Inovação › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br Suas notícias diárias em alta de tecnologia! Wed, 20 Aug 2025 12:41:32 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://diariotechnews.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-miniatura-site-32x32.png Inovação › Diario Tech News https://diariotechnews.com.br 32 32 Como a Rede Amazônica blindou sua operação digital e reduziu custos com o Zoho Workplace https://diariotechnews.com.br/como-a-rede-amazonica-blindou-sua-operacao-digital-e-reduziu-custos-com-o-zoho-workplace/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=como-a-rede-amazonica-blindou-sua-operacao-digital-e-reduziu-custos-com-o-zoho-workplace Wed, 20 Aug 2025 12:41:32 +0000 https://tiinside.com.br/?p=503224 Branded content - Segurança, controle e produtividade. Esses três pilares foram essenciais para a Rede Amazônica — maior afiliada da Rede Globo — transformar sua operação digital após enfrentar vulnerabilidades graves e altos custos de TI. A adoção do ...

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Branded content – Segurança, controle e produtividade. Esses três pilares foram essenciais para a Rede Amazônica — maior afiliada da Rede Globo — transformar sua operação digital após enfrentar vulnerabilidades graves e altos custos de TI. A adoção do Zoho Workplace foi o divisor de águas que permitiu proteger dados críticos, otimizar licenças e integrar a comunicação entre equipes distribuídas.

O ponto de ruptura: quando a TI não acompanha a demanda

Antes da mudança, a empresa usava dois provedores de e-mail e domínios distintos, dificultando a gestão e aumentando riscos. A ausência de autenticação em dois fatores, a fragmentação de dados e um incidente de fraude via e-mail corporativo acenderam o alerta.

Para atender diferentes necessidades, contratava fornecedores distintos para oferecer modelos digitais variados a cada equipe — da redação ao time técnico. Mas a solução gerava complexidade, pouca visibilidade, custos desnecessários e desperdício de licenças. Segurança

Centralização e segurança em primeiro lugar

Com o Zoho Workplace, a Rede Amazônica reuniu e-mail corporativo (Zoho Mail), chat (Zoho Cliq), armazenamento em nuvem (Zoho WorkDrive) e recursos administrativos em uma única plataforma com login unificado.

A adoção de Multi-Factor Authentication (MFA), criptografia e controles avançados deu à TI visibilidade total sobre logins e fluxos de e-mail, além da possibilidade de gerenciar usuários e desbloquear contas remotamente até pelo celular.

“Hoje consigo monitorar e administrar todo o ambiente de onde estiver. Temos segurança, controle e flexibilidade para ajustar permissões conforme o perfil de cada colaborador”, afirma Ridson Arruda, coordenador de TI.

Planos sob medida e ganhos imediatos

A empresa abandonou o modelo engessado e passou a adotar planos flexíveis, ajustados ao uso real de cada função. Os resultados vieram rápido:

  • Menos licenças ociosas
  • Mais controle sobre acessos
  • Comunicação e colaboração integradas
  • Ambiente digital mais ágil e fácil de administrar

A integração entre áreas ganhou velocidade, com documentos, chats e arquivos acessados de forma segura e centralizada, além de armazenamento escalável.

Central Casting da Rede Amazônica

Suporte próximo e migração sem fricção

O suporte local em português foi decisivo. A migração de dados — incluindo caixas de e-mail com mais de 50 GB e 15 anos de histórico — ocorreu de forma segura e sem interrupções, graças ao backup centralizado da plataforma, que preservou a integridade das informações e reduziu o risco de perdas.

“Antes, para falar com o provedor, precisávamos abrir um ticket e esperar. Com a Zoho, o atendimento é online, em português, e muito rápido. No começo achei que estava falando com um chatbot, mas era uma pessoa real, que resolveu meu problema em minutos”, relata Fábio Brasil, gerente de TI.

A combinação de atendimento próximo e tecnologia de migração eficiente fez da transição um passo estratégico para a continuidade dos negócios.

Mais que tecnologia, um parceiro estratégico

Para a Rede Amazônica, a mudança para o Zoho Workplace foi mais que trocar de plataforma: foi garantir uma operação mais segura, integrada e preparada para crescer.

“Não virei apenas cliente, virei fã. Tivemos ganhos reais em segurança, produtividade e no relacionamento com o fornecedor. A Zoho entendeu nossa realidade e respondeu à altura”, reforça Fábio Brasil.

Por que o Zoho Workplace faz a diferença:

  • Segurança corporativa com MFA e criptografia
  • Flexibilidade de planos sob medida
  • Integração total entre comunicação e colaboração
  • Controle centralizado para TI
  • Redução de custos sem perda de performance

Sua empresa também pode blindar dados, reduzir riscos e aumentar a produtividade sem desperdiçar recursos — assim como a Rede Amazônica.

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Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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Em 48 horas, desenvolvedora brasileira cria plataforma de estudos com IA e conquista prêmio do Google https://diariotechnews.com.br/em-48-horas-desenvolvedora-brasileira-cria-plataforma-de-estudos-com-ia-e-conquista-premio-do-google/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=em-48-horas-desenvolvedora-brasileira-cria-plataforma-de-estudos-com-ia-e-conquista-premio-do-google Wed, 30 Jul 2025 21:42:35 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501935 Em meio à desigualdade no acesso à educação no Brasil, abaixo da meta de 95% prevista pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Uma iniciativa nascida dentro de uma startup brasileira mostrou como a tecnologia pode virar o jogo — e ráp...

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Em meio à desigualdade no acesso à educação no Brasil, abaixo da meta de 95% prevista pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Uma iniciativa nascida dentro de uma startup brasileira mostrou como a tecnologia pode virar o jogo — e rápido. Em apenas 48 horas, durante o Google Cloud Hackathon: Agent Development Kit, a desenvolvedora Giovanna Moeller, da Nero.AI, liderou a recriação do EduAI, uma plataforma de estudos gratuita voltada a alunos da rede pública, que conquistou o prêmio de melhor projeto da América Latina na competição.
A trajetória do EduAI começou em 2023, quando na época Enrico Gazola e Gabriel Valentim, a dupla de fundadores da Nero participou da primeira edição do AI4Good, competição promovida pelas comunidades brasileiras de Harvard e MIT. A missão era clara: construir um professor particular gratuito, acessível por celular, que usasse inteligência artificial para preparar estudantes para o Enem.
“O projeto ficou marcado dentro da empresa como um exemplo do que a IA pode fazer por impacto social”, lembra Giovanna. Ao saber do hackathon global do Google em 2025, com foco em desenvolvimento de agentes autônomos, a equipe decidiu reviver o EduAI — agora com uma arquitetura técnica mais robusta e totalmente adaptada ao novo ambiente.
“Foi uma maratona”, relata a desenvolvedora. “Usei as primeiras horas para entender a fundo o ADK (Agent Development Kit) e mapear os agentes que precisariam ser criados: um para correção de redação, outro para gerar simulados, outro para gerir conteúdo educacional… Estruturei tudo como um ecossistema de oito agentes colaborativos, cada um responsável por uma parte da experiência do aluno”, ressalta.
O EduAI é projetado para funcionar 24 horas por dia, diretamente do celular e sem necessidade de conexão de alta velocidade. A plataforma oferece trilhas personalizadas de estudo, correção automática de redações (inclusive por imagem), vídeos explicativos e acompanhamento de progresso. “A ideia era combater, com tecnologia, a desigualdade no acesso à educação de qualidade”, reforça Enrico Gazola, cofundador da Nero.AI e um dos idealizadores do projeto original.
Valentim cresceu em escola pública no interior de Alagoas, e sua própria trajetória inspirou o nascimento do Edu. “Falo por experiência própria: sofri inúmeras vezes com a falta de professores e de estrutura. O desafio era oferecer conteúdo de qualidade mesmo com internet precária. A IA tornou isso possível”, explica.
Durante o hackathon, Giovanna enfrentou barreiras técnicas como a manutenção de contexto entre os agentes e a baixa documentação do ADK. “Tive que improvisar integrações customizadas, especialmente para o sistema de correção por imagem e para o acompanhamento do progresso do aluno”, conta. A experiência prévia da Nero em outras plataformas ajudou a acelerar o desenvolvimento.
Além da complexidade técnica, o desafio também carregava um forte componente simbólico: devolver ao EduAI seu propósito original. “Eu carrego o desejo de usar minha habilidade técnica para resolver problemas reais — não apenas criar mais uma ferramenta para grandes empresas, mas algo que mude a vida de quem mais precisa”, diz Giovanna.
A Nero.AI, criada por alunos do Insper, tem apostado alto em tecnologia com impacto social. Já venceu competições promovidas por empresas como Meta, AWS e OpenAI, e agora se prepara para dar um novo passo com o EduAI. A plataforma deve ser lançada em versão pública e gratuita nos próximos meses, em parceria com redes públicas de ensino, ONGs e cursinhos populares.
“Queremos que o EduAI se torne o ‘professor particular do Brasil’”, projeta Giovanna. O time também estuda adaptar o sistema para outros vestibulares, concursos públicos e reforço escolar contínuo.
Para Giovanna, que atua como desenvolvedora full-stack com foco em IA generativa dentro da Nero, o futuro inclui mais do que linhas de código. “Quero liderar um projeto técnico formado só por mulheres — não por exclusão, mas por representatividade. E, claro, quero ver o EduAI rodando em escala nacional.”
A mensagem dela para outras mulheres que desejam ingressar na tecnologia é clara: “Comece mesmo que pareça difícil. Aprender a programar é como aprender a construir pontes — você pode conectar problemas a soluções, ideias a pessoas. E o mundo precisa de mais pontes feitas por mulheres”, finaliza.

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Plataforma transforma o WhatsApp em hub inteligente de mensageria corporativa https://diariotechnews.com.br/plataforma-transforma-o-whatsapp-em-hub-inteligente-de-mensageria-corporativa/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=plataforma-transforma-o-whatsapp-em-hub-inteligente-de-mensageria-corporativa Tue, 29 Jul 2025 21:30:42 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501828 Nova solução da WPP, o WPP Flow reposiciona o WhatsApp como um canal estratégico para construção de relacionamento e conversão de negócios. Desenvolvido pela dti, unidade de produtos digitais da holding, o WPP Flow nasce de uma parceria com a Meta e pe...

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Nova solução da WPP, o WPP Flow reposiciona o WhatsApp como um canal estratégico para construção de relacionamento e conversão de negócios. Desenvolvido pela dti, unidade de produtos digitais da holding, o WPP Flow nasce de uma parceria com a Meta e permite que marcas criem jornadas conversacionais automatizadas, mensuráveis e personalizadas diretamente no app de mensagens mais popular do Brasil.
A plataforma foi criada para atender a demanda por experiências fluídas e personalizadas, com recursos de automação, gerenciamento de interações e análise de dados, integrando-se de forma nativa ao WhatsApp Business. O WPP Flow acelera a criação de campanhas que vão da prospecção à fidelização, com aplicação em lançamento de produtos, suporte ao cliente e conversão em tempo real.
Segundo pesquisa da Kantar, 77% dos brasileiros preferem se comunicar com empresas por mensagem. Nesse contexto, o WPP Flow se posiciona como uma tecnologia voltada à geração de valor, com alto grau de integração com sistemas de CRM e outras plataformas de marketing, elevando o app à categoria de canal principal na jornada digital.
Com uso intensivo de inteligência de dados e foco em experiências engajadoras, o WPP Flow já vem sendo utilizado por grandes marcas como Warner Bros., Universal, Listerine e Perdigão.

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Transforme sua visão de negócios com inovação, IA e tecnologia https://diariotechnews.com.br/transforme-sua-visao-de-negocios-com-inovacao-ia-e-tecnologia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=transforme-sua-visao-de-negocios-com-inovacao-ia-e-tecnologia Fri, 25 Jul 2025 20:54:27 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501674 Garanta sua vaga no Forum TI Inside 2025, o principal evento que conecta líderes, especialistas e decisores em tecnologia, inovação e transformação digital no Brasil.

Em apenas um dia de evento (28 de agosto de 2025, no WTC Events Center, São Paulo)...

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Garanta sua vaga no Forum TI Inside 2025, o principal evento que conecta líderes, especialistas e decisores em tecnologia, inovação e transformação digital no Brasil.

Em apenas um dia de evento (28 de agosto de 2025, no WTC Events Center, São Paulo), você mergulha em debates estratégicos sobre Inteligência Artificial, automação, infraestrutura digital e transformação disruptiva.

O evento reúne líderes como CIOs, VPs e diretoria de grandes empresas. proporcionando interação direta com quem define o futuro da tecnologia corporativa.

Veja alguns dos palestrantes confirmados:

– Bruno Venceslau (Brasilprev) e José Loureiro (Bradesco Seguros) discutem IA no atendimento ao cliente.

– Nancy Abe (dr.consulta) e Alberto Delgado (Volkswagen Financial Services Brasil) falam sobre empresas autônomas.

– Letícia Bretas (ADM), João Barcellos (Stone), Felipe Toazza (MadeiraMadeira) e Aydes Marques (Banco Carrefour) abordam inovação sob demanda.

– Igor Freitas (Cogna), Hugo Assis (Mapfre), Marcelo Melo (Rentcars), Marcio Vitale (Taking)  sobre execução de projetos com IA.

– Fernando Amaral (Visa do Brasil) sobre infraestrutura digital.

Conteúdo focado em aplicação prática

Painéis forma estruturados para discutir como aplicar IA, automação e inovação de forma concreta no dia a dia empresarial

Desde atendimento inteligente até gestão autônoma, consumo sob demanda, ciclo completo da inovação, infraestrutura e vantagem competitiva com IA generativa — uma programação robusta e abrangente

Oportunidades reais de parceria e negócios

Períodos reservados ao networking e café entre os painéis permitem promover contatos com especialistas e executivos responsáveis por inovação

Foco no público de TI e inovação

Ideal para profissionais de tecnologia, líderes de inovação, gestores de TI e executivos que querem liderar a era digital em suas instituições

Benefícios na inscrição

Há descontos especiais para grupos e vagas limitadas. Inscrever-se já e garanta sua  participação

Visite forumtiinside.com.br para ver a programação completa e fazer  sua inscrição ou entre em contato via WhatsApp (Andrea – 11 3138?4619) para mais informações e descontos.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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Inovação e sustentabilidade transformam edifícios comerciais em modelos de eficiência energética https://diariotechnews.com.br/inovacao-e-sustentabilidade-transformam-edificios-comerciais-em-modelos-de-eficiencia-energetica/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=inovacao-e-sustentabilidade-transformam-edificios-comerciais-em-modelos-de-eficiencia-energetica Tue, 22 Jul 2025 19:58:38 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501376 Branded content- O setor imobiliário responde por quase metade do consumo de energia elétrica no Brasil, conforme dados do Ministério de Minas e Energia (MME). Esse cenário se repete em países como Estados Unidos, China e diversas nações europeias, ond...

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Branded content- O setor imobiliário responde por quase metade do consumo de energia elétrica no Brasil, conforme dados do Ministério de Minas e Energia (MME). Esse cenário se repete em países como Estados Unidos, China e diversas nações europeias, onde a dependência do gás natural — responsável por 36% do aquecimento dos edifícios — e a crise energética agravada pela necessidade de combustíveis fósseis russos ampliam o risco de pobreza energética.

Com metas climáticas cada vez mais urgentes, a União Europeia (UE) se organiza para reduzir em 55% as emissões de gases de efeito estufa até 2030 e alcançar a neutralidade de carbono até 2050. Entre as iniciativas adotadas, está a Diretiva 2024/1275, que estabelece políticas para a redução do consumo de energia e incentiva alternativas que contribuam com a preservação do meio ambiente.

Nesse contexto, a eficiência energética no setor torna-se uma prioridade estratégica. “Integrar energia renovável em prédios comerciais tem um duplo benefício: proporciona economia de custos e posiciona as empresas como líderes em práticas sustentáveis”, afirma Patrícia Cavalcanti, vice-presidente de Digital Energy e Power Products da Schneider Electric para a América do Sul.

A transição para prédios automatizados exige uma integração eficiente, confiável e testada de todos os dispositivos instalados, como iluminação, aquecimento, ventilação, ar-condicionado (HVAC), sistemas de energia e fontes renováveis. “Tecnologias avançadas de gestão predial possibilitam a captação simplificada de dados, sua interpretação e a automação do uso de energia com base em insights precisos”, explica Patrícia. “Com monitoramento contínuo, é possível otimizar o desempenho de sistemas como o HVAC e estender o ciclo de vida dos ativos”, completa.

Instalações mais eficientes

Um exemplo é o edifício da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, em São Paulo, concebido para ser um marco arquitetônico com certificação Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), concedida pela ONG United States Green Building Council. A companhia foi responsável por um projeto que incorpora tecnologias presentes em hospitais de referência mundial, com uso de machine learning e inteligência artificial aplicadas à sustentabilidade, eficiência energética, detecção de distúrbios elétricos e aprimoramento do conforto dos ocupantes.

Ainda podem ser citados outros projetos mais longevos da multinacional no Brasil, como seu próprio Centro de Distribuição Inteligente, em Cajamar (SP). “Seguindo nosso propósito, transformamos a unidade em um edifício“carbono zero” em 2020, adotando práticas focadas no uso racional de recursos naturais. Lá, operamos com 100% de energia renovável e evitamos emissões de 130 toneladas de CO? por ano, além de reduzirmos em, pelo menos, 30% o consumo de água e energia”, comenta a vice-presidente.

Máquinas inteligentes

Essa tendência transforma os imóveis em “máquinas inteligentes”, capazes de controlar o consumo de energia em tempo real com base em dados coletados por meio da internet das coisas (IoT). Essa abordagem permite ajustes conforme a demanda, identificação de desperdícios e melhorias substanciais na eficiência energética.

Dessa forma, é possível avançar rumo à neutralização de carbono, modernizando estruturas existentes por meio da conectividade entre sistemas e dispositivos já instalados. Além de representar um diferencial competitivo, iniciativas sustentáveis como a busca por certificações  e AQUA elevam o valor de mercado dos empreendimentos e fortalecem a imagem das marcas. O design biofílico, que incorpora elementos naturais aos ambientes, também ganha espaço por melhorar a iluminação natural, a eficiência térmica e o bem-estar dos ocupantes.

A escolha por caminhos mais sustentáveis na construção de ambientes demanda não apenas tecnologias, mas também a reformulação da mentalidade ao projetar, operar e modernizar cada espaço. A integração de sistemas, o uso inteligente de dados e a adesão a práticas ambientalmente responsáveis transformam as construções em agentes ativos da transição energética. Quando governos, empresas e instituições se unem nesse propósito, criam um ecossistema mais robusto, eficiente e preparado para enfrentar os desafios climáticos do presente e os que ainda estão por vir.

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Agentes de IA estão remodelando o futuro das indústrias, diz Red Hat https://diariotechnews.com.br/agentes-de-ia-estao-remodelando-o-futuro-das-industrias-diz-red-hat/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=agentes-de-ia-estao-remodelando-o-futuro-das-industrias-diz-red-hat Tue, 22 Jul 2025 15:24:57 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501365 A inteligência artificial chegou a um novo patamar. Se antes os sistemas de IA se limitavam a responder comandos ou gerar conteúdo sob demanda, agora estão ganhando mais autonomia e aprendendo a agir, literalmente. Os agentes de IA (também chamados de ...

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A inteligência artificial chegou a um novo patamar. Se antes os sistemas de IA se limitavam a responder comandos ou gerar conteúdo sob demanda, agora estão ganhando mais autonomia e aprendendo a agir, literalmente. Os agentes de IA (também chamados de Agentic AI) avançam a passos largos, definindo a próxima fronteira dessa tecnologia ao combinar maior poder de síntese de dados e capacidades aprimoradas de tomada de decisão, execução de tarefas e interação com múltiplas ferramentas com o mínimo de intervenção humana.

Com foco no comportamento orientado a objetivos específicos, os agentes de IA realizam tarefas a partir de uma lista de etapas que executam de forma autônoma. “Os agentes de AI estão ajudando a romper a barreira entre interação e execução. Com eles, não só automatizamos processos, mas ampliamos a capacidade cognitiva das organizações. Os agentes são altamente capazes de se conectar a aplicativos já existentes, acelerando a inovação”, afirma Gilson Magalhães, vice-presidente e general manager para a América Latina da Red Hat.

Do prompt à ação

Agentes de IA podem ajudar organizações que estão começando a explorar a IA generativa a identificar benefícios mensuráveis para seus negócios. Se a IA generativa prioriza a criação, os agentes de IA se concentram na ação. A IA generativa cria novos conteúdos usando técnicas de aprendizado profundo, enquanto a intenção dos agentes é criar um sistema focado em ações autônomas e autodirigidas, sem instruções explícitas, guiadas por mecanismos de controle.

Por exemplo, um agente de IA pode criar seus próprios prompts e resultados adicionais com base nas informações às quais tem acesso. “Antes, a IA apenas respondia. Agora, ela age. Esse comportamento orientado a metas está impulsionando a produtividade e permitindo uma tomada de decisão mais rápida e embasada”, diz Victoria Martinez, gerente de inteligência artificial da Red Hat para a América Latina.

No final do ano passado, o Gartner apontou a Agentic AI como uma das principais tendências tecnológicas para 2025, colocando-a como estratégia número 1 para os líderes de TI que querem moldar o futuro com inovação responsável. Segundo a empresa, até 2028, 33% dos aplicativos de software corporativo incluirão Agentic AI, permitindo que 15% das decisões de trabalho do dia a dia sejam tomadas de forma autônoma.

Mas por que esses agentes estão atraindo tanta atenção do mercado? A resposta vem com os inúmeros benefícios que podem trazer. Segundo um estudo da PwC, esta tecnologia pode aumentar significativamente a vantagem competitiva de uma organização ao automatizar fluxos de trabalho complexos, reduzir custos operacionais e melhorar os processos de tomada de decisão. Projetados para se adaptar a um ambiente de negócios em constante mudança, impulsionam a produtividade, além de prever tendências e preferências dos clientes, permitindo que as empresas adaptem suas estratégias proativamente.

Os agentes de IA podem ser usados em diferentes situações. Nas operações empresariais podem ajudar a gerenciar cadeias de suprimentos, detectar bloqueios, recalcular rotas logísticas e ajustar processos. Já na saúde, permitem interagir com pacientes, realizar planos de tratamento, reduzir o tempo de resposta e diminuir o custo operacional, mantendo um atendimento personalizado. “Nas operações financeiras pode realocar fundos automaticamente com base em déficits de liquidez previstos, acelerando a tomada de decisões empresariais. Até na cibersegurança eles são relevantes, podendo monitorar tráfego de rede, detectar problemas e responder a ameaças em tempo real”, afirma Sandra Vaz, Country Manager da Red Hat Brasil.

Autonomia com responsabilidade

No entanto, para organizações que buscam tomar decisões críticas com base em dados privilegiados e permitir que agentes inteligentes executem operações de forma autônoma, ter a infraestrutura certa é essencial. “Para aproveitar ao máximo uma solução de Agentic AI, especialmente quando os dados são distribuídos em ambientes on-premises e na nuvem, é necessária uma plataforma de IA híbrida. Essa arquitetura não só garante o controle e a segurança de dados sensíveis, como também possibilita a interoperabilidade e a autonomia necessárias para que os agentes atuem de forma eficaz e em tempo real”, explica María Bracho, CTO da Red Hat para a América Latina.

Veja também: Executivas do Bradesco falam sobre como acelerar a inovação com IA e a importância da infraestrutura na estratégia digital

É justamente neste contexto que entra a Red Hat. Com suas soluções open source, a empresa tem apostado no Red Hat AI, portfólio de produtos e serviços projetados para acelerar o desenvolvimento e a implantação de soluções de inteligência artificial na nuvem híbrida. O Red Hat AI oferece uma plataforma empresarial para treinamento e inferência de modelos, que proporciona mais eficiência, uma experiência simplificada e flexibilidade para implantar em qualquer lugar na nuvem híbrida.

“Essa plataforma inclui o Red Hat Enterprise Linux® AI, que pode ser usado para o ajuste fino dos LLMs e SLMs necessários nos fluxos de trabalho de agentes. E também o Red Hat OpenShift® AI, uma plataforma unificada onde aplicativos, modelos e agentes podem trabalhar em harmonia. Além disso, o aprendizado adaptativo e raciocínio que os agentes de IA utilizam podem ser controlados por meio dos recursos de MLOps do OpenShift”, explica a executiva.

O Red Hat AI também ajuda as organizações a desenvolver os frameworks para criar fluxos de trabalho e escalar os agentes de IA. Mas para isso é essencial que a inferência seja feita com eficácia, segurança e responsabilidade.

Inferência como motor da execução

A inferência é a fase operacional da IA ??na qual o modelo pode aplicar o que aprendeu durante o treinamento, gerando resultados ou tomando decisões com base em novos dados. Essa habilidade de inferir ajuda em tarefas práticas do cotidiano, como comparar históricos de pacientes na área na saúde, aumentar a segurança de carros autônomos ou detectar fraudes em sistemas financeiros. Na Agentic AI, tem papel fundamental, já que os agentes precisam ser bem treinados para que funcionem com eficiência.

Há porém grandes desafios nessa jornada: executar inferências de IA requer escala, recursos e custos. Nesse sentido, o uso de ferramentas como o vLLM – um servidor de inferência que acelera a produção de aplicações com IA generativa – tem sido fundamental.

O vLLM é uma biblioteca de código aberto que ajuda modelos LLMs a fazer cálculos com mais eficiência. Capaz de processar grandes volumes de dados com menos recursos computacionais, o vLLM ajuda a viabilizar aplicações escaláveis e seguras. “Com vLLM, conseguimos aumentar a velocidade e reduzir os custos da inferência, o que é essencial para agentes de IA. Além disso, a abordagem open source garante transparência e inovação constante”, pontua Victoria Martinez.

Impacto real, transformação tangível

De agências governamentais a corporações multinacionais, os agentes de IA já estão remodelando processos, oferecendo respostas mais rápidas, tomando decisões baseadas em dados e transformando a experiência do usuário. Segundo projeções do Gartner, até 2029 a Agentic AI será responsável por resolver 80% dos problemas comuns de atendimento ao cliente sem intervenção humana, reduzindo os custos operacionais em 30%.

A Agentic AI não apenas promete, mas entrega produtividade, eficiência e vantagem competitiva. Na intersecção entre execução autônoma, inferência de IA e plataformas abertas, está surgindo uma nova era da inteligência artificial. “O futuro da IA está na colaboração entre agentes inteligentes, infraestruturas abertas e modelos adaptáveis. Estamos apenas começando a explorar seu potencial transformador”, conclui Gilson Magalhães. E isso, definitivamente, muda tudo.

FORUM TI INSIDE DISCUTE O IMPACTO DA IA NOS NEGÓCIOS

Dia 28 de agosto, no WTC-SP, a TI Inside promove a 2ª edição do Innovation Forum, com uma grade de painéis discutindo o impacto da Inteligência Artificial em grandes empresas de diferentes segmentos. Uma oportunidade  de você conhecer realmente as experiências das empresas na adoção de IA.

Veja a grade e informações para inscrição no site do evento.

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Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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Gartner aponta seis tendências estratégicas que devem moldar a engenharia de software a partir de 2025 https://diariotechnews.com.br/gartner-aponta-seis-tendencias-estrategicas-que-devem-moldar-a-engenharia-de-software-a-partir-de-2025/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=gartner-aponta-seis-tendencias-estrategicas-que-devem-moldar-a-engenharia-de-software-a-partir-de-2025 Fri, 18 Jul 2025 22:15:40 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501235 A adoção de práticas de engenharia nativas de Inteligência Artificial (IA), o uso de modelos generativos abertos e a atenção ao impacto ambiental do desenvolvimento de software estão entre as principais tendências estratégicas que devem orientar lídere...

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A adoção de práticas de engenharia nativas de Inteligência Artificial (IA), o uso de modelos generativos abertos e a atenção ao impacto ambiental do desenvolvimento de software estão entre as principais tendências estratégicas que devem orientar líderes de engenharia de software a partir de 2025. A análise é do Gartner, que publicou nesta semana um relatório com seis direções que devem orientar a construção de soluções mais eficientes, sustentáveis e preparadas para o futuro.
“As ferramentas e tecnologias habilitadas por IA estão mudando fundamentalmente a forma como o software é construído e entregue”, afirma Joachim Herschmann, vice-presidente analista do Gartner. Segundo ele, os líderes que souberem capitalizar essas tendências estarão mais bem posicionados para acelerar a inovação, fortalecer suas equipes e gerar valor para os negócios no longo prazo.
Veja, a seguir, um resumo das seis tendências destacadas pelo Gartner:
1. Engenharia de software nativa de IA
A incorporação da IA em todas as etapas do ciclo de vida do desenvolvimento de software (SDLC) muda o papel do desenvolvedor, que passa a atuar mais como um orquestrador de soluções do que como executor de tarefas. O Gartner estima que até 2028, 90% dos engenheiros de software em ambientes corporativos utilizarão assistentes de código baseados em IA — um salto expressivo frente aos menos de 14% registrados no início de 2024.
A adoção dessa abordagem requer equilíbrio entre automação e supervisão humana, respeitando os níveis de criticidade, risco e complexidade dos fluxos de trabalho.
2. Aplicações e agentes baseados em LLMs
O uso de grandes modelos de linguagem (LLMs) possibilita o desenvolvimento de aplicações e agentes inteligentes com comportamento próximo ao humano. A expectativa do Gartner é que, até 2027, ao menos 55% das equipes de engenharia estejam criando funcionalidades baseadas em LLMs.
Esse movimento exige que as lideranças repensem suas estratégias, invistam em capacitação, testem os limites dos modelos de GenAI e adotem controles robustos de segurança e governança.
3. Engenharia de plataforma de GenAI
A integração de capacidades generativas em plataformas internas para desenvolvedores se tornará uma prática padrão. Segundo o Gartner, 70% das empresas com equipes de plataforma deverão incluir recursos de GenAI em seus ambientes até 2027.
Isso inclui disponibilizar funcionalidades via portais de autoatendimento, priorizar as entregas com base nas necessidades do desenvolvedor e garantir compliance com políticas organizacionais.
4. Maximização da densidade de talentos
Construir times com alta concentração de profissionais qualificados — a chamada “densidade de talentos” — passou a ser um diferencial competitivo. De acordo com o Gartner, companhias que investem em cultura de aprendizado contínuo, colaboração e autonomia conseguem formar equipes mais adaptáveis e de alto desempenho.
“Ao invés de focar apenas na contratação, é necessário estruturar um ambiente onde os talentos cresçam e queiram permanecer”, destaca Herschmann.
5. Crescimento dos modelos abertos de GenAI
Modelos generativos abertos estão ganhando espaço por oferecerem mais flexibilidade e menor custo em relação às alternativas proprietárias. A previsão do Gartner é que, até 2028, 30% dos gastos corporativos em GenAI sejam destinados a modelos abertos adaptados a domínios específicos.
Esse movimento democratiza o acesso a soluções de IA, permitindo maior controle e personalização por parte das empresas, com opções de implementação local ou em nuvem.
6. Engenharia de software verde
Com a crescente demanda computacional gerada por IA e aplicações intensivas em dados, práticas sustentáveis se tornam urgentes. A engenharia de software verde busca minimizar o impacto ambiental do software desde as fases iniciais do desenvolvimento.
“A criação de soluções com GenAI consome grande quantidade de energia. Incorporar práticas ecológicas no ciclo de vida do software será essencial para alinhar inovação e sustentabilidade”, avalia o analista do Gartner.

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Tecnologia que automatiza inspeção de redes elétricas é licenciada para spin-off da Unicamp https://diariotechnews.com.br/tecnologia-que-automatiza-inspecao-de-redes-eletricas-e-licenciada-para-spin-off-da-unicamp/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tecnologia-que-automatiza-inspecao-de-redes-eletricas-e-licenciada-para-spin-off-da-unicamp Fri, 18 Jul 2025 21:22:22 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501214 Um sistema que combina inteligência artificial (IA), visão computacional e câmeras ópticas e térmicas, embarcadas em veículos comuns, pode transformar a inspeção preventiva de redes aéreas de distribuição de energia elétrica.

Desenvolvida por pesqui...

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Um sistema que combina inteligência artificial (IA), visão computacional e câmeras ópticas e térmicas, embarcadas em veículos comuns, pode transformar a inspeção preventiva de redes aéreas de distribuição de energia elétrica.
Desenvolvida por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em parceria com concessionárias de energia e protegida por patente, a tecnologia foi licenciada, com estratégia da Agência de Inovação Inova Unicamp, para a Kasco Tecnologia, uma empresa spin-off acadêmica, que tem entre seus sócios-fundadores pessoas egressas da universidade, que participaram da invenção.
A tecnologia já está em operação com três veículos da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) e sua subsidiária RGE Sul Distribuidora de Energia, e também foi exportada para o Equador. O sistema substitui o método tradicional de inspeção, onde técnicos, posicionados em caçambas de carros, utilizam câmeras térmicas manuais para identificar anomalias relacionadas ao superaquecimento de componentes elétricos, preenchendo relatórios em campo.
Uma resposta à demanda do setor elétrico
O desenvolvimento da tecnologia surgiu de uma necessidade real das concessionárias de energia. De acordo com o professor Rangel Arthur, docente da Faculdade de Tecnologia (FT) da Unicamp, as pesquisas começaram a partir de uma demanda do grupo CPFL para modernizar os processos de inspeção, que até então envolviam mais tempo, maiores riscos e limitações ergonômicas para os operadores.
“A CPFL nos procurou por volta de 2018 buscando soluções em inteligência artificial, tema que começava a ganhar força. A Inova Unicamp, desde o início, facilitou o processo, formalizando acordos de sigilo e pesquisa com a empresa. Ao longo dos estudos propusemos um protótipo que eliminaria a necessidade de um funcionário na carroceria do veículo, modernizando a inspeção”, explica Arthur.
A solução possui um arranjo de quatro pares de câmeras que permite inspecionar a rede de forma contínua a uma velocidade de 30 km/h. O novo modelo depende de um único motorista, que percorre rotas pré-programadas enquanto o sistema, instalado no teto do carro, realiza a varredura automática das redes e alimentadores elétricos.
As imagens térmicas e ópticas, captadas pelas câmeras, são analisadas em tempo real pelos algoritmos treinados do Thermovision para detectar anomalias. A geração de relatórios é automática e pode ser enviada à central técnica da concessionária sem necessidade de intervenção humana.
Benefícios e desafios no desenvolvimento do Thermovision
Segundo os pesquisadores, antes, a inspeção de todos os alimentadores de uma cidade como Campinas, por exemplo, poderia levar anos. Com a tecnologia Thermovision, ela pode ser feita com maior periodicidade e eficiência, reduzindo falhas e interrupções no fornecimento de energia.
O sistema funciona com câmeras térmicas de alta frequência, sensores ópticos, GPS e uma estação meteorológica embarcada, capaz de compensar interferências como vento ou temperatura ambiente. A inteligência artificial, por sua vez, identifica os elementos da rede, descarta imagens redundantes, compensa a trepidação natural de um veículo em movimento (que também pode interferir na qualidade das imagens) e classifica anomalias de forma automatizada.
Uma das dificuldades enfrentadas pelo grupo de pesquisa foi justamente manter a estabilidade da câmera. De acordo com os pesquisadores, o pré-processamento das imagens é importante para habilitar a rede neural e fazer o reconhecimento dos equipamentos. Contudo, dependendo do terreno, como em testes realizados em ruas de terra, a própria ligação de fios entre a câmera e a unidade de processamento pode apresentar problemas e, por isso, precisou ser ajustada.
O equipamento utiliza uma base com amortecedores para compensar a trepidação natural de um veículo em movimento; ainda assim, os pesquisadores também precisaram fazer essa compensação por software, aumentando a confiabilidade do sistema. Outro desafio científico e tecnológico foi o de combinar as imagens térmicas, que possuem uma resolução menor, com as imagens ópticas, que usam comprimentos de luz que o ser humano enxerga.
“Tivemos que buscar atributos das imagens térmicas que se relacionassem com os elementos da imagem óptica de tal forma que pudéssemos reconhecer o elemento superaquecido em ambas imagens. Parece simples visualmente, mas como o sistema trabalha com resoluções diferentes e as câmeras estão em uma separação física de cerca de 20 centímetros, foi preciso treinar a IA para fazer esse match entre as imagens”, explica Yuzo Iano, professor da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp.
Impacto econômico, social e expansão da tecnologia Thermovision
A detecção precoce de aquecimentos atípicos em conexões elétricas permite ações preventivas, reduzindo o risco de interrupções no fornecimento, que geram transtornos e prejuízos à sociedade. Isso atende diretamente às metas regulatórias estabelecidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que exige padrões de qualidade e continuidade do serviço.
A tecnologia também aumenta a produtividade nas inspeções e melhora significativamente as condições de trabalho. Em vez de ficarem expostos em caçambas de caminhonetes, os operadores podem atuar em funções de análise e manutenção.
“O Multi Vision Inspection (MVI) que foi desenvolvido a partir da tecnologia Thermovision apresentou redução de 85% nos custos por quilômetro inspecionado e uma velocidade de inspeção até 4 vezes maior que o método convencional. Os profissionais, que antes iam na caçamba dos carros, podem ser realocados para outras atividades estratégicas, como identificação de podas necessárias ou análise de postes danificados”, comenta Diogo Gará Caetano, um dos sócios da startup Kasco, que fez sua pós-graduação em Energia Elétrica pela FEEC Unicamp e participou do projeto durante o estágio em pós-doutorado.
O sistema MVI pode ser adaptado para identificar outros tipos de falhas, inclusive por meio de câmeras ultravioleta ou com uso embarcado em drones, o que pode facilitar inspeções em locais de difícil acesso. “Qualquer sistema elétrico pode se beneficiar. Já estamos explorando aplicações para iluminação pública e linhas de transmissão fora das cidades”, completa Caetano.
Da Unicamp ao mercado global de energia
O desenvolvimento da Thermovision teve início em 2019, dentro de um projeto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) assinado pela Unicamp em parceria da Unicamp com o grupo CPFL, que contou, em sua segunda fase, com financiamento do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento da ANEEL. A montagem de um protótipo funcional, e vencidos os desafios tecnológicos de estabilização e integração de imagens, motivou o licenciamento da tecnologia pela empresa spin-off da Unicamp, Kasco Tecnologia.
Fundada em 2015, a Kasco participou do desenvolvimento da tecnologia, utilizando os conhecimentos adquiridos com o Thermovision para pivotar sua atividade, direcionando esforços na área de deep learning. Nessa fase, os estudos avançaram para uma tecnologia que pudesse ser aplicada em um produto que fosse comercialmente viável. A Inova Unicamp atuou desde a formalização dos acordos de PD&I até a estratégia para proteção da propriedade intelectual. “Esse apoio foi essencial para garantir que a tecnologia não ficasse restrita ao laboratório”, diz Arthur.
Atualmente, a Kasco oferece o sistema em três modelos de negócio: venda de licenças permanentes do produto, prestação de serviços com veículos próprios ou pagamento por quilômetro rodado. A empresa já atua em Campinas (SP), Curitiba (PR) e Quito (Equador), e projeta a expansão para outros países da América Latina. A solução também está sendo testada com drones e pode ser aplicada a outros setores, como o agronegócio e a indústria.
Além do sistema de inspeção térmica, a empresa atua em outras frentes de inteligência artificial. A startup também reduziu em 70% o custo do equipamento para detecção automatizada de falhas na rede elétrica nos últimos ciclos de desenvolvimento. Segundo Caetano, agora é possível instalar o sistema em qualquer veículo em até uma hora. “Foi um caminho longo até escalar o produto, mas agora estamos prontos para levar essa solução para outros mercados e expandir o impacto da inovação”, resume Caetano.

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Helisul e SENAI CIMATEC desenvolvem aeronave agrícola autônoma híbrida https://diariotechnews.com.br/helisul-e-senai-cimatec-desenvolvem-aeronave-agricola-autonoma-hibrida/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=helisul-e-senai-cimatec-desenvolvem-aeronave-agricola-autonoma-hibrida Fri, 18 Jul 2025 21:15:41 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501212 A Helisul firmou um acordo com o SENAI CIMATEC para o desenvolvimento da primeira aeronave agrícola autônoma híbrida do país. O projeto será executado no CIMATEC Aeroespacial, localizado no Parque Industrial Tecnológico Aeroespacial da Bahia (PITA-BA),...

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A Helisul firmou um acordo com o SENAI CIMATEC para o desenvolvimento da primeira aeronave agrícola autônoma híbrida do país. O projeto será executado no CIMATEC Aeroespacial, localizado no Parque Industrial Tecnológico Aeroespacial da Bahia (PITA-BA), em Salvador.

A iniciativa, com investimento estimado em R$ 50 milhões, prevê a conversão da aeronave R44 Robinson para um sistema de propulsão híbrido, combinando motor a explosão com etanol e motor elétrico.

O modelo substituirá o combustível convencional AVGAS e se integrará a iniciativas ligadas ao uso de combustíveis sustentáveis para aviação (SAF).

Veja também: Executivas do Bradesco falam sobre como acelerar a inovação com IA e a importância da infraestrutura na estratégia digital

Além do SENAI CIMATEC, participam do projeto os parceiros ROTOR, MagniX, BNDES e FINEP, com apoio do Governo da Bahia, Ministério da Defesa e Força Aérea Brasileira.
A implantação ocorrerá em duas etapas.

Na primeira fase, a Helisul Engenharia, do Grupo Helisul, atuará com uma equipe alocada no CIMATEC Aeroespacial para condução de estudos técnicos e desenvolvimento dos protótipos. Em seguida, será construída uma unidade operacional da empresa em uma área de 3.400 m² dentro do parque tecnológico.

O projeto deve gerar 32 empregos diretos, com a contratação de engenheiros, técnicos, pesquisadores e estudantes. A aeronave será voltada para pulverização agrícola de precisão, com foco na redução do uso de insumos e diminuição de impacto ambiental.

Segundo a Helisul, o objetivo é consolidar um modelo operacional para a aviação agrícola baseado em autonomia, eficiência energética e menor emissão de poluentes. Para o SENAI CIMATEC, a parceria representa o início das operações industriais no PITA-BA, com a instalação de um centro de engenharia e desenvolvimento da Helisul dentro do campus, e perspectiva futura de implantação de processos de fabricação no estado.

A iniciativa visa ainda fortalecer a cadeia produtiva aeroespacial nacional e posicionar o Brasil no desenvolvimento de soluções em mobilidade aérea voltadas ao setor agrícola.

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IA acelera em 90% a análise de vídeos e revoluciona atuação do Ministério Público no RS https://diariotechnews.com.br/ia-acelera-em-90-a-analise-de-videos-e-revoluciona-atuacao-do-ministerio-publico-no-rs/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ia-acelera-em-90-a-analise-de-videos-e-revoluciona-atuacao-do-ministerio-publico-no-rs Thu, 17 Jul 2025 22:39:03 +0000 https://tiinside.com.br/?p=501146 Com mais de 84 milhões de processos em tramitação e um crescimento médio anual de 10% no número de ações, o sistema judiciário brasileiro enfrenta um dos maiores desafios de eficiência do mundo. Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), seriam nece...

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Com mais de 84 milhões de processos em tramitação e um crescimento médio anual de 10% no número de ações, o sistema judiciário brasileiro enfrenta um dos maiores desafios de eficiência do mundo. Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), seriam necessários mais de dois anos para zerar o estoque atual de processos, mesmo sem a entrada de novos casos. A situação se agrava com o volume crescente de provas audiovisuais, que demandam tempo e recursos humanos para análise e transcrição.

Diante desse cenário, o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) implementou uma solução baseada em inteligência artificial generativa, desenvolvida pela Xertica.ai, empresa especializada em transformação digital na América Latina. A ferramenta reduziu em até 90% o tempo necessário para a análise de vídeos, liberando os promotores de tarefas operacionais e permitindo uma atuação mais estratégica.

A necessidade de mudança era urgente. Em 2023, o MPRS registrou mais de 300 mil novos casos criminais. A estrutura operacional, limitada e ainda bastante manual, não acompanhava o ritmo. Em um caso emblemático, dois dias de depoimentos gravados em vídeo permaneceram anos sem degravação, e o julgamento só ocorreu após a prescrição dos crimes.

“A adoção dessa solução marca uma nova fase na atuação do Ministério Público gaúcho. A inteligência artificial tem nos ajudado a acelerar a tramitação de casos complexos, reduzir gargalos operacionais e garantir uma atuação mais eficiente e transparente em defesa da sociedade”, afirma João Claudio Sidou, Subprocurador-Geral de Justiça de Gestão Estratégica do MPRS e responsável pelo projeto.

Selecionada por meio de edital público, a solução da Xertica.ai venceu quatro das cinco frentes propostas e foi construída em conjunto com os promotores, servidores e técnicos do MPRS. A implementação priorizou a experiência do usuário, com uma interface simples, integração à intranet do órgão e autenticação via Active Directory.

Entre os recursos estão a transcrição automática com diarização, resumos automáticos de depoimentos, identificação de contradições, extração de teses defensivas, análise de sentimentos e vieses cognitivos, etiquetas jurídicas inteligentes, chatbot jurídico treinado com dados do próprio MPRS, além de funcionalidades de localização de endereços integradas ao Google Maps. A solução opera sobre a infraestrutura da Google Cloud Platform, garantindo escalabilidade, segurança e confiabilidade.

De novembro de 2024 a maio de 2025, mais de 23.400 vídeos foram processados, o que representou uma economia de mais de 11.500 horas de trabalho humano. Promotores relatam que agora chegam às audiências mais preparados, com acesso a análises automáticas e trechos relevantes previamente destacados.

Além dos recursos voltados para vídeo, a tecnologia inclui o DANG (Document Augmentation Next Generation), que conecta o Google Workspace a dados internos e externos, inclusive sistemas legados, permitindo pesquisas jurídicas e análises diretamente no ambiente de edição de documentos. A automação de tarefas como geração de documentos e colaboração em tempo real tem sido um diferencial na rotina dos servidores.

“A Xertica.ai foi mais do que um fornecedor tecnicamente competente. Foi uma parceira estratégica, que entendeu o desafio do Ministério Público e trabalhou incansavelmente até superá-lo”, destaca Sidou.

Para Gustavo de Paula, Country Manager da Xertica.ai no Brasil, o projeto com o MPRS representa um marco no uso de IA no setor público. “Ao reduzir drasticamente o tempo de análise de provas audiovisuais e permitir decisões mais assertivas, contribuímos não apenas para a agilidade dos processos, mas também para sua equidade e transparência”, afirma.

Ele aponta, ainda, que a IA responde à crescente demanda por Justiça, diante de uma estrutura que não acompanhou esse crescimento. “A inteligência artificial preenche essa lacuna ao automatizar tarefas operacionais, permitindo que os profissionais se concentrem nas decisões realmente estratégicas.”

A solução já impacta diretamente mais de 35 milhões de cidadãos e pode ser replicada por outras instituições do sistema de justiça em todo o país. “Nosso propósito é mostrar como a tecnologia pode ter um impacto social positivo. Essa iniciativa comprova que é possível modernizar estruturas públicas, preservar direitos e aproximar a justiça da população”, completa Gustavo.

A Xertica.ai também atua com soluções de IA em áreas como saúde, educação, meio ambiente, segurança pública e finanças. A empresa acredita que, aplicada de forma ética e inclusiva, a GenAI pode transformar positivamente diversos setores. “Estamos apenas no começo de uma nova era. A inteligência artificial deve ser uma força para o bem, e nosso compromisso é continuar desenvolvendo soluções que contribuam para uma sociedade mais justa, humana e sustentável”, conclui o executivo.

 

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