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A G3 Telecom estabeleceu parceria estratégica com a Fibracem para acelerar sua expansão de rede de fibra óptica no Piauí e no Maranhão. O objetivo é ousado: dobrar a base de clientes, de 100 mil para 200 mil assinantes até 2026, com presença em todos os 224 municípios piauienses e nove cidades maranhenses.

A contribuição da Fibracem vai além do fornecimento de equipamentos. A fabricante desenvolveu racks Shelter de alta resistência e totalmente customizados, além de acessórios e fibras ópticas que permitem que a G3 Telecom implante infraestrutura de forma mais rápida, segura e adaptada às condições locais. Essa flexibilidade é considerada essencial para viabilizar a meta de conectar uma nova cidade a cada três dias, mantendo a qualidade do serviço.

“O fator personalização foi determinante”, afirma Eryck El-Jaick, COO da Fibracem. “Trabalhamos em conjunto com a G3 para adaptar nossos produtos e tecnologias às necessidades específicas da empresa, garantindo que cada solução esteja alinhada às condições de expansão.”

Segundo Renildo Carvalho, presidente da G3 Telecom, essa abordagem personalizada é rara no setor e está diretamente ligada à capacidade da empresa de conquistar novos mercados. “Ao contarmos com soluções sob medida, conseguimos acelerar a expansão e sustentar o crescimento da base de clientes sem comprometer a qualidade”, ressalta.

Com a parceria, a G3 Telecom reforça seu posicionamento como player de destaque no mercado regional, enquanto a Fibracem demonstra o papel da tecnologia customizada como fator-chave para ampliar a conectividade em áreas estratégicas do país.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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Com base de dados robusta, Espaçolaser acelera uso de IA em toda a jornada do cliente https://diariotechnews.com.br/com-base-de-dados-robusta-espacolaser-acelera-uso-de-ia-em-toda-a-jornada-do-cliente/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=com-base-de-dados-robusta-espacolaser-acelera-uso-de-ia-em-toda-a-jornada-do-cliente Tue, 09 Sep 2025 21:46:15 +0000 https://tiinside.com.br/?p=504534 Durante o TI Inside Innovation Forum, em 28 de agosto, Daniela Komatsu, CIO da Espaçolaser, defendeu que a governança e o engajamento dos colaboradores são fundamentais para que a inteligência artificial gere valor em toda a jornada do cliente: “Onde e...

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Durante o TI Inside Innovation Forum, em 28 de agosto, Daniela Komatsu, CIO da Espaçolaser, defendeu que a governança e o engajamento dos colaboradores são fundamentais para que a inteligência artificial gere valor em toda a jornada do cliente: “Onde eu tenho processos, eu tenho potencial e oportunidade de automação, ganho de eficiência e produtividade”.

Nas palavras da própria executiva, “a Espaçolaser não deixa de ser um varejo de serviços”, então diz sobre clientes. A CIO destaca que a empresa atende cerca de 5 milhões em mais de 25 milhões de procedimentos por ano, e explica como isso ajudou na elaboração de um plano estratégico:

“A primeira parte da nossa estratégia foi a estruturação de dados. Felizmente, isso aconteceu há muitos anos atrás, então a gente estruturou toda uma camada, e uma camada mais técnica com o Data Lake, com os ETLs, com governança de dados; para gente poder ter uma linguagem única sobre cada um dos indicadores”, revela, e complementa: “Isso habilitou que a gente já tivesse esse olhar de posicionamento competitivo da IA. Para mim, hoje é mandatório”.

Veja também: Liderança que protege: o papel do CEO na segurança da informação

As aplicações internas 

Komatsu acredita que o diferencial de uma boa aplicação de IA está na estratégia e na cultura de engajamento envolvida. “A cultura é fundamental. Dentro de uma governança estruturada, nós precisamos incentivar e engajar os colaboradores a utilizar as ferramentas que a gente proporciona”, afirma.

A executiva comenta que esse engajamento nasce do estímulo. “Todos precisam estar engajados, saber utilizar, dar o seu pensamento para encaixar soluções, oportunidades de utilização de ar, seja para uma alavanca de receita ou para redução de custo, ou seja para melhorar a experiência da jornada do cliente ou do colaborador”, avalia.

Veja também: Executivas do Bradesco falam sobre como acelerar a inovação com IA e a importância da infraestrutura na estratégia digital

A CIO revela que a IA já é uma realidade no atendimento ao cliente da companhia. “Quando eu quero aplicar IA na jornada do cliente, eu sou uma empresa de varejo, eu converso com o cliente. Durante o processo todo, desde a captação, o encantamento, a conversão, o atendimento e pós-atendimento. Eu atendo durante a jornada toda”.

“A gente segmenta a base do cliente, para a gente poder entender qual é a persona que  estamos trabalhando. Com isso eu consigo também aplicar algoritmos de promoção de compra ou de uma preferência de canal de contato, por exemplo”, exemplifica.

O futuro

Por mais que Kotmasu acredite que a expectativa do protagonismo da IA recaia sobre a área de tecnologia, a executiva não acredita que eles serão os responsáveis por, de fato, disseminá-la dentro da empresa. “É uma empresa jovem”, brinca.

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Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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Plataforma da V8.Tech reduz tempo de desenvolvimento de 15 dias para 15 minutos https://diariotechnews.com.br/plataforma-da-v8-tech-reduz-tempo-de-desenvolvimento-de-15-dias-para-15-minutos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=plataforma-da-v8-tech-reduz-tempo-de-desenvolvimento-de-15-dias-para-15-minutos Tue, 09 Sep 2025 21:16:28 +0000 https://tiinside.com.br/?p=504527 A V8.Tech, integradora de soluções de tecnologia com 11 anos de mercado, vem se consolidando como parceira estratégica de grandes empresas brasileiras em setores críticos como finanças, saúde e energia. Sob a liderança de Graci de Melo e Rodrigo Xavier...

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A V8.Tech, integradora de soluções de tecnologia com 11 anos de mercado, vem se consolidando como parceira estratégica de grandes empresas brasileiras em setores críticos como finanças, saúde e energia. Sob a liderança de Graci de Melo e Rodrigo Xavier, CO-CEOs da companhia, a empresa tem ampliado seu papel como advisor em projetos de modernização de arquiteturas de TI, ajudando clientes a equilibrar custos, mitigar riscos e manter a segurança em operações de alta complexidade.

Durante entrevista à TI Inside, os executivos destacaram que a maturidade tecnológica desses setores traz novos desafios. Muitas empresas foram early adopters de nuvem e transformação digital, mas agora enfrentam custos elevados e precisam redesenhar arquiteturas. “Hoje, trabalhamos muito no redesenho e melhorias de custos, reavaliando arquiteturas que antes estavam em grandes hyperscalers, mas que agora precisam de uma abordagem multi-cloud ou, em alguns casos, de repatriação para ambientes que façam mais sentido”, explica Graci.

Casos reais e soluções para clientes críticos

Para atender clientes com operações 24×7, a V8.Tech desenvolveu o Innovation Labs, laboratório de inovação que reúne squads dedicados a acelerar a entrega de software e modernizar sistemas legados. Dentro do laboratório, a plataforma Accelerate automatiza todo o ciclo de desenvolvimento – da escrita de histórias ao deploy – utilizando agentes de inteligência artificial. Segundo Rodrigo Xavier, essa automação reduz dependência de mão de obra e permite ganhos significativos de produtividade.

A empresa já conduz projetos de migração de bancos de dados e refatoração de aplicações com apoio da IA. “Em casos em que workloads não são nativos de cloud, ajudamos os clientes a escolher entre refatorar ou trazer de volta para on-premises para reduzir custos”, afirma Rodrigo. Essa abordagem, segundo ele, evita que empresas fiquem presas a tecnologias que não geram benefícios claros.

Números que mostram o impacto

Os resultados têm sido expressivos. A companhia projeta fechar 2025 com R$ 400 milhões em vendas, operando com aproximadamente 500 colaboradores. Essa relação receita-pessoa, segundo os executivos, só é possível pelo uso intensivo de inteligência artificial e automação. Em um case citado durante a entrevista, um cliente reduziu de oito para uma pessoa a equipe dedicada à escrita de histórias, com o tempo de entrega caindo de 15 dias para apenas 15 minutos.

Além do ganho de velocidade, a V8.Tech reporta reduções de 30% a 40% no tempo de entrega de sprints e melhorias de até 50% na qualidade de código, diminuindo retrabalho e acelerando o ciclo de inovação dos clientes. “Nosso objetivo é deixar o cliente leve em termos de custo, para que ele possa reinvestir em projetos estratégicos de negócio”, resume Graci.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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Automação, IA e APIs, os vetores do varejo até 2030 https://diariotechnews.com.br/automacao-ia-e-apis-os-vetores-do-varejo-ate-2030/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=automacao-ia-e-apis-os-vetores-do-varejo-ate-2030 Tue, 09 Sep 2025 21:15:17 +0000 https://tiinside.com.br/?p=504526 No Infor Report 2025: Inovação no Varejo –?estudo aprofundado que mapeia os desafios, a maturidade digital e as tendências tecnológicas para o setor varejista lançado no último mês de julho – 79,3% dos empresários afirmam que vão ampliar investimentos ...

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No Infor Report 2025: Inovação no Varejo –?estudo aprofundado que mapeia os desafios, a maturidade digital e as tendências tecnológicas para o setor varejista lançado no último mês de julho – 79,3% dos empresários afirmam que vão ampliar investimentos em tecnologia.

Os dados fazem parte de um levantamento proprietário global da empresa (How Possible Happens) e, no varejo, cinco vetores estratégicos despontam como norteadores dessa transformação: automação, inteligência artificial, integração tecnológica, personalização em escala e ambientes de experimentação contínua.

Em um capítulo dedicado exclusivamente às perspectivas de inovação no varejo, o estudo mostra que a digitalização deixou de ser um horizonte distante para se tornar uma realidade concreta, com impactos já mensuráveis na competitividade e nas operações do varejo. No âmbito da automação, por exemplo, a Infor destaca números da consultoria Next Move Strategy que projetam investimentos de US$ 33 bilhões nesta tendência até 2030, impulsionado pela busca por eficiência, redução de desperdícios e maior previsibilidade na gestão das cadeias de suprimentos do setor.

Para Rossane Cristina Andrade, Gerente de Logística da Britânia Eletrodomésticos e uma das especialistas entrevistadas na pesquisa, a digitalização já se tornou requisito básico de competitividade. Segundo ela, atuar no varejo hoje exige oferecer rastreabilidade em tempo real, prazos de entrega cada vez menores, opções flexíveis de retirada e devolução e personalização de ofertas. Esse novo padrão, afirma, pressiona o setor a buscar soluções tecnológicas capazes de entregar precisão, velocidade e encantamento na experiência do cliente.

“A digitalização é um caminho inevitável — e quem deseja se manter competitivo no mercado atual precisa avançar com agilidade, mas também com estrutura. Para acelerar esse processo de forma sustentável e eficiente, é preciso atuar sobre três pilares principais: cultura, parceria e capacitação, além de contar com parcerias estratégicas, especialmente empresas de tecnologia, integradores de sistemas e consultorias especializadas”, comenta a executiva.

Outra tendência destacada no estudo é a inteligência artificial que já figura entre as prioridades de investimento de 64% das empresas do setor (SBVC), e 47% dos varejistas brasileiros afirmam já utilizar alguma solução baseada nessa tecnologia (Central do Varejo).

O uso de IA no varejo, por sua vez, alcança desde a busca estratégica pela otimização na previsão de demanda até uma maior eficiência na gestão de estoques e logística. E todo esse movimento se justifica: estudos citados no relatório indicam que a IA pode elevar em até 25% a eficiência do varejo e aumentar receitas em até 10%, desde que sustentada por uma cultura orientada a dados (Bain & Company).

Nesse sentido, a integração tecnológica aparece como sustentação para todos os demais pilares. O relatório destaca, por exemplo, projeção da Fortune Business Insights na qual é indicado que, até 2032, os investimentos globais em APIs que facilitam essa jornada crescerão 25% ao ano.

Todo esse cenário cria ecossistemas mais robustos de inovação no varejo e permite que diferentes plataformas se comuniquem em tempo real. Essa integração é fundamental também para operações omnichannel, em que o cliente espera transitar entre canais de forma contínua e sem fricções; favorecendo a melhoria da experiência dos consumidores e maiores níveis de personalização no varejo.

A personalização, aliás, também se consolida como base para o varejo do futuro. O estudo mostra que 71% dos consumidores esperam interações personalizadas e já gera um aumento de ROI na casa de 15% para as empresas (McKinsey). No varejo, isso se traduz em recomendações de produtos baseadas no histórico de compra, campanhas segmentadas e até ajustes dinâmicos de preços.

Finalmente, o quinto pilar indicado como tendência pela Infor são os ambientes de experimentação contínua que vem ganhando espaço no varejo como estratégia para acelerar a inovação sem comprometer a operação principal.

Esses ecossistemas permitem testar novas tecnologias, modelos de atendimento e processos internos, validando ideias e escalando apenas as que apresentam melhores resultados.

Em linha com essa visão, para Rossane Cristina Andrade, uma vez que os processos estejam digitalizados e estáveis, “o passo seguinte é escalar com eficiência e inteligência, buscando inovação disruptiva, automação em alto nível e sustentabilidade”, explica a Gerente de Logística da Britânia Eletrodomésticos.

O Infor Report 2025 – Inovação no Varejo é uma publicação anual da Infor Brasil. Esta edição reuniu dados de 30 fontes especializadas — incluindo pesquisas internacionais, projeções de mercado, estudos setoriais e dados proprietários da Infor — para oferecer uma leitura crítica e ampla sobre os caminhos da transformação digital no varejo.

A íntegra do relatório está disponível para download gratuito clicando aqui.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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Quase 30% das empresas brasileiras não possuem qualquer iniciativa de Gen AI https://diariotechnews.com.br/quase-30-das-empresas-brasileiras-nao-possuem-qualquer-iniciativa-de-gen-ai/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=quase-30-das-empresas-brasileiras-nao-possuem-qualquer-iniciativa-de-gen-ai Tue, 09 Sep 2025 21:04:49 +0000 https://tiinside.com.br/?p=504517 Apesar de toda a euforia em torno da Inteligência Artificial Generativa, a realidade das organizações brasileiras mostra um cenário de baixa maturidade e sérios riscos de perda de competitividade. Essa é a principal conclusão do relatório “O Mapa da Ge...

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Apesar de toda a euforia em torno da Inteligência Artificial Generativa, a realidade das organizações brasileiras mostra um cenário de baixa maturidade e sérios riscos de perda de competitividade. Essa é a principal conclusão do relatório “O Mapa da GenAI no Brasil”, produzido pelo TEC Institute em parceria com a MIT Technology Review Brasil, e que será tema central de debates no EmTech Brasil 2025, nos dias 29 e 30 de setembro, em São Paulo.

A pesquisa ouviu 350 executivos de diferentes setores e portes de empresas, e revelou dados preocupantes:

• Apenas 7,9% das companhias alcançaram integração total da GenAI aos seus processos
• Quase 30% das empresas não possuem qualquer iniciativa em andamento
• Pouco mais da metade (52,6%) ainda está construindo uma estratégia formal
• 75% das organizações não contam com um profissional dedicado exclusivamente ao tema, e em mais de um quarto dos casos não existe nenhum responsável definido
• Em questões éticas, 46,1% não possuem normas para o uso da GenAI, deixando a adoção sujeita a riscos reputacionais e regulatórios.

Para André Miceli, CEO e editor-chefe da MIT Technology Review Brasil, o quadro exige atenção urgente: “Se o Brasil não assumir um papel ativo, corremos o risco de nos tornar apenas consumidores de soluções estrangeiras. Grande parte das aplicações locais depende de modelos e infraestruturas criadas fora do país, o que nos deixa vulneráveis do ponto de vista estratégico e econômico”. Miceli reforça que não basta entusiasmo ou experimentação pontual: “A vantagem competitiva virá para quem conseguir estruturar governança, preparar talentos e integrar a GenAI aos processos de forma consistente. Sem isso, cada dia aumenta a distância entre o Brasil e os líderes globais em inteligência artificial.”

Os achados do relatório ganham palco no EmTech Brasil 2025, a conferência global da MIT Technology Review sobre tecnologias emergentes. Criado no MIT, o evento reúne especialistas internacionais em inteligência artificial, biotecnologia, computação avançada, energia e saúde, e oferece aos participantes a chance de antecipar tendências, transformar incerteza em direção estratégica e construir vantagem competitiva real .

Em São Paulo, nos dias 29 e 30 de setembro, líderes empresariais e formuladores de políticas vão discutir como o Brasil pode transformar a GenAI em alavanca de produtividade e inovação, em vez de aceitar a posição de dependência tecnológica.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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BB reforça necessidade de monitoramento e esteiras de avaliação antes de colocar IA em produção https://diariotechnews.com.br/bb-reforca-necessidade-de-monitoramento-e-esteiras-de-avaliacao-antes-de-colocar-ia-em-producao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=bb-reforca-necessidade-de-monitoramento-e-esteiras-de-avaliacao-antes-de-colocar-ia-em-producao Tue, 09 Sep 2025 21:01:35 +0000 https://tiinside.com.br/?p=504515 No TI Inside Innovation Forum, realizado na última quinta-feira de agosto (28), Giuliane Paulista, executiva de IA e analytics do Banco do Brasil, avaliou os pilares de implementação de inteligências artificiais como diferencial competitivo.

Para a ...

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No TI Inside Innovation Forum, realizado na última quinta-feira de agosto (28), Giuliane Paulista, executiva de IA e analytics do Banco do Brasil, avaliou os pilares de implementação de inteligências artificiais como diferencial competitivo.

Para a executiva, pelo menos no mercado financeiro, o uso da IAs já é mandatório, e não mais um diferencial. “No Banco do Brasil, a gente já usa IA há mais de 10 anos. O que mudou a partir de novembro de 2022  foi a vinda da IA generativa de uma forma mais escalável”, complementa.

Paulista acredita que sua bagagem a faz enxergar a tecnologia como interconectada. “A gente tem essa visão holística para IA que é super importante. A IA é uma tecnologia que não nasce dentro da tecnologia. Ela vem das pontas”, explica a adaptabilidade dos usos.

Os pilares da implementação

“Não tem como desenvolver e implantar IA só com a tecnologia pela tecnologia”, ela diz, seguindo a mesma linha de raciocínio. “Casos de uso são importantes, eles dão o aperfeiçoamento, a musculatura para que, a partir desses casos de uso, pensemos numa adoção escalável”.

Paulista acredita que os líderes devem ser exemplos aos seus funcionários sobre a readequação do trabalho às novas tecnologias. “A liderança precisa mudar a sua forma de pensar. E se a liderança não comprar essa inovação, não comprar essa cultura de agir, não vai dar certo”, elabora. Junto a isso, a executiva defende que é necessário a criação de estratégias e objetivos encabeçados por toda a organização.

Para ela, essa transformação só será possível se também impactar a cultura organizacional. “O letramento não é só da base, é da liderança também, porque a tecnologia é nova para todo mundo. Não é só de quem já está no TI, é de quem está também fora da TI, precisa aprender a saber como se usa essa tecnologia e precisa também ter a cultura”, afirma.

A executiva ainda destaca que parte importante desse letramento é voltado em diminuir o que chamou de ‘ansiedade organizacional’. Ela se queixa que o impulso por automatizações  transferiu-se para a demanda de criação de novas ferramentas de IA.

Por fim, Paulista destacou a importância do manuseio e cruzamento de dados. “A  governança, não só a parte de dados, mas também como a gente faz a gestão de todos esses ecossistema para que ele funcione de uma forma harmônica, não causando riscos, não expondo também a vulnerabilidade de dados; a gente tá falando sobre privacidade e transparência”, conclui.

O futuro

A executiva ainda afirma que a governança é a peça-chave para o desenvolvimento de novas tecnologias de IA. “Sem governança não tem como avançar, né?”.

Paulista acredita que as decisões devem ser pautadas em cases estratégicos com os melhores resultados para a companhia. “Ter uma esteira em que a gente consiga avaliar os casos de uso de maior impacto antes de colocar em produção. Isso é super importante para a governança da IA. Não tem como fazer IA sem monitoramento”, conclui.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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Brasileiros lideram otimismo e confiança no uso da inteligência artificial, aponta LinkedIn https://diariotechnews.com.br/brasileiros-lideram-otimismo-e-confianca-no-uso-da-inteligencia-artificial-aponta-linkedin/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=brasileiros-lideram-otimismo-e-confianca-no-uso-da-inteligencia-artificial-aponta-linkedin Tue, 09 Sep 2025 20:59:35 +0000 https://tiinside.com.br/?p=504514 Pesquisa global do LinkedIn revela que o Brasil se destaca no cenário mundial pelo alto nível de aceitação, uso e otimismo em relação à Inteligência Artificial no ambiente de trabalho. A pesquisa, que ouviu profissionais de 14 países - Arábia Saudita, ...

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Pesquisa global do LinkedIn revela que o Brasil se destaca no cenário mundial pelo alto nível de aceitação, uso e otimismo em relação à Inteligência Artificial no ambiente de trabalho. A pesquisa, que ouviu profissionais de 14 países – Arábia Saudita, Emirados Árabes, Austrália, Países Baixos, Estados Unidos, Índia, Singapura, França, Alemanha, Itália, Brasil, Espanha, Suécia e Reino Unido -, mostra que os brasileiros são os mais confiantes e entusiasmados com o potencial da IA para transformar suas rotinas profissionais.

O Brasil lidera em vários indicadores-chave da pesquisa. De acordo com os resultados, 83% dos brasileiros entrevistados acreditam que a IA pode melhorar sua rotina de trabalho — a maior taxa entre todos os países analisados.

O Brasil ocupa a segunda posição (atrás somente da Índia, com 44%) no uso diário com confiança, com 42% dos respondentes empregados afirmando que dependem da IA diariamente e sentem-se confiantes em utilizá-la de forma independente para tarefas de alto nível, como trabalhos de estratégia complexa, análise de dados e interação com agentes. Além disso, 84%¹ – 21 pontos percentuais acima da média global (63%)- consideram divertido experimentar a IA e aprender coisas novas todos os dias, colocando o país em primeiro lugar nessa categoria.

Os brasileiros também se sentem preparados para enfrentar as mudanças trazidas pela Inteligência Artificial. 46%² discordam da afirmação ‘Sinto-me despreparado para como a IA pode mudar minha função nos próximos 3 a 5 anos’ — novamente, a maior taxa global. A familiaridade com a IA também se reflete na forma como os brasileiros tomam decisões: 42% consideram as ferramentas de IA entre as fontes mais confiáveis de orientação ao tomar decisões de carreira.

“Os dados reforçam o que já vemos na prática: os brasileiros estão prontos para abraçar o futuro do trabalho com protagonismo. Existe não só entusiasmo, mas também uma aplicação concreta das tecnologias de Inteligência Artificial no dia a dia”, afirma Milton Beck, Diretor Geral do LinkedIn para o Brasil. “A combinação de curiosidade, adaptabilidade e abertura para o novo coloca o Brasil em uma posição única para liderar essa transformação, especialmente em um cenário global onde confiança e preparo tecnológico são ativos estratégicos”, afirma.

Mais do que apenas otimismo, o estudo mostra uma adoção concreta da tecnologia: 74% dos brasileiros empregados entrevistados dizem que usam IA com mais frequência e confiança do que há um ano, e 56%¹ acreditam ter que saber como utilizar a tecnologia para conseguir uma promoção ou conquistar um novo emprego em um futuro próximo. O estudo também indica que 68%¹ afirmam que a tecnologia os fez considerar novos caminhos de carreira, como o empreendedorismo. A percepção positiva também se estende ao impacto da IA na diversidade e nas oportunidades. Para 75%¹ dos brasileiros, a tecnologia ampliará as possibilidades de carreira para pessoas de diferentes origens.

Em meio ao ritmo acelerado das mudanças, 63%¹ dos brasileiros empregados entrevistados reconhecem sentir-se sobrecarregados com a velocidade das transformações no ambiente de trabalho. No entanto, a IA é vista como uma aliada, não como uma ameaça. Apenas 25%¹ sentem-se especificamente sobrecarregados com a integração da IA em sua rotina — uma taxa abaixo da média global de 37%.

A pesquisa foi conduzida pela Censuswide com 19.268 profissionais em regime de trabalho integral ou parcial na Arábia Saudita, Emirados Árabes, Austrália, Países Baixos, Estados Unidos, Índia, Singapura, França, Alemanha, Itália, Brasil, Espanha, Suécia e Reino Unido, entre 04/07/2025 e 29/07/2025.

Foram incluídos 5 a 10% de respondentes desempregados nos EUA, Itália, Espanha e Brasil, desde que estivessem em busca de trabalho. No Brasil, 1.001 profissionais participaram da pesquisa em regime de trabalho integral ou parcial (incluindo 5 a 10% de desempregados em busca de trabalho), entre 03/07/2025 e 15/07/2025.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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Genesys e ServiceNow ampliam parceria para transformar a experiência em orquestração https://diariotechnews.com.br/genesys-e-servicenow-ampliam-parceria-para-transformar-a-experiencia-em-orquestracao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=genesys-e-servicenow-ampliam-parceria-para-transformar-a-experiencia-em-orquestracao Tue, 09 Sep 2025 20:49:48 +0000 https://tiinside.com.br/?p=504512 A Genesys anunciou uma expansão na sua parceria estratégica com a ServiceNow. Juntas, elas irão entregar a nova orquestração Agent2Agent, permitindo que clientes tenham uma experiência autônoma em toda a empresa, tornando viável que agentes de IA colab...

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A Genesys anunciou uma expansão na sua parceria estratégica com a ServiceNow. Juntas, elas irão entregar a nova orquestração Agent2Agent, permitindo que clientes tenham uma experiência autônoma em toda a empresa, tornando viável que agentes de IA colaborem de forma autônoma em interações e tarefas, impulsionando maior eficiência operacional e fidelidade dos consumidores.

À medida que a IA agêntica redefine o cenário da experiência do cliente (CX), as organizações que conectarem suas plataformas de interação com cliente, dados, fluxos de trabalho e operações desbloquearão todo o seu potencial. Por meio de aprimoramentos na solução existente, Unified Experience da Genesys e ServiceNow, as empresas estão fundindo CCaaS, CRM e operações de serviço em uma única experiência com IA agêntica. O relacionamento aprofundado permitirá que agentes de IA trabalhem juntos dentro de limites definidos pela empresa na plataforma Genesys Cloud™ e no ServiceNow Customer Relationship Management (CRM).

Segundo as empresas, a nova interoperabilidade para coordenar fluxos de trabalho de forma integrada em cada ponto de contato, será possível desbloquear mais eficiência e valor para nossos clientes e para o nosso negócio.

Para ajudar as organizações a obterem mais interoperabilidade e escalarem CX autônomo em front e back office, as duas empresas integraram de forma estreita o Genesys Cloud AI e a ServiceNow AI Platform para oferecer capacidades de orquestração de alta performance, com contexto compartilhado, fluxos de trabalho sincronizados e roteamento inteligente. A Genesys e a ServiceNow também estão tornando mais fácil e flexível para as empresas adotarem IA por meio de um modelo de serviço unificado e novas capacidades para agentes de IA, incluindo experiências de voz conversacional previstas para ainda este ano.

Isso se tornará realidade em cenários do mundo real. Por exemplo, quando um cliente liga sobre um aumento repentino em sua conta, o Genesys Cloud Virtual Agent irá rapidamente autenticá-lo e identificar o problema — tudo isso colaborando com o ServiceNow AI Agent Fabric para recuperação da conta, explicação de cobranças e consulta de descontos. Por meio desse fluxo de trabalho coordenado de sistema para sistema, os agentes de IA apresentarão ofertas personalizadas, como um reembolso ou crédito mensal, e inscreverão o cliente instantaneamente. Em uma única interação autônoma e contínua, o cliente sairá com clareza, mais economia e uma experiência geral mais fluida, ajudando a organização a impulsionar a fidelidade.

Além da co-inovação, o novo acordo entre a Genesys e a ServiceNow inclui um relacionamento mais próximo de go-to-market e um compromisso conjunto para tornar as soluções de experiência mais fáceis de compra.

Além disso, as equipes de suporte de TI podem oferecer atendimento contínuo em canais de voz e digitais, transformando cada interação em insights para ação que ajudam a otimizar roteamento, equilibrar equipes, aumentar a produtividade e reduzir custos.
A disponibilidade das capacidades de orquestração Agent2Agent está prevista para começar no quarto trimestre do ano fiscal da empresa (1º de novembro de 2025 – 31 de janeiro de 2026).

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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iFood e Uber integram tecnologias para unificar programas de fidelidade https://diariotechnews.com.br/ifood-e-uber-integram-tecnologias-para-unificar-programas-de-fidelidade/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ifood-e-uber-integram-tecnologias-para-unificar-programas-de-fidelidade Tue, 09 Sep 2025 20:33:39 +0000 https://tiinside.com.br/?p=504510 O iFood e a Uber anunciaram a ampliação da parceria tendo como foco na integração de tecnologias de fidelização e de interoperabilidade entre aplicativos, permitindo que benefícios sejam compartilhados diretamente entre as plataformas.

Na prática, u...

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O iFood e a Uber anunciaram a ampliação da parceria tendo como foco na integração de tecnologias de fidelização e de interoperabilidade entre aplicativos, permitindo que benefícios sejam compartilhados diretamente entre as plataformas.

Na prática, usuários que experimentarem o Clube iFood terão acesso a cupons de desconto, frete grátis em mercados e farmácias e promoções exclusivas. Já os clientes do Uber One poderão acumular créditos de viagens, acessar motoristas mais bem avaliados e contar com descontos adicionais. Além disso, ambos os programas oferecem um período de teste gratuito de três meses, reforçado por cupons cruzados — como descontos em pedidos do iFood para assinantes Uber One e descontos em viagens da Uber para assinantes Clube iFood.

O diferencial está na integração tecnológica entre os aplicativos. Desta forma, o usuário do iFood passa a visualizar dentro do app um ícone da Uber para solicitar corridas, sem necessidade de alternar entre plataformas. Já o usuário da Uber terá disponível, dentro do próprio app, o ícone “iFood Delivery”, refletindo a base de restaurantes, mercados e farmácias já cadastrados no iFood.

Essa camada de interoperabilidade é viabilizada por meio de APIs e sistemas de autenticação compartilhada, que conectam em tempo real os dois ecossistemas, mantendo a experiência nativa de cada aplicativo. A tecnologia garante fluxo contínuo de dados, segurança das transações e personalização de ofertas, criando uma jornada integrada de mobilidade e delivery.

“Estamos dando mais um passo para que os mais de 13 milhões de consumidores conectados ao Clube iFood tenham uma proposta de valor ampliada, agora também em mobilidade”, afirma Paula Ritto, vice-presidente de Crescimento do iFood. Já Marco Cruz, diretor de Business Development da Uber, destaca que “ao unirmos forças, conseguimos ampliar a conveniência e gerar ainda mais valor no dia a dia de milhões de pessoas, oferecendo benefícios concretos que vão desde descontos até uma jornada mais integrada entre mobilidade e delivery”.

Segundo as empresas, após o período de testes, será lançado um plano especial de assinatura conjunta, unindo vantagens de mobilidade e delivery em um mesmo pacote, fortalecendo o ecossistema digital de serviços no país.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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CFOs apostam na IA como antídoto contra volatilidade econômica e como gerador de crescimento https://diariotechnews.com.br/cfos-apostam-na-ia-como-antidoto-contra-volatilidade-economica-e-como-gerador-de-crescimento/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cfos-apostam-na-ia-como-antidoto-contra-volatilidade-economica-e-como-gerador-de-crescimento Tue, 09 Sep 2025 20:26:24 +0000 https://tiinside.com.br/?p=504508 Em meio à incerteza econômica global, inflação crescente e comércio volátil, o investimento em inteligência artificial (IA) foi classificado como a principal estratégia de crescimento, e provável antídoto contra a volatilidade atual, entre todos os CFO...

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Em meio à incerteza econômica global, inflação crescente e comércio volátil, o investimento em inteligência artificial (IA) foi classificado como a principal estratégia de crescimento, e provável antídoto contra a volatilidade atual, entre todos os CFOs globais pesquisados pela Coupa, plataforma líder em gestão total de gastos com IA nativa.

O relatório O CFO estratégico “Como transformar a incerteza do mercado global em oportunidade” revela que quase a metade (46%) dos CFOs veem ameaças externas significativas, como geopolítica e interrupção da cadeia de suprimentos, como o maior risco para os negócios, diminuindo o otimismo observado no início de 2025. Além disso, a introdução de novas tarifas criou um desafio adicional para 42% dos CFOs, com mais de um quarto (28%) diretores financeiros dos EUA planejando ou já aumentando os níveis de estoque como medida preventiva.

“Os líderes financeiros de hoje enfrentam um conjunto alarmante de pressões externas e precisam lidar com riscos em constante mudança, que desafiam suas decisões. Apesar dessas forças dinâmicas, eles estão mantendo uma disciplina rigorosa sobre custos para impulsionar o crescimento, fortalecendo suas cadeias de suprimentos e ampliando o uso de IA para criar organizações mais eficientes”, disse Michael Agresta, CFO da Coupa.

“Para garantir a agilidade, a visibilidade e a resiliência necessárias para alcançar crescimento sustentável, os líderes de finanças precisam de uma plataforma unificada e de estratégia. A plataforma de gestão total de gastos baseada em IA da Coupa foi desenvolvida exclusivamente para ajudar nossos clientes a navegarem pela incerteza, e oferecer aos CFOs as ferramentas nativas em nuvem e IA para proporcionar a melhora das margens em qualquer cenário econômico, tornando-se um componente fundamental da estratégia tecnológica do CFO.”

Tarifas comerciais aumentam as preocupações com a redução das margens

Com 69% dos CFOs preocupados quanto à capacidade de atingir as metas do ano, e 40% relatando extrema preocupação, fica claro que grande parte do otimismo financeiro observado no início do ano se dissipou.

Mais recentemente, novas tarifas e o receio de guerras comerciais globais levaram os CFOs a agirem com urgência, incluindo medidas como o aumento dos estoques (22%), automação de processos para reduzir despesas operacionais (21%), estratégias de proteção cambial (19%), aumento de preços dos produtos (19%) e reestruturação da cadeia de suprimentos (18%).

Quando questionados sobre as principais ameaças externas aos negócios, os CFOs dos EUA manifestaram preocupação um pouco menor (40%) com as tarifas em comparação com os europeus, sendo os diretores financeiros alemães os que relataram maior preocupação (48%) entre os entrevistados.

CFOs apostam na IA para aumentar o crescimento e a confiança

Apesar do panorama incerto da economia, os CFOs continuam buscando respostas estratégicas. Para esses líderes financeiros, isso significa não reagir exageradamente a todas as flutuações do mercado, mas sim adotar uma liderança ponderada e inspirada, evitando soluções pontuais e priorizando estratégias de crescimento duradouras e sustentáveis.

A maioria deles (74%) está cada vez mais confiante na IA, e a classifica como a principal área de investimento para crescimento (40% dos CFOs), além de relatar diminuição de 23% nas preocupações relacionadas à confiança na sua implementação ano após ano.

“Os CFOs, inclusive eu, defendem cada vez mais o uso da IA em suas organizações, mas, para fazê-lo de forma eficaz, precisam criar uma estrutura de governança capaz de quantificar o desempenho e os benefícios financeiros da IA. Quase um quarto (23%) dos CFOs entrevistados identificou esse como um dos principais obstáculos que enfrentarão no próximo ano”, disse Agresta. “Além dos números, os líderes de finanças precisam considerar estrategicamente como priorizar a implementação de novas ferramentas e abordagens de IA em suas organizações para identificar os casos de uso de maior valor e capacitar os funcionários para que adotem uma mentalidade orientada por IA em toda a empresa.”

Excesso de dados, limitados por sistemas ultrapassados

Como se o cenário econômico e a turbulência comercial não fossem desafios suficientes, a gestão de riscos continua aumentando a complexidade organizacional. Um em cada quatro CFOs citou ameaças à segurança cibernética, violações de dados e fraudes como os principais obstáculos deste ano.

Apesar do acesso a grandes volumes de dados, apenas 28% dos CFOs conseguem acessar informações sobre seus gastos em um único sistema, e quase a metade deles (41%) tem dificuldade para cortar custos rapidamente devido a essas limitações.

Algumas organizações estão modernizando sua gestão de dados, mas poucas (33%) contam com processos unificados para gerenciar os gastos com a abrangência necessária. Cerca de um em cada cinco CFOs aponta sistemas obsoletos e silos de dados como os principais obstáculos à transformação digital, destacando a necessidade de maior adoção de tecnologias modernas para gerenciar dados de forma eficaz e reduzir riscos.

Acesse o relatório completo aqui.

Fonte: TI INSIDE Online - Leia mais

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