformadores que antes operavam a 25°C agora enfrentam picos de 50°C, reduzindo sua vida útil.”

A aplicação de gêmeos digitais — réplicas virtuais de ativos da rede — e sensores de campo pode evitar falhas catastróficas. “Já temos sistemas capazes de detectar, por exemplo, um galho encostando na fiação, antes de gerar um curto ou um apagão”, diz.

Com a antecipação das concessões, 19 das 31 maiores distribuidoras já têm horizonte para investir em digitalização. Estima-se que até 2028 sejam necessários mais de R$ 350 bilhões em investimentos no setor.

“Vamos precisar instalar 90 milhões de medidores inteligentes. É um desafio de engenharia, logística e regulação. Mas também uma oportunidade única de transformar a matriz elétrica brasileira”, resume Boccuzzi.

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Iniciativa da Zup ensina Python e lógica a adolescentes em escolas e ONGs https://diariotechnews.com.br/iniciativa-da-zup-ensina-python-e-logica-a-adolescentes-em-escolas-e-ongs/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=iniciativa-da-zup-ensina-python-e-logica-a-adolescentes-em-escolas-e-ongs Tue, 22 Jul 2025 20:14:41 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501382 A Zup, empresa de tecnologia do grupo Itaú Unibanco, lançou oficialmente o Coda Mundo, uma plataforma digital gratuita e gamificada voltada à formação em tecnologia para adolescentes da rede pública de ensino e de organizações sociais no Brasil. Após u...

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A Zup, empresa de tecnologia do grupo Itaú Unibanco, lançou oficialmente o Coda Mundo, uma plataforma digital gratuita e gamificada voltada à formação em tecnologia para adolescentes da rede pública de ensino e de organizações sociais no Brasil. Após um período de testes iniciado em 2023, o projeto chega ao mercado com uma versão robusta e novas funcionalidades, consolidando-se como uma das frentes de impacto social da empresa.

Desenvolvida pela área de Social Products da Zup, a iniciativa busca ampliar o acesso à educação tecnológica de qualidade e reduzir desigualdades sociais, raciais e de renda. A plataforma oferece trilhas de aprendizagem em letramento digital, pensamento computacional e lógica de programação, com conteúdos online e tutorias presenciais conduzidas por educadores capacitados. A linguagem Python é usada como ferramenta pedagógica para introduzir conceitos e estimular habilidades de raciocínio lógico e resolução de problemas.

“Tecnologia e educação são ferramentas fundamentais para a transformação social. O Coda Mundo foi pensado para atingir jovens que muitas vezes estão à margem do acesso às competências exigidas pelo mercado de trabalho do futuro. Nosso propósito é promover inclusão, ampliar repertórios e criar novas possibilidades para essas pessoas”, afirma Isabella Fernandes, líder do time de People da Zup.

Veja também: Executivas do Bradesco falam sobre como acelerar a inovação com IA e a importância da infraestrutura na estratégia digital

A plataforma é estruturada em dois níveis. O primeiro, com mediação de educadores, aborda letramento digital e introdução à lógica de programação. O segundo, autoguiado, é voltado para lógica de programação com Python, com projetos práticos como construção de jogos e redes sociais. A capacitação dos educadores é realizada online e gratuitamente, e o acesso à plataforma pelas instituições também é gratuito.

“Criamos um ambiente gamificado, que respeita o ritmo de aprendizagem dos estudantes e valoriza a atuação de educadores parceiros. Além disso, usamos inteligência artificial por meio do StackSpot IA para apoiar o aprendizado, aproximando ainda mais o estudante da vivência com tecnologia real”, explica Isabella.

Desde sua fase piloto, o Coda Mundo já impactou mais de 4 mil estudantes e 100 educadores em todo o país, sendo 91,3% em ONGs e 8,7% em escolas públicas. A plataforma foi utilizada em oito estados e a Zup prospecta parceiros em outros 22 estados.

Em 2024, a equipe do projeto conduziu uma avaliação de impacto com a metodologia estatística diff-in-diff, que apontou melhora significativa no letramento digital e no pensamento computacional dos participantes. A análise também indicou necessidade de evolução nas atividades de lógica de programação, levando à criação do segundo nível da trilha, focado em Python.

Com a nova versão da plataforma, a expectativa da Zup é ampliar o alcance da iniciativa. “Estamos preparados para embarcar mais instituições e estudantes. Queremos ser um motor de crescimento para quem quer e precisa de oportunidade”, conclui Isabella.

Instituições interessadas ou pessoas que desejam indicar o Coda Mundo podem acessar este link para saber mais.

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Tecnologia do CPQD humaniza atendimento automático com foco em inclusão https://diariotechnews.com.br/tecnologia-do-cpqd-humaniza-atendimento-automatico-com-foco-em-inclusao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tecnologia-do-cpqd-humaniza-atendimento-automatico-com-foco-em-inclusao Wed, 16 Jul 2025 21:00:20 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501013 O CPQD está revolucionando o campo da síntese de fala com a solução I2, uma iniciativa que utiliza inteligência artificial generativa e machine learning para criar vozes com alto nível de naturalidade e personalização. A solução desenvolvida foi capaz ...

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O CPQD está revolucionando o campo da síntese de fala com a solução I2, uma iniciativa que utiliza inteligência artificial generativa e machine learning para criar vozes com alto nível de naturalidade e personalização. A solução desenvolvida foi capaz de reduzir de seis meses para 15 dias o desenvolvimento de vozes digitais.

A nova tecnologia representa um marco na trajetória da organização, que estuda a síntese e os padrões de fala desde a década de 1990. Até pouco tempo atrás, o processo exigia a gravação em estúdio com locutores humanos e podia levar até seis meses para ser concluído.

Com o I2, esse prazo foi significativamente reduzido para apenas 15 dias, sem a necessidade de gravações presenciais. Além disso, a tecnologia é capaz de emular sotaques de determinadas regiões do país, o que inclui uso de gírias e ritmo de fala.

“O I2 combina nossa experiência histórica com o poder das tecnologias mais avançadas de IA. Isso nos permite atender com mais agilidade e precisão empresas que buscam vozes únicas para seus assistentes virtuais, serviços automatizados ou produtos com interface falada”, explica Fernando Marino, gerente de Produtos da instituição.

Além do ganho de eficiência e escalabilidade, a tecnologia tem aplicações estratégicas para o mercado. Um exemplo é o setor bancário: a Lei 3.898/02 exige que os bancos disponibilizem ao menos um caixa eletrônico adaptado para pessoas com deficiência. O desafio está em assegurar compliance com a legislação brasileira, sem comprometer a experiência do cliente e a padronização do atendimento.

Nesse contexto, três dos maiores bancos do Brasil já adotaram a solução de Texto para Fala (TTS) do portfólio do I2 – sigla para Interação Inteligente –, garantindo acessibilidade, inclusão e uma experiência digna e personalizada para clientes com deficiência. A tecnologia permite que caixas eletrônicos e outros pontos de atendimento automatizado se comuniquem com clareza, naturalidade e respeito às necessidades do usuário. Ao todo, o CPQD possui mais de 28 mil licenças mensais para a síntese em tempo real.

As vozes geradas pelo I2 são treinadas a partir de amostras de áudio e texto, permitindo ajustes finos de entonação, ritmo e emoção, conforme a identidade de marca de cada cliente. O uso da IA Generativa também garante escalabilidade e flexibilidade, inclusive para aplicações que exigem atualizações constantes de conteúdo falado.

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88i impulsiona estratégia micro seguros de vmotoristas e entregadores em plataformas digitais https://diariotechnews.com.br/88i-impulsiona-estrategia-micro-seguros-de-vmotoristas-e-entregadores-em-plataformas-digitais/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=88i-impulsiona-estrategia-micro-seguros-de-vmotoristas-e-entregadores-em-plataformas-digitais Wed, 16 Jul 2025 20:02:07 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501011 O número de motoristas que trabalham por meio de aplicativos para transporte de passageiros cresceu 35% no período de 2022 a 2024 no Brasil, enquanto entregadores tiveram uma alta de 18%, de acordo com pesquisa realizada pelo Centro Brasileiro de Análi...

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O número de motoristas que trabalham por meio de aplicativos para transporte de passageiros cresceu 35% no período de 2022 a 2024 no Brasil, enquanto entregadores tiveram uma alta de 18%, de acordo com pesquisa realizada pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). São mais de 1,7 milhão de motoristas e 455,6 mil entregadores, totalizando 2,2 milhões de pessoas que atuam como motoristas e entregadores em plataformas digitais no país. Os números impulsionaram a estratégia ESG no segmento de seguros, levando proteção a categorias majoritariamente desprotegidas.

Com uma parceria com a Uber, a seguradora 88i tem levado de forma inédita proteção de acidentes e de renda aos motoristas do aplicativo, garantindo o recebimento de diárias por até 15 dias em casos de afastamento do trabalho por motivos inesperados, como acidentes, furto, roubo ou colisão do veículo que obrigue o profissional a ficar alguns dias parado.

Com expressivos investimentos em tecnologia, em inteligência artificial e análise de dados que permitem a customização das apólices, os seguros da 88i são ofertados na plataforma da Uber a preços acessíveis, a partir de R$0,017 por km rodado.  A solução permite aos motoristas o controle sobre quando desejam ativar ou desativar a cobertura, adequando o serviço às suas rotinas de trabalho e pagando apenas pelo período em que a cobertura está ativa.

“A solução, cobrada por quilometragem rodada, elimina a percepção de estar pagando por algo que não está sendo usado e oferece uma experiência mais flexível e personalizada. O modelo tradicional de seguros, com mensalidades fixas e coberturas pouco ajustáveis, é pouco atrativo para essa categoria”, avalia Rodrigo Ventura, fundador e CEO da 88i. Dentro da plataforma da Uber, a seguradora já conta com 80 mil assinantes recorrentes mensais.

A explosão dos serviços de entrega por aplicativos nos últimos anos também colocou esse nicho no radar da seguradora. A empresa vem investindo em parcerias para ampliar os microsseguros, principalmente com empresas de e-commerce e delivery. “Os entregadores por aplicativo enfrentam jornadas incertas e renda variável e precisam de coberturas que façam sentido para a sua realidade e que sejam simples e fáceis de acessar, ou seja, dentro das plataformas onde estão inseridos”, afirma Rodrigo Ventura.

Seguindo a mesma lógica dos seguros ofertados na plataforma da Uber, a ativação da proteção para os entregadores é feita via aplicativo apenas com um clique, com cobrança dentro da carteira digital do entregador e recebimento de dados via API, tudo sem fricção. O seguro de acidentes pessoais da 88i abrange tanto as coberturas tradicionais de mercado, como pode ter coberturas específicas, como diárias por incapacidade temporária por acidente. Trata-se de uma cobertura que não deixa o prestador de serviços sem sua renda diária no período de recuperação.

“Desenvolvemos um modelo focado em tecnologia, flexibilidade e personalização, que permite a inclusão de nichos que, até então, estavam à margem das soluções tradicionais e conseguimos levar proteção para toda uma geração de trabalhadores que busca segurança”, conclui Rodrigo.

Diversificação

Além de proteger motoristas e entregadores, os seguros da 88i oferecem uma solução completa para as empresas que atuam com entrega de mercadorias: proteção para roubo, furtos qualificados e avarias para as mercadorias causadas por acidentes. Atualmente, a startup já contabiliza mais de 10 milhões de entregas seguradas e entregadores com renda protegida e proteção para acidentes pessoais durante o período de trabalho no aplicativo.

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TIM e Eletrobras promovem iniciativa inovadora para comercialização de energia elétrica https://diariotechnews.com.br/tim-e-eletrobras-promovem-iniciativa-inovadora-para-comercializacao-de-energia-eletrica/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tim-e-eletrobras-promovem-iniciativa-inovadora-para-comercializacao-de-energia-eletrica Wed, 09 Jul 2025 13:41:22 +0000 https://tiinside.com.br/?p=500563 Clientes corporativos da TIM no segmento PMEs poderão comprar energia da Eletrobras no mercado livre. O projeto proporciona uma economia de até 30% na conta de luz para empreendedores com gasto médio mensal a partir de R$ 10 mil, garantindo ainda o con...

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Clientes corporativos da TIM no segmento PMEs poderão comprar energia da Eletrobras no mercado livre. O projeto proporciona uma economia de até 30% na conta de luz para empreendedores com gasto médio mensal a partir de R$ 10 mil, garantindo ainda o consumo de energia limpa e renovável – o que vai ao encontro do compromisso das companhias com as premissas ESG.

A iniciativa faz parte do acordo anunciado entre TIM e Eletrobras no fim do ano passado e oferece praticidade e preços pré-estabelecidos no momento da contratação. Essa previsibilidade de custos é um dos principais benefícios, permitindo que as empresas clientes tenham maior controle sobre seus gastos e evitem oscilações de tarifas, além de incentivar práticas sustentáveis.

“Lançamos, recentemente, a campanha ‘Você pode tudo’ e iniciativas como esta tangibilizam a estratégia de entregar benefícios relevantes para potencializar a vida dos nossos clientes. Ao permitir que pequenas e médias empresas tenham acesso à energia limpa e mais barata, contribuímos para evolução dos seus negócios e maior empoderamento de uma classe tão importante para a economia brasileira”, explica Fabio Avellar, VP de Receitas da operadora. O executivo destaca ainda o incentivo ao uso de fontes renováveis de energia: “operamos com 100% de energia renovável desde 2021 e queremos ampliar essa oportunidade no mercado. A ideia é estimular uma economia ainda mais sustentável, em linha com a agenda ESG da TIM, que lidera a atual carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3”.

Veja também: Liderança que protege: o papel do CEO na segurança da informação

A comercialização vai ocorrer por meio de vendedores da TIM que atuam no segmento de pequenas e médias empresas. Eles farão contato através dos canais próprios da companhia para explicar o serviço e, em caso de interesse, direcionar o cliente para a Eletrobras, que seguirá com a negociação. Em breve, haverá a opção de adesão digital, pelo hotsite da parceria, onde o cliente TIM realiza o cadastro dos seus dados e anexa a conta de luz. Após o envio das informações, a Eletrobras vai efetuar a análise do perfil de consumo e apresentar uma proposta.

“Somente em 2024, cerca de 150 mil novas unidades consumidoras estavam aptas a migrarem para o mercado livre. Assim, essa iniciativa reforça ainda mais a importância da abertura do mercado livre de energia e coincide com as discussões da MP 1.300, proposta recentemente pelo governo, que trata da reforma do setor elétrico e planeja a abertura do mercado livre para todos os consumidores até 2027. E essa forma de vender energia que estamos construindo nessa parceria com a TIM, oferecendo praticidade, previsibilidade e um preço atrativo, é a tendencia do futuro”, avalia o vice-presidente executivo de Comercialização e Soluções em Energia da Eletrobras, Ítalo Freitas.

A parceria TIM e Eletrobras envolve também outros projetos com foco na agenda ESG. Na última Convenção de Vendas da operadora, por exemplo, houve a descarbonização das emissões geradas no evento, incluindo o deslocamento aéreo dos participantes, a energia consumida no espaço e a compensação dessas emissões com créditos de carbono de energia renovável, conferindo ao evento Certificados Internacionais de Energia Renovável (I-REC).

Os I-RECs são um sistema internacional que fornece comprovação e rastreamento de que a energia produzida e utilizada é de fontes limpas e renováveis. Cada certificado corresponde a um megawatt-hora (MWh) comprovando o engajamento de empresas com a diminuição das emissões de gases de efeito estufa. Somente em 2024, a Eletrobras emitiu aproximadamente 15 milhões de certificados internacionais.

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Especialistas defendem que Brics devem se unir para avançar em IA https://diariotechnews.com.br/especialistas-defendem-que-brics-devem-se-unir-para-avancar-em-ia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=especialistas-defendem-que-brics-devem-se-unir-para-avancar-em-ia Thu, 03 Jul 2025 21:55:12 +0000 https://tiinside.com.br/?p=500248 Especialistas chineses defendem que o país deve se unir aos demais membros que compõem o Brics para que, juntos, possam avançar tanto no desenvolvimento de inteligência artificial (IA) quanto em produção de energia sustentável. Dentre os países do bloc...

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Especialistas chineses defendem que o país deve se unir aos demais membros que compõem o Brics para que, juntos, possam avançar tanto no desenvolvimento de inteligência artificial (IA) quanto em produção de energia sustentável. Dentre os países do bloco, a China é um dos que mais tem avançado nesses setores.

No início deste ano, a China chamou atenção do mundo quando anunciou a IA DeepSeek, que superou em acessos o ChatGPT, da empresa estadunidense Open IA. Depois, o país apresentou outros modelos de sucesso de IA, estabelecendo como meta, até 2030, se tornar líder global dessa tecnologia.

“Países do Sul global precisam criar cooperação, com fundos e recursos para que desenvolvam parcerias. Outro ponto é a transferência de tecnologia para países do Sul. Como essas ferramentas podem ser usadas de forma mais abrangente é a pergunta que precisamos fazer. Precisamos trocar ideias”, defende o professor Xiao Youdan, especialista em estratégias tecnológicas que integra a Academia Chinesa de Ciências.

Youdan participou, nesta quinta-feira (3), do seminário Diálogo Brasil-China sobre os Brics e Cooperação Global em Finanças, IA e Transição Verde, realizado em parceria entre o Brics Policy Center da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e o Beijing Club for International Dialogue, como parte da programação oficial do Brics Brasil.

O professor ressalta que países desenvolvidos, como os Estados Unidos, são os grandes detentores dessa tecnologia, que é usada e alimentada também pelos usuários de países em desenvolvimento do Sul global, como o próprio Brasil. “Quando usamos aplicativos, inserimos nossos dados e os nossos dados estão no sistema deles e são usados para o desenvolvimento econômico deles”, diz.

O diretor do programa de Política Internacional do Instituto Nacional de Estratégia Global da Academia Chinesa de Ciências Sociais, Zhao Hai, acrescenta que a medida em que países desenvolvidos dominam cada vez mais a tecnologia, os demais são alçados à condição de produtores de matérias-primas e têm as possibilidades do próprio desenvolvimento cada vez mais reduzidas, aumentando o abismo digital entre as nações mais ricas e as mais pobres.

“Países desenvolvidos detém as ferramentas e essa dominação vai retirando a possibilidade daqueles que chegam depois de avançar. Se países do Brics não se unirem, nós vamos sofrer consequências dessa lacuna que só faz aumentar. Precisamos andar rápido na cooperação”, diz.

Representando a África do Sul, a pesquisadora do Global Centre for Academic Research de South Valley University, Thelela Ngcetane-Vika, chamou atenção para as disparidades culturais e socioeconômicas dos países que compõem o bloco e como isso é também decisivo no desenvolvimento de novas tecnologias.

“Um dos desafios na África são as questões da exclusão digital. Então, você pode falar sobre IA, mas no contexto de falta de recursos e de infraestrutura, você tem questões de exclusão digital. E isso, por si só, remete a questões de desigualdade”, diz. “A ausência de igualdade de condições é um problema. Porque se minha avó, em uma aldeia em algum lugar da África do Sul, não tiver acesso a nenhuma forma de tecnologia, apenas ao telefone, isso é um problema. Então, você pode falar sobre as complexidades dos desafios, os riscos, mas, em um nível fundamental, na África, estamos lidando com esse tipo de desafio”, ressalta.

Energia sustentável

O seminário abordou também o papel dos países do Brics na transição energética, ou seja, na troca gradual dos combustíveis fósseis, como petróleo e carvão, por fontes mais limpas, que emitem menos gases do efeito estufa que provocam o aquecimento global.

Segundo a professora da PUC-Rio Maria Elena Rodriguez, os países do Brics têm um papel fundamental para a transição energética. Esses países, no entanto, partem de pontos muito diferentes, destaca.

“Os países do Brics são um grupo bem heterogêneo. A gente encontra gigantes produtores de fósseis e países com alta participação de renováveis”, diz. Dados apresentados pela pesquisadora mostram que, juntos, os países representam 74% do consumo global de carbono e 70% da sua produção; 37% da produção e 36% do consumo de gás natural; 37% de todo o consumo de derivados de petróleo e 42% da produção desse óleo.

Dentre os países do bloco estão gigantes como a China, cuja matriz energética é 61% carvão; a Arábia Saudita, com 64,2% de petróleo; e a Rússia, com 52,3% de gás natural. Entre os destaques de utilização de energia renovável está o Brasil, com 31,7% de energia de biomassa e a Etiópia, com 87,2% de biocombustíveis e resíduos.

Segundo Rodriguez, a discussão de transição energética dos Brics exige a adoção de uma perspectiva que reconheça as particularidades históricas, econômicas e geopolíticas de cada um dos países. “Eu acho que isso é importante para chegar a acordos de definição, para pensar o que uma transição socialmente justa, pensar nos trabalhadores, nas comunidades, nos territórios, nos direitos territoriais etc”.

A professora defende ainda que o bloco tenha uma “política de cooperação concreta”. “Isso que eu acho importante. E não só de financiamento, mas também da tecnologia, de transmissão de conhecimento. Senão, a gente continua reproduzindo, dentro dos Brics, os mesmos desequilíbrios que a gente tem a nível global”.

De acordo com o chefe do departamento de relações internacionais da Universidade de Tsinghua, Tang Xiaoyang, a cooperação entre países é importante para a China. “Na verdade, não apenas o hemisfério Sul, mas com as economias avançadas como Europa e Estados Unidos. A China também gostaria que eles crescessem juntos, porque só assim todos os países se beneficiariam uns dos outros por meio do comércio e do investimento. Caso contrário, se apenas a China crescesse, ela também perderia força depois de um tempo”, diz.

Ele acrescenta: “O investimento e o comércio chinês com todos os outros países estrangeiros são incentivados pelo governo chinês. O governo chinês entende que não se trata de ajuda, mas sim de cooperação econômica como um negócio. Essa é a própria experiência de desenvolvimento da China”.

Brics

O Brics é um bloco que reúne representantes de 11 países-membros permanentes: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Indonésia. Também participam os países-parceiros: Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Tailândia, Cuba, Uganda, Malásia, Nigéria, Vietnã e Uzbequistão. Sob a presidência do Brasil, a 17ª Reunião de Cúpula do Brics ocorre no Rio de Janeiro nos dias 6 e 7 de julho.  As informações são da Agência Brasil.

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Google Brasil anuncia investimento de R$ 5 milhões para capacitar terceiro setor em IA https://diariotechnews.com.br/google-brasil-anuncia-investimento-de-r-5-milhoes-para-capacitar-terceiro-setor-em-ia-2/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=google-brasil-anuncia-investimento-de-r-5-milhoes-para-capacitar-terceiro-setor-em-ia-2 Mon, 30 Jun 2025 21:07:50 +0000 https://tiinside.com.br/?p=499931 Durante o Google for Brasil 2025, realizado na terça-feira, 10 de junho, para um público de cerca de 500 pessoas em São Paulo, o presidente da empresa, Fábio Coelho, anunciou um financiamento de R$ 5 milhões ao IDIS - Instituto para o Desenvolvimento d...

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Durante o Google for Brasil 2025, realizado na terça-feira, 10 de junho, para um público de cerca de 500 pessoas em São Paulo, o presidente da empresa, Fábio Coelho, anunciou um financiamento de R$ 5 milhões ao IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social para capacitação em inteligência artificial para o terceiro setor.
A iniciativa foi viabilizada pelo braço filantrópico do Google, o Google.org. O IDIS implementará o projeto ao longo de três anos, com impacto estimado em 1.000 organizações sociais, capacitando até 200 delas com habilidades e ferramentas para adotar IA, a fim de aprimorar sua eficácia, sustentabilidade e gerar impacto positivo para 100.000 beneficiários.
Uma pesquisa divulgada recentemente pelo Canal Sabiar, em parceria com o Instituto Beja, mostra que apenas 10% das organizações e coletivos sociais adotaram alta tecnologia. Além do baixo nível de adoção, há uma lacuna significativa no conhecimento técnico entre as equipes, o que limita a capacidade do setor de aproveitar plenamente o potencial transformador da IA.
“Acreditamos que a inteligência artificial pode ser uma ferramenta poderosa e, ao apoiar iniciativas que promovam a capacitação técnica em IA, o Google contribui para que mais organizações tenham acesso a recursos que aumentem sua eficiência, sustentabilidade e alcance. Nosso compromisso é usar a tecnologia para gerar transformações positivas e aderências na sociedade”, explicou Fábio Coelho, presidente do Google Brasil.
Em resposta a essa necessidade urgente, o IDIS, que trabalha para fortalecer o investimento social privado, implementará um programa abrangente de treinamento voltado para o terceiro setor. Complementando esse esforço, o instituto também liderará o desenvolvimento de uma metodologia de pesquisa baseada em evidências para avaliar como o investimento em IA influencia o desempenho organizacional e como a tecnologia pode aumentar o impacto potencial das organizações que a adotam de forma eficaz.
“Esta iniciativa foi concebida para gerar resultados mensuráveis, como aumento de produtividade, aprimoramento das capacidades tecnológicas, acesso a plataformas pagas, aumento do impacto social e do alcance entre beneficiários de diversas causas sociais, além de uma tomada de decisão mais estratégica e baseada em dados. O programa culminará em um estudo analítico abrangente, essencial para entender se a intervenção de fato leva a resultados significativos e como essas mudanças ocorrem ao longo do processo”, afirma Guilherme Sylos, diretor de prospecção e parcerias do IDIS.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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Mulheres mostram mais desconforto com IA, aponta pesquisa https://diariotechnews.com.br/mulheres-mostram-mais-desconforto-com-ia-aponta-pesquisa/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=mulheres-mostram-mais-desconforto-com-ia-aponta-pesquisa Wed, 25 Jun 2025 17:53:15 +0000 https://tiinside.com.br/?p=499596 Um estudo inédito do PiniOn, empresa de pesquisa de mercado, mostra que 33% dos brasileiros já utilizam ferramentas de inteligência artificial (IA) com frequência, mas ainda demonstram inquietação em relação ao impacto da tecnologia nas relações sociai...

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Um estudo inédito do PiniOn, empresa de pesquisa de mercado, mostra que 33% dos brasileiros já utilizam ferramentas de inteligência artificial (IA) com frequência, mas ainda demonstram inquietação em relação ao impacto da tecnologia nas relações sociais e na vida profissional. A sondagem, realizada em maio de 2025 com 917 entrevistados em todas as regiões do país, destaca diferenças significativas de percepção entre homens e mulheres.

Segundo o levantamento, 43,1% dos homens dizem sentir-se sempre confortáveis ao interagir com sistemas de IA, percentual que cai para 33% entre as mulheres. Entre os receios apontados, os homens temem tornar-se dependentes da tecnologia, enquanto as mulheres apontam a perda da capacidade crítica como principal risco.

A falta de interação humana figura como maior preocupação para 45,6% dos participantes. Outros temores incluem o risco de substituição no emprego (35,7%) e a possibilidade de ser considerado menos competente por utilizar IA (35,7%).

Veja também: Executivas do Bradesco falam sobre como acelerar a inovação com IA e a importância da infraestrutura na estratégia digital

Para Talita Castro, CEO do PiniOn, os resultados apontam a necessidade de soluções que levem em conta diferentes públicos: “As mulheres demonstram mais desconforto e receio sobre os efeitos da IA no pensamento crítico, o que reforça a responsabilidade de desenvolver tecnologias éticas, inclusivas e transparentes”, afirma.

Apesar das apreensões, o estudo também revela otimismo. A adoção da IA é mais intensa entre jovens de 18 a 34 anos, principalmente para fins educacionais, enquanto brasileiros acima dos 35 anos utilizam a tecnologia sobretudo no trabalho. No total, 37% recorrem à IA diariamente, e 70,5% usam a ferramenta para esclarecer dúvidas específicas. Além disso, 61,6% acreditam já ter conversado com uma IA sem perceber.

O potencial da tecnologia para benefícios coletivos também foi reconhecido: 69,8% dos entrevistados acreditam que a IA contribuirá para análises econômicas e sociais mais precisas, além de prever catástrofes ambientais e combater fraudes financeiras.

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Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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Google Brasil anuncia investimento de R$ 5 milhões para capacitar terceiro setor em IA https://diariotechnews.com.br/google-brasil-anuncia-investimento-de-r-5-milhoes-para-capacitar-terceiro-setor-em-ia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=google-brasil-anuncia-investimento-de-r-5-milhoes-para-capacitar-terceiro-setor-em-ia Tue, 10 Jun 2025 23:02:38 +0000 https://tiinside.com.br/?p=498616 Durante a Google for Brasil 2025, realizada nesta terça-feira para um público de cerca de 500 pessoas em São Paulo, o presidente da empresa, Fábio Coelho anunciou o investimento de R$5 milhões para treinamento de inteligência artificial para o terceiro...

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Durante a Google for Brasil 2025, realizada nesta terça-feira para um público de cerca de 500 pessoas em São Paulo, o presidente da empresa, Fábio Coelho anunciou o investimento de R$5 milhões para treinamento de inteligência artificial para o terceiro setor.
O projeto será implementado pelo IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social ao longo de três anos, com estimativa de impactar 1.000 organizações sociais, capacitando até 200 delas com habilidades e ferramentas para adotar a IA de forma a aprimorar sua efetividade, sustentabilidade e gerar impacto positivo para 100.000 beneficiários.
Uma pesquisa lançada recentemente pelo Canal Sabiar, em parceria com o Instituto Beja, mostra que apenas 10% dos movimentos sociais e coletivos têm adoção de alta tecnologia. Além da baixa aplicabilidade, há uma lacuna significativa de conhecimento técnico entre as equipes, o que limita a capacidade do setor de aproveitar plenamente o potencial transformador da IA.
“A inteligência artificial tem o potencial de ajudar as organizações do terceiro setor a otimizar os recursos e ganhar eficiência. Mais uma vez o Brasil sai na frente para colaborar com a capacidade técnica das pessoas que atuam nessas entidades para a adoção dessa tecnologia. O IDIS vai implementar um treinamento em IA para esse público, com objetivo de aprimorar a eficácia, sustentabilidade e impacto para o terceiro setor”, explica Coelho, presidente do Google Brasil.
Em resposta a essa necessidade premente, o IDIS, que atua no fortalecimento do investimento social privado, implementará um programa de capacitação abrangente voltado ao terceiro setor. Complementando esse esforço, o instituto também liderará o desenvolvimento de uma metodologia de pesquisa, baseada em evidências, para avaliar como o investimento em IA influencia o desempenho organizacional e como a tecnologia pode ampliar o potencial de impacto das organizações que a adotam de forma eficaz.
“Essa iniciativa foi concebida para gerar resultados mensuráveis, tais como aumento da produtividade, aprimoramento das capacidades tecnológicas, acesso a plataformas pagas, ampliação do impacto social e do alcance junto aos beneficiários de diversas causas sociais, além de uma tomada de decisão mais estratégica e orientada por dados. O programa culminará em um estudo analítico abrangente, essencial para compreender se a intervenção leva, de fato, a resultados significativos e de que forma essas mudanças ocorrem ao longo do processo”, conta Guilherme Sylos, diretor de prospecção e parcerias do IDIS.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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MRV&CO lança projeto inédito de IA para democratizar o acesso a dados sobre ESG https://diariotechnews.com.br/mrvco-lanca-projeto-inedito-de-ia-para-democratizar-o-acesso-a-dados-sobre-esg/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=mrvco-lanca-projeto-inedito-de-ia-para-democratizar-o-acesso-a-dados-sobre-esg Thu, 05 Jun 2025 20:45:40 +0000 https://tiinside.com.br/?p=498371 Transformar um relatório técnico de mais de 200 páginas em uma conversa leve, acessível e interativa: essa é a proposta da Susi (Sustentabilidade Inteligente), a nova assistente virtual da MRV&CO criada para facilitar o acesso ao conteúdo do Relató...

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Transformar um relatório técnico de mais de 200 páginas em uma conversa leve, acessível e interativa: essa é a proposta da Susi (Sustentabilidade Inteligente), a nova assistente virtual da MRV&CO criada para facilitar o acesso ao conteúdo do Relatório Anual de Sustentabilidade (RAS) 2024.

Disponível gratuitamente pelo WhatsApp, no número wa.me/5531975690059, a Susi é a primeira IA do país voltada exclusivamente à disseminação de informações sobre um Relatório de Sustentabilidade. Ela interage com o público em tempo real, respondendo dúvidas com base no conteúdo oficial do relatório e adaptando a linguagem de acordo com o perfil do usuário, seja ele estudante ou profissional.

“A Susi chegou para tornar o RAS mais acessível, compreensível e presente no dia a dia de quem quer aprender mais sobre ESG. É uma forma moderna e inclusiva de compartilhar nossa atuação socioambiental”, afirma Raphael Lafetá, diretor executivo de Relações Institucionais e Sustentabilidade da MRV&CO.

Inovação com propósito

A proposta da MRV&CO com a Susi é ambiciosa: democratizar o acesso à informação de forma personalizada e confiável, aproximando temas como redução de emissões de carbono, energia limpa, gestão de resíduos, e diversidade e inclusão para um público mais amplo. A tecnologia também amplia o alcance do Relatório, que tradicionalmente circulava entre analistas, investidores e especialistas.

A Susi é resultado da integração entre as áreas de Sustentabilidade, Comunicação e Tecnologia, Transformação Digital e Inovação da MRV&CO e foi desenvolvida com base no MIAG, o portal de inteligência artificial generativa da companhia, lançado em maio de 2024. O MIAG permite o desenvolvimento de assistentes personalizados com base em documentos internos, garantindo segurança, governança e atualização contínua das informações.

O desenvolvimento da Susi foi ágil: em apenas quatro dias, a assistente já estava pronta para testes. Além disso, ela aceita perguntas por texto e áudio e pode ser facilmente atualizada com novos dados ou adaptada para outros temas. A tecnologia empregada permite que a Susi opere mesmo em momentos de instabilidade de fornecedores externos, graças à estrutura do MIAG, que integra diferentes modelos de IA (OpenAI, Google, Anthropic etc.).

De acordo com Reinaldo Sima, diretor de Tecnologia, Transformação Digital e Inovação na MRV: “a Susi é um dos cinco (muitos) assistentes virtuais que hoje compõem o ecossistema de IA da companhia, que já conta com soluções como a MIA, da MRV e a Sofia, da Sensia – voltadas para tirar dúvidas e auxiliar com as solicitações de pessoas interessadas em comprar um imóvel; o Marco, assistente do corretor de imóveis; e o MAO (melhor amigo da obra), que apoia gestores e arquitetos com a gestão das obras”, explica. 

Conversa que transforma

Muito mais do que uma ferramenta de divulgação, a Susi representa o avanço da transformação digital da MRV&CO e o compromisso da empresa com a inovação a serviço da sustentabilidade

Segundo Lafetá: “o RAS é uma exigência legal, mas pode e deve ser compreendido por todos. Com a Susi, isso finalmente se torna possível. Ela transformou um conteúdo denso em algo fácil de entender e ainda no canal mais usado pelos brasileiros, o WhatsApp. Ela é rápida, assertiva e prática, ideal para um ano em que temas como ESG e COP ganham ainda mais relevância”, finaliza.

Qualquer pessoa interessada pode conversar com a Susi a qualquer momento. Basta acessar wa.me/5531975690059 e escolher o perfil de usuário para iniciar a interação.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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